Notas iniciais
Oi oi, pessoal! Tudo bem? Espero que sim? É, eu sei. De novo eu fiz isso, me desculpem! Mas vou postar dois capítulos hoje. Aproveitem!

Pov's Tomás

Está tudo dando errado. Quando pensamos que finalmente vamos conseguir avançar consideravelmente, alguma coisa acontece e nos atrasamos. Eu não estaria tão preocupado se aquele cara também não estivesse atrás da Homoclorina. Eu só queria saber para quê.

Estamos andando e finalmente saímos daquela área que só tinha mato; agora já voltamos a ver os comércios e casas.

— A gente tem que procurar um carro _ diz Manuela e transfiro minha atenção para ela. _ Nesse passo de tartaruga, a gente vai chegar no Rio de Janeiro e aquele cara já vai estar usando a Homoclorina!

Assinto.

— Vamos procurar algum carro _ falo baixo.

Continuamos em silêncio até que Manuela se pronuncia.

— Que ironia. Num apocalipse zumbi, nosso maior problema é um maníaco que quer transformar todo mundo em zumbi!

— Mas ele não vai conseguir _ respondi rápido. _ Vamos pegar a Homoclorina!

Ela faz que sim com a cabeça, mas percebo que ela tem suas dúvidas. Eu também tenho, claro! Assim como podemos voltar para o laboratório com a substância, podemos voltar sem ela.

— Tem um carro estacionado ali _ aponta. _ Só temos que entrar e procurar a chave.

Seguimos para lá. Por algum motivo, estamos dando sorte. Não estamos dando de cara com muitos zumbis. Os que encontramos, por enquanto, está sozinhos e não precisamos nos preocupar com eles.

Giramos a maçaneta e demos de cara com um homem com aparência desleixada e, se não fosse pelo caos do mundo agora, eu me preocuparia com ele. Discretamente, puxei Manuela para trás.

— Hey, isso é invasão de privacidade, sabia? _ o homem protestou. _ Eu poderia chamar a polícia se não estivesse encrencado com ela.

Olho para Manuela rapidamente e a vejo engolir em seco.

— Foi mal, a gente não queria entrar assim na sua casa, mas não teve outro jeito _ explico. Ele tem que entender que não é muito seguro andar por aí com zumbis ao seu lado. _ Eu sou o Tomás e ela é a Manuela _ nos apresentei.

Ele nos encarou.

— Henrique _ se apresentou. _ Por que vocês entraram na minha casa assim, posso saber? _ ele fala cheio de marra, mas aposto que sabe que não apresentamos mal nenhum.

— Ai, meu Deus! Pra brincar de boneca é que não foi _ diz Manu.

O homem a olha de cara feia, e eu também. Por que ela faz isso? Nem sabemos direito quem ele é. Mas ela ignorou todas as expressões irritadas que a cercavam.

— Será que você não percebe o caos que tá lá fora? _ pergunta a Henrique.

— Caos? Que caos?

Notas finais
E então, gente, gostaram? Por favor, comentem, pois isso incentiva muito o autor.