Aprendendo A Amar
20 Capítulo 20
Notas iniciais
— Sakura minha querida. Parece que finalmente o seu amado Uchiha te achou, mas antes que ele chegue até você eu te mato. – ele disse entrando no quarto e trancando a porta por dentro. Posicionei-me em posição de luta. – O que pensa que vai fazer? Você está sem seu chakra querida.
— Mas eu não. – Disse Sasuke no exato momento em que arrebentou a porta e entrava no quarto. – Yusuke, eu vou mata-lo lentamente.
— chegue perto e que corto o pescoço da sua querida Sakura. Se bem que não é tão querida assim não mesmo? Pelo que eu soube você andou dando uns bons tapas nela. – aquilo me doeu muito. Doeu porque era verdade. – Você não se importa com ela e sabe disso Uchiha. Então volte para a vila e diga que não a encontrou. Tenho certeza que só está aqui porque foi mandado pelo Hokage. A sakura não lhe tem mais serventia afinal ela não pode mais lhe der filhos.
— Está mentindo. Sei que ela está gravida. – então era isso. Por isso ela veio atrás de mim, pela criança.
— Então aquela loira conseguiu sobreviver.
— Solte-a agora e prometo te matar rápido.
— Se acha que tenho medo de morrer está enganado. – olhei para Sasuke, ele perderia o controle a qualquer momento. – Sakura querida, ele só está aqui pela criança. VocÊ sabe que ele não gosta nem um pouco de você.
— Sakura, não acredite nesse miserável. Eu te amo e estou aqui por você. – Sasuke deu um passo a frente. Eu tinha certeza que ele iria arrancar a cabeça de Yusuke.
— Pare agora mesmo! Se de mais um passo eu mato todo mundo. – ele disse mostrado um pequeno controle em sua mão.
— Espalhei bombas por todo o lugar, inclusive aqui. Se você der mais um passo eu aperto o botão e todos vamos pelos ares. — Como e quando ele tinha feito isso ninguém nunca iria saber. Mas ele era um homem inteligente, provavelmente quis se previnir...
— Você é um louco. – eu disse.
— Quieta. – Yusuke tocou meu rosto gentilmente com as mãos. – Logo seremos só nois dois. Vamos nos divertir muito. — antes que ele terminasse de falar Sasuke usou sua velocidade ninja e estava ao nosso lado.
De uma vez ele conseguiu me tirar de perto de Yusuke e enfiar sua espada no abdômen do mesmo. Yusuke caiu no chão gemendo de dor. Sasuke nem se quer olhou para ele.
— Vocês estão bem? – ele disse preocupado. Com os vocês ele se referia a criança. – Porque não me disse Sakura. – ele não espera que eu respondesse. – Porque não me contou que estava grávida, que iria me dar um filho.
— Eu não sabia. Além do mais você sumiu. E também não estamos mais juntos.
— Você ainda não me perdoou. – foi uma aformação.
— Sim Uchiha. Eu te perdoei mais isso não quer dizer que temos que ficar juntos.
— Como não? Você me ama que eu sei e eu te amo também. Porque não?
— Acho que aqui não é o momento para discutirmos isso.
— Tem razão, vamos?
— Como me achou?
— Segui os rastros do Yusuke. Ele não é ninja então não sabe como se esconder.
— E você veio sozinho?
— Sim, não quis esperar mais. Com certeza o Naruto mandou algum esquadrão de Konoha mas eu não podia esperar mais.
— Entendo. – eu estava confusa, tudo que eu queria era ir pra casa e dormir. Dormir por dias até meu corpo está completamente descansado de todo esse estresse. Sasuke me pegou no colo para sairmos de lá.
— Vocês não sairão daqui com vida. – disse Yusuke caído no chão. – Vi em câmera lenta ele apertar o botão do controle em sua mão e o lugar onde esavamos começar a tremer.
Houve explosões por toda a parte, ouvi vozes, gritos, choros, pessoas correndo. E tudo ao redor explodindo. Até que as bombas do quarto onde estávamos explodiram. Vi Sasuke ativar seu Susano’o para nos proteger mas foi tarde demais a explosão derrubou tudo em cima de nós.
Escombros por toda parte e se não fosse pelo Susano’o teríamos sidos esmagados. Só então soube que o lugar onde estávamos eram um prédio enorme pois pude ver vários andares de concreto caírem em cima da gente. Logo o susano’o não aguentou e se desfez.
Sasuke me empurrou com força quando um monte de escombros caíram por cima dele.
— Sasukeeeee. – Eu gritava mais era em vão. Ninguém estava ali para nos ajudar. A parede ao lado caiu em cima de mim e senti uma dor muito forte em todo meu corpo. Tudo foi ficando escuro e logo eu não pude ver mais nada. Cai na completa escuridão.
Na completa e calma escuridão.
...
Levantei com dor nos corpo. Olhei a minha volta e tudo era destruição. Onde eu estava? Que lugar era esse? Tentei me levantar e meu corpo doeu. Com muita dificuldade me sentei no chão. Fiquei assim por um longo tempo até ter forças para me levantar. Andei pelo local a procura de mais alguém mas não tinha ninguém. Depois de algum tempo consegui sair de todos os escombros e andei pela mata. Que lugar era aquele? O que eu estava fazendo alí?
Para onde eu iria? Foi a primeira coisa que pensei.
Andei pelo que me pareceram horas, meu corpo doía e notei ter sangue em algumas partes. O que havia acontecido ali? Ouvi barulho de água. Fui em direção até encontrar um riacho. Fui até ele o mais rápido que minhas pernas permitiam e fiquei a sua margem. Estava com muita sede e bebi uma grande quantidade de água. Lavei o que pude do sangue que estava em mim me perguntando como fui ficar nesse estado. Olhei par o meu pulso e havia um pulsei. Parecia coisa fina. Tentei tira-la mas não consegui. Deixei pra lá.
Para onde eu iria agora?
Ouvi vozes. Alguém estava se aproximando. Não sabia se me escondia ou se pedia ajuda.
Me levantei rapidamente saindo da margem do rio. Corri para me esconder mais acabei pisando numa pequena pedra e como minhas pernas estavam fracas acabei escorregando e caindo. Senti todo meu corpo doer com o impacto. Ouvi as vozes se aproximando mais.
— É uma garota. – disse alguém. Era voz de mulher.
— O que fazemos? – outra mulher.
— Vamos até ela. Uma garota não nos fará mal. – disse a primeira, por sua voz pude perceber que era uma senhora de idade. Ela veio até mim que ainda permanecia no chão por causa da dor. Uma dor estranha em minha barriga. – Você está bem menina? – olhei para ela e a mesma tinha feições serenas e uma olhar bondoso.
— Sim Senhora.
— O que aconteceu?
— Escorreguei e cai.
— Qual seu nome menina? – meu nome?
Meu nome...
Meu nome...
Minha cabeça doeu.
— Diga, não tenha medo. Não vamos lhe fazer mal.
— Eu não sei...
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