Apostando No Amor

4 Eu, Você e o Celular na Cama


Notas iniciais
Bom, essa é a segunda vez que eu tento postar esse capítulo. Minha net está horrível e vamos ver se vai.
Eu sei, eu sei, estamos sumidas. Nath retornou do mundo dos mortos há pouco tempo e eu... Bom, eu tive problemas.
Nos desculpem por favor. Nós amamos cada leitora e esperamos que vocês não nos abandonem.
Como eu já escrevi uma nota inicial muito grande e não publicou, essa vai ser pequenininha.
Bem vindas leitoras novas, e fantasminhas, apareçam. Nós não temos medo de vocês e vocês não devem ter medo da gente. Nós somos vampiras, somos igualmente criaturas das sombras. Olha que legal.
Vamos ao capítulo.
Boa leitura.

Depois de uma manhã bem conturbada e um banheiro bem limpinho, resolvi compensar meu lindo marido pelo excelente trabalho limpando a imensa sujeira feita pelo "cachorro perfeito" dele. Eu já havia pensado em tudo! Podíamos deixar Thony e Shadow com Alice, e logo depois iríamos ao Joe's Coffee. Era um lugar especial tanto para mim quanto para Edward, e se ele não estiver ocupado com um novo caso, vai ser ótimo aproveitar um tempo juntinhos.

Anthony estava na sala com o cachorro, e os dois corriam pela casa. Subi para o meu quarto, e encontrei Edward deitado na cama com o notebook em mãos, olhando atentamente para a tela. O sorriso que eu tinha antes, morreu, e suspirei decepcionada. Dei mais alguns passos, e fiquei encostada na parede o observando. Tão sério, e tão concentrado.

– Muito ocupado? — Perguntei indo me sentar ao seu lado. Ele sorriu e me deu um beijo rápido.

– Nem vi você chegar. — Falou fechando o notebook quando cheguei perto.- E não estou ocupado. Sempre disponível para você. — Sorriu torto e me deu um beijo rápido.

– Estava trabalhando? — Perguntei normalmente, mas por dentro eu fiquei desconfiada. Resolvi ignorar e puxei seu rosto para bem perto do meu.

– Só resolvendo umas coisas. — Deu de ombros, me beijando delicadamente. — Por quê? Algum plano para hoje?

– Na verdade, eu estava pensando em deixar o Thony e o Shadow na casa da sua irmã, e irmos até o Joe's Coffee. — Acariciei seu rosto, beijando seu pescoço. — E depois, podemos voltar pra casa e aí aproveitamos mais um pouco. — Sorri maliciosa e senti seus lábios descerem famintos, de minha boca até minha barriga.

– Tudo bem. — Sorriu para mim, me dando outro beijo e se levantou.- Mas se importa se tivermos que fazer uma parada antes do Joe's? Preciso passar no escritório.

– Sem problemas. — Sorri, indo para o banheiro, tomando um banho rápido e vestindo uma roupa mais apropriada para sairmos. Quando fui até o espelho, para checar o visual, um sorriso brotou involuntariamente em meu rosto. Tudo bem, eu não estava a mulher mais bonita do mundo, mas acho que Edward aprovaria.

– Bella, você já terminou...? — Perguntou enquanto entrava e se calou quando me viu. Ele parecia gostar do que via. — Você está linda. — Falou fazendo-me corar. — Vamos? Já peguei tudo o que Thony e até mesmo Shadow vão precisar. — Deu seu sorriso torto capaz de tirar o fôlego de qualquer um.

– Então vamos. — Sorri pegando sua mão, e entrelaçando nossos dedos.

Quando já estávamos no reluzente Volvo de Edward, e o mesmo dirigia para a casa da irmã, tudo parecia calmo e tranquilo. Thony e Shadow estavam no banco de trás brincando, e Edward dirigia apenas com uma mão, pois a outra estava apoiada na minha coxa fazendo leves carinhos circulares. Sorri para ele, segurando sua mão, e brincando com seus dedos enquanto pensava no quanto hoje seria perfeito.

Assim que deixamos nosso filho e seu cachorrinho na casa da minha cunhada, teríamos que ir até o escritório de Edward. Quando ele estacionou o carro, me senti estranha... Eu só havia estado ali duas, ou três vezes e pensei que seria melhor se eu ficasse no carro, mas Edward fez questão de me arrastar com ele, o que não me agradou em nada pois quando chegamos até sua sala pude ver a secretária do meu marido, arrumando a mesa dele. Minha primeira reação foi me perguntar mentalmente como ela conseguia respirar, porque seus seios quase pulavam para fora da blusa implorando por ar, de tão justa que estava. Mas resolvi me portar como a "Esposa do Dr. Edward" e foi como tal que eu a tratei.

Enquanto Edward ficou na sala pegando uns papéis ou fazendo qualquer outra coisa que eu desconhecia, resolvi ter uma "conversinha" com a graciosa secretária de meu marido.

– A Senhora quer um café, uma água ou talvez um refresco? Em tudo que eu puder ajudá-la é só falar. — Tânia, a secretária, tentava se fazer de boazinha para cima de mim. Mas mulheres são mulheres e conhecem mulheres. Nunca que eu iria cair em um papinho tão ridículo.

– Ora querida, não se importe comigo. Eu vou sair com o meu marido, vamos almoçar. Logo eu tenho que me manter bem em forma para o meu maridinho. — Resolvi fazer o joguinho dela e me fazer de desentendida.

Ela riu.

– Verdade. A senhora tem que tomar muito cuidado com a sua aparência. Pois com um marido tão bonito e charmoso como o Dr. Edward. Até eu teria que me cuidar. — Resolveu zombar de mim. E as minhas custas. Utilizando das minhas palavras contra mim. Mas que petulância!

– Queridinha não é para tanto! Bem como você vê, eu que já tenho um filho, que ora como é tão lindo, estou no melhor de mim. O Dr. Edward quase que não me deixa descansar. E olha você... Não queria dizer nada, mas você tem que se cuidar mais se não quiser virar uma solteirona. Olhe essas gordurinhas marcando sua camisa. E os seus seios... Ai eu nem deveria falar, mas... A senhorita está parecendo uma vaca leiteira... — Ia continuando, mas Edward me interrompeu.

– Vamos amor?! — Engatou um leve beijo em meus lábios.

– Claro! Estou faminta! E doida para chegar em casa. — Sorri maliciosamente para ele. E dando de costas para Tânia o beijei no pescoço, bem onde eu sei que o causa frenesi.

– Calma, calma, minha esposa! Mas você realmente tem que comer. Está ficando tão magrinha. — Disse ele sorrindo largamente.

– Deve ser porque você não me dá sossego.

– Bella! Tânia ainda está aí. — Agora com um sorriso constrangido.

– Deixe-a! É insignificante. — O puxei para fora e o arrastei até o carro, enquanto ele meramente ria de meu ciúme sem motivo.

Edward dirigia concentrado na estrada, lançando a todo momento olhares sugestivos enquanto eu os ignorava simplesmente olhando para frente e deixando meu orgulho ultrapassar meus sentimentos. Quando finalmente chegamos ao Joe's Coffee, Edward estacionou bem em frente, e em questão de segundos um Joe sorridente surge na larga janela acenando para nós. Éramos seus clientes favoritos.

Fui em direção à entrada, deixando Edward para trás, e tão rápido quanto eu fora em me afastar ele se aproximou, me abraçando pela cintura. Quando passamos pela entrada, fomos direto para a mesa em que sempre sentávamos, que era mesma em que nós dois nos conhecemos.

– O de sempre? — Perguntou Joe detrás do balcão. E Edward assentiu com a cabeça.

Eu me sentia tão bem naquele lugar. Era mágico. Fora ali que a minha vida começou a mudar. Não tinha dúvidas de que Edward fora o melhor que acontecera comigo. Ele me deu a maior alegria da minha vida, Anthony.

Ele estava tão bonito! A luz que entrava pela larga janela iluminava seu rosto o deixando adorável, a sua pele luzia uma felicidade invejável. O seu sorriso capaz de contagiar quem quer que fosse, estava mais vivaz do que nunca. Era possível de se ver que ele estava tão feliz quanto eu. A certeza de que naquele dia quando eu disse "sim" no altar de frente para ele fora a coisa mais certa que eu já fizera na minha vida;

– Que tal uma torta? — Perguntou Edward interrompendo os meus pensamentos.

– Mas agora?! Antes do almoço? Isso não é certo. — Disse ainda perdida em meus devaneios.

– Agora sim! E não se pode fazer tudo certo nessa vida. O que uma torta pode fazer a nós? Só nos deixar mais alegres. — O poder de convencimento de Edward era admirável, por isso era tão bom advogado.

– A você talvez não faça nada, mas a mim, pode me engordar.

– Não seja tola. Estás esbelta. Certeza de que seu marido não se importará com alguma torta à mais ou à menos. — Sorriu o seu sorriso torto.

– Está bem! Mas se o meu marido reclamar você será o responsável por me fazer voltar a boa forma.

– É claro! Farei de tudo para deixá-la mais bela do que nunca. — Disse ele ainda com seus sorrisos nos lábios, deixando uma piscadela no final.

(...)

A torta tinha acabado de chegar e eu já me preparava para degustar aquela maravilhosa guloseima cheia de chantili e cerejas. Quando o som estridente do toque do celular de Edward me interrompeu. Ele parecia não ouvir, pois demorou um tempo considerável para atender.

– Alô? — Edward atendeu já se levantando da mesa e fazendo um gesto para que eu permanecesse sentada à mesma. Ele se dirigiu à porta em leves passos, e parou do lado de seu carro.

Estava irritada por Edward ter me largado lá, sentada, sozinha, com uma torta gelada à minha frente, faminta. Tudo isso na nossa mesa! E com isso eu me perdia em meus devaneios, lembrando de quantos longos encontros passamos aí, aproveitando a bela vista do pôr-do-sol pela larga janela. Quando percebi que Edward demorava-se demais resolvi olhar para onde ele estava. Tinha um semblante perturbado, gesticulava demais e aparentemente gritava. Porém algo, talvez uma boa notícia, o acalmou e um sorriso largo tomou conta do seu rosto. Agora ele dava certos pulinhos de alegria. Me interessei ainda mais naquela longa conversa telefônica. Me prostrei sobre a mesa, tentando me esconder atrás dos vidros de sal e pimenta, e olhava atentamente para os lábios de Edward, para numa tentativa, não tão vã assim, ler seus lábios. Consegui captar algo sobre um cartão de créditos, alguns fins de semana e uma frase isolada que não poderia fazer sentido algum "É só ligar para a recepção pedindo qualquer coisa".

(...)

Terminamos nosso pseudo almoço e saímos. O caminho para casa foi cheio de provocações, por parte minha, e gemidos, por parte de Edward.

Saímos do carro apressados. Edward me enlaçava com seus braços e me enlouquecia com seus beijos em meu pescoço. Tirei os sapatos ainda do lado de fora para não correr o risco de cair. Ia abrir a porta quando Edward me ergueu e me carregou para dentro como se eu fosse um bebê. Ele subiu as escadas comigo ainda em seu colo, nossa como ele era forte, em um movimento acrobático ele abriu a porta do nosso quarto com o pé e me jogou em cima da cama. Ele tirou os sapatos rapidamente e eu já desabotoava minha camisa quando ele se jogou em cima de mim e jogou as minhas mãos para longe do meu corpo.

– Deixe que eu faço isso, amor. — Ele ia abrindo a minha camisa sem nenhuma paciência. Só assenti com a cabeça, pois não tinha forças para dizer nada.

Como ele ia me despindo, para não ficar sem fazer nada, resolvi desabotoar a dele também. Não fora uma boa ideia, pois aqueles malditos botões teimavam em me desobedecer. Então em um momento de fúria puxei a camisa de Edward e ela se abriu.

– Com pressa hoje, amor? — Disse ele abafado entre os nossos lábios.

– Não enche Edward! — Disse brincando, mas eu estava faminta por ele. Não poderia mais adiar aquele momento.

– Desculpe Sra. Cullen, prometo ser bonzinho.

Ele me deixou na cama e com sua mão direita abria o meu zíper. Como a calça era muito justa o ajudei puxando-a para baixo com os pés. Quando dei por mim Edward já estava despido completamente e ofegava bastante por cima de mim. Resolvi dar um descanso para ele e num movimento ligeiro nos virei parando em cima dele. Ele riu para o movimento e eu pude ver seu semblante de cansado. Minhas mãos passeavam por seu corpo, mas sempre acabavam sem seus cabelos. Já as dele não saíam do meu bumbum. Seus beijos cheios de malícia quase me desfaleciam, mas eu tinha que me controlar, não poderia desmaiar ali e naquela hora. Era a hora de terminar de me despir. Fui tirando o meu sutiã meio que dançando em cima de Edward, ele sabia que eu estava querendo parecer sexy e por isso riu discretamente. Em seguida ele me puxou para mais perto de seu rosto, beijou me profundamente e girou-nos novamente ficando por cima. Dei graças a Deus por isso, não aguentaria mais ficar no controle. Já sentia a magnífica ereção de Edward me tocar, os nossos amassos não durariam mais tempo. Abri minhas pernas dando passagem para Edward. Ele não foi de imediato, ainda trabalhava em meus seios. Foi quando ouvi aquele barulho. Aquele barulho estridente e persistente do celular de Edward. Envolvi seu pescoço com meus braços dando a entender que ele não deveria se atrever a atendê-lo. Edward me olhou docemente e eu permiti que ele fosse até o celular. Ele não saiu de cima de mim pra isso. Só esticou o braço e pegou o celular que estava no bolso da calça. E então disse a frase que eu não queria ouvir:

– Eu preciso atender. — Enquanto se levantava da cama.

Notas finais
Nossa! Quem se arrisca a dizer de quem são esses telefonema misteriosos? O que será que o nosso Dr. Edward Cullen está fazendo? Humn... Menino!
Quem aí sentiu falta do Thony hoje? Eu senti! Ah, eu amo esse meninho. E do Shadow, o nosso cachorro problema? Temos que adestrá-lo brevemente. Kkk'
E de nós, suas autoras mais malucas e atrapalhadas? Espero que sim.
Poxa, nós estamos muito ocupadas ultimamente. A Nath teve que fazer um trabalho de ecologia enorme, e à mão. Então imaginem como ela está moída.
Mas como vocês são boazinhas, vocês poderiam ser solidárias e botarem os dedinhos para trabalhar e comentarem, comentarem muito. E quem sabe recomendarem?
Indiquem a nossa fic. Existem muitos meios para vocês fazerem isso. Então: Indiquem!
Por hoje é só, minhas gatas.
Beijinho com saber de Nescau e até a próxima.