Appear

20 Capitulo 19-Pequena excitação


Notas iniciais
Ainda sem banner(to totalmente sem animo .-.). bom gente e completamente desanimador, 58 pessoas acompanhando a fic e no máximo 6 pessoas comentam? Por mais que a fic já esteja terminada (aqui para mim), acho que eu mereço saber o que estão pensando a respeito da fic! E... sim, "Appear" já esta terminada a meses, e a continuação "Disappear" esta a todo vapor indo para o seu vigésimo quinto capitulo! então por favor não me desanimem... colaborem um pouco... e só deixar um review... e se der recomendem! um review pode parecer besteira para vocês, algo que não tem valor nenhum, mas vocês não sabem o quando e desanimador ver que ninguém quer se manifestar a respeito do que escrevemos e como se você ajudassem alguém e a pessoa nem ao menos disse um "obrigado!". Eu sei que vocês vão ignorar isso! mas eu peço POR FAVOR comentem!

Capitulo 19-Pequena excitação

{"Appear" já esta terminada a meses, e a continuação "Disappear" esta a todo vapor indo para o seu vigésimo quinto capitulo! então por favor não me desanimem... colaborem um pouco... e só deixar um review... e se der recomendem!
um review pode parecer besteira para vocês, algo que não tem valor nenhum, mas vocês não sabem o quando e desanimador ver que ninguém quer se manifestar a respeito do que escrevemos e como se você ajudassem alguém e a pessoa nem ao menos disse um "obrigado!".
Eu sei que vocês vão ignorar isso! mas eu peço POR FAVOR comentem!}

O sol estava se escondendo quando me sentei na cama e respirei com calma, tocando meus lábios. Sorri por um tempo antes de me levantar preguiçosamente e ir até a janela, observa a torre Stark.

O resultado de tentar um beijo poderia ser muito ruim? Digo, eu me controlaria tendo sua carne tão próxima de mim? De minha arma letal?

Respirei fundo o cheiro daquela cidade tão especial (atualmente) para mim. Voltei-me para dentro abraçando meu corpo enquanto me arrastava ate o banheiro escovava os dentes, tomava um banho demorado e relaxante. E para não perder minha atual rotina, pensava nele, e com o sonho da noite passada, em ter ele.

Vesti-me sem presa. Coloquei uma regata berinjela, quase preta com calças jeans escuras, um par de botas de salto pequeno, estilo botas de combate porem com solado suave, sem arestas e de quebra uma das minhas varias jaquetas de couro.

Oito e meia. Seria um horário ruim? Só iria descobrir ao chegar lá...

Entrei pela janela, o quarto estava vazio embora a luz estivesse acesa, ouvi o barulho no banheiro dele e resolvi me sentar, na beirada da cama para esperar. O que foi por pouco tempo.

Ele finalmente saiu quando o vi senti meu corpo vibrar sentindo o calor exalado daquele homem. Ele estava apenas com a toalha presa em sua cintura. Eu não conseguir ser uma boa “dama” naquele momento, me tornando indiscreta o suficiente e prestando atenção em todos os detalhes que seu corpo tinha. Principalmente o caminho de pelos negros que desciam... Desciam... Desciam até...

― Poppy! ― exclamou se assustando com minha presença. Voltei meu olhar para seus adoráveis e quentes castanhos. Engoli a seco e molhei meus lábios logo forçando um sorriso nervoso.

Eu nunca me senti tão... Tão... Tão excitada desde, acho que desde que cometi a loucura de ser companheira de um inimigo de meu papa. Mas com ele, era... Era diferente. Não era uma excitação de fazer algo errado, possivelmente, para todos os efeitos. Era, era como se houve um calor, estivesse em um lugar um pouco abafado e algo extremamente sexy estivesse diante a você, ou senão, algo como sorvete ou uma água extremamente gelada e com aquele abafamento ou calor o tornasse ainda melhor... Era perfeito.

― O-oi... ― engasguei ficando ainda mais constrangida e tendo uma dificuldade visível de desviar os olhos do corpo dele, o que o fez perceber. Cruzei minhas pernas sentindo uma breve e certa “pressão” vinda dentre elas. Por fim consegui desviar os olhos tomando um grande fôlego e olhando para a janela.

― Seus olhos estão muito brilhantes hoje... ― riu ele. Fechei os olhos demoradamente e acabei cometendo o erro de olhá-lo. Ele estava se divertindo a minhas custas, desviei o olhar novamente repreendendo um sorriso.

― E- eu... Eu vou e- esperar lá fora... ― murmurei me levantando e quase tropeçando em meus próprios pés.

― Não precisa Poppy, espere um minuto... ― murmurou ele com um breve sorriso entrando no closet. Abracei meu corpo e encostei-me de costas para a janela na mesma. E fitei o chão. Senti minha mente numa linha tênue próxima a um grande descontrole, tratei de respirar algumas vezes. Pouco mais de um minuto ele retornou usando uma calça de moletom cinza e uma camiseta lisa de mangas branca.

― Perdoe-me por entrar dessa forma, e... Eu sei que é...

― Tudo bem. ― sorriu ele colocando as mãos no bolso da calça se aproximando. ― Até prefiro, assim não tenho que ouvir conversinhas e coisas do tipo...

― Eles... Me odeiam, não é?

― Não exatamente, eles... São bons amigos, quase uma família, eles só querem me “proteger”...

― Eu também quero. Por isso ainda cogito em deixar-te.

― Não quero que me deixe... Isso me, doeria e machucaria... ― murmurou desviando o olhar corando brevemente.

Ficamos em silencio após sorrirmos um ao outro, o silencio durou um bom tempo pelo o que pude constar.

― Você deveria ir se alimentar...

― Não, já jantei antes de tomar banho... ― murmurou se virando e me fitando enquanto ainda permanecia agora de frente virada para a paisagem. ― Poppy... ― chamou-me, olheiro rapidamente, enquanto ele deu um sorriso cúmplice e um pouco malicioso.

“Não comente sobre eu vê-lo de toalha, não comente, não comente, não comente!”

― Você não respondeu ontem a noite, sobre o porquê de não gostar da Natasha...

― Bom, eu chego e ela esta dando em cima de você... Você realmente espera que eu goste dela? ― murmurei sem olhá-lo com um sorriso sem graça.

― Poppy... ― chamou-me, segurando meu queixo a olhá-lo. ― Você é... Perfeita, tudo bem que a Nat seja bonita, mas não faz o meu “tipo”, e como eu já disse antes... Ela não e quem eu quero... ― ele sorriu vendo provavelmente o brilho quase equivalente a uma estrela surgir em meus olhos.

― Nat... ― ri provocando.

― Poppy... Todo mundo chama ela assim, aqui...

― Você é todo mundo agora? ― murmurei me virando para a janela novamente. Eu estava soando cada vez mais infantil. Que lindo! ― Me desculpe. Eu só...

― Está com ciúmes... ― riu ele dando um passo e ficando perigosamente próximo.

― Assim como você também teve ciúmes de Peter e Demetri. Demetri tudo bem... Mas Peter? Ele só é meu amigo...

― Amizade entre homem e mulher nunca da certo... ― riu provocando-me.

― No meu mundo dá... ― sorri triunfante empinando o nariz. Ele colocou suas mãos em minha cintura deixando nossos corpos roçarem um contra o outro. ― Somos mais... Evoluídos... ― ri colocando a mão sobre seu peito meio que o mantendo aquela distancia, como um alerta.

― Poppy...? ― sua voz saiu tão rouca, que fizera-me me arrepiar. Engoli a seco e fitei seus lábios antes de olhar em seus olhos.

― Bruce... Hora de ir jantar! ― murmurou Henry “Hank” Pym, conseguindo o feito, histórico quase, de me assustar, a ambos para ser mais exato. ― Oh... Olá Poppy... ― sorriu me cumprimentando.

― Hank... ― sorri, com o feito do susto eu e Bruce havíamos nos afastado e ele agora coçava a cabeça sem jeito, enquanto Hank fechava a porta sem graça indo-se. ― Pode ir... Eu espero aqui... ― sorri, colocando as mãos no bolso da calça. ― Se não se importa é claro... ― ele suspirou.

― Eu não demoro... ― murmurou, se aproximando, me fazendo tremer de... Medo, insegurança... Eu acho. Ele beijou minha testa e sorriu percebendo meu nervosismo.

Assim que ele saiu eu fui ate a janela e respirei exatamente como uma mulher dando a luz. Passei a mão em meus cabelos praticamente tremula; acabei sorrindo de como ele me deixava. Era estúpido, idiota, e... Era estúpido! Toquei meus lábios enquanto sorria, lembrando da campina, ele sentado de frente para mim, eu com as pernas uma do lado da outra em seus quadris, sentada, praticamente sobre ele. A textura suave dos lábios dele... Era... Nossa... Simplesmente, mágico... A melhor coisa que havia sentido em minha vida.

Mas fora apenas sonho... Seria assim na vida real, apenas mudando o cenário?

Respirei fundo mais uma vez antes de começar a andar pelo quarto, ate me focar nas anotações sobre a mesa. Todas sobre radiação gamma. Sentei-me em sua cadeira pegando as mesmas e começando a seguir a linha de raciocínio.

A letra dele era até bonitinha... e legível.”- sorri com o pensamento.

Neguei com a cabeça me focando nos papeis. Não sabia muita coisa sobre radiação, componentes ou gamma em si, só um pouco que havia visto em bibliotecas e lido alguns artigos para passar o tempo.

Foi como um estalo.

Eu já havia lido um artigo escrito por Bruce, era clara as explicações e muito bem feito. Sorri voltando-me e focando um pequeno erro primário quase, pareceu ter ocorrido mesmo por desatenção dele. Peguei a lapiseira e comecei a corrigir ou apenas apontá-los para que ele mesmo visse.

Alguns poucos minutos depois ele retornou. Levantei-me sem jeito por estar mexendo nas coisas dele. Ele deu um sorriso sem graça e observou as anotações.

― Você entende de radiação gamma? ― murmurou surpreso.

― Não muito, apenas, algumas coisas que li por alto no decorrer dos anos... Apenas... Uma coisinha ou outra, até me recordei que já li um artigo seu a alguns anos atrás. Parabéns, fora muito bem articulado e trabalhado, a linguagem e cálculos foram inigualavelmente explícitos. O que eu estou tentando dizer é que... Foi incrível, poucos consegue ser direto com um artigo, sempre parece faltar algo, mas com você foi... Nossa... Meus parabéns... ― ele corou intensamente enquanto sorria sem jeito.

― Isso é... Inesperável. Muito obrigada, Poppy, vindo de você é algo realmente incrível. ― eu engoli a seco forçando um sorriso, o cheiro dele, do sangue fervente em seu rosto estava me deixando faminta, o que me fez lembrar que desde a noite passada eu não me alimentei na noite passada.

― E-eu... Eu... ― eu sentia um desejo quase incontrolável de voar até ele e aliviar meu desejo... De sangue. Fechei os punhos e fechei os olhos tentando controlar-me. ― E-eu tenho que... Ir...-murmurei me sentando do lado de fora da janela. ― Volto em... Algumas horas... ― prendi minha respiração quando ele se aproximou de onde eu estava.

Pulei aterrissando já correndo para longe dali o mais rápido que eu podia.

Notas finais
eai o que acharam? '3'