Notas iniciais
Mais um capitulo...espero que gostem

As duas horas passaram como se fossem jatos, seguimos até a imobiliária e vimos ele saindo, já havia começado a escurecer, GD desligou os faróis do carro dele e começou a seguir, seguimos até uma antiga loja que estava começando a me dar medo, vimos ele parando e levando uma maleta para dentro da loja abandonada, vimos alguma coisa cair da mala, fomos até a tal, saímos do carro.

– É uma nota de cem dólares — disse GD

– Isso está me parecendo um cassino ilegal... que foi proibido — disse Dara.

– Posso ligar para a polícia? — eu perguntei

– Vamos para o carro, daí você liga!- mandou GD — porque caso descubram que estamos aqui, fugimos — continuou ele

– Ok

Fomos até o carro, e comecei a ligar, quando começou a chamar dei o telefone para Dara, que colocou no viva-voz, para nós escutarmos o que iriam falar

– Departamento de policia, quem fala ?

– Aqui é Sandara, e eu queria fazer uma denúncia de um cassino ilegal, mas não tenho certeza que é um cassino, um homem veio até aqui com uma mala cheia de notas de cem dólares

– Onde é o local?

Dara explicou certinho, e logo a policia veio, sem as sirenes ligadas, pois pedimos para não fazer barulho. Quando eles chegaram alguem chutou o senhor Yasurico para fora, e começaram a gritar

– Você nos trouxe o dinheiro errado!! nós pedimos o dobro disso!

– Eu ainda não consegui o resto, eu juro que pago a vocês

O senhor Yasurico estava sendo chantageado e não poderia fazer nada, coitado ele já é um senhor de idade, como os traficantes de hoje em dia são malvados

– Parados! — a policia gritou

Os traficantes olharam para os policiais e começaram a trocar tiros, eu, Bom, Minji, GD e Dara ficamos escondidos atrás do carro, para não levarmos tiros, vi o senhor Yasurico se arrastando, eu tinha que fazer alguma coisa.

– Fiquem aqui vou pegar o senhor Yasurico — eu disse, começando a me levantar mas GD segurou minha mão

– CL, fica aqui, você pode ser atingida por uma bala perdida.

– Não estou nem ai!

Olhei para trás e vi Bom

– O que está fazendo aqui?

– Vim te ajudar!

Fomos até o local onde o senhor Yasurico estava e o ajudei, Bom pegou a mala de dinheiro dele, e voltamos para a segurança, no caminho CL foi atingida na barriga, Dara falou para o senhor Yasurico entrar no carro dele e ir embora junto com a gente.

– Eu não estou conseguindo andar direito — disse CL, num tom que ninguém ouviu.

Ela se encostou na parede e foi escorregando até o chão, que estava coberto de neve

– CL, vem, o que está fazendo aí?

Perguntou GD ele percebeu que eu estava com a mão na barriga, e veio até mim, pegou minha mão e viu que estava suja de sangue, e que estava meio ofegante, ele me pegou no colo e levou para o carro, nós estávamos indo a caminho do hospital, GD ficou atrás comigo, Dara dirigia e o senhor Yasurico no carro dele junto com Bom e Minji. GD colocou minha cabeça no colo dele, eu estava com os olhos semi-abertos.

– Que droga CL, eu falei que você tinha que ficar em segurança! — gritava GD

– GD, gritar com ela não vai resolver nada! — esbravejava Dara, que me defendia.

Chegamos no hospital, me colocaram numa maca, me levaram para a sala de emergências, depois não vi mais nada.



(momento suspense)



Quando acordei estava num quarto grande, não conseguia me mexer direito, olhei para minha barriga e vi um curativo. Dara percebeu que eu acordara.

– CL você está bem?

– Acho que sim....faz muito tempo que estou aqui?

Bom, ao escutar minha voz, veio correndo até minha cama respondendo minha pergunta.

– Não, umas 5 horas.... talvez!

– Demorou para tirar a bala?

– Não, apenas uns 10 minutos, o resto você ficou apagada — disse Minji.

– Onde está todo mundo?

– Estão na cantina, vou chamá- los — disse Dara.

–Tá...

– Nossa, eu fiquei tanto tempo assim apagada? Duro que eu não tava dormindo, eu estava desmaiada, e não lembro de muita coisa que tinha acontecido antes de eu ter sido atingida.

– Pois é CL, nós achamos que você ia morrer!

Bom tampou a boca de Minji...

– Não é verdade, ela estava só brincando — disse Bom.

– Mas Bom foi você quem falou isso!

– NÃO FOI EU QUEM DISSE ISSO!!!!

Assim que ela terminou a frase, GD veio correndo até meu quarto, ele veio tão rápido que sem querer passou reto pela minha porta, mas, em instantes, voltou!

– CL, que bom! você está bem?

– Estou melhor, obrigada.

Ele sorriu, logo depois Dara veio ajudando o senhor Yasurico a andar, bati no GD com um pouco de força

– Aí! — ele colocou a mão onde eu bati.- O que eu fiz?

– Seu egoísta! Nem para ajudar o senhor Yasurico!

– Desculpe CL, é que eu só tenho olhos para você — ele ficou olhando nos meus olhos, desviei meu olhar, porque não conseguia olhar diretamente para os olhos dele, senão eu ficava sem jeito.

– Com licença, interrompendo o casal novamente — disse Dara.

– CL, obrigado por salvar minha vida daqueles traficantes, estou grato a você, e desculpe por ter te cobrado a casa, agora que os traficantes foram presos não precisa mais comprar a casa.

– Eram essas desculpas que eu estava esperando — Disse GD baixinho, mas eu escutei e bati nele de novo.

– GD, seu sem educação!

– Ai, tá parecendo minha mãe!

Todos demos risadas.

–Ah! senhor Yasurico, você deve agradecer a minha amiga, Sandara Park, graças a ela descobrimos que o senhor estava em perigo.

Dara assustou quando escutou seu nome, mas sorriu.

– Ehhh, viva a Dara!!!! — disse Bom.

De manhã, me deram alta e eu fui para casa com o GD.

– Vamos comemorar!!!! — disse GD se jogando no sofá.

– GD! primeiro: não se jogue no sofá, se quebrar você vai comprar outro, ok. E, segundo: você vai deixar eu aqui que mal estou conseguindo entrar na porta?, e , terceiro: comemorar o que?

– Espere aí, fala uma coisa de cada vez!

Suspirei sem paciência, e quando eu ia começar a falar ele veio até mim, e me pegou no colo.

– Brincadeira boba! — brincou ele e continuou — eu lembro os três que você me falou, só estava te provocando

Sorri.

– Você e essas brincadeiras!

Ele me colocou deitada no sofá, e se sentou do meu lado.

– Você não vai fazer nada até se recuperar totalmente, entendeu?

– Mas você vai fazer tudo?

– Sim.

– Não, eu não gosto que as pessoas façam tudo para mim.

– Mas essa semana vai ser assim.

Me encolhi no sofá, cruzei os braços e fiz cara de brava, ele começou a dar risada.

– Qual é a graça?- eu perguntei ainda irritada.

– Você está parecendo ter uns 4 aninhos.

– Hum...

Comecei a olhar fixamente para a parede, e nem percebi que GD estava falando comigo, até que ele colocou a mão na minha coxa e deu uns tapinhas.

– CL?

– Ah, desculpa, viajei — sorri.

– O que quer comer?

– Nada, estou sem fome.

– Como nada? Não pode ficar sem comer.

– Ah! Não estou afim agora, mais tarde eu como...

– Tá bom.

GD foi até a cozinha, e preparou seu prato, e se sentou ao lado de CL, e ele tinha feito a comida favorita dela, que era simples mas muito gostosa, macarrão com molho misto (branco e vermelho misturados). Ele começou a comer, fingindo que eu nem estava ali, até que CL falou

– Você esta fazendo isso de propósito? Para eu comer, não é?

– O quê? Estou fazendo o quê? — disse ele enquanto comia o macarrão

– Você fez minha comida favorita, só para eu comer, mas não vai adiantar, não! Eu estou sem fome.

– Tá bom!

– Pára com isso!

– O quê?

– Ficar fazendo vontade em mim!

– Eu não estou fazendo nada! — disse ele dando risada — Você quer comer agora?

– Agora vou, né! Culpa sua!!!

– Minha culpa? Tá, vou pegar um prato para você — disse ele se levantando.

Ele voltou com um prato cheio de macarrão, arregalei meus olhos quando vi aquele prato enorme.

– Eu não vou comer tudo isso! — batendo um sentimento de culpa, pensando no meu eterno regime.

– Eu sei, é para nós dois!

– Nós dois?

– Ou, não quer que eu coma junto com você?

– Não, não tem problema mas... — olhei para ele, que nem prestava atenção em mim.

– Olha o aviãozinho — disse ele apontando o garfo na minha direção.

– Jiyong — comecei a dar risada — Eu sei comer sozinha.

– Eu sei que você sabe, mas eu disse que hoje você não vai fazer nada para se esforçar.

– Comer não é se esforçar!

Ele me olhou, ficamos em silêncio e ele fazia umas caretas, algumas me encarrando, outras ficando vesgo, até que eu quebrei o silêncio, dando gargalhadas, e quase caindo para fora do sofá

– Chaerin Lee, me obedeça e coma seu macarrão — brincou ele me fazendo dar mais gargalhadas ainda.

Eu comecei a parar de rir.

– Passou seu ataque de risos? — comecei a dar risada de novo — É hoje!!! — disse ele olhando para cima.

Depois de um tempo CL parara de rir, e começara a comer, ele insistiu que queria dar comida na sua boca, que tentava inventar desculpas, mas não conseguia.

– Depois quando eu ficar melhor, nós podemos ir no parque central? Deu vontade de lembrar do passado

– Nós vamos daqui duas semanas, se a neve tiver passado, mas pelo que vi a neve acaba em uma semana

– Mas duas semanas?!?

– É, você tem que se recuperar totalmente.

– Você é muito mau, mau e chato, mau de mais! — eu disse como se tivesse 4 anos!

– Acredite, é para o seu bem!

Me mexi para ajeitar meu corpo que estava de mal jeito, senti o corte se abrindo um pouco

– Ai — reclamei de dor.

– O quê foi?

– Doeu um pouco — coloquei a mão em cima do curativo.

– Deixa eu ver se aconteceu alguma coisa.

Ele levantou minha blusa, e mexeu no curativo, que doeu um pouco mais.

– E aí doutor? eu estou bem? Vou sobreviver — brinquei

– E como eu disse, vai ter que ficar de repouso, e sem fazer muitos movimentos bruscos, entendeu?

– Sim senhor!


Notas finais
reviews?