Aquela Pizzaria... A Nova Geração - Interativa
73 Problemas em Ruguenberg
Notas iniciais
Visão de Cara de capuz
Local: ???
Horário: 10:00
Eu acordo com muita dificuldade, bem abaixo de um buraco do qual eu fiz em um telhado, me levanto ainda com minha visão embaçada, olho em volta e vejo... Uma galeria de arte? Depois de minha visão se acostumar, me vejo em um salão com várias pinturas e esculturas a volta, algumas presas em paredes e outras penduradas...
— Que lugar bonito. — Falo impressionado com a aparência bem cuidada do lugar, distraído com isso, acabo recebendo um golpe na nuca, caio no chão, alguém fica em cima de mim e amarra minas mãos rapidamente me deixando fora de uma possível batalha.
— Quem é você? — Pergunta uma voz feminina acima de mim.
— Quem? O quê? O quê está acontecendo? — Pergunto desesperado, por que esse golpe me pegou de surpresa.
— Eu que pergunto, quem é você?
— Eu sou cara de capuz!! Por que está me atacando? — Pergunto tentando me livrar das cordas, ela sai de cima de mim e começa a falar.
— Você não é um espião, é?
— Espião? De certa forma sou, mas minha missão não é aqui.
— Então onde é?
— Aos arredores de Tronic City... Pode me libertar agora?
— Não, tenho que ver se você não tem nenhuma arma.
— Eu não tenho armas, por que acha que eu... — Um laser vermelho passa por cima de mim e do nada ele fica verde.
— Ok, sem armas, está solto agora. — Diz ela soltando as cordas.
— Ufa, valeu... Agora, me diz, quem é você? — Pergunto.
— Sou Penalty. — (Aparência)
— Nome estranho, escuta, tu é uma humana?
— Só na aparência, por dentro sou uma animatrônica.
— Ah... Beleza, agora me diga, por que acha que sou um espião?
— É que você estava disfarçado, entrou pelo teto do nada e fiquei sabendo que tinha um fugitivo pela cidade. — Fala ela pendurando um quadro. — Mas diz aí, por que esse disfarce?
— Minha identidade é importante, se eu mostrá-la, é capaz do mundo ser destruído.
— Então minhas teorias conspiratórias estavam certas. — Fala ela quase sussurrando e pulando de alegria.
— Teorias conspiratórias?
— Sim, é algo que venho trabalhando a um tempo, venha comigo. — Fala ela empurrando para a esquerda um quadro que fez uma passagem se abrir na parede.
— Uau... Meio estranho pra uma galeria de arte. — Falo ficando na frente da passagem.
— Venha, por aqui. — Fala ela entrando na escura passagem. Eu entro junto...
Do nada, aparecemos em uma sala gigante, com várias folhas espalhadas no chão e nas mesas, e umas estavam coladas em uma grande parede, conectadas umas as outras.
— O que é isso?
— Isto é minha teoria, vou resumi-la... Tronic City foi invadida por monstros bizarros, como sei disso? Sou dona de uma galeria de arte de lá, uma câmera do local gravou tudo e posso ver o que ela gravou daqui mesmo, os destroços da cidade não foram o bastante para destruir a câmera, consegui flagrar uma luta de você com um cara estranho e um robô bizarro destruindo um grupo de militares.
— Esse robô... Tinha a aparência de um urso?
— Não, ele tinha uma aparência diferente, ele ficava dizendo que tinha que destruir todos os animatrônicos, ele não era um animatrônico suponho.
Ouvimos batidas fortes na porta principal da galeria.
— Oi, tem alguém aí? — Pergunta uma voz grossa que começou a bater com mais força. — ABRA LOGO, OU IREMOS ARROMBAR ESSA PORTA!!
— Droga, eles me acharam. — Falo nervoso.
— Eles quem?
— OS MILITARES!! ESTÃO ATRÁS DE MIM SÓ PELO FATO DE EU NÃO SER UM ANIMATRÔNICO!!!
— Espera, você não é um animatrônico? — Quando ela perguntou isso, pudemos ouvir uma explosão vinda da porta da galeria, os militares estavam atrás de mim e não tinha o que eu fazer. — Ok, vou te ajudar, você pode reforçar minha teoria... E talvez eu não saia presa.
— COMO ASSIM PRESA?!
— Quando eu vi as gravações, eu rapidamente avisei para a guarda de Ruguenberg que enviou seu melhores soldados, nenhum deles voltou e agora acham que é minha culpa por ter armado uma cilada para eles por algum motivo. — Fala ela pegando uma mochila.
— ACHAMOS UMA PASSAGEM!! — Grita um soldado que aparentava estar bem perto.
— Droga, esqueci a passagem aberta, vamos ter que lutar.
— Eita, tá bem. — Falo ficando em posição de luta, quando uma bomba de gás entra no lugar e tudo é tomado por uma fumaça estranha, várias silhuetas de soldados aparecem.
— PARADOS, ESTÃO PRESOS!!
— ATACAR!! — Grita Penalty partindo para cima deles.
(Começa a tocar a música: Stronger Monsters)
Eu parto para cima deles, dou dois chutes em um deles que fica fora de batalha rapidamente, Penalty dá cobertura lançando esferas de energia que causavam várias explosões, quando conseguimos sair da fumaceira, vimos vários militares que começaram a atirar em nós, escapávamos de alguns tiros, preparei uma rajada de energia poderosa para destruí-los porque eram muitos.
— Penalty, me dê cobertura, estou preparando uma rajada de energia.
— Está bem. — Diz Penalty que dá dois chutes em um dos militares que é arremessado contra a parede, dois deles tentam bater com suas armas nela, mas a mesma revida com um soco no rosto de cada um, distraídos com a dor, começam a disparar para lugares aleatórios acertando muitos de seus companheiros. Ela percebeu o momento onde a maior parte dos militares se amontoaram na entrada da galeria. — AGORA, ATIRA!!
Quando ela diz isso, eu lanço a rajada de energia que acerta a maioria dos militares que são arremessados ou mortos pela explosão, sem conseguir controlar essa rajada, ela acaba indo para o céu e acerta um helicóptero que explode a começa a cair como uma bola de fogo. Eu e Penalty saímos da galeria e vimos os moradores do condomínio fugindo desesperadamente da guerra que se formou. Nós começamos a correr pela estrada principal, entre muitas casas, nos assustamos com a imagem que vimos, mais de 30 carros e helicópteros do exército vindo em nossa direção e atirando no condomínio com a intenção de nos matar, não paramos de correr entre as explosões.
Um dos carros vinha para cima de Penalty que em câmera lenta deu um golpe de bicicleta de energia concentrada no carro que explodiu com todos os seus soldados dentro, ela não parou de correr, pegando duas bombas dentro de sua mochila, ela deu uma delas para mim.
— BOMBAS NÍVEL 3?! FICOU MALUCA?! — Grito desesperado, pois essas bombas eram muito fortes.
— SÃO AS MELHORES QUE PODEMOS USAR, ATIRA NOS DOIS HELICÓPTEROS QUE ESTÃO VINDO NA NOSSA DIREÇÃO!! — Grita ela apontando para os dois helicópteros que estavam prestes a largar soldados na nossa frente, eu atiro a bomba com toda minha força e os dois helicópteros explodem, explodindo outras casas a sua volta, alguns soldados escapam da explosão e sem sair da luta, começam a disparar contra mim. Eu desvio dos tiros, e derrubo os dois com uma esfera de energia entre os dois. — ESTAMOS QUASE NA SAÍDA!!
— CUIDADO!! — Grita Penalty alertando sobre dois carros do exército que quase me atropelaram, eu pulei por cima deles e ainda derrubei um soldado, os carros estavam atrás de nós, dois soldados em cada um miraram suas bazucas em nós, Penalty jogou sua bomba nível 3 nos carros que explodiram, no mesmo momento, as munições das bazucas foram disparadas para o alto destruindo quatro helicópteros de lavada. — Ufa...
Passamos pela saída e quase tropeçando, começamos a correr pela calçada, fugindo de uma bomba que explodiu a saída neste mesmo momento. Muitos soldados nos cercaram, eram mais de 1000 deles, todos com armas para animatrônicos normais e seres holográficos.
— FERROU!! — Grito realmente muito nervoso.
— NÃO MESMO!! — Grita Penalty usando uma espécie de ataque especial. Ela transformou todo o cenário em um lugar completamente preto com bugs, lá, ela concentrou toda sua energia e deu um estralo com seus dedos, todos os soldados foram arremessados para cima deixando-os fora de batalha, depois disso, voltamos para o cenário normal com vários soldados caindo do céu. — Na pintura é onde deviam estar desde o começo.
— Uau... — Voltamos a correr pela calçada, a cidade entrou em desespero por causa dessa guerra. — O quê faremos agora?
— Não pare de correr, vamos até a base militar, lá podemos pegar um jato de cair fora daqui...
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