Apenas a minha complicada vida de adolescente.
1 Meu Terrível Pesadelo.
Notas iniciais
Bom, vou me apresentar agora, meu nome é Anna, tenho 14 anos cabelos pretos e olhos azuis. Perdi meus pais em um acidente de carro, eu estava em um acampamento proxímo do local, quando voltei para casa me contaram que os meus pai nunca voltariam. Desde os meus sete anos cuido do meu irmão Daniel, ele tem dez anos, e se parece muito comigo. Meu tio Bruno cuidava de nós em uma pequena cidade chamada Hoodforten.
De manhã levantei antes de que o sol nascesse, direcione-me até o banheiro e tomei um banho, vesti uma calça e coloquei uma blusa, chamei o Daniel. Quando o Daniel ficou pronto peguei a minha mochila e atravessei a rua para chamar o Andy, ele era o meu melhor amigo desde que eu tinha sete anos, ele tinha cabelos pretos e olhos verdes. Ele estava doente e não iria para escola, continue com o Daniel.
–Anna, hoje ter um jogo de futebol, vai me ver?- ele perguntou rindo animadamente para mim.
–Eu vou passar na casa do Andy e logo depois eu vou direto para o jogo- falei um pouco risonha para ele.
–O.K.- ele respondeu desanimadamente.
–Ou eu posso passar primeiro no seu jogo e depois ir na casa do Andy.
Ele sorriu animadamente, deixei ele na escola dele e fui ndando calmamente para a minha, entrei e fui ate o meu armário e peguei o meu livro de biologia. Quando entrei na minha sala, percebi que a Bruna estava na cadeira ao lado da janela, como as bancas eram em duplas tive que me sentar ao lado dela, sorri e ela retribuiu, o professor entrou na sala, passaram-se as aulas e quando terminou eu quase pulei de felicidade, e serio quase pulei mesmo, não duvidem.
–Bruna, eu estou indo assistir o jogo do Dan- falei rindo desanimada- Vem comigo?
–E desde quando ele joga?- ela perguntou, olhando a minha expressão de suplica- Está bem eu vou.
–Obrigada- eu falei rindo animadamente, afinal eu não estaria sozinha- e respondendo a sua pergunta, ele entrou semestre passado.
Fomos para o campo, vimos o jogo e fomos todos para casa, logo que cheguei em casa mandei o Dan tomar um banho. Escutei passos vindo e olhei para trás, era o Bruno, ele estava com um smoking preto que o deixava realmente bonito, sapatos sociais e os cabelos loiros penteados para trás, ele estava parecendo o meu pai. Meu pai se vestia assim para ir a eventos das empresa, e a encontros com a minha mãe, ficavam duas horas fora no restaurante e quando voltavam estavam mais felizes do que nunca, me abraçavam e me colocavam para dormir. Sorri com a lembrança enquanto via o meu tio entrar no carro, esqueci que já estava de noite quando meu tio saiu.
Eu estava na varanda da minha casa, a rua estava movimentada, na frente da casa do Sr. Filder estavam os os garotos e o Dan jogando bola, e no outro lado as meninas riam e conversavam sobre alguma famoso que as deixava loucas, entrei em casa e vi nas paredes rastros de sangue que subiam as escadas, subi nervosamente e continuei seguindo ate o quarto do meu tio, o sangue parava ali, a porta branca estava vermelha com o sangue ainda fresco, abri lentamente a porta o que causou um rangido, o quarto era clareado apenas pela luz do sol que entrava pela janela entre-aberta,o quarto havia sido revirado, as gavetas no chão e papeis jogados na cama, a cama estava com marcas nos travesseiros: as marcas de sangue; escutei gritos na rua, e o grito parecia ser do Dan, desvi as escadas quase tropeçando nos cardaços,. Quando cheguei na varanda, os corpos de cinco garotas na esquerda, e o de quatro na direita, ao lado tinham três garotos com capuzes pretos e facas ensanguentadas nas mãos, eles ficaram com as cabeças baixas, ao olhar para tras percebi que tinha um garoto de capuz vermelho e uma faca na mão, o sangue pingava de uma forma hipinotizante, os três garotos de pretos me puxaram e me colocaram ao lado das quatro garotas, ao meu lado estava a Bru com a garganta cortada, quando olhei para cima o menino de vermelho desceu a faca sobre o meu peito e eu acabei gritando de dor. Colocaram um garoto no meio de todas nós, o garoto tinhas cabelos caramelo e olhos pretos que chegavam a me dar medo, o garoto me olhou e sussurrou: "para sempre" e eu retribui por um motivo inesplicavel, a faca foi direto para o coração dele. Eu arfei e olhei para cima, o céu estava realmente bonito, a visão escureceu e eu senti o ar faltar.
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