Apologize - Dramione
10 Capítulo 10 - Visita
Notas iniciais
A mulher estava aos nervos andando pelo lugar, estava atrasada, mas ninguém a reclamaria sobre isso, o irritante bater do salto no piso era sinal de estava chegando, todos sentaram-se e as enormes portas de madeira foram abertas brutalmente:
– Cheguei seus inúteis. O que conseguiram?
– Milady, Harry Potter não está em Hogwarts, está na casa de algum amigo bruxo, talvez na casa dos Weasley.
– EU MANDEI VOCÊ TRAZE-LO ATÉ MIM! ONDE ELE ESTÁ? HEIN?
Ela gritou pondo as mãos na enorme mesa e cuspindo as palavras, ninguém nada disse, ela sacou a varinha e apontou para o homem que tremia de cabeça baixa por não ter conseguido o que ela pedira:
– Crucio. — sussurrou -.
O homem, agora no chão, se contorcia, gritava e uma coisa branca e pegajosa saia de sua boca. A mulher levantou os olhos encarando um por um na mesa, ela sorriu, não um sorriso comum, um sorriso diabólico cheio de ironia e ódio, ela concertou sua postura e sentou na cadeira principal da mesa:
– OLHEM PARA MIM!
Seu grito foi ecoado pela sala e todos a olharam rapidamente, ela voltou a sorrir, passou a mão nos seus cabelos embaraçados e suspirou entediada, todos ainda a olhavam, ela abriu a boca mas fechou em seguida levantou-se abruptamente e encarou as pessoas presentes, o homem no chão ainda se contorcia e a cada minuto as dores ficavam mais fortes, ela revirou os olhos:
– Avada Kedrava!
O homem parou de se mexer e um fio de sangue saia de sua boca, ela pigarreou e levou as mãos a cintura:
– VOCÊS IRÃO ME TRAZER HARRY POTTER. VIVO. E QUEM FRACASSAR... — Ela olhou o homem no chão e se aproximou dele -
Chutou seu pé que "impedia" passagem e saiu de lá confiante. Os comensais da sala suspiraram aliviados por tê-la longe agora, dois homens tiraram o corpo d homem morto do chão e saíram carregando-o obviamente iam joga-lo no lago no fundo da casa:
– O que iremos fazer? — Um deles disse -.
– Não sei, não podemos trazer o Lord de volta, se ele retornar matará a todos nós sem dor nem piedade.
– Ela também nos matará se não obedecermos.
– Temos que fazer alguma coisa, principalmente tirar o poder dela!
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Já havia passado algumas semanas na casa da Senhora Weasley Harry então foi ao lugar que queria ir, era perto da Toca, uma casa simples e mal estruturada, parecia abandonada, mas por dentro era confortável, as paredes tinham um papel-de-parede vinho com desenhos, o piso de madeira escuro e os moveis arrumados rústicos, a cozinha simples mas arrumada. Ele bateu na porta:
– Quem está ai?
– Harry... Harry Potter.
A porta se abriu vagarosamente, Harry sorriu, ele puxou o menino para um abraço apertado. Estava limpo, arrumado, e parecia muito jovem, o homem sorria feliz em ver o garoto de novo, o puxou para entrar e Harry colocou sua mochila no sofá da sala, ele olhou em volta e viu Edwiges em cima no armário, a ave voou até o dono e deu bicadinhas carinhosas em sua mão, ele sorriu e foi até a cozinha:
– É bom ter você de volta Harry, sabe, fica um silêncio assustador aqui.
– É, é muito bom poder voltar para casa. — Ele sorriu e o homem paralisou sorrindo o menino nunca dissera isso -.
– Senti sua falta Jame... Harry.
– Também senti sua falta, Sirius. — Sorriu -.
– Sirius estive pensando se... — Ele parou -, Harry, é bom vê-lo novamente.
– Professor Lupin, o que faz aqui. — Harry sorria -.
– Veio me apresentar a sua namorada. — Sirius riu e Remus corou de leve -, Você nunca muda Aluado.
– Você está namorando? — Harry sorriu e olhou para Sirius que piscou o olho -.
– Tonks! — ele falou -.
Uma mulher bonita veio correndo, seus cabelos rosa chiclete, roupas estranhos e um sorriso amigável:
– Tonks, esse é...
– Harry Potter. — Ela completou a fala do namorado e sorriu para Harry -.
– É um prazer conhece-la. — O menino disse -.
Ela foi e o abraçou, ele não esperava por aquilo, ainda abraçado a ela o menino encarou Remo e seu padrinho virou prendendo o riso, Lupin deu de ombros e Harry retribuiu o abraço.
A casa era agradável por dentro, nada de quadros falantes de mães, apenas algumas fotos que tiraram juntos, algumas fotos antigas no tempo do colégio, era espaçosa, tinha o quarto de Sirius, o quarto de Harry e dois quartos de visita, uma cozinha grande com sala de jantar, uma sala arrumada, e uma dispensa. Pela primeira vez Harry teria um lugar para ficar nas férias sem ser a casa dos Dursleys.
Sirius Black seu padrinho não era o melhor chefe de cozinha do mundo mas fazia uma gororoba melhor que a da Tia Petúnia com raiva de Harry, eles jantaram juntos, conversaram, e comentaram algumas histórias de quando eram adolescentes em Hogwarts. Naquela noite Harry dormiu bem, sem preocupação, sem medo, apenas paz... Estava na casa de seu padrinho, sua verdadeira família.
(\LEIAM-AS-NOTAS-FINAIS-E-INICIAIS//)
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