É estranho pensar que há um mês e meio atrás eu não conseguia parar de escrever sobre ti e hoje estou assim, tão sem ideias. Nada mais me passa pela cabeça, além da saudade. Queria poder te ver mais uma vez e te ter perto de mim, como estivemos no mês de julho.

Queria poder contornar os teus olhos levemente infantis com a ponta dos dedos, descer desenhando o nariz e depois a boca, e logo beijá-la suavemente. Se eu conseguisse desenhar, desenhar-te-ia da forma mais abstrata possível, para que sempre pudesse tirar mais e mais interpretações de sua pessoa.