Notas iniciais
Oi pessoal mais uma vez peço desculpas pela demora na postagem, sei que tinha prometido postar mais rápido os caps, mas infelizmente alguns acontecimentos estão me impedindo de cumprir com os prazos e esta fic vai terminar antes do que eu previa, talvez daqui algum tempo eu a retome com uma continuação, mas por enquanto esses serão os caps pra nos despedirmos da nossa minibadass Emma e do nosso querido Josh. Adorei escrever esta fic e principalmente de conhecer leitores tao legais e leais como vocês, gostaria de agradecer a todos que acompanham a Born e as minhas outras fics, pedir desculpas pelos erros de ortografia, pelas demora nas postagens mas principalmente por matar os personagens que vocês amam. Beijos e mais uma vez obrigado a todos que acompanharam e comentaram.... aos fantasminhas que acompanharam a fic toda e não comentaram um cap se quer eu ficaria realmente feliz se deixassem um review no ultimo cap ou se acharem que ela foi digna de uma recomendação! A fic já esta terminada e os caps programados para serem lançados até o final Bjus a todos e até a próxima!!! Com carinho Nalani Luana.

POV EMMA H.DIXON

Ele continua me encarando por algum tempo até um sorriso brotar em seus lábios.

_Emma... Meu Deus como você cresceu. Diz ele seguido de uma tosse, a garota o ajuda a sentar sobre uma pedra.

_Emma? Aquela Emma? Diz a garota que tenho certeza se tratar de Judith.

_E qual outra estaria segurando uma besta sozinha no meio do mato. Diz o rapaz abaixando a arma. _Lembra de mim? Sou eu Carl. Acho que já pode baixar a sua arma. Diz ele com um sorriso.

_Vocês não ficaram malucos como o tio Glenn não é? Falo ainda mantendo-os sobre a minha mira.

_ O que houve com Glenn? Pergunta Rick.

_Ele ficou maluco, entrou pra um grupo de bandoleiros e atacou o lugar onde eu estava com meus pais, tivemos que fugir eu me perdi deles...

_Esta tudo bem Emma, não vamos te machucar abaixa isso e vamos conversar melhor.

Abaixo a besta e me aproximo de Rick, ele toca levemente o meu rosto e me da um abraço apertado me sinto uma boba, mas não consigo conter as lagrimas, mesmo tendo passado tantos anos desde a ultima vez que eu o vi, ele era parte da família a primeira que conheci e onde passei os melhores anos da minha vida. Era como abraçar o passado, um lugar seguro onde os errantes e inimigos não podiam entrar, mesmo pequena as lembranças daquele tempo ainda estavam vivas na minha mente, Judith e eu correndo pela horta e Rick em nosso encalço pra evitar que pisássemos nos seus preciosos tomates e brotos de legumes.

Faço um breve resumo de tudo que aconteceu conosco nos últimos anos, ele faz o mesmo contando sobre como tiveram que fugir do nosso “lar” depois que uma horda gigantesca de errantes derrubou as cercas, do tempo que passaram na estrada nos procurando indo a todos os lugares onde tentaríamos a sorte relatados por meu pai num velho mapa. Quando me dei conta mais de uma hora havia se passado, Rick me convence em ir até o acampamento deles e manda que Carl busque Jimmy e Thais na estrada.

Eles retornam meia hora depois, Thais apavorada com os olhos azuis tão arregalados que parecem querer saltar do rosto.

_Ta tudo bem, são amigos. Falo acalmando-a e pegando Jimmy nos braços.

Judith prepara o almoço com pedaços da carne do javali e alguns legumes, ela parece um pouco desconfiada e desconfortável com a minha presença. Judith mudou muito não lembra em nada a garotinha sorridente que gostava de bonecas e historias de princesas que deixamos pra trás, tinha uma feição seria e um olhar melancólico.

Terminamos de comer, Jimmy caiu num sono profundo depois de encher a barriga com batatas e cenouras cozidas.

_Emma, nos diga como chegamos a tal colônia. Carl e eu vamos até lá, talvez os seus pais estejam precisando de uma mãozinha.

_Eu posso leva-los até lá. Digo entusiasmada.

_Não, acho melhor você ficar aqui com Judith e os seus irmãos é mais seguro.

_Pai! Você enlouqueceu? Você ta doente não pode sair pra enfrentar um bando de bandoleiros por causa de estranhos! Grita Judith irritada.

_Eles não são estranhos Judy são nossos amigos, você era pequena quando eles foram embora mas passamos por muita coisa juntos... Diz Carl.

_É, mas eles foram embora! Esbraveja ela entrando a barraca.

_Não liga, foi muito difícil pra ela quando vocês foram embora. Ela sentiu muito a falta de vocês, principalmente da sua mãe.

POV Anna

Havíamos caído em uma cilada, sinto meu peito apertar e se encher de ódio ao ver o estado em que Daryl estava. Glenn caminha na minha direção passando por cima do corpo inerte de Tim.

_É bom te ver de novo. Diz ele com um sorriso sarcástico no rosto.
_Eu vou matar você Glenn, eu juro que vou te matar. Digo. Em seguida ele me defere um soco forte no rosto que por pouco não me faz cair, antes mesmo que eu pudesse reagir sua mao soca meu rosto contra o chão, uma dor forte toma conta da minha cabeça, o gosto de sangue invade a minha boca, ouço algumas vozes que presumo ser de Daryl e Josh gritando e depois mais nada.

Acordo ainda confusa com os olhos nebulosos e a cabeça dolorida, aos poucos consigo ver o rosto de Josh colocando algo na minha cabeça, empurro sua mão e tento levantar.

_Calma, ta tudo bem Sra Dixon.
_Daryl, sussuro ao ver o seu corpo deitado num canto escuro da sala.

_Ele ta bem, só ta dormido. Diz Josh._Ele me disse que elas estão bem, Emma, Thays e o bebê saíram daqui elas fugiram estão na autoestrada. Diz ele com a voz sussurrada quase inaudível. Sinto uma onda de calor invadir o meu peito, meus filhos estavam vivos.

_Graças a Deus. Levanto e caminho até Daryl, acaricio seu rosto que está bem machucado e inchado, ele parece febril, vasculho seu corpo procurando mais ferimentos, ele geme quando toco suas costelas, a calça esta ensanguentada quando a levanto vejo uma fratura exposta na perna esquerda.

_Droga. A perna dele ta quebrada.

_Eu sei, quando acertaram você ele tentou te ajudar, bateu em alguns caras ai eles quebraram a perna dele. Diz Josh.

_Me ajuda a achar algo pra fazer uma tala.

_Eu já procurei Anna, não tem nada aqui, a sala ta vazia.

_Ele não vai conseguir andar, ta muito machucado. Sabe pilotar uma moto? Pergunto.

_Simon me ensinou, mas faz muito tempo. Diz ele um pouco confuso.

_Me escuta Josh, você vai encontrar a Emma e depois a Ruby se ela estiver viva, vai estar no Drury’s é um bar na rota 45 era nosso ponto de encontro se nos perdêssemos uma da outra. Se ela tiver la ela vai dar um jeito de nos ajudar, mas se ela não estiver quero que cuide das meninas e do Jimmy quero que as leve o mais longe que puder entendeu? Digo olhando firme em seus olhos.

_Sra Dixon...

_Você ama a minha filha? Interrompo.

_Sim. Muito.

_E então a mantenha longe desse lugar entendeu? Digo, ele assente com a cabeça concordando.

_Eu não posso deixar o Daryl sozinho, se eu for eles vão mata-lo. Há uma moto, no armazém onde guardávamos o maquinário a chave esta escondida dentro de uma lata de óleo em cima da prateleira, tome cuidado, não deixe que te peguem pois se pegarem vão te matar. Tem uma arma lá também, acha que pode fazer isso.

_Sim, mas a Emma ela vai querer voltar.

_Não deixe, leve ela pra longe nem que seja amarrada. Diga que eu a amo, se não conseguirmos voltar, cuidem do meu bebê e da Thays ela é uma boa menina. Digo tentando segurar as lagrimas.

_Tudo bem. Mas como vamos sair daqui, ta tudo bem trancado eu já verifiquei e tem um guarda lá fora.

_Eu vou te tirar daqui, fique preparado. Digo levantando e caminhando ate a porta. Começo a bater com força, até finalmente ouvir o som do cadeado sendo aberto.

_O que você quer vagabunda! Grita um homem gordo de barba ruiva segurando uma metralhadora.

_Ele precisa de água, falo olhando pra Daryl.

_Ah ele precisa de água? O que você acha que isso é? Um hotel? Quer toalhas brancas também vadia? Fiz ele cutucando o meu braço com a ponta da arma.

_Por favor, ele precisa faço o que você quiser. Digo, ele sorri e me olha.

_Vem vamos pegar a água.

Ele me leva até a outra sala, reconheço o local era uma casa que usávamos anteriormente como uma enfermaria, mas ultimamente era um dormitório pros garotos que faziam a ronda noturna.

Ele senta em uma cadeira ainda empunhando a arma.

_Primeiro o meu pagamento, depois a água. E não tente nenhuma gracinha, sou muito mais forte que você, te parto em duas se eu quiser entendeu? Diz ele com um sorriso sádico cheio de dentes podres.

Retiro a caneta que prende os meus cabelos fico a segurando em uma das mãos e me aproximo dele.

_Você é muito bonita, pena que o chinês vai te matar logo se não podíamos nos divertir bastante. Diz ele colocando as mãos na minha cintura e me puxando pra mais perto.

_Nao acho que seja possível.

_Porque vagabunda?

_Porque eu vou te matar. Falo calmamente.

Ele ri e balança a cabeça incrédulo.

_Eu é que tenho a arma aqui loirinha. Agora faz o que eu quero e eu penso em dar a água pro corno moribundo lá dentro ta?

Retiro a blusa e a seguro junto a caneta e ele larga a arma ao lado da cadeira, sorri maliciosamente levanta e chega tão perto que posso sentir seu halito podre, dou um sorriso e num movimento rápido cravo a caneta no seu olho direito ele grita e se debate de dor eu empurro contra a cadeira e uso toda a minha força pra socar a blusa em sua boca e sanar seus gritos enquanto ele puxa os meus cabelos tentando defender-se, o gordo se debate cada vez menos eu tento controla-lo até finalmente conseguir empurrar o restante da caneta fazendo com que ela atinja o seu cérebro. Respiro exausta, descanso por alguns segundos pego a chave e abro a porta.

_Você ta bem? Pergunta Josh ao ver o sangue.

_Não é meu. Respondo apenas._ Vamos, eu vou causar uma distração pra que você possa sair.

Notas finais
Comentem ta! Continuaremos nos vendo nas outras por um tempinho, ah elas nao estao abandonadas todas vao ser terminadas prometo...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.