Aparências
11 10. Pattie, não sou vadia!
Notas iniciais
Não sei a resposta, e, sinseramente, não quero saber. Eu to feliz aqui, na ignorancia, sabe... Com o Justin todo preoculpado comigo, isso é bom para meu coração apaixonado e pra minha alta estima.
- Eu fico — sussurei e recebi um beijinho carinhoso na testa — sabia que eu não consigo falar não para você? — cofidenciei me arrependendo disso.
- Obvio, olha para mim, que garota resiste a uma sedução dessa! — se gabou com naris erguido, nos, belieber, deveriamos para de mimar esse garoto, ele ta ficando convencido, mas ele pode, pensei.
- Cara as suas fãs deveriam parar de te mimar, você ta com um emo muito convencido — falei dado um tapa sem força na sua cabeça .
- Você me bateu agora vai ter que pagar o pato — falou me pulsando para cima dele — mas eu acho que vai ter que ficar para depois, você ta mais quente que antes — falou quando colocou a mão na minha cabeça — deita aqui que eu vou pegar um pano para colocar-mos na sua cabeça, depois vou chamar a minha mãe e você vai ficar quieta aqui, estamos entedidos? — falou comigo ainda em seu colo e ele brincando com os fios do meu cabelo.
- Entendido senhor comandando Bieber — falei batendo continencia, o que o fez rir.
- Mais alto catete Natasha — ele falou rindo e dei um celinho nele antes de decher de seu colo e deitar, adimito que presisei de ajuda para conseguir sair de cima dele, eu estava muito fraca e com dor de cabeça, apesar de saber disfarçar a dor de cabeça — ok, agora vamos começar o nosso combinado, então se quiser pode dormir.
Não respondi, somente encostei a cabeça no machio travisseiro, fechei os olhos e deixei meus pensamentos voarem, começando em quando eu vi as bruxas antes do show começar, depois quando eu estava no camarim e Justin me colocou para correr, depois quando eu estava na pizzaria com ele e a cituação ficou tensa, quando ele quase me matou — fato que eu prefeira esquecer — ele dormindo com a cabeça no meu colo no camarim, a loja de pijamas, as bruxas no elevador e por fim a noite de ontem. Tudo parecia ter acontecido a muito tempo, era inagreditavel que só conhecesse pessoalmente Justin a menos de um dia e eu ja tinha certeza que apesar de tudo eu o amava, não como eu amava antes, um amor de fã, mas sim um amor de verdade, tudo bem que um amor de fã tambem é de verdade, na verdade é o mais verdadeiro e mais pura, porque apesar de não conhecer a pessoas ela realmente o ama e faria qualquer coisa por ela, não importa o que seja.
Logo fui tirada de meus desvaneios pela porta do quarto se abrindo e Justin e Patti entrando no quarta, Patti parecia tensa, achava que Justin ainda não avia lhe contando a historia, então provavelmente ela poderia esta pensando que eu sou algum tipo de piranha ou algo do genero, o que não me agradou, eu sempre tive uma grande admiração pela mãe dele, afinal ela teve uma vida tragica, e por mais ingrivel que paressa, ela conseguiu criar sozinha Jus, lutando muito, mas consegiu, e pior que criou o menino muito bem! Criou para ser um cavaleiro e um homem de familia, com principeis! Meu Deus! Se essa mulher fosse famosa seria minha diva! Sim, por dentro estava alfolica, mas por fora ainda não consegui nem me mover direito de tão fraca que eu tava, então segurei a minha animação. Justin veio ate mim e sentou na ponta da cama do meu lado segurando minha mão, fez carinho na minha cabeça com a mão livre, tirando o cabelo que estava grudado na minha testa.
- Esta melhorando Nat? — perguntou visivelmente.
- Não — saiu mais como um sussuro do que era para ser. Vi Justin chamar a mãe para mais perto de nos, que obedeceu prontamente.
- Mãe essa é Natasha, Nat essa é minha mãe, Patricia ou pode chamar ela de Patti, mas você deve saber disso — sorriu divertido para mim que conrespondi.
- Oi Patti — falei virando a cabeça para ela e dando um sorriso.
- Oi Natasha — falou grusando um dos braços em frente do peito e o outro usava ele como apoio e ela me deu um pequeno acreno de mãos e acrescentou — como vocês se conheceram? — dei sinal para o Justin começar a falar tudo.
- A Nat tava no show, para falar a verdade ela é belieber — ele sorria enquanto falava — se lembra que nos combinamos que eu ai chamar uma belieber para me conhecer depois do show, no camarim? — ela acentiu — então, foi ela que eu escolhi, a vó dela ta internada e bem, ela mora com a tia, o porque eu não sei, mas a tia vai ter que ficar no hospital com a vó ate o final de semana, ai eu convidei ela para dormir aqui, ja que nos nessa conversa la no camarim ficamos MUITO amigos, pra falar a verdade nos mal ficamos no camarim fomos para a pizzaria que o Usher reservou sempre que nos quisessemos comer por enquanto que estamos aqui sem ser pertubados. — Justin e eu olhamos para Patti rezando para ela acreditar que só avia acontecido nisso.
- Justin eu não sou burra — ela disse do nada fazendo uma careta — eu sei que tem mais involvido, afinal você nunca convidou nenhuma garota para cá e não aconteceu, mas eu não vou falar nada porque eu não te vejo com esse sorriso no rosto de que aconteceu — deu um sorriso para mim e pegou na calça uma embalagem de Tilenou.
- Alias mãe — começou Justin — ela sabe ta?
Eu juro que achei que os olhos de Patti não ia somente se arregalar, mas sim pularem do rosto, ela fez uma expreção mais ingredula que eu ja vi em minha vida, acho que por isso ela não esperava, ela começou a abrir a boca, como se fosse falar algo, mas nada saia.
- C-com-mo? — ela consegui por fim, gaguejando mas consegiu.- Bem, primeiro ela disse que me amava no bastidores, ai eu mandei ela ir embora, mas ela ficou me esperando no corredor, depois umas fãs falaram que me amavam ai ja viu ne? Eu corri atraz dela e quase comi ela. — ele falou muito temerosso do que a mãe ia falar.
- JUSTIN DREW BIEBER O SENHOR TENTOU MATAR ELA!!?? — ela gritou, achei que Jus ia pular encima da cama e se esconder debaixo dos lençou, ele parece ter medo dela, é, ele deve ter apanhado muito na infancia, algo que eu ja suspeitava, mas fala serio! Ele é tipo um transmorfo!
- Mãe — começou — você sabe que quando eu me transformo eu não me controlo, se bombear eu tentaria matar a senhora — disso eu não duvido, pensei.
Ela não continuou a discurção, somente balançou a cabeça e andou ate a geladeirinha prata que tinha ao lado de uma escrivaninha, a abriu, pegou uma garrafa de agua, qual abriu e colocou o conteudo dentro de um copo que avia encima da geladeirinha. Logo a vi andar ate mim e me estendeu o copo e o comprimido.
- Beba e descante muito querida — falou dando um sorriso para mim, realmente, a Patti era um doce de pessoa.
- Obrigada — agradessi tentando me sentar, o que meio que foi envão — Hãn... Justin, você pode me ajudar? — dei um sorriso envergonhado e logo fui ajudada — alias, Patti, tudo bem eu ficar aqui? Não quero encomodar ninguem...
- Claro que não vai encomodar ninguem querida — falou dando um sorriso e depois ordenou — agora beba.
Bebi o remedio que tinha um gosto terrivel, odeio tomar remedios! Fiz uma careta que fez ate o Justin rir. Algem me fala o por que eu amo esse idiota? Aé me lembrei, porque, apesar dele rir de mim, era o garoto mais fofo e lindo que eu conheço, é fazer o que?
- Então como ja te dei o remedio vou voltar a fazer o que estava fazendo — ela de um chalzinho para nos e começou a andar ate a porta — tchaul — e saiu pela porta e fechando-a logo em seguida.
Justin me pulsou para ele novamente me fazendo sentar em seu colo, não sei qual a tara desse garoto por fazer isso, mas vou deixar queto, ele começou a fazer carinho em meu rosto e meu cabelo, como se tivesse verificando se estava tudo no lugar, no final das contas juntou nossa testas e ficamos assim por um tempo, olhando um para os olhos do outro.
- Sabia que eu não conheço ninguem com olhos mais azuis que os seus? — Justin sussurou e sorrindo para mim, o que fez eu sorrir tambem.
- Quero saber uma coisa — falei seria — cade o Justin sombrio, rabugento, chato e que gritava comigo por coisas bobas?
- Acho que você conseguiu acabar com ele — ele ainda tava sorrindo — bem acho que você consegui fazer eu me apaixonar.
- Meu Deus! Em menos de um dia eu fiz Justin Babugento Bieber se apaixonar por mim — fiz uma ceninha basica, o que fez o Justin rir de mim — tomara que isso dure — falei seria, o que fez Justin tambem ficar serio.
- Tambem — falou sombrio — eu não me sinto tão feliz assim a muito tempo — abriu um sorriso para mim.
- Primeiro, você tava parecendo um emo com essa expreção sombria, denovo — falei passado a mão em seus loiros cabelos — segundo, me explica o porque você falou no camarim que doia ouvir suas fãs falarem que te amam?
- Olha, imagina, eu não posso ouvir ninguem falar que me ama, se não você sabe o que acontece, e ninguem, tirando minha familia e amigos, realmente me conheçe para me amar, pensar que essas pessoas te amam e nem te conheçem — assenti como sinal para ele continuar — imagina, para mim, a espreção, eu te amo, é a mais importante do mundo, e imagina, como é pra mim, ouvir isso ser tão disperdiçado — ele falou passando a mão meu rosto, fazendo carinho.
Olhei para ele ingredulo, eu não estava crendo em que eu estava ouvindo, ele, mais do que ninguem, deveria saber que o amor de fã é sim um amor que realmente existe, na verdade é o amor mais lindo e doentio que eu conheço, pois, apesar da distancia e da falta de contato que a fã tem com o seu idolo, ela ta lá, amando-o, faria qualquer coisa pra ver um sorriso em seu rosto, apesar de nunca ter visto ele pessoalmente.
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