Apenas Uma Vida

22 Essa é pra todos que despertaram as borboletas...


Notas iniciais
Escrevi esse texto, e é isso.

Eu tendo a endeusar alguns caras. Sempre fui muito apaixonada, sonhando com o amor, daqueles de contos de fada. Hoje em dia, eu só quero um amor simples, leve e descomplicado, mas mesmo assim luto para que meu inconsciente entenda isso.

Todas as noites meu coração clama por um aconchego. O amor é como um aconchego, vivemos sem, mas a vida fica tão melhor com ele. Por isso eu não gosto da ideia de ficar sozinha

Apesar da incessante vontade de amar, sou seletiva. Minha cabeça sempre sabe por quem vale a pena sentir algo, mas meu coração muitas vezes se recusa a dar ouvidos a ela.

Posso culpar minha timidez ou ansiedade, mas na realidade eu não sei qual é o gatilho que faz as borboletas do meu estômago acordarem e se debaterem constantemente em busca de uma saída. Às vezes, desejo cuspir-las.

Tudo começa com um garoto, um dez ou um sete que se torna dez por conta da sua personalidade. E mesmo sem paixão, mesmo com o alerta vermelho "Pare de se importar, você nem gosta desse cara", eu simplesmente fico ansiosa demais, penso nele, invento motivos para nos ver juntos, reinvento o sonho que tenho dele para encaixá-lo no meu projeto fictício de relacionamento.

No fundo, sei que não gosto dele. Mas até as borboletas perceberem que fora um alarme falso, até Platão nos explicar o amor, até que apareça o cara certo, a lacuna se preencherá com ilusões, e o bater de asas não vai lhe tirar do chão, e sim, criar um furacão que te prende.

Estou no olho do furacão, mais um passo e tudo se esvai e vai pra bem longe e tudo que não tenha veracidade, se perde no meio da falsidade.

Notas finais
Vlw flw
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.