Apocalipse
1 O começo de tudo...
Um garoto loiro andava pelas ruas vestindo um cachecol, casaco, calça jeans e tênis. O inverno havia chegado e a neve caia forte.
Ele passou em frente a uma vitrine onde vendiam televisões e (algumas que estavam ligadas no noticiário), atraía a atenção de um aglomerado de pessoas.
- O vírus do laboratório Takanaka se espalhou e está se espalhando entre algumas pessoas. Pedimos que tomem cuidado...
“Vírus?” Pensava o loiro.
Então caminhou até chegar em sua casa...
-Estou de volta-Anunciou ele entrando na mansão
-Bem vindo ,querido –Sua mãe sorriu para ele e o ajudou a tirar o casaco
-Obrigado mãe -Disse adentrando a casa
Ele subiu as escadas mas escutou uma tosse forte e constante. Vinha do quarto de seu pai. Parou a porta do quarto e bateu:
-Pai, está tudo bem?
-Nathan...-Ele tossia cada vez mais forte- Sim estou...
-Não é o que me parece. O que você tem?
-Deve ser só a gripe...
-Laboratório Takanaka?
O pai sorriu:
-Não se preocupe,Nathan. Eles já falaram que tem os mesmo sintomas de uma gripe normal. É a mesma coisa.
-Espero..
...
-ISSO JÁ ESTÁ FORA DO COMUM- Gritava uma garota de cabelos loiros se descontrolando
Ela deu um soco forte na mesa
-Calma aí, Dayna.-Disse o outro de cabelos negros se aproximando dela
-É IMPOSIVEL, JÁ FORAM MAIS DE 30 COBAIAS, CASTIEL.-Bufava ela- Nenhuma delas resistiu...
Castiel sorriu para Dayna e a abraçou.
-Você não quer usar aqueles meninos,não é? Quantos anos tem? 18,19?
-17 pelo que me informaram. É tão triste... Vivem como se pertencessem a alguém.
-Eu sei Day.-Ele beijou o topo de sua cabeça de forma carinhosa-Você consegue eu sei. E também sei que vai saber o que fazer
...
Um garoto e uma garota estavam amarrados por correntes nas mãos e nos pés. Seus olhos estavam vendados e estavam em um tipo de prisão.
-Quinze.-Chamou o garoto
-O que foi, Oito?
-Estão com pena de nós?-Riu alto
Ela sorriu:
-Parece que sim. Eles não sabem nem da metade.-Disse a garota soprando uma mecha de cabelo que caia sobre a venda de seus olhos
A garota, "Quinze", era um pouco baixa. Era magra e seus cabelos eram ruivos e longos, iam até sua cintura,sua franja cobria um pouco seu olho esquerdo.Seus olhos eram azuis.
O garoto, "Oito", era alto e magro. Seus cabelos eram bagunçados e castanhos. Tinha olhos verdes.
A cela onde estavam foi aberta e eles ficaram quietos.
-Podem vir- A voz de Dayna saiu o mais delicado possível.
Eles saíram, mesmo sem poder ver nada.
Dois guardas iam andando atrás,por segurança.
-Então...-Dayna limpou a garganta- Qual o nome de vocês?
-Quinze-Soltou ruiva
-Oito.-Disse o garoto
-Esse... é o nome de vocês?-Perguntou confusa
-Não recebemos nomes. Não é permitido-Disse,Quinze.
-Ao em vez disso nós dão números por ordem de chegada- Completou Oito.
Dayna engoliu em seco e ficou calada o resto do caminho.
...
O laboratório estava em chamas. Quase todas as pessoas haviam sido infectadas pelo vírus. A ultima coisa que Dayna viu, foram Quinze e Oito sorrindo.
...
Um barulho alto acordou Nathan. Vinha da cozinha. Se aproximou silenciosamente de lá e quando chegou seu pai estava com uma coloração verde e sua mãe sangrava no chão da cozinha.
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