Aprenda a dar valor
7 Dead animals
Notas iniciais
Animais mortos — Dead animals.
Anteriormente em “Aprenda a dar valor”.
–Vem anja loca. Katherine falou ao aparecer e puxou a anja até a porta dos Gilbert’S. A garota bateu na porta e não demorou muito para ela ser aberta.
–Katherine. A gêmea falou com o ar serio.
O Stefan apareceu do lado de Elena e sem pensar nem um segundo Katherine foi no moreno e o beijo rapidamente.
~~~~P.O.V. Da Autora~~~~
–Esta doida? Elena falou e puxou Stefan.
–Que eu saiba ele e livre e desimpedido. Katherine reclamou.
–Era. A morena de cabelos lisos pôs-se na frente do namorado.
–Era? Stefan perguntou. –Você não disse que..
–Mudei de ideia, vem comigo NAMORADO. Elena enfatizou a palavra “namorado” antes de pegar e Stefan e trazer para dentro.
Katherine respirou fundo a morena tinha certeza que Elena não tinha aceitado o pedido de Stefan, e resolveu aceitar ali apenas para confronta-la.
–Filha. A mulher de olhos azuis parou na frente da filha.
–Isobel. Katherine reproduziu o nome da mãe com quem soletra.
–Eu fiz carne assada com batatas seu prato predileto. Isobel abriu um enorme sorriso. –Quem e, sua amiga?
–Caroline. Katherine apontou para a loira ao seu lado.
–Prazer Sra.Gilbert. Caroline caminhou até Isobel a abraçou deixando a mulher surpresa, para uma amiga da Katherine, Caroline se mostrara muito educada. –E muito bom conhecer a senhora Katherine me falou muito bem da sua en... Comida. Caroline quase se esqueceu de que teria que usar as palavras “humanescas”.
–Falei? Kath perguntou. –Háa... Falei!
–Sabe que para uma amiga da Katherine, você me parece bem diferente. Elena falou se aproximando logo depois de ter deixado Stefan na porta. –Seremos boas amigas. Elena beijou cada lado da bochecha de Caroline a anja não sabia como corresponder então apenas ficou com cara de “e agora o que faço?” encarando a Elena.
–Maninha, maninha não basta pegar o meu ex quer a minha amiga? Katherine perguntou.
–Não tenho culpa se eles me escolhem. Elena revirou os olhos.
–Que tal comermos? Isobel sugeriu.
–Ótima ideia. Caroline concordou rápido demais.
Todos foram pra mesa Caroline no meio de Katherine e Elena Isobel na ponta da mesa.
Da carne assada saia um aroma que estranhamente fazia a anja querer pular em cima da carne, a loira nunca precisou de energia extra antes isso por que quando seus poderes estão no máximo ele mesmo a da energia, resultado não precisar dormi e nem se alimentar algum a mais que a diferenciava dos humanos.
Todos começaram a tirar sua comida.
–Mãe ainda tem carne vegetariana? Elena perguntou.
–Fresca. Katherine sussurrou enquanto colocava mais comida na boca.
–Ali. Isobel apontou pro canto mais afastado da mesa.
O almoço ia bem, na medida do possível já que as gêmeas não trocavam nenhuma palavra.
–Alguém quer mais suco? A mãe das gêmeas perguntou.
–Eu quero. Katherine e Elena falaram em coro, as duas se olharam em um misto de sentimentos ruins.
–Invejosa. Katherine sussurrou em um assovio.
–Não sou eu que babo no namorado da minha irmã. Elena rebateu.
–Acho que você esta equivocado quem chutou a latinha foi eu e quem catou foi você. Katherine lembrou.
–Ele me ama. A morena despejou na irmã.
Por três segundos Katherine respirou fundo do choque que aquilo a via sido para ela.
–Que jogo você usou dessa vez? O tom de voz da morena se exaltou. –Eu vou ir pra cama com você no dia da lua de mel?
–Isso por que não sou puta feio você. Elena falou e apontou o garfo para a irmã.
Por incrível que pareça Caroline não se deu conta da briga das irmãs, a anja estava tão concentrada na comida que ela apelidou de “delicia da terra” não via nada a não ser as pequenas bolinhas pretas e gostosas, mais conhecida como feijão.
–A claro não sou eu que pago de virgem. Katherine falou visivelmente estressada.
–Claro pra mim ser perfeita tinha que sair fazendo uma merda atrás da outra. A gêmea da cabelo liso gritou. –Ai, me paga uma bebida e me tem por essa noite. Elena fez uma imitação barata da irmã.
–Parem. Isobel pediu.
–Mamãe, cadê a carne vegetariana por que sou uma fresca falsa que tem pena de matarem vacas para eu comer. Katherine imitou a irmã.
Nesse momento Caroline cuspiu a comida no prato.
–Isso é aquele animalzinho grande com colar de sino no pescoço? A loira perguntou aterrorizada.
–Eu sou Katherine e como peixe cru, a vai se ferra. Elena imitou a irmã.
–Peixe...morto? Caroline perguntou preocupada.
–Como se as plantas também não sentissem dor ao terem seus frutos arrancados. A gêmea lembrou em tom alto.
–Plantas são feitas pra isso. Elena lembrou.
Nesse momento Isobel saiu do local deixando as duas brigando, e Caroline se sentindo uma assassina.
–E OS ANIMAIS TAMBÉM OU SEJA E A MESMA BOSTA. Katherine gritou.
–ATÉ UM ANIMAL SENTE MAIS QUE VOCÊ NÃO FUI EU QUE QUANDO ACHEI QUE ESTAVA GRAVIDA CHEGUEI PENSAR.
Katherine não a deixou completar e jogou um copo na direção de Elena que se abaixou rapidamente.
–KATHERINE. Elena gritou. –EU NÃO VOU ABAIXAR A CABEÇA DESSA VEZ! Completou.
–PAREM. Caroline gritou.
Katherine pegou um prato e jogou na direção da irmã, que pegou um copo e jogou contra a gêmea. Nesse momento quando Caroline viu que o copo pegaria em cheio na sua “escolhida” a garota se jogou em cima dela fazendo as duas caírem no chão.
–PAREM, PAREM, PAREM! Gritou Caroline. –Você Elena, não esperava isso de você não mesmo. A anja falou pra Elena a fazendo a olhar surpresa. –E você Katherine vamos embora. A loira puxou.
–VACA. Katherine gritou.
–PIRANHA. Elena gritou em resposta.
As duas palavras com sentido completamente diferente fizeram a anja pensar na mesma coisa, vaca morta no prato e peixe morto no prato.
A loira retirou Katherine do local e pararam na porta.
–Por que você nunca consegue ficar mais de uma hora sem jogar alguma coisa na direção de Elena? Caroline perguntou.
–Por que você não consegue ficar calada, ou ficar sem reclamar? Katherine reclamou.
Caroline reparou no pequeno corte na testa da morena.
–Katherine. O homem de pouco tempo atrás falou.
–Klaus... O que quer? Katherine perguntou.
–E... saber senão precisa de ajuda, esta machucada? Niklaus perguntou.
–Qual é Klaus, desde quando se preocupa comigo? A morena o olhou atentamente.
–Sua blusa secou? Caroline perguntou e Klaus sorriu.
–O sol colaborou bastante. O loiro explicou.
–Ok já entendi... Me da uma carona até em casa? Katherine perguntou com um sorriso malicioso direcionado a Klaus e Caroline.
A loira é inocente demais para perceber o que Katherine havia percebido.
–Tudo bem, só vou buscar o carro. Klaus disse antes de se retirar.
O que será que poderia acontecer se um anjo se apaixonasse por um mero humano?
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