“Do sonho:

Sonhar é acordar-se para dentro”

Mario Quintana

Que imagens eram aquelas? Eu não me reconhecia no sonho, apesar de saber que era um sonho...e, muito surpreso, eu não desejava sair dali. Porque eu reconhecia aquele lugar, apesar de não conhece-lo...eu conhecia aquele cheiro.

As imagens passavam a se delinear... uma vila... ruas asfaltadas e casas organizadas...e aquele cheiro...

Como em muitos outros sonhos premonitórios eu era apenas o espectador...a situação ocorria frente a meus olhos...para que eu pudesse ver por todos os assim, solucionar ou remediar a profecia.

Mas algo era diferente...algo me incomodava...incomodava o que deveria permanecer impassível...o perfume. Sem descrição...

Uma das casas se abre...meu mestre e antecessor...me vejo...pequeno...minha mãe.

O cheiro de minha mãe.

CONTINUA...

Notas finais
Fic escrita originalmente em 2004. Trata com profundidade questões filosóficas e religiosas, em especial o Budismo. Para aqueles que seguem essa doutrina, estou aberta a opiniões.
Espero que gostem!