Kaito não estava surpreso. Arrietty sempre fora uma garota forte e independente. Ele ainda se lembrava do dia em que ela quase derrotara o pai durante o treinamento. Kenshin distraiu-se por um breve segundo, e lá estava o pé descalço de Arrietty em seu rosto. A criança era uma pequena fera. Lutava, revidada. Seus movimentos eram guiados pelo instinto. E Kaito, em seu silêncio, admirava a menina. Agora, ele admirava a mulher. Olhos castanhos profundos sobre ele, olhos brilhando de reconhecimento. Os dois sentaram-se em um canto da seção infantil. Imersos na conversa, não perceberam o tempo passar. Alguém escutava.