Apenas amor
14 Capítulo 14
Notas iniciais
Regina acorda bem mais disposta do que poderia imaginar e como na noite anterior esquecera-se de ligar o celular, acorda até mesmo sem o uso do alarme. Ela teria cerca de uma hora e meia até que tivesse que sair para o trabalho, então desce para a cozinha e animada começa a preparar seu café da manhã.
E pouco mais tarde naquela manhã, ao passar pelo jardim da senhora a quem todos dos arredores carinhosamente chamavam de Granny, comunica a vizinha sobre a vinda da secretária para retirar algumas doações.
Já no haras e em sua sala, sem assistente, Regina se vê obrigada a atender direto as ligações e embora estivesse tratando com pessoas que não tolerasse muito, seu humor não estava nada mau.
Acreditava que as poucas decisões tomadas no fim de semana eram responsáveis pelo seu estado de espírito.
— Nem pensar, Killian.- Rindo ela desdenha de outro grande criador de cavalos da região, que a tempos propunha uma sociedade a ela e era seu amigo de longa data.
— Regina, você deve ao menos considerar minha proposta.- Ele argumenta do outro lado do telefone.- Vamos marcar uma reunião e...
— Sem chances de isso acontecer, Killian. Já disse que queremos manter o negócio nas mãos da família, mas em todo caso, se quiser me vender...
— Já vem você com isso!- É a vez de ele rir agora.
— Que tal eu deixar você me pagar o almoço e tentar te convencer?
— E que tal eu te convencer e deixar você tentar roubar meu chefe de cozinha!?
— Combinado então.- Regina responde rindo, pois a tempos mesmo tentava fazer com que o chefe do restaurante do Haras Jones aceitasse trabalhar para ela.- Você terá um tempo para mim lá pela uma da tarde?
— Nem vou nem consultar a minha agenda, já que um almoço com você me faria cancelar qualquer coisa.
— Olha que eu fico me achando assim, senhor Jones.
— Você sabe que pode tudo e esse almoço vai me render bons frutos.
— Vai sonhando, Killian...vai sonhando.- Ela ria divertidamente.- Até mais tarde.
— Até mais tarde!
Os dois desligam e ela volta a seus afazeres, mas não sem antes enviar um e-mail á Ashley. Informando-a onde estaria e quando pretendia voltar, para que quando chegasse, a moça não perdesse tempo procurando por ela.
Emma envia mensagens para Regina durante toda a parte da manhã e não consegue falar com a mesma, as mensagens não eram recebidas pela morena. Então desiste e resolve procurar por ela na hora em que fosse buscar Henry mais no fim da tarde.
Assim que Regina passa pela entrada do Haras Jones, o segurança liga para a sala de Killian e informa a secretária do mesmo, como lhe havia sido solicitado e quando a morena desce do carro após estacionar, o próprio Killian, já á entrada principal do haras, se adianta para recebê-la.
— Belíssima! Você é sempre uma visão, Regina.- Ele se aproxima.- Um colírio para os meus olhos.
— Killian, Killian...- Ela retribui o sorriso enquanto anda na direção do jovem empresário.- Este seu jeito galanteador não funciona comigo e não vai te render contrato algum.
— Você não alivia uma, hein.- Ele a beija no rosto ao se aproximar.- Além de linda, como é que você está?
— Estou bem, obrigada.- Ela ainda ria.- E você?
— Muito bem e melhor agora que te vi.- Ele passa o braço pelo dela.- Eu comuniquei ao August que você viria e ele fez questão de preparar um cardápio especial para você.
— Queria que ele fizesse questão de ir trabalhar comigo.- A morena comenta rindo.
— Toda vez que vem aqui você tenta roubá-lo.- Ele diz bem humorado enquanto caminham juntos.- E eu tenho que me desdobrar para cobrir sua oferta e fazê-lo ficar.
Regina dá uma gostosa gargalhada e conclui:
— Resumindo, ele é quem mais ganha com isso tudo.
— Fato! Mas então, temos algum tempo antes do almoço. Tudo bem para você se dermos uma volta, Bela?
— Tudo sim, com certeza. Pode me levar para ver a Branca de Neve? Li no jornal sobre essa sua ótima aquisição.
— Claro e aproveitamos e conversamos sobre um potro dela e do seu Rocinante.
— Para com isso!- A empresária dá um tapa no braço dele.- Você está sempre tentando fazer negócios comigo e esta visita é social.
Os dois continuam pelo haras entre risos e brincadeiras e Killian a leva para conhecer a famosa égua reprodutora que adquirira á pouco num leilão.
— Oi, querido!- Emma mexe com o filho assim que para o carro no estacionamento do haras.
— Oi, mamãe!- Ele diz se levantando da rampa de acesso onde estava sentado.- Hoje você demorou.
— Me desculpe, foi bem intenso o turno de hoje e peguei uma ocorrência quase na hora de vir te buscar.
— Tudo bem.- Ele sorri dando a volta ao carro.- Pelo menos chegou antes da chuva.
— Ei, espere um pouco.- A loira diz quando o filho vai entrar no carro.- Eu quero falar com Regina antes de irmos.
— Ih, nem adianta entrar então.- Ele abre a porta e entra.- Ela não está aqui e a Ashley não diz para onde ela foi.- O garoto coloca o cinto.- Várias pessoas vieram procurar por ela hoje e nem o celular ela atende.- Ele estava com seu celular em mãos.- Já mandei um milhão de coisas no whats e nada dela.
— Será que ela está bem?- Emma murmura enquanto dá partida no carro.
— A Ashley disse que sim. Ela só está atarefada e sem celular mesmo.
Quando a detetive vai arrancar com o carro, ela nota Robin se aproximando.
— Emma, Henry.- Ele os cumprimenta sorrindo.
— Robin.- Emma diz de forma educada e Cortez.
— Robin!- Henry já diz mais eufórico. Afinal era fã do jogador e ele era de longe o melhor da liga.
— E aí, rapazinho, como está?- Ele gosta do entusiasmo com o qual é recebido. Estava parado agora á janela de Emma.
— Eu estou bem, mas e você? Por que não jogou ontem? O desempenho do time foi horroroso.
— Nem pra tanto, garoto...nem pra tanto.- Ele ri.- Tive que vir para casa.- O jogador volta os olhos significativamente para Emma.- Tem falado com Regina? Estou atrás dela desde sábado e não consigo nada. Nem a assistente sabe me dizer realmente onde ela está.
— Nós estamos atrás dela também.- É Henry quem responde.
— Não a vemos desde sábado também.- É a vez de Emma responder.- Mas para te tranquilizar, ela parecia bem, só perdeu o carregador do celular.
— Preciso urgentemente falar com ela, mas não posso ficar por mais tempo.- Ele desliza os dedos pelo cabelo. Parecia mesmo contrariado.
— Bom, se eu me encontrar ou falar com ela, posso dar o recado, mas bom...- Ela sorri.- ...você é o namorado, vai falar com ela muito...
— Nem sei mais o que eu sou.- Ele diz num sussurro que a loira não entende bem o que é, só sabia que não era algo bom
Então ele continua:
— Bom...Só peça a ela que me ligue, por favor.
— Claro, com certeza pedirei.
— Muito obrigado, Emma.- Ele sorri verdadeiramente e depois diz piscando para Henry.- Até mais, carinha.
— Até mais, Robin!
Quando o jogador se afasta a passos largos, por causa dos grossos pingos de chuva, Emma diz arrancando com o carro:
— Onde será que essa mulher se meteu?
— Nós fizemos alguma coisa que estressou ela, mamãe?- O garoto pergunta com a atenção voltada ao celular, enquanto mais uma vez mandava uma mensagem no WhatsApp para a morena.
— Não, querido.- Ela diz enquanto aciona o limpador de para-brisas e dá ré com o carro, a fim de deixar o estacionamento.- Ela havia mesmo perdido o carregador e provavelmente está atolada no trabalho hoje e não conseguiu tempo para comprar outro.
Ele estava distraído com o aplicativo e se cala a seu canto, enquanto Emma guia pensativa. Tentando lembrar se fizera ou não algo que poderia ter interferido no sumiço de Regina...mas nenhum porque vinha á sua mente.
Regina tem um resto de tarde magnífico com o velho amigo. Dá uma volta gostosa pelo haras dele, colocam o papo em dia e no fim da tarde, quando enfim decide ir embora, Killian a acompanha até o estacionamento e embora chovesse, mesmo que de forma bem branda, vão caminhando lentamente e quando Regina entra no carro e tenta dar partida no mesmo, que não pega por mais que ela tente.
— Droga!- Ela diz batendo no volante.- Desisto!
— Vem comigo.- Killian diz sorrindo enquanto pega suas chaves no bolso da calça.- Eu levo você.
— Não precisa, eu...
— Precisa sim.- Ele mesmo abre a porta dela.- Então levanta logo esse seu bumbum lindo daí e já para o meu carro. Quero saber mais sobre a sua detetive.
— Ela não é minha detetive ou coisa alguma minha.- A morena protesta deixando seu veículo e ativando o alarme do mesmo, com sua bolsa a tiracolo.
— Mas bem que você queria, né sua safadinha.- Ele a implica.
Ela ignora essa parte e diz enquanto seguem para o carro dele:
— Kill, nem sei mais o que quero.- Ela suspira.- É tão errada essa merda toda que estou fazendo.- Ela ri sem humor algum. Estava visivelmente nervosa.
— Ô Bela, você está encrencada!- Ele desativa seu alarme e abre a porta do carro para ela.
— Eu tenho que pular fora, sabia!? Me afastar dela antes que eu me machuque.
— Mas pelo que me disse, tive a impressão de que ela não é indiferente a você.- Ele fecha devagar a porta dela e dá a volta ao carro, sentando-se ao lugar do condutor.- Nem eu sou indiferente a você e olha que eu nem gosto da fruta!
— Seu idiota!- Regina ri dando um tapa nele.- Mas sei lá...- A morena continua de forma desanimada.- ...ela dá a entender que também sente algo sim, mas sei que ela tem namorada e elas tem uma história forte mesmo.
— Robin e você também.- Ele diz arrancando com o carro.- Mas nem por isso deixou de gostar de outra pessoa.
— Ai, nem me fale em Robin.- Ela esconde o rosto entre as mãos.- Fui uma cretina mesmo.
— Ah, mas isso você sempre foi.- Ele ri.- Mas só foi mostrar pra ele agora.
— Hoje você está um chato.- Ela acompanha a risada dele.- Mas vamos mudar de assunto, que não quero falar de coisas chatas.
— Robin é um cara bacana e você deve uma explicação descente a ele.
— Eu sei disso, mas hoje não. Amanhã eu juro que falo com ele.- Ela parecia pensativa.- Mas sei lá, hoje eu quero sair, fazer alguma coisa diferente. Se bem que em uma segunda-feira...
— Já sei!- Killian diz animado dando pequenos tapas no volante.- Vou te levar a um lugar fantástico, com música e bebida boa, além de muita mulher bonita!
— E quem te disse que esse é o diferente a que me refiro?
— Bela...- Ele dá uma rápida olhada para ela.- Está escrito em letras garrafais “CURIOSA” bem no meio da sua testa.- Ele ri diante da falsa expressão surpresa dela.- Mas sério agora, me deixa te levar pra dançar um pouco e tomar algumas tequilas, pra ver se esquece então essa sua detetive.
— Ela não é “minha detetive”.- Regina responde prontamente, ao tempo que pensa “impossível”. Pois esquecer Emma era realmente impossível.
— Está bem, está bem.- Killian sede.- Mas hoje você sai comigo e pronto.
— Ok! Está certo então.- A morena se deixa vencer.- Mas onde vai me levar em uma segunda-feira a noite?
— Não que pra você o nome faça alguma diferença, mas te levarei ao Kart.
Regina tenta puxar o nome do lugar na memória, mas realmente não lhe lembrava de nada.
— É, não faz diferença mesmo.
Eles fazem o restante do caminho até o Haras Mills dessa forma animada e divertida e Killian promete pedir a seu mecânico de confiança que cuide do carro de Regina, ao que a morena passa suas chaves para ele, combinando um horário para que ele a busque em sua casa mais a noite.
Ela se despede do amigo, que a deixa no limite do estacionamento com a entrada do haras e vai embora, com Regina dando uma rápida corrida até uma parte coberta, se abrigando da chuva e depois dirigindo-se a sua sala, onde Ashley passa todos os recados e telefonemas do dia e depois Regina a dispensa um pouco mais cedo, mas antes de ir a moça agradece por tudo o que Regina havia doado.
Após a assistente ir para casa, Regina responde alguns e-mails indispensáveis e também vai logo embora, usando um dos carros do haras.
Ela chega em casa e toma um delicioso e demorando banho quente, descendo para a cozinha logo em seguida, a fim de fazer um lanche e enquanto o prepara, ouve os recados da secretária eletrônica.
Os três primeiros eram da mãe, o quarto de Henry e os outros dez, de Robin.
O único que ouve até o fim é o de Henry.
“Regina, sou eu. O Henry. Minha mãe conseguiu seu telefone pra gente, pois estamos preocupados. Não te vi no haras hoje e muitas pessoas estavam te procurando, até o Robin. Liga pra gente quando puder e mamãe está mandando beijos. Eu também estou.”
Ela até pensa em não responder, não ligar de volta, mas já era apaixonada por aquele garoto e não era justo o evitar por querer fazer isso com a mãe. Então termina o preparo do seu lanche, torradas e suco, e liga para o número no identificador enquanto se senta a bancada.
— Alô!- Henry atende ao telefone que toca na mesinha ao lado da poltrona em que estava na sala.
— Oi, Super.- Ela já se alegra só em ouvi-lo.
— Regina!- O garoto também se anima.- Você sumiu. Tá tudo bem?
— Está tudo bem sim, pequeno. Hoje fui ver um amigo, aí fiquei o dia todo fora.
— Todo mundo estava te procurando hoje.
— Eu estou sem celular, então fiquei meio que incomunicável.
— Minha mãe também ficou preocupada e Robin pediu pra você ligar pra ele.
— Eu vou ligar sim. Mas e sua mãe, está em casa?
— Ela está no banho. Quer que eu leve o telefone pra ela?
— Não precisa, estou meio com pressa. Só diga que mandei um beijo e que vou estar sem celular nos próximos dias.
— Aonde você vai?
— Em um lugar chamado Kart. Você conhece?
— Não.
— É, nem eu.- Ela ri.- Mas meu amigo me garantiu que é ótimo, então vou dar uma conferida.
— Deve ser legal sim.
— Super, eu tenho que ir, mas se você quiser, pode almoçar no haras comigo amanhã.
— Combinado então.- Ele ainda estava animado.- Depois da escola passo lá.
— Estarei te esperando na minha sala então.
— Está bem. Beijos, Regina.
— Beijos, Henry.
Regina desliga com seu humor até melhor e resolve descansar um pouco. Ela se deita no sofá da sala e liga a tevê, apenas para não ficar mergulhada em silêncio, já que não conseguia prender sua atenção a muita coisa, de tanto que a situação com Emma dava voltas em sua cabeça.
Ela só se dera conta que havia adormecido quando o telefone de casa tocando insistentemente a acorda. E muito a contragosto se levanta para atendê-lo.
— Alô.- Diz ainda sonolenta.
— Regina Mills, não vá me dizer que você estava dormindo! — Killian, se fingindo de zangado, a repreendia do outro lado da linha.
— Ok! Eu não estava.
— Assim você vai nos atrasar e vamos perder a corrida da tequila.
— Não sei muito bem se vou querer descobrir o que é isso.
— Pare logo de reclamar e abre essa porta pra mim. Vim te ajudar a ficar linda.
— Nossa, perdeu sua viagem.- Ela zomba do amigo.- Eu já nasci assim.
— Há há há. Abre logo esta porta, Regina. Está começando a chover.
— Estou indo aí, seu bobo.- Ela diz já desligando.
Depois de Killian enfim concordar com o vestido e maquiagem que Regina escolhe, os dois saem da casa da morena e seguem no carro do jovem rapaz até o lugar do qual ele não parava de falar para a amiga.
E chegando lá Regina fica encantada com a casa noturna.
Kart não era o nome do lugar e sim Pit Stop Bar, como Regina descobriu ao chegar, mas ficou conhecido como tal por ser na área do antigo kartódromo da cidade.
O lugar consistia do balcão do bar, um palco para música ao vivo, uma generosa pista de dança, uma área mais afastada com algumas mesas e cadeiras e uma parte isolada, onde se podia ver a pista de corrida e alguns karts.
Assim que passam pelos seguranças na entrada e são dispensados de revistas, por causa de Killian, o jovem segura Regina pela mão e diz alto a arrastando pelo lugar a fora:
— Vem comigo que vou te apresentar á pessoa mais linda deste lugar depois de mim e a única que realmente importa.
Os dois mal andam e alguém já para na frente de Killian.
— Killian!- Uma moça alta e de longos cabelos castanhos diz toda sorridente.
— Lily!- Ele diz com o mesmo entusiasmo que ela.
— Você anda sumido.- Ela continua e olha Regina de cima a baixo, descaradamente.- Nossa, não vai me apresentar sua amiga?
Ele olha para ela com cara de poucos amigos e diz com um sorriso sarcástico:
— Nem pensar, Lilith Page. Nem pensar!
E ele arrasta Regina de perto dela.
— Ei, qual é!?- Regina ainda escuta a morena dizer de algum ponto atrás deles.
Rindo, a empresária questiona o amigo:
— O que foi isso, Kill?
— Aquilo ali é uma galinha. Muito gente boa e divertida, mas ainda assim uma galinha.
— Você não vale nada mesmo.
Killian para de frente para o palco e diz indicando a ruiva que falava algo ao microfone:
— Quero que conheça ela.
— Eu já disse que...
— Eu sei, só veio aqui pra se divertir e ela é a pessoa mais divertida desse lugar.
Após apresentar uma banda, a ruiva nota Killian e faz um sinal o chamando mais para perto e novamente ele arrasta Regina consigo.
— Quem é vivo sempre aparece.- A ruiva brinca ao vê-lo e já vai logo o beijando no rosto.
— Nem fiquei tanto tempo assim longe, Zee.- Ele diz de forma carinhosa.- E hoje trouxe a Regina aqui para conhecer o melhor lugar da cidade.
— Bom.- Ela sorri e olha para Regina enquanto dá uma rápida piscada.- Só vou perdoar o nosso amigo aqui se você me acompanhar numa tequila.
— Olha, acho que ele nem merece tanto, por ser um amigo meio desnaturado.- Regina sorri entrando na brincadeira.- Mas com certeza eu acompanharia você em qualquer coisa que fosse.
— Eu gostei dela!- Ela dá uma pequena gargalhada.- Oi, Regina. Eu sou a Zelena e é ótimo enfim te receber aqui.
— Que coisa boa, muito obrigada! Ele fez uma propaganda incrível daqui.
— Espero não decepcioná-la então.- Ela se aproxima e beija o rosto da morena.- Seja muito bem vinda e quero que se divirta a valer hoje.
— Com certeza eu vou.- Ela ri.
— Killian.- A ruiva se dirige ao amigo.- Minha mesa é dela e sua hoje.
— Ôba, o melhor lugar da casa!
— Se me derem cinco minutos eu encontro vocês lá.- Ela olha para Regina.- Tequila então?
Regina afirma com um sorriso e menear de cabeça e Killian diz quando ficam sozinhos, enquanto anda rumo a mesa de Zelena:
— Você não vale nada! Está flertando com ela.
— Não estou não.- Regina questiona enquanto o segue.
— Ah meu bem, então como se chama isso que está fazendo!?
— Você me pediu para ser sociável e é isso que estou fazendo.
— Sei bem.- Ele ri e toca a testa dela.- “Curiosa”.
— Ai, Killian, senta aí e fica caladinho por um minuto que seja, tá bom!?
Os dois se sentam entre risos e provocações, esperando por Zelena e as bebidas.
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