Notas iniciais
voltei meu povo! A faculdade está me apertando, por isso tem sido dificil postar :/ mas não irei desistir de nenhuma fic! Boa leitura ♥ P.S; acabei de assistir o ultimo episodio de TVD :""""( * meio bosta*

Aprendendo a Amar

Capítulo 11

Dias atuais.

Nova York, Novembro 2015

Edward.

—Mãe, eu estarei ai para o natal esse ano prometo. – falei pelo telefone revirando os olhos.

—Você disse a mesma coisa no ano passado! Não estou podendo confiar em você ultimamente. – Seria engraçada a voz de Esme, se seu tom magoado não me deixasse com o coração apertado.

—Sinto muito mãe. Eu...

—O que esta acontecendo filho? – seu tom passou a preocupado imediatamente.

—Uns professores da época da faculdade faleceram ontem num acidente de carro.

—Meu Deus! Isso é terrível.

—Sim. Deixaram uma filha de nove anos. Isso... Me fez pensar que ando dando muito valor ao trabalho e negligenciando minha família.

—É preciso que coisas assim aconteçam para que vocês jovens abram os olhos, não é? – Eu podia imaginar sua cabeça balançando de um lado para o outro em desaprovação.

—Sinto muito mãe.

—Oh meu bebê... Queria estar ai e te dar um abraço.

—Eu queria que senhora estivesse aqui. – confessei.

—Ed! Acabo de usar sua escova de dentes, sem problemas, né?

Fiz sinal para o telefone em minha mão pedindo silencia a Kate.

—Tem uma moça ai com você filho?

Moça não se aplicava a Kate há muitos anos.

—Uma amiga mãe. Tenho que ir, vou viajar essa noite para o Mississippi o enterro é amanhã à tarde.

—Tudo bem, faça boa viajem. Te amo filho.

—Também te amo mãe.

Kate se pendurou em mim logo que desliguei o telefone.

—Você poderia me deixar falar com sua mãe. – fez um bico nos lábios pequenos. Os olhos azuis brilhando. Passei os braços pela sua cintura.

—Não consigo pensar num assunto entre vocês.

—Você. – ela disse e me beijou. – Você seria nosso maravilhoso assunto.

—Claro. – resmunguei a afastando. – Vista-se logo, se não você chegará atrasada ao seu trabalho.

—Eu estava pensando em faltar e ir ao Mississippi com você. — ela cruzou os braços sobre os peitos desnudos.

Isso seria difícil. Kate era minha ‘’foda certa’’. Nos conhecemos na academia( lugar que passei a frequentar depois do encontro desastroso com o Índio Grandão de Bella) onde ela era/é Personal Trainer. Começamos a nos envolver no ano passado, e agora nosso relacionamento que antes era baseado em shows, boates e sexo, a incluía frequentando o apartamento que eu dividia com Tyler e alguns filmes.

Tyler achava que isso colocava nosso relacionamento no patamar de ‘’namoro’’, eu tentava me convencer que não, Kate era madura de mais para pensar dessa força.

E agora querendo faltar ao trabalho para viajar comigo... Parecia que eu teria frear nossa relação.

—Kate, gatinha. – comecei. Ela sorriu.

—Não acho que seja uma boa você ir comigo. Primeiro por que vai faltar ao trabalho e depois... Não temos esse tipo de relacionamento.

Seu sorriso sumiu na mesma hora. Os olhos azuis como o céu ficaram frios como o oceano.

—O que você quer dizer com ‘’ esse tipo de relacionamento’’? – ela colocou os dedos no ar fazendo aspas.

Seria complicado.

—Não somos namorados. – soltei.

Ela abriu e fechou a boca varias vezes antes de responder.

—Nós... Nós saímos há oito meses Edward! Você frequenta a minha casa e eu a sua! Eu te dei presentes! Você me deu presentes! Se isso não é um namoro então me diga o que é um!

Nunca a vi ficar tão vermelha. Nem depois de uma malhação pesada.

Recuei.

—Eu nunca imaginei que você queria um namoro. Achei que estivesse bom desse jeito.

—Por que desse jeito seu babaca, temos um namoro! Seu idiota! – ela pegou a garrafa de whisky de Tyler que estava numa mesinha ao seu lado e atirou em mim. Me abaixei a tempo.

—Esse Whisky é caro! Foi um presente do avô do Tyler!

—Que se foda! Você acha que pode ter um relacionamento de oito meses sem chamar isso de namoro?

—Seria sexo seguro?- falei tentando sorrir. Isso a deixou mais irada. Começou a atirar coisas em mim e eu tentava me esquivar. O pior era que aquilo estava me dando tesão, ela estava completamente nua, furiosa e vermelhinha. Seria uma boa fazer as passes?

—Kate, querida, podemos resolver isso.

—Não podemos Cullen! Você acha que eu sou uma prostituta?

—Eu nunca disse isso!

—Mas pensou! Se acha que pode transar comigo a hora que quiser e me dar presentes.

—Só te dei presentes por que você me deu presentes. – isso piorou a situação.

—Você é um imbecil!

Meu celular começou a tocar. Tentei acha-lo naquela confusão. Ela continuou a gritar e foi para o quarto provavelmente pegar suas coisas, quebrando o que via pelo caminho.

—Edward?

—Tyler!

—Que barulheira é essa?

—Kate esta quebrando o apartamento. Como vão as coisas por ai?

—Por que Kate está quebrando o apartamento? Esquece, estamos indo para o aeroporto. Bella, Jane e eu.

— O namorado não vai? — resmunguei.

—Noivo. – ele corrigiu rindo.

—Que noivo?

—Black pediu a mão dela em casamento, no meio da casa de shows Paradise, para completa vergonha dela. Para que você se sinta melhor, devo dizer que ela ficou morta de vergonha, olhou para todos os lados, demorou a responder, e quando o povo iria começar a vaiar o Black ela disse sim.

—Ela aceito se casar por pena?! – aquilo era inacreditável.

—Ao que tudo indica sim. Jane me contou que Bella comprou esse apartamento tem quatro meses, e o comprou sozinha. E Black não mora com ela.

—E o que isso tem haver?

—Acorda Edward! Se um casal pretende se casar, eles fazem planos, principalmente os financeiros juntos. Esse cara a pediu em casamento do nada!

—Então por que ela aceitou?

—Para que ele não passasse vergonha? Não sei. Agora voltando para o nosso apartamento... Por que Katherina está quebrando tudo por aí?

Suspirei apertando o nariz.

—Ela queria ir para o Mississippi comigo e eu disse que não temos esse tipo de relacionamento.

—Que tipo?

—Do tipo que viaja?

—Em?

—Nós não namoramos porra!

—Como assim? Vocês estão juntos há oito meses! Fez oito meses dia sete lembra? Que ela te chamou pra aquele jantar, e te deu aquele relógio que deve ter custado o salário todo dela.

Que merda.

—Por que não me contou?

—Você... Edward, uma mulher faz um jantar na casa dela, te presenteia e você acha que não estão namorando?

—Eu nunca a pedi e ela nunca me pediu. – só eu não havia percebido essa merda.

—Depois de oito meses juntos pedidos são desnecessários.

—Bom então por julgar as coisas que ela quebrou por aqui e...

—Edward. Você é um babaca. Espero que nunca encontre o amor da sua vida. –ela apareceu com a bolsa, e saiu batendo a porta. E voltou. – Espero que encontre e a ela o faça sofrer muito!

Bateu com força a porta novamente.

—E isso foi um termino. Não a procure mais. – Tyler riu do outro lado.

—Que merda. Bom, vou arrumar essa bagunça aqui, e me preparar para viajem. Vejo vocês amanhã?

—Sim. Fiz nossas reservas.

—Até lá então.

—Até. – ele respondeu e começou a rir. Desliguei.

Fitei a bagunça exasperado. Precisava disso Kate?!

(...)

Aluguei um carro logo que cheguei ao Mississippi e parti para o hotel onde logo no hall da entrada reconheci vários amigos da faculdade.

—Edward.- Jasper apareceu. Vestia um terno bem alinhado.

—Oi agente. – o cumprimentei sorrindo e nos abraçamos. Não o via a um bom par de meses.

—Eu não sou agente. – falou com uma careta.

—Não mesmo, é apenas casado com uma. – Alice Brandon, agora Swan, apareceu com um vestido azul que acentuava sua barriga grande. Acho que ‘’grande’’ não era uma palavra gentil, já que ela estava gravida. Imensa de gravida.

—E como vai essa garotinha?! – perguntei sorrindo bobo automaticamente ao imaginar minha sobrinha. Sim por que Jasper e eu éramos melhores amigos desde pequenos, e sua filha seria minha sobrinha independente da minha relação com a tia de sangue dela.

Alice acariciou a barriga.

—Não me deixando dormir! Está ansiosa para sair e conhecer a família.

—Falta quanto agora? – perguntei acariciando sua barriga. Acho que tínhamos intimidade o bastante para isso.

—Marcamos a cesariana para daqui a duas semanas.

—Quantos meses você está? – perguntei espantado. Essa criança não nasceria de uma hora para outra certo?!

—Estou com trinta e seis semanas. – respondeu com um sorriso. Por que ela não traduzia isso para meses?

Jasper vendo minha cara de desespero veio em meu socorro.

—Algo como oito meses. – ele colocou a mão em meu ombro como quem me consola.

—Ah... Sem risco de entrar em trabalho de parto enquanto estamos aqui?

—O risco sempre há querido... Sempre há. – ela disse com o olhar serio que eu sabia que ele lançava quando estava com os bandidos figurões.

—Ah Bella desceu! Bella! – ela chamou acenando para alguém nas minhas costas e saiu andando rápido com passinhos curtos. Era muito engraçado vê-la andar com toda aquela barriga.

—Pare de rir da minha mulher. – Jasper ameaçou.

—Desculpe. É meio inevitável.

—Eu sei, só estou sendo protetor. Então, quando vai a Seattle?

Jasper e Alice moravam em Sattle agora, mais perto da família de ambos. Os pais de Alice moravam em Seattle.

— Estive lá faz dois meses, no aniversario de Alice. – o lembrei orgulhoso.

—Isso por que Bella não pode ir porque estava na Rússia. Conversamos com nossos pais, meus e os de Alice, e já que a bebê vai estar muito pequena no Natal, vamos fazer a ceia na nossa casa. E claro isso inclui seus pais.

—Então estou intimado a passar o natal com vocês?

—Pode apostar.

—Edward! – uma Jane sorridente veio em minha direção. O que era isso? Parecia mais uma reunião de amigos do que um enterro.

—Acho bom colocarmos nossa cara de luto, por que estamos parecendo reunidos para uma festa.

Ela me deu um tapa no ombro.

—Só um enterro para fazer você se encontrar com a gente?

—Nossa Jane, você esteve na minha casa faz pouco tempo.

—Isso por que meu noivo mora lá. Já você não aparece na nossa a quanto mesmo? Deixe me pensar... Nunca foi lá.

Fiz uma careta concordando.

—Acho melhor saímos daqui, estamos parecendo vestimos de mais para quem veio para um enterro. –Bella chegou com uma calça jeans simples que sugeria boa marca, e uma blusa social. Os saltos finos eram pretos e discretos.

—Oi Edward. – ela sussurrou sorrindo duro.

—Oi. – respondi e parecia que havia um tijolo em minha garganta que não permitia a minha voz de sair corretamente.

Jasper e Jane ficaram quietos olhando para mim e Bella.

—Vamos povo? – Tyler nos salvou.

Ficamos no bar do hotel, tentando manter a voz baixa, mas as vezes uma risada mais alta era ouvida.

—Por que seu noivo não veio Bella? – Alice perguntou. Desviei toda a minha atenção para Bela, que ficou vermelha e bebeu um gole forte de Wisky antes de responder.

—Trabalho. Ele anda tendo muito trabalho na loja.

Pesquei a oportunidade.

—E ele trabalha com o que?

—Peça de carros e motos. Ele importa e revende. – ela levantou uma sobrancelha me desafiando.

—Ah sim. Lembro que Emmett comentou que comprou algumas peças com ele.

—Sim, seu irmão é um cliente dele.

E foi só. A única vez que troquei palavras com ela naquela noite.

O quarto de todos era no mesmo andar, o que se fosse há nove anos faria com o que o quarto de apenas um fosse ocupado, e beberíamos e conversaríamos a noite toda. Hoje cada casal foi para seu quarto. Não consegui dormir, estar naquela cidade trazia lembranças de mais, de uma época cheia de esperança e sonhos. Eu havia conseguido o que queria, era um dos advogados de uma grande empresa, ganhava muito bem, ajudava meus pais financeiramente... Eu só havia perdido...

Não.

Eu não havia perdido nada. Eu tinha tudo aos trinta anos. Pais amorosos, um irmão que era um ótimo amigo, um melhor amigo que eu tinha como irmão, em breve seria tio. Tinha amigos novos e mantinha os antigos. Era bem sucedido. O que eu havia perdido? Pensei olhando pela janela a piscina do hotel. Havia uma moça lá, sentada na beira, com as pernas tocando a agua. De repente ela olhou para cima e seu olhar cruzou com o meu. Ela sorriu. Um sorriso calmo e sapeca. Acenou para que eu me juntasse a ela e foi o que eu fiz.

A noite estava um pouco fria, mas para pessoas que cresceram em Forks, estava bom para uma blusa de mangas curtas. E era isso que Bella usava junto de um short.

—Ainda acordada .- Observei sentando ao seu lado.

—Dormi durante a viagem. – ela respondeu balançando os pés na agua.

—Soube do casamento. Parabéns. – tentei esconder o rancor injustificado em minha voz. Ela soltou uma risada sarcástica.

—Parabéns não é uma boa palavra no momento.

—Por que? Não fez a escolha certa?

Ela me olhou longamente antes de responder.

—Não sei. Não houve uma escolha entende? Nós namoramos por cinco anos e nunca conversamos sobre o próximo passo, e quando o contei que queria comprar um apartamento (percebi que Tyler e Jane precisavam de espaço, e que logo iriam casar) ele apenas disse ‘’Beleza’’. Ele não falou que queria dar esse passo comigo. E agora, quatro meses depois me pede em casamento do nada?

Ela sacudiu a cabeça.

—É confuso.

—Então você não deveria ter aceitado.

—Pareceu certo. Não podia deixa-lo passar vergonha na frente daqueles estranhos.

—E agora vai casar sem saber se é isso que quer? Eu não te conheço.

O sorriso que ela me lançou foi de escárnio.

—Você costumava a me conhecer bem, antes de começar a me evitar e sair com toda e qualquer mulher de nova York.

—Eu não saio com tantas mulheres!

—Oh não? Quantas vezes liguei para você nesses anos, e uma mulher atendeu? ‘’Ed está no banho, quem é?’’ ‘’O Ed está ocupado’’... ‘’O Ed saiu rapidinho e já volta...’’

—Espere ai... Você me ligou? – como eu não sabia disso?

Ela ficou vermelha.

—Sim! No seu aniversario, para dizer a você que sua mãe sentia sua falta... Mas você nunca ligou de volta! Nunca se importou! Quer saber? Faz tempo, não importa mais!

Ela se levantou.

—Bella! – a segui.

—Não Edward. Eu fui boba, ok? Achei que poderíamos ser amigos por causa da nossa família, tentei forçar uma amizade que você não queria e você me deu um gelo de anos. Eu já superei. Talvez eu me case ou Jacob ou não, mas não irei incomodar mais você.

Peguei sua mão antes que ela tentasse sair de novo. Ficamos um de frente para o outro, suas mãos eram frias juntos as minhas.

—Eu achei que você estava bem sem mim. Não queria te incomodar.

—Me incomodar? Você era mais que meu namorado era meu melhor amigo!

Seus olhos estavam com lágrimas.

Acariciei seu rosto.

—Eu fui um idiota.

—Sim você foi. – ela concordou seria e depois rimos.

—Não case com o Jacob se não o ama. – as palavras saíram rápido de mim.

—Você esta falando em amor?

—É um fundamento básico para se casar; amor.

—Achei que companheirismo e parceria fossem mais importantes.

Eu sorri.

—Isso mesmo. E isso vocês não tem não é?

—Não. -Ela respondeu rápido.

Caímos num silencio confortável de novo.

Acenei para dentro do Hotel.

—Que tal uma bebida?

—Lembro de uma época que eu oferecia as bebidas.

—As pessoas mudam. Você se tornou a mulher responsável que prometeu?

Ela afirmou gravemente com a cabeça.

—Nenhuma droga ilícita entrou nesse corpo nos últimos anos. Nunca cheguei bêbada ao trabalho, nunca tive uma ressaca insuportável...

Arregalei os olhos fingindo espanto.

—Nossa você está de parabéns!

—Já você Cullen... Tyler me contou uma ou duas coisas.

Ela me puxou em direção ao bar, e como fazia na época de faculdade, a segui feliz.

Ela falava mexendo as mãos fazendo gestos, ria, mexia nos cabelos, e eu me peguei apenas admirando seu jeito. Como eu sentia falta dessa mulher.

A certa altura da madruga, o local já estava bem vazio, restando apenas nós dois, um senhor no balcão com uma garrafa de vinho, e uma jovem olhando um anel numa mesa afastada.

—Fiquei surpreso com Tyler e Jane.

—Eu não. – ela estava alta com a bebida dava para notar. Se bem que eu mesma estava me sentindo meio leve.

—Como?

—O olhar deles. Quando o Tyler passava o fim de semana conosco, ele a olhava de um jeito... Ele não queria se despedir. Não sei como, mas eu sabia; um dia eles iriam se casar.

—Talvez tenha sido porque eles não esperavam de mais um do outro.

—Está começando a comparar eles com nós dois?

Terreno proibido.

—Isso é muito frustrante.

—Nosso relacionamento que deu errado, ou o motivo que nos trouxe aqui?

—Não consigo acreditar que eles morreram.

—Nem eu. Eles tinham uma filha Edward! Eu lembro da professora Carmen gravida! Ela desejou tanto isso...

—Como será que esta essa menina. – eu não conseguia nem mesmo pensar na pequena filha dos meus professores, tão nova e passando por algo tão terrível.

—Vamos dormir Cullen. – ela se levantou com dificuldade. Segurei seus chinelos, ela não quis calça-los mais. Meu quarto ficava dois antes que o dela.

—É como na faculdade de novo. – comentei e ela riu. Não havia percebido até aquele momento que nossas mãos estavam unidas. Ela hesitou em soltar meus dedos.

—Boa noite Edward. – ela sussurrou e seguiu para seu quarto.

—Bella. – a chamei assim que sua porta foi aberta.

—Você acredita em amor?

Ela pareceu surpresa com a pergunta.

—Seu pai nos disse certa vez que companheirismo e parceria eram os fundamentos para...

—Não estou falando de casamento. Estou falando de amor.

Sua resposta demorou.

—Já faz quase vinte anos Edward. E nossos pais estão juntos. Talvez... tenha sido apenas um deslize.

—Talvez. Boa noite Bella.

—Boa noite Edward.

Entrei no quarto lembrando daquela tarde de ação de graças, onde o amor deixou de fazer sentindo para Bella e para mim.

Notas finais
Algum palpite sobre o que ocorreu na ação de graças que os fez a desacreditar no amor? estou pensando em criar um grupo no face para as minhas fics. o que vocês acham? muito obrigado por lerem até aqui, beijos :*