Aprenda a dar valor
3 Whatever you want.
Notas iniciais
Alguem gosta dos Vingadores? De uma olhada: http://fanfiction.com.br/historia/370397/The_Avengers_-_The_Other_Side/
Enjoy ;*
O que você quiser — Whatever you want.
Anteriormente em Aprenda a dar valor:
-Sei. Ela começou a rir. –Esta me dizendo que quando eu acordar terei um anjo no meu quarto? Ela perguntou e eu assenti. –Claro, vampiros e lobisomens também.
-Eu estou falando serio. Minha afeição mudou.
-Sim está. Ela voltou a rir descaradamente.
-Pelo que percebi não dará para poupar seus gritos. Estalei meus dedos.
Sai da minha forma espiritual, para a “humana” e me sentei na cama vendo Katherine abrir os olhos calmamente.
~~~~~~ P.O.V DO ANJO ~~~~
Ela abriu os olhos e me encarou, me encarou de forma pesada.
-Quando eu vou acordar? Ela riu, riu como se sua vida dependesse de cada gargalhada.
Eu a olhei calmamente, Reparei quando ela direcionou os dedos ao ser braço e se beliscou.
-Ai. Ela esfregou o braço no lugar que havia beliscado.
-Eu posso te ajudar com a dor. Me aproximei dela.
-HAAH. A morena gritou e pulou da cama, antes que ela chegasse até a porta estiquei meus braços e a fechei em um movimento de pura telecinésia.
-Oh, meu deus. A garota se virou pra mim. –Não me mata, olha eu prometo, não pegar mais o... A interrompi.
-Se eu te matasse meu superior me baniria do reino divino. Disse calmamente ela arregalou os olhos.
-Você é maluca, uma maluca e isso é uma pegadinha. Ela disse começou a procurar alguma coisa embaixo na cama no armário. –Cadê as câmeras?
-O que é uma câmera? Perguntei.
-E um. Ela parou e me encarou. –VOCE NÃO PODE SER UM ANJO. Gritou Katherine e apontou o dedo pra mim. -Você, você, nem te asa!
-Que gesto interessante. Me levantei e fui até o dedo dela. –Você solta fogo da ai como o anjo Caliel? Perguntei.
-Claro que não! Ela abaixou o dedo e o escondeu atrás das costas.
-Por que humanos sempre perguntam se temos asas? Perguntei paciente, e claramente frustrada pelo dedo dela não ter nada de especial. –Sim nos temos asas, mas elas são invisíveis e só aparecem quando queremos. Expliquei.
-Ah claro, tem um anjo no quarto e ele não sabe nem o que...
Soltei as minhas asas de forma lenta para que ela pudesse vê-la. As assas são brancas como de pombos, e são juntas dobro do meu tamanho, como se cada aparte dela fosse do tamanho do meu corpo.
-Oh meus Deus, eu devo ter cheirado muito ontem. Ela falou.
-NÃO PRONUNCIE ESSE NOME! Gritei e me aproximei dela. –DEUS NÃO É ALGUM BOBO, COMO... COMO UMA ESCOVA DE DENTES.
-Ta. Ela correu pra cima da cama. –Me desculpa. Ela juntou as mãos em sinal de oração. -Me perdoe... oh, pai!
-Esta bem. Sorri docemente.
-Mas espera ai... se você e um anjo... então eu morri? Ela agora se sentou na cama e me encarou.
-Não, e se tivesse não seria eu a te buscar, depois dos seus últimos atos não duvidaria se sua pessoa fosse no mínimo para o purgatório. Falei e juntei minhas asas as escondendo da vista humana.
-A claro, agora esta me dizendo que o... coisa vermelha, iria me fazer arder num caldeirão. Ela me olhou pasma.
-Não na verdade, mais ele poderia arrancar suas pernas e seus braços por quantas vezes quisesse. Expliquei e me levitei ficando sentada no ar.
A morena arregalou os olhos.
-O que, Deus quer comigo? Ela perguntou.
-Deus? A olhei em expressão duvidosa.
-Sim, não foi Deus que te mandou aqui? Ela perguntou.
-Há, claro que não... Ninguém nunca viu nem ouviu a voz de Deus, nem nós anjos, nós só temos contato com os encarregados de nós passar missões, e mesmo assim não os vemos o máximo que vemos e uma luz escutamos a voz. Ela escutava tudo atentamente.
-Esta me dizendo que uma luz branca te mandou aqui? Ela perguntou descrente.
-Na realidade, uma luz azul cintilante, o senhor da luz branca e o encarregado de passar missões apenas para os anjos da paz, eu sou o anjo da conciliação. Expliquei.
-Tanto faz, você fala de mais, pra explicar uma coisinha tão pequena. Reclamou a morena fazendo cara de poucos amigos.
-Repita isso, e eu te deixo sem voz durante um ano celestial. Meu tom de voz soou ameaçador. Ela engoliu em seco.
-Pensei, que anjos fossem alegres e tocassem arpas.
-Não, me compare com aquela coisa minúscula e gorda de bochechas grandes que vocês chamam de anjo aquilo e no mínimo um anflitro. Meu tom de voz soou repugnante.
-Ta, claro. Ela falou simplesmente como se não ligasse nem um pouquinho. –O que você quer comigo?
-E bem simples. Falei e assentiu como se quisesse que eu fala-se. –Preciso que você ame a sua irmã. Sorri.
-Esta me zuando? A morena a encarou e seu olhos a fritavam como se pudesse atirar em mim com o olhar.
-O que esta zuando? Perguntei.
-A ultima vez que eu vi a cara daquela sonsa, eu estilhacei o braço dela pra ver se aquela peste morria, mas como diz o ditado vaso ruim não quebra. Katherine levantou da cama e andou em círculos pelo quarto, o ódio estava claramente estampado no rosto da menina.
-A senhora tem que me escutar, vai acontecer algum muito ruim com vocês duas, e vocês só conseguiram superar isso juntas.
-Juntas? Ela gritou. –Eu prefiro morrer.
-Se você não ama-la eu não ganho minha promoção, e ainda seria punida novamente, e regrediria. Falei.
-Claro ser anjo agora e um trabalho eu não quero saber, eu quero que aquela garota suma. Katherine me olhou.
-Quem ajuda um anjo tem direito a fazer um pedido. Disse rapidamente.
-Que pedido? Pareceu interessada.
-O que você quiser. Falei separando bem as silabas. –Mas teria que ama-la de verdade, e ela tem que te amar como irmãs de verdade.
-Isso e impossível. Katherine disse. –Ela me culpa. A interrompi.
-Pela morte do seu pai, que na minha opinião foi sua culpa. Falei e ela me fritou novamente seu olhar e tão intimidante. –Mas, se você pedir desculpas ela vai te perdoar.
-Eu não vou pedir desculpas. Katherine falou rapidamente.
-Se você conseguir fazer pelo menos ela te amar, e ajudar ela no momento difícil eu te dou o que você quiser. Abri a palma da minha mão.
-Ela nunca aceitaria, nem se eu pedisse desculpas de joelhos. Ela falou.
Na palma da minha mão apareceu a imagem da Lena.
-Se ela pelo menos assumisse que errou, eu tentaria... pelo menos perdoar.
A gêmea falou, na imagem que apareceu na palma da minha mãe fechei minha mão e a imagem sumiu. Mesmo sabendo que aquela imagem não era real foi criada, eu sabia que se Katherine tentasse se redimir Elena aceitaria.
-Se eu pelo menos tentar eu ganho o que? Katherine perguntou.
-Nada. Sorri. –Você tem que faze-la te amar, e ajudar ela no momento difícil que esta por vir. Expliquei. –Se não consegui não ganha nada.
-Eu posso pedir o que eu quiser mesmo? Ela perguntou.
-O quiser desde que não seja o direito de pedir duas coisas, tirando isso pode pedir o que imaginar.
-O que eu quiser mesmo? Perguntou a morena desconfiada.
-SIM, O QUE QUISER! Me estressei.
Mas que garota persistente.
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