Apenas Meu.
14 1ª pt: A felicidade sempre dura pouco.
Notas iniciais
PS.: Em breve, trocarei a capa.
Oi geeeeente! Como estão vendo, eu dividi um capítulo novamente, pois ele ficaria com umas 9000 palavras e achei demais. Enfim, espero que vocês gostem e pesem bem as coisas. Surpresa...
Oi geeeeente! Como estão vendo, eu dividi um capítulo novamente, pois ele ficaria com umas 9000 palavras e achei demais. Enfim, espero que vocês gostem e pesem bem as coisas. Surpresa...
Acordei com calor e senti braços e pernas sobre meu corpo, me mantendo contra seu corpo. Me mexi com dificuldade e enxerguei o rosto de Christian.
Me assustei, em um salto. Senti que ele só utilizava uma boxer e eu uma blusinha e calcinha. Ai, minha nossa. Como vim parar aqui? — Durma, princesa. – A voz rouca de Christian se fez ouvir. Comecei a me lembrar momentaneamente da noite passada. Acabei caindo no sono nos braços de Christian, no fim da tarde, depois de uma longa conversa sem propósito ou assunto concreto e ele deve ter me trazido para cá. Me deitei suspirando e Christian me puxou para perto, beijou a parte de trás da minha orelha e afundou seu nariz ali. — Melhor? – Indagou. — Você é um ótimo calmante. – Elogiei, sorrindo enquanto olhava em sua direção. Ele deu uma piscadela, com feições ainda sonolentas. — Sou ótimo em muita coisa, princesa. – Sorriu. Revirei os olhos. — Gostei da sua irmã. – Comentei. — Não a achou um pouco espontânea demais? – Indagou mexendo nos lençóis ao nosso redor. — Gosto de gente viva. — Sim, é claro, minha irmã não está em um caixão. – Deu de ombros. Me sentei e empurrei seu ombro. — Não fale assim. Ele se exasperou, me olhando de uma maneira brincalhona, suas órbitas verdes ainda mais destacadas pelo sono. — Relaxa. Eu estava brincando. – Desculpou-se. Ele se ergueu na cama e se sentou diante de mim. Abracei os joelhos. — Você é diferente na frente de estranhos. – Comentei, dando de ombros e olhando-o com cuidado. Ele arqueou as sobrancelhas escuras, me olhando com atenção. Deu de ombros e suspirou pesadamente. — Sou diferente com você. Todo mundo fala isso. – Aquilo era como uma confissão para ele. Sorri e cheguei mais perto de seu rosto, sorrindo para seus olhos, me sentindo feliz por tê-lo ao meu lado logo pela manhã. Beijei sua face e tripliquei o beijo, por fim me afastando e bagunçando seus cabelos. — Você tem bafo quando acorda. – Ele comentou, levantando da cama. Puxei uma almofada cinza e joguei-a contra ele. — Cale a boca. Os bichinhos se alimentam dos restos de comida durante nosso sono. – Disse tentando evitar as risadas. Christian estava se divertindo, procurando roupas pela cômoda. Notei seu antigo mural vazio. — Papai e mamãe não ensinaram a escovar os dentes? – Indagou, de forma despojada, como se fosse uma pergunta muito normal. — Eles não estavam aqui noite passada. – Respondi, ainda deitada. — Isso eu percebi. Christian juntou uma muda de roupas e saiu do quarto, sem dizer nada. Kate entrou em seguida, não me dando tempo de qualquer reação. Ela trancou a porta atrás de si e sentou apressada na cama. — Eu sinto muito, baby. – Ela pediu, puxando minhas mãos para seu colo. – É... que... eu não sabia como te avisar. Não tinha como te contar. Só eu sabia, eu juro para você. Falei para os seguranças tirarem ele de lá, mas... — Kate. Ele me ligou. — Eu sei, baby. Vi tudo de longe. Elliot, aquele filho da mãe, não deixou eu chegar perto de você. – Seu rosto estava parcialmente iluminado pelas lágrimas. — Tudo bem. – Suspirei. – Perdi meu celular de uma maneira bem interessante. – Observei. — Pensa pelo lado bom. – Ela fungou, remexendo os ombros. – Pelo menos perdeu o número junto e agora ele não liga mais. — Queria saber quem passou meu número para ele. – Indaguei mais para mim do que para Kate. — Deve ter sido Corinne. Ele era o acompanhante dela. – Kate suspirou. — Imaginei, depois da confissão inicial. – Soltei uma risada fraca. — Não acho que seja proposital. Mas, enfim, tenho uma notícia boa. – Kate se animou, erguendo os ombros e uma alça de sua camisola de cetim escorreu pelo seu braço. — E que notícia seria essa, baby? – Indaguei, empurrando-a de leve com o pé. — O aniversário de Christian é amanhã, acho que ninguém deve ter comentado com você. – Kate comentou. — Amanhã? – Me despertei. — Precisamos de sua ajuda. Estamos armando uma festa surpresa depois da aula na Jimks, mas você vai ter que enrolar ele no centro. Ele não cairia na de ninguém e Elliot tem que ajudar. – Ela deu de ombros. — Tudo bem. Amanhã então. – Concordei acenando com a cabeça. — Depois da Jimks. Pede pro Cary trazer umas roupas para você dormir por aqui, sei lá. – Deu ideia. A maçaneta se moveu e pousei o dedo sobre os lábios, pedindo silêncio. — Mas, que merda... — Já vai, Chris! – Avisei. — Ele deixa você o chamar assim? – Kate se espantou com o apelido, pouco se importando com Christian impaciente. — Deixa. – Arqueei as sobrancelhas. — Ele nunca deixou ninguém chama-lo assim. Sempre disse que se a mãe dele o deu o nome de Christian, é assim que deve ser chamado. – Kate comentou, levantando elegantemente. Caminhou até a porta e a abriu. Christian entrou como um furacão. — Saia daqui. – Ele enxotou Kate aos empurrões até que ela passasse pela porta e ele a fechasse atrás da mesma.
Mesmo trancada no quarto, podia escutar suas passadas pesadas no carpete do corredor e escutei alguma porta batendo com força. Christian estava com uma bermuda despojada pendendo na cintura. Ele se aproximou de forma ameaçadora da cama e ergui meus olhos para os seus desejosos. — Estou com vontade de aprontar algo. – Ele comentou. Seus olhos passavam da minha camiseta para minhas pernas nuas e voltavam sedosos para meu rosto, ele mordeu o lábio inferior. Estremeci internamente e fiquei estática no lugar. Como assim? Ele saltou do chão sobre meu corpo, sentando, de forma delicada, sobre minhas coxas e seus dedos se moveram por minha barriga, passando de um lado para o outro, fazendo cócegas. Uma gargalhada junto com um ronco saiu da minha garganta, movi as pernas, mas estava imobilizada pelos quilos de músculos ali. Tentei segurar suas mãos, mas ele desviava com foco. Minha gargalhada se misturou a dele e minha barriga já estava doendo de tanto rir. Lágrimas de felicidade transcorreram dos meus olhos e Christian parou de mover os dedos, deixando as mãos em minha cintura, enquanto minha respiração se apaziguava. Sua testa tocou a minha, enquanto nossos risos ficavam mais baixos, sendo substituídos pela respiração ofegante. Ele estava tão próximo. Sua respiração com gosto de pasta de dente se misturando com a minha e entrando no espaço entre meus lábios. Ah, minha nossa. Eu estava com muita vontade de beijar aqueles lábios. Com muita vontade de toca-los com os meus. Com muita vontade de sentir o gosto de sua boca, de sua língua. Minha boca se encheu de um desejo obscuro e meus olhos desceram para seus lábios, mordi meu lábio inferior com força, reprimindo – ou tentando – o formigamento em minha boca. Suspirei, fechando os olhos um pouco, me entregando de certa forma. Seus lábios se roçaram contra os meus e o desejo aumentou ainda mais. O formigamento se espalhou por todo corpo. Não vou avançar o sinal, pensei. Vamos deixar que ele aja. Seus lábios vieram mais depressa, como se estivesse com medo que eu fugisse. Ele prensou meu lábio inferior entre os seus e sugou um pouco, gemendo em seguida. Seu gosto era bom, sua saliva era quente, seus lábios eram sedosos e passei minhas mãos por dentro de sua bermuda, sentindo os pelos crespos de suas coxas. Suas mãos invadiram minha blusa, passando os dedos apressados por todos os lugares. Sua boca se apossou da minha e sua língua invadiu meus lábios, procurando sem parar, até encontrar a minha. Ele me puxou para seu colo, aprofundando o beijo. Como eu não me entregara para aquilo antes? Como eu pude ignora-lo tanto? Como eu pude ignorar aquele desejo que sempre se emitia entre nós quando estávamos juntos? Christian chupou minha língua com força, sentindo meu gosto e soltei um gemido contra seus lábios. Senti seu volume crescer embaixo de mim, mas não me importava, meu desejo também estava grande e palpável, como seu membro. Nos separamos com respirações ofegantes. Seus lábios estavam avermelhados e aproximei meus lábios dos seus, chupando seu lábio inferior. Passei os dedos sobre seus lábios, limpando-os delicadamente, ele beijou as pontas dos meus dedos. — Era isso o que queria aprontar? – Perguntei, meio grogue, risonha e boba pelo beijo. — Não. Na verdade só queria te fazer dar risada. Mas gostei do bônus.O dia seguinte ao primeiro beijo com Chris parecia mais iluminado. Manhattan parecia conter pessoas mais felizes, momentos mais alegres. O café com o pessoal também parecia mais divertido. Cary apareceu com uma mala de mão com minhas roupas preferidas. Optei por uma blusa estampada e short clássico. Entrei na cozinha e Christian me abraçou por trás beijando a lateral de meu pescoço. A feição do pessoal na cozinha parecia dizer “até que enfim!”. — Parem com esse mel todo! Se não, não vai sobrar para de noite. – Cary disse com a boca cheia de pão, fazendo com que algumas migalhas se espalhassem por seu queixo. Sorri. — Acredite, Cary, nunca vai faltar. – Christian respondeu com uma piscadela, me trazendo um copo de suco de laranja. Tomei tudo com um gole só e Kate olhava sorrindo para mim. Sabia que ela estava feliz e nem precisava perguntar o fato para sua felicidade. Era porque eu, enfim, estava namorando. Na verdade eu nunca havia namorado nenhum rapaz, simplesmente pelo fato de não conseguir confiar em alguém depois dos ocorridos com Nathan. Nathan. O nome me fez lembrar a ligação de antes de ontem, que trouxe os demônios do meu passado para o presente, que me trouxe o terror de os mesmos estarem no meu futuro. Eu sabia que havia certo acontecimento que sempre estaria lá; certo fardo que nunca me abandonaria. Certo problema que achei uma dádiva inicialmente, que tinha seus prós e contras enormes, mas, que para mim, naquele momento, era mais como um erro. Como algo péssimo para se ocorrer comigo, mas, mesmo assim, eu tinha de erguer a cabeça todo dia pela manhã e simplesmente viver a vida.Depois do café fui de moto com Christian pelas pistas de Manhattan, notei que um carro negro sedoso nos seguia com três carros de distância, mas, mesmo ao longe, eu sabia que era Taylor naquele volante. Ele nos trouxera na noite da festa na casa de Christian e dava para reconhecer seu jeito de dirigir mesmo não estando no mesmo veículo. Descemos da moto no estacionamento da Jimks e Christian guardou os capacetes no guarda-volumes. Saímos da escuridão do estacionamento de mãos dadas, dando um primeiro olá ao sol forte de Manhattan. Estávamos falando sobre o filme que havíamos visto na noite passada. Ou tentamos ver, porque Christian não parava de depositar beijos nas minhas pálpebras, atrapalhando – de todas as formas – as imagens transmitidas. Ríamos juntos enquanto ele relembrava certos momentos do nosso curto passado e me aconchegava mais sob seu braço sobre meus combros; aquela posição era tão reconfortante, que chegava a tirar o peso do medo das minhas costas, ou seja, me sentia segura em sua presença, seja lá o que aquilo significasse para nós. Entramos pela porta dupla da Jimks. Leila veio saltitando pelo corredor, olhando apenas para Christian, sem me desferir qualquer olhar e o abraçou. Simples assim: o abraçou. Afastando minha mão da dele. Cruzei os braços sob os seios e apenas assisti a cena de perto. As pessoas a nossa volta também pararam. Christian afastou Leila rápido, ela o olhou com as órbitas arregaladas e olhou para mim, para minha feições e soltou um sorriso amarelo. — Onde está Corinne, benzinho? – Indagou, jogando a cabeça para um lado. — Não quero saber de merda nenhuma de Corinne. – Christian respondeu seco, lhe desferindo um olhar indiferente e me puxando pelo pulso, me deixando bem colada a lateral de seu corpo. Ah, minha nossa. Ela poderia estragar toda a surpresa que os alunos da Jimks estavam armando, com a ajuda da irmã de Christian, Mia. — Uh. – Murmurou, fazendo um beicinho nojento e me olhando de cima a baixo, como se me notasse ali pela primeira vez. – O que ela está fazendo aqui? Rolei os olhos e encarei os seus. — Estudo aqui. – Respondi, meneando incrédula com a cabeça. — Ah, sim. Com estas roupas nem se parece com a menina macho. – Comentou mandando um beijinho pelo ar. Algumas exclamações baixas se fizeram ouvir ao redor. — Eu não te pedi opinião alguma. – Sorri amarelo. — Saia da minha frente. – Christian a enxotou, empurrando-a de lado. Ela cambaleou sobre as pernas, e se firmou depois de alguns tropicões. — Ei! Nos encontramos hoje, mais tarde, benzinho. – Disse para o ar. Mais algumas comoções foram escutadas e prensei os olhos, rezando baixinho para que ela não dissesse absolutamente nada. — Nos encontramos merda nenhuma. – Christian respondeu, sem se virar e sem parar de caminhar. Esperei, com um arrepio inquieto, que Leila respondesse. Mas as pessoas ao nosso redor se dispersaram aos poucos e durante o restante do dia, não ouvi mais nada a respeito do acontecido e nem da surpresa que estávamos armando para Christian.— Vamos, Christian! – Chamava pela terceira vez, tentando puxa-lo pelo punho. Os três rapazes do time de futebol pareciam nervosos em ter de esconder algum segredo. Mudando o peso dentre uma perna e outra, e Christian continuava lá, inerte pela conversa. Ah droga! Se mexa. E lá foi ele, prolongando a conversa, será que ele estava notando algo? Puxei seu pulso novamente, desta vez com mais força.
Arregalei os olhos para um dos rapazes e ele pareceu notar a deixa. — Cara, sua garota quer te levar para algum lugar, veja só. – Um dos meninos de olhos verdes abanou a cabeça em minha direção. Enrubesci e sorri em seguida, jogando os cabelos diante do rosto, tentando me esconder de toda e qualquer forma. Christian nem olhou em minha direção. Será que ele estava desconfiando de algo? Tentando fazer com que alguém contasse algo para ele? Ele pode ter notado pelo fato de o pessoal ter ficado alheio de ir lhe desejar os parabéns. Mas todos havíamos combinado assim, para a surpresa ficar um pouco mais significante. Christian continuou a conversar a todo vapor, mas, mesmo assim, sorri para o garoto em agradecimento que me retribuiu com uma piscadela. Bati o pé no chão, irritada por não conseguir tirá-lo de lá. Me movi para trás dele, enquanto os garotos olhavam de Christian para mim, provavelmente tentando adivinhar a tática que eu utilizaria para tira-lo de lá o mais rápido possível. Já havia sentido meu novo celular – presente de Cary – vibrar umas trezentas vezes e nem precisava puxa-lo do bolso para saber que era Kate. Mexi, com os dedos, nos bolsos traseiros do jeans de Christian, sentindo seu bumbum por baixo do tecido, mas lá só tinha sua carteira, e aquele não era meu foco. Mexi então nos bolsos da frente e encontrei o molho de chaves da moto, puxando-os e deixando em minhas mãos. Christian não olhou em minha direção. Bufei e joguei a cabeça para trás irritada. Segurei as chaves com força e corri o mais rápido possível. Ouvi as passadas de Christian atrás de mim e sorri, animada pela conquista. Já estava na hora! Me apressei e entrei no estacionamento, estarrecida pela adrenalina que se apossou em minhas veias e com um sorriso no rosto. Deixei o papel do capacete sobre a bancada e retirei o meu do compartimento, mas isso serviu para que Christian chegasse mais rápido até mim. Senti meus pés abandonarem o chão quando ele me puxou, com um braço só, pela cintura. Dei risada, ainda mais feliz por ele ter me alcançado. Abanei os pés no ar. — Pensei que ficaria lá a noite toda. – Resmunguei, beliscando seu antebraço. — Ficou irritada? – Ele indagou, sua voz se propagando mais alta pelo estacionamento. Ele me girou no ar, me deixando tonta e soltando minha gargalhada por todos os lados. — Ai! Estou tonta! – Reclamei, quando ele parou, dentre as risadas. — Mais do que já é? – Indagou, brincalhão. Dei uma cotovelada nas suas costelas. — Me coloque no chão. Estou com fome. – Pedi. Na verdade, eu queria arrasta-lo para o centro, Kate nos esperaria lá, para fazermos coisas durante a tarde, para ocupar Christian durante um tempo. Christian me colocou no chão e puxou o capacete do compartimento, deixando o papelzinho ao lado do meu. Subimos na moto e ele buzinou para os rapazes, enquanto eu agradecia, mentalmente, pela minha louca ideia de chamar sua atenção.Kate nos esperava em um bistrô na área downtown de Manhattan. Nos sentamos nas cadeiras separadas para nós, mesmo com a cobertinha improvisada dava para sentir o ar denso provocado pelo sol que se estendia das pontas finais dos prédios altos. Kate me olhou de soslaio, olhos repuxados, aquilo significava encrenca. — Você demoraram. – Ela comentou, subindo os óculos escuros pelo nariz, até o topo da cabeça. Christian pareceu notá-la pela primeira vez, deixando de me olhar. — Pensei que seria Cary aí no seu lugar. – Provocou-a. Ela sorriu amarelo. — Desculpas em te incomodar. Mas acho que não gostaria muito se fosse Cary, realmente. – Ela disse, tamborilando os dedos sobre o tampo da mesa. Três copos de sucos, emitindo frescura, vieram por um rapaz, que os colocou diante de nós. Kate estava aprontando, dava para ver no modo como movia o canudo dentro do copo. Tudo bem. Ela tinha de entender que não fora culpa minha, mas como eu explicaria agora?! O que ela faria? Christian estreitou os olhos, bebericando o suco. — Não entendi. – Deu de ombros. — Não iria gostar de Cary escolhendo roupas íntimas para sua namorada. Ou gostaria? – Indagou, mexendo no lábio com o dedo indicador, fingindo estar pensativa. Arregalei os olhos. Suei frio. Todas essas coisas que ocorrem quando a ficha de algo estritamente desnecessário lhe cai. Olhei para Kate e ela sorriu para mim. Ah, aquele era o castigo. — Roupas íntimas, é? – Christian indagou, me olhando de soslaio. Enrubesci, se é que era possível ficar ainda mais vermelha. – O que estamos fazendo aqui então, Kate? Vamos comprar essas peças! – Ele bateu, de leve, uma mão sobre a mesa. Kate sorriu abertamente, ainda mais feliz pela provocação causada. Ela aprontaria mais alguma coisa, tinha certeza disso.
Notas finais
Essa Kate, realmente não presta! No que será que essa festa surpresa vai dar? E tipo, gostaram do ENFIIIIIIM BEIJO!?!?!?!?! Até depois de amanhã, com a segunda e última - triste - parte *-*
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