Apenas Morri
4 Já era noite
Notas iniciais
— Senhor já é hora de fechar.
— Mais já! — Will olhou de relance para o garçom e levantou-se cambaleando, estava tão bêbado que quase não ficava em pé — ela não sabe o que estar perdendo — disse e caio sobre a mesa.
— Vamos senhor — o garçom o levantou.
— Eu não posso dirigir assim. — Me deixa ligar para o meu amigo — Will parecia mias lúcido.
— Claro senhor — o garçom declarou — mais lá fora — e levou Will quase a força e sentou ele num banco de frente ao restaurante.
— Nunca gostei dessa espelunca! — Will gritou, mais o homem o ignorou e fechou o estabelecimento e foi embora.
...
— Mais Champanhe?
— Só mais um pouco Din. — Uma garota linda estendeu a taça — você não bebe gatinho? — Perguntou bebendo um longo gole.
— Bebo — Din declarou — mais hoje não quero encher a cara Michelle — aproximou-se dela — quero curtir esse momento com você.
Michelle tomou o restante do Champanhe e Din beijou seus lábios levemente se inclinando sobre ela, pegou a taça em sua mão e apoiou no criado mudo, Ele intensificou o beijo e Michelle o empurrou ofegante, ele se jogou em cima dela novamente beijando seu pescoço apalpando seus mamilos, ela escorregou a mão pelo corpo de Din até chegar à cueca e ele estremeceu, Din sai de cima dela e abre o zíper e fica de cueca, jogou-se sobe ela novamente beijando-a intensamente e seu telefone toca.
— Droga! — Irritou-se — tenho que atender — pegou o aparelho no bolso da causa no chão. — E ai Will! — ajeitou-se — cara eu estou ocupado agora veremos isso amanhã ok.
— É o senhor Din — uma mulher falava gentilmente.
— Sim — Din ficou serio.
— Eu sou a enfermeira Leitom — apresentou-se — seu amigo estar internado no hospital geral, encontramos seu numero no telefone dele — Din estava apreensivo.
— O que aconteceu com ele?
— Nada de mais — Din aliviou-se — apenas bebeu mais do que devia e precisa de uma carona — Din agradeceu e desligou o telefone. Ele pegou a calça no chão e começou a se vestir.
— Ou! Onde pensa que vai — Michelle estava revoltada.
Terminou de se vestir e virou-se.
— Um amigo precisa de mim.
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