Apocalipse

38 O tão Esperando Encontro - Part III de III


Notas iniciais
QUEM VIU O ULTIMO EPISÓDIO DA TERCEIRA TEMPORADA? EU! U-U EU VI NO DOMINGO ONLINE U.U Foda néh? Achei triste o fim da Andrea - Já imaginei Stefany lá, vendo isso *O*
Só leiam o capitulo -

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- Como assim não vai voltar conosco? – Rick perguntou.

- Eu não posso. – disse. – Tenho que fazer algumas coisas ainda.

- Como o que? O que pode ser melhor do que a sua família?

- Não é questão de ser melhor, Rick, quando um homem mal faz mal, o homem mal merece mal. – Disse filosoficamente dando ‘’pâni ‘’ no meu cérebro.

- Quem é esse ‘’ homem mal ‘’?

- Você o conhece, você mesmo o algemou em um prédio.

- Merle? – Rick disse após alguns minutos em silêncio. – Ele está aqui?

- Sim, ele machucou uma pessoa que amo, que me ajudou. Ele merece sofrer. Agora vá, antes que alguém nos veja. Ande! – O enxotei de Woodbury, fracassei.

- Espere, você sabia sobre Maggie e Glenn? Você também fez isso?

- Fiz o que? Rick, eu estava em coma até agora. – Rick não falou nada, apenas saiu da minha frente e de Woodbury.

Assim que Rick saiu e me virei. Vi aquele filho da puta.

Meu sangue ferveu, minha respiração ficou quente.

- Ora, ora, o que temos aqui? Fúria com sentimentos? Ele era bonito pelo menos? – Ele disse para mim, irônico.

Fui até ele, com passos leves e pesados ao mesmo tempo. O empurrei na parede com força.

- Meu nome não é Fúria. – Disse e vi que ele congelou – Meu nome é Stefany. Stefany Michaelis Collins. Você machucou Annabelle, não morra Merle, não antes deu me vingar.

Ele não falou nada.

- Aquele homem, que fugiu. Você o conhece. – Falei com sangue nos olhos. – Um velho amigo nosso, se me lembro bem, ele lhe derrubou e te algemou numa barra no telhado.

Merle riu, com aquele tom irônico nojento que ele tem.

- Não ria, não desperdice saliva. Você vai precisar de muita logo mais.

- Você late mais não morde. – Ele disse cuspindo as palavras na minha face.

- Se você pensou que a Fúria era maldosa é por que não conheceu o meu outro lado. Conte ao Governador, Dixon, que eu lhe mato. Não duvide.

- Ok. Ok. – Ele disse meio que se rendendo. – Meu irmão também está aqui? Você o viu?

- Não ligo para seu irmão, se você quer saber, espero que ele morra, lentamente. – Disse me afastando um pouco mais. – Quero que você sinta o que eu senti ao saber que fui seqüestrada por idiotas.

Sai de lá e fui até a casa do Governador, nada melhor do que voltar e mentir sobre tudo, não acha?

Abri a porta principal e andei pelos corredores, assim que cheguei na sua porta, estava aberta e podia-se ouvir um choro ao fundo, não aquele choro de criança, choro de mulher, um choro masculino. Governador? Não, a ultima vez que o vi chorar foi no aniversário de sua falecida filha, Penny.

Enquanto pensava, já havia entrado e seguido o som do choro. Ele levava ao quarto secreto dele.

Poucos entraram, poucos mesmo.

Já no começo, via-se água avermelhada e normal com cacos de vidro espalhados. Assim que entrei no quarto, vi uma mulher agachada, com os cabelos loiros, medianos e ondulados. Governador estava na sua frente, segurando... Penny? Penny já faleceu, a não ser que... Não, Governador faria de tudo para deixar o corpo de Penny ainda vivo, ele daria sua vida por ele. A pessoa deve ser desumana. Gosto desse tipo.

Governador ainda chorava, fui até ele e me agachei ao seu lado. A mulher me olhou e olhei para ela, mas desviei logo em seguida. Não posso ser pega, não agora.

Olhei para o Governador, seu olho.

- Philip, olhe para mim. Vamos. – Exigi. – Vamos, olhe para mim. – Disse séria, ele olhou ainda manhoso. – Faremos um enterro digno para ela, apenas deixe-me lhe levar para a Enfermagem, por favor, precisamos de você aqui. – Ele desviou o olhar e voltou a chorar. – RECOMPONHA-SE HOMEM! – Pensei em dizer. – Philip, ande.

Ele se aproximou de mim e falou baixinho.

- Não deixe verem Penny. – Ele sussurrou. – Não a enterre. Faça o que sempre fazemos.

- Sim senhor, quer que eu faça agora? – Perguntei ele assentiu. – Se puder, acompanhe-o para a enfermagem.

- Por que você não pode ir? – A mulher perguntou.

- Tenho uns assuntos pendentes agora, por gentileza, só o acompanhe. – Falei pegando delicadamente o corpo de Penny no colo.

- Use os lençóis da minha cama. – Governador disse limpando algumas lágrimas.

Assenti e levei o corpo até o quarto do Governador, Penny não é nada leve.

A coloquei sobre os lençóis e a enrolei, tudo delicadamente. A peguei no colo novamente.

- Andrea, só um minuto. – Governador pediu e se dirigindo até mim. – Seja bem vinda. – ele disse e sorriu de lado.

- Nunca sai daqui senhor e não pretendo sair, logo, preciso tratar de um assunto sério. Em particular.

- Na enfermagem conversamos Fúria.

- Sim senhor. – Disse e sai com o corpo de Penny nos braços.

A levei até os fundos, entrando em um galpão vazio, a coloquei dentro do freezer junto com os outros corpos, Bom. Woodbury não mudou nada.

Logo, fui até a enfermagem a procura de Philip.

Assim que entrei lá, pude notar onde estava, homens estavam do lado de fora. Entrei na sala e vi Doutora Stevens cuidado do olho de Governador.

- Não está nada bom, o vidro fez muito estrago. – Doutora Stevens disse.

- Eu preciso sair daqui. – Governador disse.

- Não ainda não. – A doutora respondeu.

- Licença– pedi, atraindo olhares até mim. – Podemos conversar governador? Em particular.

Governador assentiu se sentando, Doutora e a moça saíram da sala, a fechando em seguida.

- Fez o que pedi?

- Sim, tem certeza que não quer um funeral? Cavamos uma cova com direito a... – ele me interrompeu.

- As pessoas pensam que Penny já está morta, um funeral fará com que eles percam a confiança, um zumbi dentro de Woodbury fará com que todos se sintam desprotegidos.

- Eu sei, poderíamos fazer um funeral só para você, que você se despeça dela direito.

- Não, melhor esquercemos de tudo isso.

- Como quiser, como sabe, não vim aqui para falar sobre isso vem para falar de Merle.

- O que tem ele?

- Ele está pensando em ajudar o irmão, ele está aqui, ou esteve.

- Está, ele foi pego pelo Richard e pelo Gordon.

- Merle não é confiável, sua lealdade não está aqui está com o irmão, todos estão em perigo aqui.

- Como pode ter tanta certeza?

- Assim que me viu, ele me pediu ajuda. Ele pensou que eu queria sair daqui, de Woodbury. Ele disse que iria sair daqui assim que desse chance, sairá com o irmão.

- Tem certeza fúria?

- Absoluta e também, o grupo que conseguiu escapar daqui, o grupo do irmão, eles vão voltar para pegar seu homem.

- Vamos estar preparados.

- Não. – disse o assustando – Não os matem, preciso deles vivos.

- Por que? – Ele perguntou indignado.

- Vou ir com eles, me farei de indefesa, pedindo para sair daqui, eles me aceitaram.

- E se não aceitarem?

- Matarei quantos puder.

- É arriscado, se duvidarem de algo. Precisamos de você viva Fúria.

- Não vão duvidar, só preciso de algumas armas, vai ser uma espécie de troca.

- Não vou te dar armas para entregar ao inimigo.

- Eu vou matar eles um por um, vou deixar você sempre informado. Assim, você fará um ataque surpresa.

- É um plano brilhante, Fúria. Pegue algumas armas com Martinez e fale para todos se encontrarem na fogueira em 30 minutos.

- Como quiser. – Disse dando de ombros. – Não confie em Merle, ele vai armar para cima de mim pois sabe que eu contaria pro senhor mais cedo ou mais tarde. – Terminei minha fala e sai do quarto do Governador.

[...]

Minha mala já estava pronta, algumas peças de roupas e armas, junto com um pouco de comida e água. Vou ver minha família.

Desci as escadas de meu aposenta, exausta. Assim que cheguei no térreo me direcionei a fogueira, onde todos esperavam, menos Governador que ainda não tinha chegado.

Andei lentamente, com os olhares curiosos sobre mim.

- Fúria! – O pequeno garotinho sem nome se jogou em cima de mim. – Você acordou.

- É. – respondi correspondendo o abraço que o garoto me deu. – Posso perguntar uma coisa?

- Sim. – ele respondeu.

- Qual o seu nome? – assim que perguntei ele afastou um pouco seu rosto de meu peito.

- Christopher. – Assim que disse, uma forte dor de cabeça surgiu. – Tudo bem Fúria?

- Sim, sim. Meu nome também não é Fúria.

- Qual o seu nome? – Os olhinhos dele brilharam.

- É segredo, não conte para ninguém.

- Eu juro!

- Meu nome é Stefany.

- Que nome bonito. – ele disse. – Vai embora? – Fez cara de choro.

- Por um tempo, mas logo estarei de volta.

- Não demore. – ele me deu outro abraço apertado, o coloquei no chão e ele correu para sua mãe. Fui até a ponta de um dos bancos, ao lado da mulher loira. Merle estava em pé, ao lado de Martinez. Ambos me olharam, porem Merle me olhou feio, dei de ombros.

Governador chegou, fazendo a atenção se voltar a ele e seu olho.

- O que posso dizer? – Governador perguntou, fazendo o silêncio reinar, tudo que se ouvia era as chamas das fogueiras. – Não temos uma noite assim, faz tempos, eu achei que tínhamos passado, passado os dias que quando ficamos com medo em frente a televisão. Os medos que tínhamos nos primeiros dias da epidemia, tiveram medo essa noite também. Falhei com vocês. Prometi menti-los a salvo... Bom, olhem para mim... Sabe eu, vivi dizendo que estavam a salvo, que amanhã enterraremos nossos mortos. Estou com medo. Estou com medo de terroristas que querem o que temos. Querem nos destruir. E o pior. Um desses terroristas é um dos nossos.

Meu sangue gelou, me senti imóvel por segundo, será que desconfiou de algo? Por outro lado, ele pode ter acreditado na história do Merle. Encarei aquele ser desgraçado, que sorria vitorioso.

As pessoas falavam coisas como ‘’ Não acredito! ‘’; ‘’ Nossa! ‘’. ‘’ Meu Deus! ‘’

- Merle. – Governador falou apontado para ele, fiquei aliviada por alguns estantes.

Martinez apontou sua arma para ele, cumpri meu papel e levantei meu arco.

- Um homem com quem eu contava! – Governador falava com sangue nos olhos. – Em quem confiava!

Desci do banco e andei até Merle, tirei seu revolver de sua calça, enquanto outros homens tiravam a faca de sua mão decepada.

- Ele os deixou entrar. – Governador continuou, Merle olhou para mim com raiva. Eu sorri vitoriosa. – Você mentiu! Traiu todos nós!

Um outro homem foi chegado, com um saco por cima da cabeça. Merle foi empurrado para ele.

O homem se debatia como um animal selvagem.

- E esse. – Governador disse apontando pro homem com o saco sobre a cabeça. – Um dos terroristas, Ah? – Governador pegou o homem pelo braço e tirou o saco de sua cabeça. – ELE É IRMÃO DO MERLE!

Merle e o homem se encararam, espantados. O homem, tal irmão do Merle, olhou em volta e deixou seus olhos sobre a mulher loira, ou melhor, Andrea.

Andrea também o olhou, estava em estado de choque.

- O QUE DEVEMOS FAZER COM ELE ENTÃO? – Governador perguntou.

- MATEM! – as pessoas gritavam.

- AH? O QUE VOCÊS QUEREM? – Governador insistiu.

- Uma luta pela vida! – Sugeri. Atraindo a atenção – Ambos lutaram até a morte, lutaram pelo direito de viver.

O homem me olhou, de longe percebi seus olhos claros. Olhos familiares. Eu abaixei meu arco e senti pena ao dizer para lutarem. Passei a mão pelo rosto, levemente chacoalhei minha cabeça, tentando afastar os pensamentos. Voltando meu olhar, o homem ainda me olhava, em sua bochecha direita, tinha um corte. E a dor de cabeça voltou com mais intencidade, me dando uma leve tontura, por alguns segundos me senti fraca, indefesa.

Alguém me segurou antes deu desmaiar, olhei era Martinez.

- Obrigada. – sussurrei.

- Está bem? – Martinez perguntou.

- Sim, sim. Só uma leve tontura.

- Você não come a um bom tempo, deve ser isso.

- Pode ser. – respondi voltando minha atenção ao Governador.

- Tudo bem Fúria? – Senti raiva ao ouvir esse nome, Governador perguntou com um certo tom preocupado.

- Sim, só tontura. – respondi. – Continue.

Merle olhou para mim, raivoso, sangue nos olhos.

- Você merece. – Disse sem emitir som, pelos lábios. O vi que ele entendeu. – Sofra o que sofri. – Continuei.

- SÓ UM SAIRÁ VIVO. – Governador gritou.

- Não queria seu irmão, Merle? – perguntei em voz alta. – Aproveite enquanto o tem.

Pov Daryl

-Não queria seu irmão, Merle? – Aquela mulher, a tal Fúria, disse. – Aproveite enquanto o tem.

Fúria, onde ouvi esse nome?

Ela não me é estranha, seus olhos, já os vi antes, o que me confunde são seus cabelos loiros, curtos. Onde eu a vi?

As pessoas gritavam acabem com eles e coisas do gênero. O que não acredito é Andrea está aqui.

Merle e eu trocamos olhares, Andrea se rebelou tentando impedir o tal Governador.

Pov Stefany

Andrea deu uma de louca e tentou impedir, antes dela encostar no Governador, eu a puxei.

- Não estrague nada. – Disse. – Faça algo que estrague isso e eu lhe coloco no meio dos zumbis. – Ameacei ela.

- Ele é meu amigo! — Desafiadora, Andrea disse

- Não sou eu que decide isso! O povo decidiu. – Governador disse. – Eu lhe perguntei onde estava sua lealdade e você disse aqui, então prove. – Governador falava com Merle, enquanto o outro homem era desamarrado – Prove para todos nós, Irmão contra irmão. Só um sairá vivo. LUTEM!

O pessoal não ficava atrás, eles queriam mesmo uma luta.

O homem voltou a me olhar, como se pedisse ajuda, como se soubesse quem sou eu. Estava com pena? Não, Merle merece, se seu irmão está no meio a culpa não é minha.

- VOCÊS ME CONHECEM! – Merle disse, atraindo minha atenção. – E SABEM, QUE MINHA LEALDADE – Ele falou dando um soco em seu irmão, fazendo-o cair no chão. – ESTÁ NESSA CIDADE. – Ele chutava o corpo de seu irmão, enquanto lutavam, zumbis era levados para lá, não os zumbis que usávamos nas nossas batalhas, esses zumbis tinha dentes, estavam famintos.

Agora, ficou pesado. Não quero que ele morra por zumbis, não antes de sofrer. Eles pararam de lutar no meio do nada e ficaram de costas um pro outro e começaram a lutar contra os zumbis.

De repente, um disparo.

- Essa é minha deixa. – Pensei levantando meu arco, uma bomba, daquelas usada na guerra mais cedo, foi jogada no meio do pessoal.

Com o meu arco levantado e uma flecha no meio, comecei a atirar nos zumbis, logo avistei Merle.

- Ande logo, pegue seu irmão e saiam daqui. – disse acertando um zumbi com minha faca.

- Primeiro você fica contra mim e agora esta me ajudando, você é louca. – Merle disse acertando outro zumbi.

- Ande logo Merle! – Exigi, Merle, seu irmão e eu corremos para onde Rick se encontrava, no meio disse, o irmão de Merle pegou sua besta com um dos homens, que foi nocauteado por Merle logo em seguida.

- Para trás! – O homem disse para mim, apontando sua besta para minha face.

- Eu vou com vocês.

- Não, você não vai.

- Sim eu vou! – Disse olhando para ele, tirando a besta de minha face e passando por ele. – Rick, vamos logo antes que Governador os veja.

- Achei que ia demorar mas para voltar. – Rick disse correndo junto a mim.

- Mas tarde eu explico. – Disse correndo, colocando meu arco junto a Aljava e pegando as metralhadoras.

Corremos até o ônibus, entre a cerca e ele.

- Todos estão na arena, temos que sair por aqui. – Merle disse.

- Você não vai a lugar nenhum conosco. – Rick disse.

- Você vai querer discutir isso agora é? — Merle perguntou.

- Vamos logo! – O irmão de Merle disse.

Fomos para o lado de fora, após os limites de Woodbury, matando os zumbis que estavam em nossa frente. Corremos, deixando alguns zumbis para trás.

[...]

Um certo tempo correndo pela mata e logo avistei um carro, logo em seguida ouço alguém chamado Rick, uma voz reconhecida, Glenn.

- Rick! Graças a Deus. – Glenn falou.

- A gente tem um problema sério aqui. – Rick disse e uma mulher negra, tirou sua katana e correu até Merle – Ei ei ei!

As pessoas gritavam ‘’ Abaixa a arma ‘’

- Ele tentou me matar! – foi o que a mulher disse.

Glenn também discutia, todos estavam naquele caos de sempre, meses se passaram e nada mudou.

- CALEM A BOCA! CARALHO, MESES SE PASSARAM E VOCÊS AINDA DISCUTEM COMO PRIMITIVOS? – Gritei estressada.

- Quem pensa que é para falar assim? – Glenn perguntou, irritado – Chegou aqui pensando que é quem?

Eles voltaram a discutir.

- Ela tem razão, parecem primitivos! – Merle disse.

- Não mais do que você com aqueles loucos! – O irmão de Merle disse.

Merle começou a provocar a mulher tudo que vi no final foi ele passando a língua pelos lábios, olhando maliciosamente e falando.

- Ele está dando uma bela calibrada em sua amiga.

Meu sangue ferveu, senti ódio.

Eu respirei fundo e fechei meus olhos por alguns segundos.

- Pelo menos ela faz isso por que quer e não porque ela foi obrigada. – Foi o que disse, atraindo atenção de Merle. – Se eu voltar para Woodbury e não a encotrar, Merle, cara, você vai morrer. – Sorri sinicamente, me aproximando mais de Merle. – Se Annabelle estiver morta ou ferida, vou cortar isso que você chama de pênis e enfiar ele no seu cu seu animal.

- Tá estressadinha Fúria? Tá? – Ele falou fazendo bico.

- Perdeu o medo de morrer Dixon?

- Nunca tive medo, ainda mais de você, Furiasinha. – Ele falou levando suas mãos próximas de minhas bochechas, com a intenção de apertá-las, as bati com força e coloquei minha faca em seu pescoço.

- Meu nome não é Fúria, é Stefany e você sabe disso. – Falei Apertando minha mão em seu pescoço.

Notas finais
~ Pãm, pãm, pãm, pãm, Pãm ~

O tão esperado encontro foi nada mais e nada menos do que uma troca de olhares, foi pouco eu sei, todos esperavam que Stefany lembrasse de Daryl, mas um pouco de suspense não mata :3 Vou tentar postar mais rápido, ia postar na segunda mais fiquei lotada de trabalhos.
Bye bye!