Notas iniciais
ooooi, tudo bem? Quero agradecer a Filha de Poseidon pela linda recomendação ♥ Brigada flor!
Fiquem ai com o capitulo prometido! Não vou falar só para maiores já que ninguém respeita a censura mesmo ;-;
Boa Leitura e até lá em baixo!

~Algumas horas antes ~

Toda vez que ele passava por mim, meu coração disparava, como um carro de Formula1. Ele tem algo que me liga, que me faz olhar para ele quando passa, sinto as famosas borboletas saindo da barriga. O que é isso? Um sentimento novo não é? Em pleno Apocalipse isso acontecer? Impossível! Estou pirando, não posso me apaixonar por um homem desconhecido, muito menos ele, que é irmão de uma pessoa que sinto ódio.

~ Tempo presente ~

Assim que Carl correu, alguns instantes depois apareceu o resto do grupo armados. Ainda estava com Andrea na mira de minha arma.

Rick como sempre, liderava o grupo. Seguido de Daryl, Merle e o restante.

ESTÁ SOZINHA? – Rick perguntou gritando para Andrea, que já se aproximava do portão.

– ABRA O PORTÃO! – Andrea gritou. Rick repetiu a pergunta inicial, fazendo Andrea se irritar – RICK!

– ABRA A PORRA DO PORTÃO RICK! – Gritei preocupada com Andrea, já que os zumbis já se aproximavam dela. – NÃO FAÇA ISSO RICK! – Rick jogou as chaves para Daryl, que as pegou e abriu o portão rapidamente.

Andrea soltou seu zumbi e entrou.

– MÃOS PARA CIMA! DE COSTAS! – Rick gritou com Andrea.

– O QUE? – Andrea perguntou pasma, sendo empurrada por Rick que a prensou contra a cerca.

Um zumbi se aproximou de Andrea, então Rick a pegou pela gola da blusa.

– Fica de joelhos. – Rick disse abaixando seu tom de voz, Andrea caiu de joelhos.

Rick antes de tudo era tão humano, ajudava a todos não importando aonde esteja, olhe para Randall está vivo por que Rick o salvou, claro dei um empurrão, mas ele está vivo por que Rick não o deixou para trás. Que homem é esse que deixo minha família em suas mãos?

Não posso dizer nada, essa é a verdade, também não sou mais humana, fui fria, desumana. No que eu me tornei?

Voltei minha atenção a minha volta, onde Rick falava com Andrea. Escalei a pequena parede de madeiras feita pelo grupo, pulando ela e ficando do lado deles.

Rick arrancou a bolsa de Andrea, a jogando longe. Logo, a pegou pelo braço.

– Bem vinda de volta. – Rick disse a levantando.

Todos entramos na parte da frente no bloco de celas, apelidei-a de salão.

Andrea foi até Carol, que se abraçaram.

– Depois que você me salvou, pensamos que tinha morrido. – Carol disse

E depois começou a melação de ‘’ me desculpa ‘’ e coisas do gênero, nem me dei o interesse de prestar atenção.

Olhei pela porta, onde o sol já se ponha. O dia passou lento, de tudo que aconteceu passou muito lento. Como não é mesmo? Chegamos de manhã aqui, em volta das 9, comemos pelas 11 e batalhamos com o Governador lá pelas 13 e agora estamos aqui, as 18 vendo Andrea perguntar a Hershel onde sua perna foi parar e a Rick onde Shane está.

– O que ela está fazendo aqui? – Andrea perguntou se referindo a mim, que está sentada em uma das mesas vegetando. – Você é a Fúria não é mesmo?

– Não. – ri de leve – Eu era a Fúria, um apelido que caiu muito bem ao que me fizeram virar. – Olhei com desprezo para Merle.

– Você que quis isso Stefany... – Merle começou porem o interrompi.

– Eu que quis isso? Certeza? Eu que quis ser seqüestrada, nocauteada com uma pá, perder a memória e saber que uma garota de 15 anos foi abusada e depois saber que ela é uma amiga minha? – Disse irritada – É, tem razão eu que quis isso. – Falei irônica, fazendo Merle ficar irritado. Bufei em seguida, virando meu rosto ao lado oposto dele.

Parece uma adolescente mimada, sério.

– Stefany? Você? – Andrea perguntou, a interrompi.

– Eu tentei ir atrás de você na fazenda. Você nem me ouviu gritando. – Falei indiferente. – Em Woodbury não disse quem era pois precisava parecer que não tinha memória. – Desci da mesa, ajeitando a calça.

E as perguntas continuaram vindas de Andrea, ‘‘ Onde está Lori? ‘’ e em seguida a parte que ela fica chocada e da seus pêsames a Rick e Carl. Voltei minha atenção novamente ao que acontecia a volta.

– Tínhamos o campo e a cerca até seu namorado a arrebentar. – Rick disse e Andrea ficou chocada.

– Ele disse que atiraram primeiro. – Andrea tentou o defender.

– Ele mentiu. – Rick disse.

– E matou um detendo que sobreviveu aqui. – Hershel se manifestou.

– Era um de nós. – Taylor disse.

– Assim que descobri que eram vocês, eu vim. – Andrea continuou.

– Você pediu ajuda a Milton? – Perguntei.

– Como sabe?

– Governador não ia deixa-la sair assim. Não agora, já que o ataque foi de madrugada, ele não a deixaria vir. Então você pediu a Milton que lhe desse cobertura, mas já venho avisando. Milton é o Cãozinho do Governador, se Governador manda ele sentar, ele senta. Aposto que Governador mandou Milton vir com você, mas no caminho ele arregou.

– Milton não arregou, ele voltou pois paramos com alguns homens no caminho eles o levou de volta. – Andrea tentou defende-lo.

– Se você diz. – Falei indiferente, brincando com a faca entre os dedos – Mas venho dizendo, se você quer sair, peça a Miranda.

– Miranda? – Ela perguntou.

– Sim, a mãe do garotinho loiro, Christopher.

– Ah, ela... bom... ela foi mordida. – Foi ai que a faca que se mexia em meus dedos caiu no chão.

– Não... Christopher está bem? Ela ainda está viva?

– Sim ele está bem, Governador atirou nela depois. A cerca dos fundos ficou aberta, e alguns zumbis entraram.

Passei minha mão pelo rosto e depois pelo cabelo.

– A merda da cerca... – sussurrei – Eu... Eu... Eu vou tomar um ar ok? – falei contendo o choro e saindo de lá às pressas.

Pov Narrador

Assim que Stefany bateu a grande porta vermelha, soltou um grito e começou a chorar. Deixando as lágrimas escorrerem livremente pelo seu rosto.

– Me desculpe... – Ela dizia entre as lágrimas, tentando não se afogar nas milhares de lágrimas que deixava escorrer.

Ela se sentou no chão, abraçando os joelhos. Até que sente uma mão quente em seu ombro, dando-lhe um certo medo.

– Está bem? – Perguntou uma voz masculina para ela, uma voz conhecida.

– Eu pareço bem? – Disse ela irritada.

– Eu só vim para ajudar.

– Eu não quero sua ajuda.

– Você sempre me pediu, por que não a quer agora?

– EU A PEDI QUANDO ERA JOVEM! QUANDO TIVE BULIMIA, QUANDO ME CORTAVA! MAS VOCÊ NÃO ESTAVA NEM AI, SÓ SE IMPORTAVA COM A EMILY! – Stefany gritou brevíssima e se levantou depressa, se virando para ele que não se encontrava mais lá.- Mas em? – Ela perguntou olhando em volta.

– Está tudo bem? – Perguntou Daryl saindo de dentro do salão. – Ouvi você gritando.

– Está sim... – Ela olhou em volta. – Eu... Só estou estressada está tudo bem. – Ela disse colocando a mão na testa e sentindo uma leve tontura.

– Tem certeza? – Ele disse se aproximando dela.

– Sim... – Ela sentiu tudo turvo, suas pernas tremiam. – Me leve para dentro, por favor. – Ela esticou o braço e Daryl o segurou com delicadeza, com medo de machucá-la.

Stefany sentiu um arrepio da cabeça aos pés ao ter sua mão segurada pela de Daryl, uma forte dor de cabeça surgiu em seguida e puxou sua mão da de Daryl.

– O que aconteceu? – Ele perguntou encostando em seu ombro, novamente a cabeça de Stefany doeu forte, a mesma se afastou. – Stefany... – Ele insistiu, se aproximando dela.

– Fique longe, por favor. – Ela disse se afastando mais.

– Achei que quisesse minha ajuda. – Ele perguntou confuso.

– Eu quero, mas, não sei, toda vez que encosto em você... eu... não sei... sinto uma dor de cabeça forte. Eu só sinto essa dor quando vou me lembrar de algo.

Daryl sorriu, uma cura para seus problemas.

– Só quando você se lembra? – Ele perguntou sorridente.

– É, é muito estranho. — Ela disse não entendendo nada. – Eu... – Ela foi interrompida por um corpo a abraçando forte.

O calor do corpo de Daryl trouxe segurança a Stefany, a mesma ficou confusa e teve uma forte dor de cabeça.

– Qual parte do fique longe de mim você não entendeu? – Ela perguntou empurrando o peito de Daryl.

– Só me escuta e faça o que eu fizer, por favor. – Ele disse e a segurou pela cintura, Stefany tentou se soltar, mas o fato dela ser menor que Daryl e ter ficado perdida nos olhos dele, a impediu.

Stefany estava com a boca entreaberta, sentia a respiração de Daryl e seu coração batendo. Daryl não sentia diferente.

Eles se olhavam nos olhos, Daryl a segurava como se segurasse a coisa mais importante da sua vida.

‘’ Tenho vontade de beijá-lo. ‘’ Pensou Stefany. Então, ela o beijou. O mesmo concedeu.

Beijavam-se com desespero como se fosse à última vez que sentiriam aquele toque. Exploravam cada pedaço da boca um do outro, deliciavam-se com os gostos das salivas, Daryl mordiscou o lábio de inferior de Stefany, causando-lhe arrepios e mais desejos. Daryl a puxou mais contra seu corpo, suas línguas lutavam entre si, causando luxuria a ambos.

Porem, um ato que todos precisam o atrapalharam, se soltaram em busca de ar.

Stefany corada, abaixou sua cabeça arrependida.

– Me-me desculpa. – Stefany disse se soltando de Daryl e correndo até a porta vermelha, antes de entrar, Stefany olhou para trás, vendo Daryl a olhar triste e ao mesmo tempo confuso.

Ela entrou pela porta e a fechou em seguida. A roda que estava no salão havia se desfeito, Stefany foi até o bloco de celas e viu Carol e Andrea conversando, se aproximou delas.

– Ela é muito bonita, não acha? – Stefany disse se referindo a Judith.

– É, ele tem os olhos da mãe. – Andrea disse. – E você, Stefany, está bem?

– É, vivendo e aprendendo. – Ela disse se relembrando do que aconteceu instantes atrás. – E você Andrea, está bem?

– Estou, quanto tempo você ficou em Woodbury.

– Quatro meses se me lembro bem.

– Um bom tempo.

– É... Melhor você ir amanha cedo.

– Não, Philip vai ficar preocupado. – Andrea inventou uma desculpa qual quer.

– Me Desculpe Andrea, mas ele só quer transar com você.

– Não, Philip... – a interrompi.

– Ele mente muito, se for ficar em Woodbury aprenda a saber quando ele mente ou não. Vá amanhã cedo, sério.

– Se vocês não se importarem.

– Fique na minha cela, vou ficar de Guarda essa noite.

– Obrigada. – Ela disse e me abraçou.

Pov Stefany

Eu devia contar o que pretendo fazer a Andrea, mas, amanha eu conto.

Depois que desci, fui até o salão, onde Rick, Daryl e Glenn conversavam.

– Rick, — o chamei, o mesmo olhou para mim. – Vou ficar de guarda hoje.

– Tem certeza? – Rick perguntou.

– Sim.

– Daryl, se importa de a acompanhar? – Rick perguntou – Daí vocês revezam.

– Como quiser – Daryl disse.

[...]

As horas se passaram e agora já deve ser umas duas da manhã.

Eu e Daryl não trocávamos uma palavra se quer e isso já estava me irritando! Vou falar algo agora ou eu arranco meus cabelos!

– Sobre aquilo que aconteceu mais cedo. – Disse puxando assuntou. – Eu sinto muito ok?

– Tudo bem. – Ele disse indiferente, com as pernas para cima de uma mesa. Ele limpava algumas flechas. – Se você quiser, pode dormir.

– Não, tudo bem. É... Daryl, por que você fez aquilo?

– Como assim?

– Por que me segurou daquele jeito?

– Nós tínhamos um passado Stefany, estávamos juntos... – Daryl começou a contar de nossa história juntos.

Cada palavra que dizia eu prestava muita atenção, a absorvia cuidadosamente e até certos pontos eu e ele riamos.

Nós tivemos um passado muito bonito e ao mesmo tempo estranho. Então, eu me lembrei.

– Daryl... – Falei o interrompendo – Você me desculpa?

– Pelo que dessa vez?

– Por não me lembrar de você antes. – Eu disse boba, vendo sorrir.

– Você?... – ele não completou a frase.

– Sim Daryl, eu me lembro de você e me lembro de ser idiota por não ter aceitado sua ajuda na fazenda. – Falei e ele se levantou, corri até ele e o abracei forte. – Me desculpe.

Eu já estava chorando, sou muito bipolar.

Ele também me abraçou forte, me levantando do chão e beijando o topo da minha cabeça. Levantei meu rosto e o encarei ele colou nossas testas e iniciou um beijo.

Um beijo calmo e doce.

– Eu senti sua falta. – Disse – Taylor e Anne diziam que eu falava de você enquanto dormia.

– Jura? – Ele disse entre um selinho e outro – Eu também falava de você enquanto dormia.

– Eu te amo. – Disse sorrindo e ele também sorriu.

– Eu também amo você. – Ele falou e me beijou com mais intensidade e desejo, me prensando contra a parede.

Comecei a mordiscar seu lábio inferior e passar minhas unhas pelas suas costas.
O beijo começou a ficar e ficar mais intenso, causando-nos desejo e luxuria. Daryl levou suas mãos em busca do feche do meu sutiã, enquanto eu já sentia seu membro sobre minha coxa.

Deslizei beijos pela sua bochecha passando em seguida pelo seu pescoço, depositando beijos e chupões.

Assim que ele achou a alça do meu sutiã, eu tirei sua blusa e ele tirou a minha.
Já estávamos sem a parte de cima de nossas peças de roupas, elas, já estavam jogadas por ai. Inverti nossas posições, o pressionando contra a parede. Eu fui descendo minha mão pela sua barriga até chegar ao seu membro, o apertei o fazendo gemer um tanto alto em meu ouvido. Daí ele inverteu nossas posições, passando as mãos quentes sobre as minhas coxas e depois pela virilha me fazendo gemer baixo.
Passei minha mão pelas suas costas, depois pela barriga. E comecei a descê-la em direção ao seu membro que já estava bem elevado, o apertei com mais força que o fez vidrar meu nome. Ele desceu beijos ardentes pelo meu pescoço e depois em direção ao meu seio esquerdo. Começando a chupá-lo com intensidade, sua língua rodava sobre meu mamilo, me deixando excitada.
Enquanto sua boca brincava com um, sua mão massageava o outro.

Consegui reprimir um gemido mordendo meu lábio inferior.

Logo quando fui ver, já estávamos completamente nus. Eu estava com as penas enroscadas a sua cintura, enquanto ele me penetrava.

Eu gemia alto em seu ouvido, ele fazia o mesmo no meu. Logo, começou a aumentar a velocidade, isso estava me levando à loucura! Seus movimentos eram rápidos e excitantes, nossos corpos já estavam suados. Suados e com cheiro de sexo, tem algo mais excitante que isso?

Mordi o lóbulo da orelha de Daryl e desci mais beijos pelo seu pescoço. O mesmo aumentou ainda mais a velocidade, o que me fez gemer mais alto.

Havíamos chegados ao ápice, ele gozou primeiro e eu logo em seguida. Ele saiu de dentro de mim. E se encostou do meu lado.

– Ei, olha. – Disse olhando pela janela – Está amanhecendo.

– Melhor voltarmos para o bloco de celas, logo Rick irá acordar e tenho certeza que você não quer que ele venha aqui e a veja... Assim. – Ele disse analisando meu corpo.

Vestimos-nos rapidamente, eu sentei no chão e me enrolei na coberta, estava frio e parecia que choveria.

– Está com sono? – Ele perguntou se sentando ao meu lado.

– Um pouco e você?

– Exausto. – Ele disse sorrindo, sorri de volta.

– Durma um pouco, depois te acordo. – Disse mordendo meu lábio inferior.

Daryl abriu seus braços pela coberta e eu me aninhei a ele, colocando minha cabeça em seu peito. Então pegamos no sono.

[...]

– STEFANY! DARYL! – Ouvi Rick nos chamar. – EI!

Olhei a Daryl que ainda dormia tranquilamente, com um ar angelical. Tive pena de acordá-lo. Sai de seus braços devagar e fui até a sacada, onde vi Rick ao lado do resto gritando.

– A NOITE FOI BOA? – Randall gritou o que me fez corar. Olhei para trás e vi Daryl acordando.

– SÓ PEGAMOS NO SONO SEUS PERVETIDOS. – Gritei de volta.

– SÓ PEGARAM NO SONO, SEI. – Taylor também entrou nessa.

– VÃO SE FUDER. – Mostre-lhes meu dedo do meio e tenho certeza que nenhum sabia pois estavam no pátio e eu na torre.

Entrei de volta na torre, sendo recebida por um beijo de Daryl.

Notas finais
Ia postar ontem, mas fui obrigada a estudar '-' Então, a parte do sexo não achei que fico muito boa mais ok, comentem, recomendem e favoritem Tudo no em! U-u Quero agradecer novamente a Filha de Poseidon pela recomendação linda!
Bom, até os reviews !