Apartamento 304

3 tudo culpa do john


Notas iniciais
olá jovens :) queria pedir que se você está lendo essa fanfic e não tem conta aqui deixe sua review pelo meu twitter? @directionbra (assim eu vou saber se vc gosta e/ou lê :)

me olhou sorrindo, por educação claro. Claro brooke como poderia harry edward styles te olhar? -pensei-.

sorri novamente e me odiei logo depois. Eu não quero mostrar que sou meio caida por ele. Na verdade nem eu mesma sei o que acontece. Quando estou sem vê-lo cantar, ou presenciar fotos eu simplismente o ignoro e falo poucas e boas, mais é só olhar seus olhos, seus cabelos, seu sorriso e principalmente o seu comportamento idiota que eu piro. Simplismente devo estar parecendo uma idiota pensando demais.

- brooke o que está esperando? — disse john.

- oi? — perguntei sem entender.

- vá atender harry e sua irmã gemma. — disse john.

- desculpe-me john, eu sou meio caída por ele e ao mesmo tempo não o suporto, nem eu mesma me entendo. Vou me embolar toda. — falei susurrando para ele.

- lilly e peter estão cuidando de outras mesas, hoje está muito cheio. Desculpe-me mais não vou aceitar que um problema "pessoal" intervenha em nossa cafeteria.

- ok, estou indo. — falei.

John quando quer ser legal ele é, aliás pra quê falar tão lindamente? ele é meu amigo, mais amigos ajudam uns aos outros e não me colocam pra fazer pagar mico. É isso aí john eu vou matar você depois que o superstar lindo e maravilhoso e...brooke concentra.

Caminhei até a mesa dele, ele já não me observava o que me fez chegar intacta até a mesma.

- Olá Harry e Gemma, o que vão querer? — falei no tom mais calmo que encontrei.

- Olá, seu nome? — perguntou harry.

- Brooke. — sorri, que sorriu de volta.

- Brooke, eu quero um frapucchino de caramelo e gemma? — disse ele olhando pra mim.

- Eu quero um capucchino de canela. — disse ela.

Anotei o pedido em meu minúsculo caderno.

- mais alguma coisa? — perguntei.

- sim. — disse ele. Arqueei a sobrancelha.

- diga-me harry styles. — falei meio irônica.

- sente-se conosco. — pediu.

- obrigada mais não posso aceitar convite de estranhos e muito menos clientes. — falei e saí.

John sorriu pra mim, fechei a cara no mesmo instante e só ouvi sua gargalhada. Ele me paga. -pensei-.

15 minutos depois..

Peguei seus pedidos e os coloquei numa bandeja onde se encaixavam perfeitamente os copos. Respirei fundo e o encarei.

- aqui está. — falei lhe entregando.

- thank you. — disse harry.

- você tem certeza que não quer sentar conosco? não temos nada à fazer em chesire, na verdade apenas ver alguns amigos, mais por enquanto estamos livres e entediados. — disse gemma.

- eu não conheço vocês. Porque me sentaria? — perguntei.

- lógico que conhece. Sabe nossos nomes antes mesmo de nos apresentar. Você é uma fã? — perguntou harry.

- já ouviu aquela frase "você sabe meu nome mais não sabe minha história?" pois é, é tudo o que sei sobre vocês, nomes. Meros nomes. — gesticulei mentindo. É claro que eu sabia até mais do que gostaria sobre harry edward styles, niall james horan, louis willian tomlinson, liam james payne e zayn jawadd malik.

- calma, nós só queremos ser gentis. — disse gemma.

- a questão é essa gemma, não vê? vocês não estão nem aí pra mim, estão querendo ser gentis. gentileza o mundo não falta. — expliquei.

- acha que sou um superstar metido? — perguntou harry.

- e-eu não sei o que pensar, é uma história complicada. — falei.

- apenas sente. — disse ele.

- acho melhor eu ir harry, não quero confusões. — disse gemma piscando pra mim.

Gemma realmente achou que aquilo fosse um encontro ou? estou no meu ambiente de trabalho, apenas.

- explique-me brooke o motivo de tanta frieza. — disse harry.

Sentou-se perto de mim, podia ver bem seus olhos esverdeados me olhando. Seu sorriso cansado, mais ainda sim podia sorrir, lindamente eu diria.

- não posso, não te conheço, não dá. Não acha que muitos nãos são complicados demais? digo, ah nem mesma eu sei o que estou falando. Só estou estressada. Prefiro não falar. — sorri.

- acredite, eu sei como é se estressar, se expressar mal, e o pior ter que sorrir quando não se quer. — disse ele.

- é, eu sei que sua vida é melhor e pior que a minha ao mesmo tempo. Isso é estranho. — falei.

- é, talvez. Mais me conte de você. — falou.

Eu estava nas garras dele, era isso que ele queria. Porque pediria para uma funcionária, simples sentar-se ao lado dele e da irmã? apenas por falta do que fazer. Porque se não estivesse no tédio não me convidariam pra tal ato.

- meu nome é Brooke, odeio meu sobrenome, ou seja você descobrirá depois. Tenho 18 anos, estou prestes à fazer faculdade, tenho uma lambreta que quebra meu galho, trabalho aqui desde alguns meses, ou talvez um ano. Gosto da banda de vocês, descendo de brasileiros e italianos e moro aqui perto. — falei.

- você é sempre sincera assim? — perguntou.

- sincera, arrogante, maluca, chorona e mais milhões de coisas. — sorri.

- você é engraçada. — disse ele.

- talvez, mais não pelo fato de eu fazer piada, e sim pelo meu jeito de falar as coisas. — falei.

- exatamente. você se auto-analisou? — perguntou.

- mamãe dissera isso desde que nasci. mais e você? — perguntei.

- ainda bem que você não sabe muito sobre mim, ou seria um pouco chato. — disse ele.

rimos juntos. Ele era tão fofo que quase esqueci que acho ele um idiota.

Notas finais
mereço reviews? se sim me mandem ou deixem comentários pelo meu twitter. @directionbra :)