Um ser esta deitado, ligeiramente inclinado a entra em um mundo isolado que era os seus sonhos. Ele se apoiava em uma arvore, alta da qual a folhagem varia com a estações juntamente com sua cor e naquele momento estava dourada. Ele esta em paz pensando na vida, no que teria que fazer no outro dia, em formas de ocupar seu tempo que era quase que vazio de tarefas ou obrigações. Ele olha para suas vestes, roupas de um garoto que ainda não se decidira da vida se iria morrer em luta ou viver em paz, apenas um pequeno camponês. Ele toca em seu rosto e sente poucas marcas de cortes que viraram cicatrizes por conta de erros cometidos durante umas de suas tarefas. Ele ainda com os olhos fechados, tenta imagina em sua mente, já lucida do sono, se um dia ele iria fazer seus anseios mais profundos.

Era o decline da luz, o sol estava indo mostrando mais uma fase natural sem nenhum controle do pobre camponês.

Ele abre os olhos para ver aquela cena, que já vira milhares de vezes mas ainda era de uma forma estranha, tão maravilhosa como se recordara de sentir aquele sentimento pela primeira vez. Ele sente uma mistura de sentimentos estranha como se por si só aquela visão daquele evento inexplicável e incomparável fizesse ele feliz e alegre.

Ele percebe que passou tempo demais em seus pensamentos sobre aqueles fenômenos e viu que a escuridão já havia vindo. Ele pega um pequeno instrumento, pega uma grama do chão, bota dentro e a luz aparece, ele fecha o compartimento e segue viagem para sua casa.

No caminho o individuo sente um vento ríspido até gélido passar por ele, mas não sente frio ou calor apenas a sensação do movimento no seu corpo. A grama que era verde claro nos dias, e o vento soava como som calmo e tranquilo e o garoto se sentiu tentado a esquecer tudo e só se deita naquela grama e senti-lo ao seu rosto sem se importa com dormi ou comer só em fazer aquela determinada ação, mas resistiu a tentação e se pôs a se concentra no caminho de volta. A vida pra ele era essas pequenas sensações

Eis que ele chega a vila, é uma pequena vila que não obedece a reinos nem a outras vilas, eles se sustentam e assim vivem.

Ele passa pelo grande arco da vila indo em direção a praça. Para ele o tempo se parece parar, ele nota a arquitetura antiga e ríspida de um estabelecimento a sua direita em que o símbolo entalhado em varias camadas se mostra bem deteriorado em comparação da manha de verão em que puseram ele. A sua direita uma pequena casa com um teto que se semelha a um material vindo da terra e não feito artificialmente, muito parecido com feno, mas bem mais denço. Em sua frente há uma praça, seu chão é revestido de pedras quebradas e postas lá pela própria comunidade do local, também há uma fonte de um liquido que jorra para cima e cai em uma estrutura circula que rodeia a fonte

Ele continua a andar e ao chegar a praça, faz questão de ser rápido e só olhar, rapidamente se vira e vai em direção ao seu local de descanso. Ele ainda em passo bem mais apreçado. Ele um casal aparentemente tendo uma noite de comemoração e de festa. Ele olha pra frente e ver sua residência, apreça ainda mais e chega lá no local e ele chega

Ele abre a porta rapidamente, entra e a fecha. Dentro da casa, as velas e a lareira estão acessas, ele acha estranho pois não tinha feito aquilo, logo após esse pensamento vim lhe vem o cheiro, um odor de algo agradável a seu paladar lhe veio, parecia se algum tipo de carne, com medo mas sua fome falava mais alto ele seguiu ate a sala, lá ele se depara com uma visão estranha beirando a perturbadora para seus padrões.

Há um ser sentado nas cadeiras da mesa, também a um imenso banquete, com carne, pão, queijo, vinhos e sementes. UMA pessoa comia vorazmente aquela comida, parecia que havia passado uma existência toda sem se alimentar, o ser em pé se senta na mesa ainda sem entender aquela cena

-Ola-Falou uma voz feminina

-Oi

-A senhora poderia me dizer, porque esta aqui?-Ele perguntou ainda bem assustado

-Queria falar com você, por que mais eu estaria aqui.

-Porque vem a minha procura, não tenho nada para dar, nem lhe conheço e pelo que me pare se você não tiver roubado isso você esta muito bem -Fala com um certo desconforto e ainda tentando entender aquilo

-Para...-Ela bota o dedo um pouco abaixo da boca- dar algo a você

-Como assim?

-Vou ser direta-Ela limpa a boca-Tenho uma proposta a você

-Olha aqui eu nem lhe conheço porque aceitaria sua proposta

-Eu sou um tipo de divindade que viaja entre mundos, vim aqui para pergunta se que passar um dia comigo viajando entre esses mundo e lhe mostrando eles em três pontos do dia café da manha, almoço e jantar já que a viagem gasta muito de minhas forças.

-Você nem me escutou

-È claro que não, o tempo é curto, tenho preparativos para fazer, tenho que termina meus assuntos aqui

-Eu não consigo entender

-E nem vai

Ele se sentiu estranho, uma mulher que nunca vira na vida chega e lhe fala que é uma deusa e que o quer por um dia isso é no mínimo perturbador, Mas algo falou mais forte dentro dele superando seu dogmas de cuidado e segurança puxando seus desejos mais profundos de volta a flor da pele

-Mas porque eu?-Prguntou mesmo já decidido a aceita

-Eu vejo que nutre uma busca incessante por algo que nem você mesmo saiba, eu quero lhe mostra estes locais para lhe dar uma visão diferente, muda seu sentidos

-E quando seria

-Amanha ainda antes do sol aparecer

-Esta bem eu aceito

Ela anda ate o ser, abraça-o, ele sente estranho um tanto diferente, parecia que ela era diferente.

E pela primeira vez dês que chegara em casa ele parou para raciocina a aparência da dama ,cabelo ate os ombros, lisos, mas meio bagunçados ,de cor clara que beirava ao castanho, veste simples que ate poderia se passa por uma pessoa normal .A tamanha carga de detalhes que ela havia deixado em sua mente surpreenderá ate mesmo ele

Ele se senta e a comida desaparece ,percebe que perdeu a chance de um belo banquete .Ele se levanta ainda sem saber quem era aquela mulher ,porque aceitara aquela proposta, só sabia que algo dentro dele que ele nem entendia lhe fez aceita essa proposta, bem ao menos era uma forma de passa o tempo

Sem fome ele se deitou e olhou para o teto imaginando oque aconteceria naquele dia que iria vir, se iria morrer já que ela poderia ser só alguém ser querendo mata-lo, mas porque um ser sobrenatural iria se preocupa com alguém como ele, um simples camponês.