Apenas mais Uma de Amor

29 Capítulo 29 - As coisas acontecem.


Notas iniciais
Eu "adiantei" um pouco o tempo, mas espero que as coisas fiquem claras no decorrer do capítulo.

3 meses depois…

Pois é, 3 meses se passaram e cá estou... bom, primeiro vou explicar algumas coisas que provavelmente devem estar confusas.

Nesses 3 meses eu aprendi a superar mais a ausência da Bruna, é claro que é inevitável pensar às vezes sobre isso, mas já não me causa as mesmas sensações de antes, tirando a de tristeza e decepção, enfim, estou, digamos, muito bem, falar assim pode até parecer frieza, mas eu prefiro me manter assim quanto a isso.

Deixa-me falar sobre a Amanda, provavelmente pensariam que nós estamos ficando ou até mesmo namorando, mas não, nem um, nem outro. A nossa amizade cresce a cada e não posso dizer que ela não mexe comigo, eu já assumi isso pra mim mesma, e eu sei também que ela sabe disso, mas ela se “segura”, quero dizer, é claro que ela sempre que pode fala alguma coisa e deixa a entender que gosta de mim, e poderiam até pensar que a Amanda é devagar quase parando, mas eu prefiro assim, ela consegue respeitar meu tempo, e não me cobra nada, apesar de que, pode ser que mais pra frente ela venha a “cobrar” uma posição minha. Uma coisa que ela passou a fazer sempre é escrever músicas que ela gosta pra mim, eu acho isso lindo, me faz ficar encantada pelo jeito dela.

Agora o Pedro... Bom, o Pedro resolveu arriscar um relacionamento com a Raquel, assim que a mesma abriu o jogo e revelou seus sentimentos. Nós sabemos que ele ainda gosta da Amanda, mas decidiu tentar esquecê-la, ele até chegou a conversar sobre isso com a Raquel que não gostou muito, e passou a ter um ciúmes mortal da Amanda, mas quis ajudá-lo, então estão juntos há quase 2 meses.

Priscila continua louca como sempre, começou a ficar com um garoto, ele era até legal, sabe, mas do nada ela terminou dizendo que não queria mais, talvez quando tenha percebido que a coisa tava ficando mais séria.

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- SUUURPREEESAAA! – um coro de vozes disse assim que coloquei o pé na casa da Priscila. Hoje é meu aniversário, e agora tá explicado porque elas estavam estranhas o dia inteiro. Elas nem tocaram no assunto aniversário, nem elas, nem o Pedro, nem minha mãe, provavelmente fingindo que tinham esquecido, pra agora me trazerem “à força” pra cá e me deparar com esse bando de jovens me olhando, claro que alguns eu reconhecia por serem do colégio, mas outros pareciam que eu nunca tinha visto antes.

Como eu estava, eu fiquei, olhando cada rosto, e parada na porta, até que a Priscila veio.

- Acho que ela não escutou, gente! Vamos de novo! – ela disse levantando a mão e quando ela abaixou todo mundo gritou “surpresa” de novo e dessa vez eu tive que rir.

- Acho que tá bom agora! – Amanda disse pra Priscila.

De repente um monte de gente veio me cumprimentar, eu até me perdi na casa da minha melhor amiga, algumas pessoas até me deram presente, finalmente eu consegui sair da multidão e subir as escadas pro quarto da Priscila deixar esses presentes.

- Deixa eu te ajudar antes que você caia nessa escada. – Amanda disse aparecendo do meu lado do nada, já pegando algumas coisas da minha mão.

- Obrigada! – eu disse sem olhar

- Ufa! – eu disse sentando na cama e colocando as coisas em cima da mesma.

- E aí, gostou da surpresa? – ela disse parando na minha frente e sorrindo

- Claro! Vocês não precisavam fazer... – ela me interrompeu

- Que bom que gostou então! Ah, e agradeça à sua mãe, ela que ajudou na organização e nas coisas lá embaixo.

- Ah, é?!

- Sim. Antes que eu esqueça de falar, eu vou dar meu presente mais tarde! – ela disse sorrindo de novo

- E o que é? – eu perguntei curiosa

- Até parece que eu vou falar, né?!

- De qualquer maneira, não precisava!

- Acredite, vai ser um prazer pra mim! – ela disse dando uma risada que não entendi muito. – Ok, vamos descer agora? Afinal, você tem uma festa pra aproveitar.

- Eu já posso beber, quero dizer, baseada na lei! – eu disse levantando

- Bom, poder pode, portanto que se controle! – ela disse rindo

- E quando eu passei dos limites? – eu disse parando para olhá-la

- Espero que hoje não seja a primeira vez.

- Fica tranqüila!

- Ei, Daniela, quase que eu esqueço... – ela disse vindo na minha direção. – Parabéns! – ela disse e me abraçou. “Ela tá cheirosa!” eu pensei quando ela chegou perto

- Obrigada!

- Vamos? – ela disse, deu um beijo no meu rosto e me puxou pela mão pra fora do quarto.

Quando chegamos lá embaixo nos juntamos a um grupo que estava conversando.

- Ei, finalmente a aniversariante apareceu! – eu logo reconheci a voz antes mesmo de olhar

- Pois é! – eu disse dando um sorriso torto pro Carlos. Ele e a Amanda se falam todos os dias, querendo ou não, acabamos conhecendo ele também.

- Dani, deixa eu te dar um abraço, vem cá! – Pedro disse chegando perto e me abraçando – Parabéns!

- Obrigada, Pê!

- Parabéns, Dani! – Raquel disse me abraçando também

- Obrigada, Raquel.

Nós ficamos conversando um tempo e algumas pessoas chegaram também, eu nem sei de onde surgiu aquele pessoal, alguns vinham falar comigo e eu fingia os conhecer.

Eu olhei pra sala onde tinham algumas pessoas dançando e também tinha gente ficando. Eu nem reparei que tava distraída até alguém falar comigo.

- Então, você é aniversariante, né?! – um garoto disse com um sorriso enorme

- Parece que sim. – eu disse sorrindo também

- Acho que não nos conhecemos. Eu sou primo do Carlos. – ele disse dando uma olhada rápida pra onde o Carlos estava conversando com Amanda e Priscila.

- Ah, sim. – eu disse sem animação, por ele ser logo o primo do Carlos.

- Enfim, meu nome é Felipe. – ele disse estendendo a mão e eu a peguei

- O meu é...

- Daniela. – ele interrompeu sorrindo. – Como eu não saberia o nome da aniversariante?

- É verdade. – eu dei uma risada

- Quer dançar? – ele perguntou olhando pra onde as pessoas dançavam

- É, não, obrigada, tô bem aqui! – eu disse tentando reverter a situação

- Você que sabe. 18, hein?! Se sentindo livre? – ele perguntou risonho

- Ah, um pouco.

Ele ficou conversando comigo um bom tempo, eu comecei a reparar o interesse quando ele perguntou se eu tinha namorado, logo não sabia da minha sexualidade, até mesmo porque o próprio Carlos não sabia.

Eu reparei o olhar da Amanda algumas vezes, mas eu continuei parada, na verdade, eu nem dei bola pra ele, eu apenas fui educada, e nem tava falando muito. Apenas respondendo.

- Espera que eu já volto, vou pegar uma bebida. Você quer?

- Não, obrigada! – eu agradeci. Só quando ele levantou, eu reparei nele. Usava uma calça jeans, blusa listrada de manga que colava um pouco no braço, assim marcando um pouco os músculos, que também não eram muitos, e nos pés um tênis . E o Felipe, tinha olhos castanhos escuros, cabelos pretos, pouco arrepiados e é moreno claro.

- O primo do Carlos tá a fim de você. – Amanda disse sentando do meu lado e tomando um gole de Ice.

- Eu percebi. – eu disse um pouco sem graça

- Acho melhor você fazer algo à respeito, porque ele acha que você também tá.

- Eu não estou!

- Eu sei disso. Mas você não tem que falar isso pra mim e sim pra ele

- Eu nem to dando bola.

- Só de conversar sabendo que ele tá a fim, você já deixa uma esperança!

- Vou ver o que eu faço.

- É melhor ser rápida, não vai esperar ele tentar te beijar, pra falar.

- Você não devia estar tão preocupada, vai conversar com o seu amigo! – eu disse olhando para o Carlos.

- Isso é ciúmes? – ela perguntou sorrindo e o Felipe voltou na hora. – Sempre tem um pra atrapalhar! – ela disse baixinho pra mim

- Oi Amanda! – Felipe disse sentando do meu outro lado

- Oi Felipe.

- Vocês já se conhecem? – eu perguntei alternando olhares entre os dois

- Sim, Carlos nos apresentou. Também como eu não ia conhecer a menina que o Carlos tanto fala?! – ele disse rindo, deixando a Amanda sem graça e me fazendo revirar os olhos.

- Parece que o seu primo gosta mesmo da Amanda, né?! – eu provoquei

- Ah, sim. E como gosta. Mas por favor, não fala que eu contei. Apesar de quê, eu acho que você já imaginava, né Amanda?!

- É... – Amanda respondeu dando uma risada sem graça

- Pois então, assim como não precisa dizer que eu to super a fim de você, né?! – ele disse no meu ouvido, e na mesma hora eu me afastei.

- Bom, acho que... – eu comecei a falar

- Calma, linda. – quando ele ia tentar me beijar, a Amanda que provavelmente percebeu me puxou e inventou uma desculpa, deixando o Felipe com cara de babaca.

- Droga, Daniela! Eu falei que era pra você falar logo! – ela disse fechando a porta do quarto da Priscila e um pouco estressada

- Mas não deu tempo, quando eu ia falar...

- Quando você ia falar, aconteceu o que eu te falei!

- Foi... – eu disse olhando pro lado

- Desculpa, eu não devia ficar assim, ainda mais no seu aniversário. – ela disse chegando mais perto

- Não, tudo bem, você só quer meu bem.

- Só isso. – ela disse pegando a minha mão. – Sabe, Dani, estou pensando seriamente em dar NOSSO presente agora. – ela disse sorrindo

- Nosso? – eu perguntei confusa

- Vai ser um presente pra mim também! – ela disse mordendo o lábio

- E vai dar agora? – eu perguntei um pouco nervosa

- Não sei, você quer? – ela perguntou e me puxou pela cintura, me dando um beijo no pescoço que me arrepiou.

- Eu... – eu já tava gaguejando

- É só dizer se você quer ou não, meu amor. – ela disse mordendo meu pescoço, colocando a mão na minha nuca e puxando um pouco minha cabeça pra trás pra depois lamber e morder de novo. – Que cheiro gostoso! – ela disse cheirando

- Amanda...- eu disse engolindo seco

- Oi. – ela respondeu colocando a mão por baixo da minha blusa nas costas e arranhando de leve.

Nessa hora alguém entrou no quarto e nos soltamos numa velocidade incrível

- Sério, se mais alguém atrapalhar, eu mato essa pessoa!

Eu até ri desse comentário dela, quando nós olhamos pra porta, a Priscila estava parada nos analisando...

- Sério? No MEU quarto? – ela perguntou colocando a mão na cintura

- Fica tranqüila que se tivesse que acontecer alguma coisa, você atrapalhou! – Amanda disse indo no espelho se olhar

- Você tá muito cara de pau, Amanda!

- Nem tô! Apenas respondi. – ela disse virando e piscando pra Priscila

- Ei, Priscila, com certeza você não veio aqui à toa, então...

- Nem posso entrar no meu quarto? – quando nós não falamos nada, ela continuou. – Ok, vamos assoprar as velinhas! Vem logo, nada de sem vergonhice! – ela disse saindo, mas deixando a porta aberta na intenção de nos apressar.

- É melhor a gente ir antes que ela volte! – eu disse olhando pra Amanda

- Tá. Já reparou que a Priscila sempre aparece na hora errada? – ela perguntou enquanto descíamos as escadas. Eu apenas ri e continuei a descer.

Cantamos os parabéns e assim que terminamos de cantar, as pessoas voltaram a fazer o que estavam fazendo. O primo da Carlos ainda tentou falar comigo, mas eu deixei bem claro que não estava a fim. O Carlos ficou arrastando asa pra Amanda na minha frente, a deixando sem graça e ao mesmo tempo rindo da minha cara.

Quando eram 2:00 da manhã as últimas pessoas (Carlos e o primo) foram embora.

- Gente, arrumamos isso agora ou mais tarde? – Priscila perguntou sentando no sofá cansada

- Sua mãe não vai reclamar? – eu perguntei

- Vai. – ela disse rindo e nos fazendo rir

- Aliás, cadê ela? – eu perguntei

- Com a sua mãe!

- Minha mãe? – eu perguntei levantando uma sobrancelha

- Sim. Elas combinaram de sair juntas quando souberam da sua festa. Ela vai até dormir na sua casa.

- Ah, sim! – eu disse encostando a cabeça no sofá

- Vamos arrumar isso logo? – Amanda perguntou com um tom preguiçoso e olhando a bagunça

- Vamos, né?! – eu disse levantando

Nós três arrumando foi até mais rápido do que pensávamos. Quando jogamos o último saco de lixo fora, caímos no sofá de novo.

- Nossa, mas como esse povo faz sujeira! Vou pensar duas vezes antes de fazer outra festa pra senhorita! – Priscila disse rindo de cansada

- Ah, é verdade! Obrigada, Pri! Vocês são ótimas! – eu disse sorrindo para as duas

- Olha, depois eu dou seu presente, porque agora tá sem condições, vou pros meus aposentos! _Priscila disse levantando e indo em direção à escada. – Vocês não vêm? – ela perguntou maliciosa

- Daqui a pouco, eu tenho que mostrar uma coisa pra Daniela! – Amanda respondeu

- Sei que coisa você quer mostrar! – Priscila disse rindo e subindo a escada

Assim que Amanda escutou a porta se fechando, ela veio pro meu lado.

- Posso dar meu presente agora? – ela perguntou sorrindo

- Você não tá muito convencida? – eu perguntei cruzando os braços

- Ué, mas por quê? – ela perguntou confusa

- Sei muito bem que presente você quer me dar!

- Sabe? – ela perguntou um pouco decepcionada

- Lá no quarto você deixou bem claro.

- Ah, não, aquilo não era meu presente!

- Não? – eu perguntei surpresa

- Não! – ela disse sorrindo

- Então, o que é? – eu perguntei curiosa de novo

- Vou buscar, perai. – ela disse fazendo suspense e levantando do sofá

Logo depois ela voltou com um violão na mão e com um sorriso enorme.

- Bom, lembra quando eu prometi cantar uma música decentemente pra você? – ela perguntou sentando e ajeitando o violão

- Sim. – eu disse sorrindo

- Espero que você goste do seu presente. – ela disse esticando os dedos antes de fazer os primeiros acordes.

Às vezes se eu me distraio
Se eu não me vigio um instante
Me transporto pra perto de você
Já vi que não posso ficar tão solta
Me vem logo aquele cheiro
Que passa de você pra mim
Num fluxo perfeito

E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é
Eu vou equalizar você
Numa freqüência que só a gente sabe
Eu te transformei nessa canção
Pra poder te gravar em mim

Até parece que você já tinha
O meu manual de instruções
Porque você decifra os meus sonhos
Porque você sabe o que eu gosto
E porque quando você me abraça
O mundo gira devagar

E o tempo é só meu
E ninguém registra a cena
De repente vira um filme
Todo em câmera lenta
E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é...

Quando ela terminou de cantar eu tava babando por ela, pela sua voz, pela letra da música que é simplesmente linda.

- Feliz aniversário! – ela disse sorrindo – Gostou? – perguntou deixando o violão encostado no outro sofá

- Amei! Linda, linda! – eu disse indo abraçá-la

- Fico feliz, então! – ela me apertou mais forte

Eu me separei do abraço e fiquei olhando para ela. “Linda!” eu pensei sorrindo. Ela tocou meu rosto e colocou uma mecha do meu cabelo para trás da orelha.

- É sério, se a Priscila aparecer agora, eu sou capaz de tacá-la pela janela! – ela disse rindo, me fazendo rir e chegando mais perto. Ela colocou uma mão na minha coxa e fez carinho de leve, parecia ser sem maldade. E era bom. Ela chegou mais perto e beijou meu rosto, beijou minha testa, meu queixo e quando ia chegar na boca, ela me olhou.

- Me beija logo. – eu disse fazendo- a rir, mas de imediato ela obedeceu colocando a sua boca linda e macia na minha. Eu abri um pouco a boca e logo senti sua língua na minha, e que língua gostosa, eu pensei enquanto a puxava pela cintura pra mim. Ela tava com a mão na minha coxa ainda e a outra na minha nuca. Eu desci minha boca e toquei seu pescoço com os meus lábios e ela suspirou. Eu lambi devagar aquele pescoço cheiroso, mordi, ainda chupei de leve. Eu senti seu corpo se jogando sobre o meu numa tentativa de me fazer deitar no sofá. Logo ela estava sobre mim, e chupando meu pescoço com uma vontade oculta e guardada.

A sua boca voltou pra minha e nos beijávamos com desejo, sua mão foi descendo pela minha coxa, colocando em volta da sua cintura. Eu mordi seu lábio e sorri com seus lábios nos meus quando ela gemeu baixinho com isso.

- Que maldade! – ela disse sorrindo

- Eu adoro fazer maldade! – eu disse encarando-a agora

- Ah, é?! Eu também gosto muito!

- Sério? – eu perguntei colocando os braços em volta do seu pescoço

- Sim. Eu vou te mostrar. – ela disse descendo e levantando minha blusa. Mordendo a minha barriga, e me erguendo um pouco pra tirar minha blusa. Ela parou um pouco e me olhou, quando eu sorri, ela continuou. Tirou meu sutiã com facilidade até mesmo pela prática do dia-a-dia, e desceu a boca para meu seio dando um beijo, para depois colocar a língua e ficar brincando, enquanto a outra apertava meu outro seio. Eu gemi com isso e me contorci um pouco no sofá, que agora parecia pequeno.

- Desculpa, amor, eu tenho que ser má com você! – ela disse agora chupando meu seio e arranhando minha barriga de leve.

- Amanda... – eu disse com dificuldade

- Sim... – ela disse mordendo meu pescoço

- A Priscila,ela... – ela me interrompeu

- A Priscila tá mais pra lá do que pra cá! – ela disse abrindo a minha calça e descendo o zíper. – Você é linda! – ela disse quando tirou minha calça e me analisou. Eu me levantei um pouco e tirei sua blusa, jogando-a num canto qualquer.

- Linda é você! – eu disse olhando para aqueles seios firmes e enrijecidos.

Ela se abaixou e tocou meu sexo já molhado por cima da calcinha com a boca depositando um beijo. Ela foi beijando minha coxa, me arrancando suspiros e gemidos, ela mordeu a parte interna da minha coxa, e eu pressionei os lábios pra não gemer alto.

- Amanda, vai logo!

- O quê? – ela perguntou beijando minha virilha

- Por favor!

- Mas amor, o que você quer? – ela perguntou tirando a minha calcinha lentamente

- Eu quero te sentir dentro de mim! – eu disse já embriagada de tesão

- Nossa, Dani, que delícia ouvir isso! – ela disse rindo e beijando meu sexo. Não demorou muito pra lamber, e chupar devagar e com firmeza, logo senti seu dedo dentro de mim e gemi alto com isso, fiquei até com medo da Priscila escutar. Ela subiu e me beijou provavelmente pra me ajudar a abafar os gemidos, e continuou com o dedo indo e vindo, agora ela desceu pro meu pescoço e mordeu. Quando eu me contorci mais e gemi mais ainda, ela sentiu que eu havia gozado. Esperou eu me acalmar um pouco e tirou o dedo de dentro de mim.

Ela deu um selinho e encostou a testa na minha.

- Você é boa! – eu disse com dificuldade

- Ah, mas eu queria ser má! – ela disse fazendo biquinho

- Foi má até demais. – eu disse fazendo carinho no seu rosto

Ela encostou a cabeça no meu ombro e relaxou um pouco o corpo em cima de mim.

- Amor, é melhor a gente ir deitar, já tá amanhecendo e a mãe da Pri pode chegar. – eu disse fazendo carinho nas suas costas

- Você me chamou de amor? – ela perguntou levantando a cabeça e me olhando

- Acho que sim. Por quê?

- Foi lindo! Fala de novo. – eu fiquei um pouco sem graça

- Amor, amor, amor e amor. – eu disse sorrindo

- Linda! Agora vamos sim. – ela disse saindo de cima de mim e pegando sua blusa

Eu peguei as minhas roupas e subimos as escadas lentamente e de mãos dadas. Quando chegamos no quarto aquele ar gelado do ar condicionado foi maravilhoso, e logo nos deparamos com a Priscila jogada na cama, desmaiada. Vimos que ela tinha deixados dois pijamas em cima da cadeira do computador, nos trocamos e reparei alguns olhares da Amanda, mas eu também olhei aquele corpo lindo que eu ainda ia querer provar, com certeza. Eu deitei no meio e a Amanda na outra ponta, assim que nos cobrimos, ela me abraçou por baixo do cobertor, me puxando um pouco pra si, entrelaçando nossas pernas.

- Boa noite, meu amor. – ela disse dando um beijo no meu pescoço

- Bom noite, amor. – eu disse pegando sua mão e entrelaçando nossos dedos. Era tão bom deitar assim que peguei no sono rápido demais.

Notas finais
Bom, espero que tenha ficado legal! rs
E pra quem gosta da Amanda, esse capítulo vai ser bom, né?!
Obrigada pelos comentários.
Beijos =)