Apocalipse

3 Conhecendo gente nova...


Notas iniciais
SOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORRY, DESCULPEM MESMO! Eu não esqueci de vocês não, é que eu viajei e fiquei sem Internet :C Minhas aulas acabaram hoje, então sou toda de vocês! Boa Leitura e ATÉ as notas finais.

Falei para o pessoal de dentro do carro descer.

– Emily, esse é o Gleen; T-Dog; Dale; Amy e Andrea; Sophia, Ed e Carol; Jacqui; Miranda, Morales e seus filhos; Lori e Carl; Jim.

– Agora eu vou apresentar meu pessoal. – falei.

Virei-me para eles.

– Jason, Stefany, Lily, Ben, Ashley e Andrew.

Eles se cumprimentaram.
Eu e o Ben ficamos conversando.

– E o meu pai? – perguntei

Ele abaixou a cabeça – Ele... Está morto. – meus olhos se encheram de lágrimas. – Ei, Emily, Eu sei que é triste. Meus pais também morreram. – ele me abraçou, eu retribui o abraço. – Mais ele morreu salvando vidas de pessoas inocentes. Ele está em um lugar melhor. – ele me deu um beijo na testa.

Eu e o Ben nos conhecemos dês dos sete anos. Ele é meu amigo e tal.
Soltamos-nos e nos reunimos com o pessoal.

– Para sobreviver — começou Shane – Devemos ter tarefas, para que tudo de certo. Exemplo, a Andrea, a Amy, Lori, Carol e a Jacqui lavam as roupas e fazem comida. O Resto protege o local – ele olhou para mim – Toda noite duas pessoas, pelo menos ficam de guarda em caso que aquelas coisas... Se aproximem.


– Então quer dizer que, nós. Mulheres fazemos o trabalho pesado e vocês. Homens ficam descansando. É só da um tiro na cabeça desses infelizes e eles caem. Nem precisa se levantar! – Minha mãe se rebelou. Ela odiava, Odiava mesmo quando as mulheres fazem o trabalho pesado e os homens ficam calados.


– Cala a boca. – o tal de Ed falou. – Nós fazemos o trabalho braçal, vocês só fazem o que sempre fizeram. Lavam e cozinham. Vocês deviam ao menos agradecer, nós salvamos vocês varias vezes.


Minha mãe abriu a boca para dar uma de suas patadas monstro mais o Ed a interrompeu

– CALA A BOCA VADIA, FICA QUETA IDIOTA. – ele se levantou. Saquei minha arma e mirei em uma cabeça

– Sua mãe não te ensinou respeito não Troxa? – falei e ele me encarou. – Nós mulheres, somos o Sexo forte, nós mulher conseguimos fazer tudo que vocês conseguem fazer. Estamos no século vinte e um nós fazemos o que bem entendemos. – falei e ele me olhou, com ódio. – Peça desculpa a minha mãe. Ela não é nenhuma vadia pra você falar assim com ela.

– Você tem razão, ela não é vadia nenhuma para eu falar assim com ela. – ele falou, olhei para minha mãe vitoriosa. – Você que é a vadia. – meus olhos se encheram de raiva. Recarreguei a arma.

– Ei, EI! Sabemos que o Ed não é flor que se cheire. Mas precisamos dele! – o Shane falou entrando na frente da arma. Abaixei-a.

Preferi não discutir mais. Desde que minha família esteja segura, por mim está ótimo.
Deixamos a Ashley, o Andrew e o Jason brincando com a Sophia, o Carl e os filhos do Morales. O Jim cuidava deles.

Eu, a Sté, Lily, Jacqui, Amy, Andrea, Lori e a Mirando começamos a lavar as roupas.

1 mês depois.

Estávamos nos virando bem, toda a semana o Gleen saia para buscar suprimentos, estávamos ficando sem. Novas pessoas se juntaram ao grupo, Daryl e Merle Dixon; e um pessoal que eu mal conhecia. Nossos planos de irmos pro CCD havia deixado em espera. O Shane falou que logo uma equipe de busca iria até nós. Como estávamos seguros, decidimos ficar.

– Ei, Emiy! – era o Gleen, ficamos amigos bem rápidos.

– Oi Gleen. – falei. – Posso ajudar? – falei ainda mexendo na panela.

– Estou indo até Atlanta.

– E eu com isso? – perguntei irônica.

– Estou levando pessoas, dessa vez pegaremos roupas também.

– Hum. – falei – E você quer que eu vá junto?

– Isso, faz aquela roda que você faz toda noite para vermos quem irá.

– Ok. – me levantei

Fiz o pessoal fazer uma roda em volta da fogueira.

– O Gleen está indo até Atlanta e precisa que mais gente indo com ele. Alguém aceita ir?

Pov Stefany

Estava conversando com a Lori, era é bem legal. Fiquei amiga de todos bem rápido, menos do Ed (ele não presta como amigo, ele bateu ontem na Carol, o Shane deu uma surra nele. Ele nem ousa mais sair da barraca). Também não fiquei muita amiga do Daryl e do Merle. Dois caipiras, sem bem que... o Daryl é bem bonito... STÉFANY! NÃO VIAJA.

A Emily inventou de fazermos uma de suas rodas esquisitas.

– O Gleen está indo até Atlanta e precisa de mais gente indo com ele. Alguém aceita ir? – ela falou andando em volta da fogueira, que nem estava acesa.

O Morales, a Andrea, a Jacqui, o Merle e o T-dog se candidataram.
Esse é o meu momento de fazer algo a não ser lavar e cozinhar.
Levantei a mão.

– Tem certeza? – a Emily falou, assenti com a cabeça.

O Darly se levantou sem mais nem menos.

– Vou caçar algo em caso que essa missão falhe – ele olhou para mim e depois olhou para o resto – Boa sorte pra vocês. – ele falou como se estivessem zoando de mim.

– Então o Morales, o T-Dog, o Merle, a Andrea, a Jacqui, o Gleen, eu e a Stefany vamos. – a Emily falou.

– Não, você não vai Emily – falei, ela me olhou confusa – Fica aqui, vai ser melhor, dessa vez eu vou e na próxima é você.

– Mas... – eu a interrompi.

– Fica, é sério. A mamãe não se sente muito bem, você sabe. Fique aqui e cuide dela – olhei para ela com olhinhos de cachorro que caiu da mudança. – Por favor.

– Tá – sorri vitoriosa – Mais na próxima sou eu!

Entramos no carro. Em pouco tempo chegamos a Atlanta.
Descemos apressados e em pouco tempo, quatro zumbis se aproximaram. Merle matou dois, Morales um e o T-dog o outro.
Entramos em uma loja e trancamos a porta que entramos, pegamos algumas coisas.

Pov Emily

Descobri o nome de uma das pessoas que acabou de chegar ao acampamento. O Nome dela é Sara, não fui muito com a cara dela, ela ia aprontar, eu sei disso!. Decidimos que: Só quem está de guarda fica com as armas. Era mais seguro, ou eu podia dar um tiro no meio da cabeça do Ed. Ele é um idiota.
A Sara, não sei como está de guarda com outro garoto novo. BEEEEEEEEEEEEEEM gato.
Eu e as meninas ficamos lavando a roupa, em quanto o Carl e o Shane brincavam na água.

– Ei! Olhem ali em cima! – a Amy falou, olhamos.

Dois aviões militares passaram correndo por cima de nós.
Corremos atrás deles e começamos a gritar. Espernear para eles nos vissem. Olhei em volta e vi todos lá, menos a Sara e o garoto Gato.

– DROGA! –gritei e corri até onde o Trailer do Dale ficava. Subi até onde se encontrava o guarda sol e as cadeiras para ficarem de guarda. Não tinha ninguém lá. – DROGA! – chutei a cadeira. Corri até a onde guardavam as armas. Não havia mais nada lá. – Mais que droga! – gritei e chutei o Trailer. Meu pé doeu.

– O que aconteceu? – o Shane falou – Cadê a Sara? E o Fred?

– AH, eles tão aqui no meu bolso – puxei o bolso da minha calça – Olha aqui. – falei irônica – ELES FUJIRAM COM AS ARMAS SEU LERDO! – gritei

– DROGA! – o Shane gritou e chutou o Trailer.

– Ei! Eu sei que é ruim mais não descontem sua raiva no meu Trailer! – o Dale falou.


Pov Stefany

Pegamos o que conseguíamos e colocávamos na mala, alguns zumbis já estavam na porta.

– Vamos! Rápido! – o Gleen falou.

Começamos a ouvir tiros.

– MAS O QUE? – falei – DROGA!

Corremos até o telhado. E vimos um cavalo correndo, com um policial/xerife em cima dele. O cavalo caiu e o policial foi para debaixo do tanque.

– Ele morreu e nós também! – a Andrea falou.

Mais zumbis viam até a porta.
A porta de cima do tanque abriu e saiu o policial/xerife de lá.

– Ele está vivo. – falei

– Eu vou ajudar ele. – o Gleen falou.

– VOCÊ É LOUCO, VAI ACABAR SE MATANDO! OLHE QUANTOS ZUMBIS! – o Morales falou.

Ele desceu as escadas correndo. Fomos atrás dele.

Quando nos dermos conta, ele não estava mais lá. Voltamos a pegar mas coisas. [...]

Mais zumbis se formavam e nada do Gleen, até que o rádio toca.

‘’ — Voltei estou com uma pessoa e quatro zumbis no beco. ’’ – era o Gleen.

O Morales e o T-Dog saíram e logo voltaram com o Gleen e o policial/xerife

– Desgraçado! Devíamos matar você! – A Andrea falou empurrando o policial/xerife para algumas caixas de papelão e apontando, sua arma xodó para ele.

– Calma Andrea! Pega leve – o Morales falou.

– Andrea Calma – a Jacqui falou

– ME ACALMAR? TÁ DE BRINCADEIRA, NÃO É? VAMOS MORRER POR CAUSA DESSE IMBECIL! – ela gritou e o Morales se aproximou dela

– Andrea, eu falei para pegar leve – Morales falou calmo e sério.
Ficamos alguns segundos em silêncio, a Andrea ainda apontava a arma para a cabeça do policial/xerife.

– Então Atira logo. – O Morales falou e a Andrea se afastou.

– Estamos mortos, todos nós! Por sua causa – ela falou quase chorando.

– Eu não entendi. – o Xerife falou.

– Olha – Morales falou pegando no braço do Xerife e o puxando. – Viemos à cidade para buscar suprimentos, sabe qual é o conceito de suprimentos? Sobrevivência sabe qual é o conceito de sobrevivência? Entrar e sair em silêncio, quetos, não ficar dando tiros na rua – estávamos indo para a parte da frente – Como se fosse um caubói.

– Todos os zumbis a quilômetros daqui ouviram seus tiros – T-Dog falou. Raramente ele fala.

– Você tocou o sino do jantar. – a Andrea falou.

Fiquei quieta em todos os momentos, ele me parecia muito alguém, não sabia quem.

– Você entendeu agora? – o Morales falou

Os Zumbis começaram a se rebelar. Um chegou com uma pedra na mão. E começou a bater no vidro.Os Vidros aos poucos caiam.

– Meu deus! – a Andrea e eu falamos juntas nos afastando um pouco de onde estávamos.
Afastamos-nos bem da porta.

– Mais o que é que você está fazendo lá fora? – finalmente falei algo.

– Tentando avisar um helicóptero – ele falou.

– Helicóptero? – o T-Dog falou. – Não tem helicóptero aqui não cara, se viajo.

– Tava tendo uma alucinação, imaginando coisas. Acontece – a Jacqui falou.

– Acontece que eu vi. – ele falou ficando estressado.

– Ai, tenta o rádio. Consegue falar com os outros? – Morales falou olhando para o rádio que T-Dog segurava.

– Outros? O centro de refugiados? – o Xerife falou.

– É o centro de refugiados, talvez tenha biscoitos no forno esperando por nós. – a Jacqui falou irônica, não me contive e soltei uma risadinha.

– Aqui não tem sinal, talvez no telhado – T-Dog falou.

Ouvimos um tiro.

– Ah não! – falei junto de Andrea – É o Dixon – Andrea falou só.

– Droga! Vamos – Morales falou.

– O que ele pensa que está fazendo? – Jacqui falou

Corremos até o telhado.
Subimos correndo as escadas e mais um tiro.
E mais um.
E outro.
E mais um.
Morales abriu a aporta com um chute.

– O Dixon, ficou louco? – Morales falou e o Merle riu ironicamente.

E mais um tiro

– AH DROGA – falei

Ele riu novamente – EI! É melhor ser educado com um homem armado. AH? AH? – ele riu novamente – Questão de bom senso.

Lembrei-me de minha arma. DROGA! Eu a deixei em cima de uns papelões.
Olhei em volta para ver se tinha algo para eu atacar no Dixon, até que avistei uma pilha de armas atrás do Dixon, todas as nossas armas estavam lá. Menos a arma Xodó da Andrea. Pensei em pedi-la mais ela iria dizer que não.

– CARA! TÁ ATRAINDO MAIS ZUMBIS PARA CÁ CARA, DÁ UM TEMPO! – o T-Dog se rebelou. Correu até o Dixon e ficou de frente para ele.

– Ei! Já não basta esse chicano enchendo o meu saco o dia todo, e agora eu vou acatar ordens de você? – ele falou indo em direção ao T-Dog. – Acho que não Brou. Tá pra nascer o dia.

Fiquei observando a cena.

– Tá pra nascer o dia? – o T-Dog falou – Se tem alguma coisa pra me dizer Brother? – ele falou apontando para si mesmo.

– Deixa pra lá... – o T-Dog o interrompeu com um Não. – Não vale a Pena, agora Dixon, relaxa tá bom? Devolvas nossas armas – ele olhou para as armas. – Já temos problemas de mais. – O Gleen e o Xerife se entreolharam.

– Quer saber o dia? – Merle falou se aproximando ainda mais do T-Dog

– Quero.

– Eu vou te dizer o dia então iou – ele fez uma pose de raper – Vai nascer o dia que eu vou receber ordens de um criolo.

– SEU FILHO DA – o T-Dog se jogou no Dixon. Eles começaram a lutar, o Dixon deu um soco no T-Dog.

O Xerife tentou apartar a briga, mas o Dixon o empurrou com um soco, onde as armas se encontravam.

TODAS as armas caíram.

– NÃAAAAAAO! – gritei junto de Morales.

– MERDA! – gritei correndo até o local em que as armas se encontravam.

Nós a vimos caindo, cada vez mais. Até caírem em cima de um zumbi, que caiu também.
– Um zumbi a menos – falei meio que irônica – para nos preocuparmos.

Voltamos a olhar para a Briga.

– PARA COM ISSO! CHEGA! – A Jacqui gritou.

Eles continuaram a lutar, o Dixon empurrou o T-Dog que bateu a cabeça em um dos canos. O Morales foi tentar, apartar a briga e levou um soco na barriga.

– PARA! VOCÊ VAI MACHUCAR ELE! PARA DIXON! – A Jacqui e a Andrea falaram, não juntas, mais falaram como completando a frase uma dá outra.

– PARA! NÃO! – gritei

O Dixon chutava o T-Dog.
Ele subiu em cima do T-Dog e começou a dar socos nele.
O Dixon sacou uma arma, que era mim, da calça e apontou para o T-Dog.

– Não não não, por favor. – falei

Dixon olhou para nós e voltou a olhar para o T-Dog.
Ele deu uma cuspida em seu peito e espalhou um pouco.

– EH, OK, TÁ LEGAL – ELE COMEÇOU A SE LEVANTAR – VAMOS TER UM PAPINHO AGORA. – ele se levantou. – TÁ CERTO? UH? VAMO FALAR. SOBRE QUEM TÁ NO COMANDO.- puxamos o T-Dog para longe do Dixon. — EU VOTO EM MIM. ALGUÉM MAIS? UH? É A DEMOCRACIA PESSOAL. LEVANTE AS MÃOS. UH? TODOS A FAVOR? – O Morales, a Andrea e a Jacqui levantaram as mãos. O Gleen levantou depois – Todos a favor? Eh, isso mesmo – levantei minha mão. – UH, quer dizer que eu sou o chef, não é? Uh. Alguém mais? UH? Mais alguém?

– Eu. – o xerife falou e bateu a arma na cabeça de Merle.

Merle caiu no chão. O Xerife algemou o Dixon em um dos canos finos.

– Quem é você cara? – o Dixon falou

– Policial Cara – o Xerif... Policial falou. Ele pegou a arma do Merle – Olha aqui, as coisas são diferentes agora, não tem mais negros e muito menos branquelos lixos como você. – e o Dixon olhou para ele com desprezo – Só carne branca e carne escura. É agente e os mortos. Vamos sobreviver trabalhando juntos. Não separados.
Dixon se virou para ele.

– Vai se ferrar.

– Eu já vi que tem dificuldades para aprender as coisas.

– É, Vai se ferrar outra vez.

– Melhor ser educado com um homem armado. – ele colocou a arma na cabeça do Dixon.
Olhei para ele com uma cara de TOOOOOMA TROXA.
– Questão de bom senso.

– Você. Não Atiraria. É policial.

– Tudo que eu sou agora, é um homem procurando sua esposa e filho.

O Policial se levantou e foi até a sacada, o Morales foi atrás dele.
Ficamos cuidando do T-Dog.

[...]

O Policial se chama Rick, Rick Grimes. EU TENHO CERTEZA QUE EU JÁ VI ELE!
O Merle ainda continuava preso e eu tentava falar com o Rick que aquela era um péssimo plano.

– ISSO NÃO VAI DAR CERTO – eu gritei

– Você disse que eles sabem quem está morto e quem está vivo, eles cheira a cadáveres nós não, então se nos cobrimos de coisas desse tipo – ele apontou para os zumbis – Iremos passar por eles rapidinho.

– Depois não me diga que eu não lhe avisei, — falei e ajudei a trazerem um dos corpos para dentro.

Notas finais
Mereço Rewies? =3