Apaixonado Como Fogo, Frio Como Gelo
10 Posso te beijar?
Ter aquela conversa com o Jaeger me deixou ainda mais irritado. Droga! Eu que não ia ficar pensando naquilo, nunca que eu iria querer me envolver com um cara. Eu sou hétero, não sou? Que merda, nem era para eu estar com dúvidas, eu já peguei muitas mulheres, então era óbivio que eu gostava era de mulher, ou será que isso mudou depois que eu fiquei com o ele? Ah, preciso tirar isso da cabeça.
Segui até o refeitório e me sentei ao lado da Hanji, que já estava quase terminado de jantar.
— E aí, Levi?
— Ei.
— O que foi? Ainda tá pensando naquilo? — ela disse me analisando.
— Aham, eu estou muito confuso com isso tudo. — falei de cabeça baixa
— Eu já dissse, foi uma experiência, se você não gostou é só não fazer de novo, não precisa ficar se lamentando por isso.
— Eu sei, mas... — não consegui terminar
— Mas... — ela insistiu.
— Eu não me sinto confortavel falando disso aqui, vamos para o seu quarto. — disse isso enquanto me levantava, deixando o prato quase totalmente cheio na mesa, não ia conseguir comer mesmo.
Hanji se levantou e veio atrás de mim. Não trocamos uma palavra até chegarmos ao quarto. Ela se sentou na cama, eu tranquei a porta e me juntei a ela logo depois.
— Pronto, pode falar agora. — ela disse
— Bom, eu e o Jaeger nos pegamos outas vezes. — olhei para ela e vi que ela tinha dado um pequeno sorriso.
— Então isso quer dizer que você gostou. Por que isso é um problema?
— Você não entende? Eu sou hétero! Não devia ter gostado de ficar com um cara.
— Se você gostou então talvez você não seja hétero. Ou então, ele é uma exceção.
— Você não ta ajudando, Hanji.
— Eu já disse, se você não quer mais, é só não ficar com ele de novo.
— O problema é que eu quero ele. — falei um pouco alto demais, e logo senti meu rosto ficar vermelho.
— Então vá e fique com ele. — ela disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. — Não sei por que você fica tentando complicar tudo.
— Não, e-eu...
— Você...
— E se depois de ficar com ele eu não gostar mais de mulher? E se eu virar gay?
— Levi, isso não vai mudar.
— Como você pode ter tanta certeza?
— O que te deixa atraido por alguém não é o sexo da pessoa, e sim o impacto que ela tem sobre você, aquilo que faz você querer estar perto dela o tempo todo e que faz ela uma das coisas mais importantes da sua vida.
— Mas eu não me sinto assim com ele, é só tesão.
— O que eu quis dizer foi que você não vai deixar de gostar de mulher por ficar com ele.
— Então você acha qe eu devia ficar com ele?
— Claro, o que você prefere? Ficar se lamentando aí ou fazer o que tem vontade e se divertir?
— Eu não sei, tirando esse negocio de sermos dois homens, tem o problema da idade também. E se alguém descobrir? Eu posso ser preso! Além de que eu não curto muito esse negócio de sexo casu...
— Levi! Se você tá com vontade de pegar ele, vai lá e pega! Para de ficar inventando desculpas!
— Hanji... — tentei argumentar, mas ela me cortou de novo.
— Sem mais, Levi, na próxima vez que vocês se encontrarem você vai dar uns pegas nele e depois me contar tudo. — ela disse dando um sorriso. — Assunto encerrado!
Não adiantava mais falar daquilo, quando ela bota uma coisa na cabeça é impossível de fazer ela mudar de idéia, Nem sei porque eu contei isso para ela. Bom, depois eu resolvo o que fazer quanto a isso.
Depois de passarmos horas conversando sobre tudo e mais um pouco, eu finalmente voltei para o meu quarto, mas, como já era esperado não consegui dormir direito.
Levantei com o mau humor de sempre. Eu praticamente não tinha pregado os olhos naquela noite, tudo culpa do desgraçado do Jaeger. Por que ele tinha que me deixar tão confuso? Arrumei meu quarto, como sempre e me sentei na mesa para organizar o material para as aulas do dia. Senti uma pontada de felicidade ao perceber que não teria mais aulas com a minha turma naquela semana, ou seja, não teria que ver o Jaeger.
Aquilo me deixou feliz, mas ao mesmo tempo desapontado; eu até que gostava das provocações que ele fazia durante a aula, acabava um pouco com o tédio, mesmo aquilo me tirando do sério.
*-*-*-*-*-*-*-*
Era sexta de manhã, finalmete, meu último dia letivo da semana, assim que terminassem as aulas eu poderia descansar. Me levantei um pouco menos irritado do que o normal, estava fazendo muito frio, o que me fazia querer voltar para debaixo das cobertas, mas era óbivio que não podia. Fechei a janela e fui tomar um banho.
Entrei debaixo do chuveiro ainda sonolento, mas logo, com a água no meu rosto, eu despertei. Enquanto pasasva o sabonete pelo meu corpo, comecei a pensar no Jaeger, como sempre. Ele e a Hanji até que tinham razão, eu devia fazer o que eu tenho vontade de fazer, e eu quero ele, meu corpo quer sentir o toque dele, será que eu devia ficar com o Jaeger então?
Terminei meu banho e assim que terminei de me secar enrolei a toalha na cintura e saí, dando de cara com o Jaeger. Mas que porra ele estava fazendo no meu quarto?
Senti um vento frio me atingir e olhei para a janela que estava aberta, foi por lá que ele entrou. Olhei para a minha cama super desarrumada, aquilo me deixou com muita raiva, não suportava bagunça. Me virei então para ele.
— Posso saber o que você está fazendo aqui?
— E-eu... estava procurando a minha revista. — ele disse, e pude perceber que escondia alguma coisa nas costas. — Já estou saindo.
— Então você acha que eu vou deixar você sair daqui assim, de boa, depois de invadir meu quarto? — disse me aproximando dele para pegar a revista
— O-o que você vai fazer? — quando ele disse isso, tudo em que conseguir pensar foi em amarrar ele na minha cama e tortura-lo dos jeitos mais sexys possiveis, o que me deixou excitado.
— Droga! — notei um certo volume se formando na toalha, me virei o mais rápido que pude, tentando disfarçar tanto a minha excitação quanto o constrangimento.
Espero que ele não tenha notado
— O que foi. — ele disse, mas algo me dizia que ele sabia, só estava se fazendo de besta.
— N-nada não. — tentei manter a voz firme. — São só esses pensamentos estúpidos pasando pela minha cabeça de novo. — por que eu disse isso? Se ele não tinha entendido antes, provavelmente entendeu agora.
— Eu já falei, Levi, pare de se....
— Eu já entendi! — falei um pouco mais alto. Não queria ouvir a mesma coisa de novo, aquilo já estava ficando chato — Só saia daqui logo, você está me confundindo ainda mais.
Assim que eu disse aquilo ele subiu na cama e se sentou na janela, pronto para sair. Percebi ele se abraçando, será que aquele idiota não tinha levado um casaco?
— E-espere! — eu disse e ele me fitou.
Abri o guarda-roupa e procurei por um casaco, achei uma jaqueta que eu quase nunca usava, ela ia servir.
— Toma. — disse lhe estendento a peça de roupa. — Acho que o tempo não vai esquentar hoje e já ta quase na hora da aula pra dar tempo de você ir buscar um no seu quarto.
— Obrigado. — ele disse pegando a jaqueta, pulando a janela. e se preparando para sair.
— Eren. — percebi tarde demais que tinha chamado ele pelo primeiro nome, o que deixou meu rosto vermelho. — E-eu... eu estou pensando naquilo que você me disse. — ele pareceu surpreso por um segundo, mas logo me lançou um sorriso e saiu andando. Continuei ali, parado durante alguns minutos, ainda tentando entender o que tinha acabado de acontecer.
*-*-*-*-*-*-*-*-*
Depois do jantar eu finalmente teria descanso, ou pelo menos achava que teria. O Erwin queria que eu escolhesse o novo livro de história que os alunos iriam usar. Não sei para que isso, o que aconteceu há anos não vai mudar, então não precisa mudar os livros também se esses que nós usamos são bons. Fiquei durante horas fazendo aquilo, quando decidi finalmente ir dormir.
Minha jaqueta estava na minha cama.
Como?
Peguei ela ainda sem entender, estava com sono, iria apenas guarda-la e no outro dia pensaria naquilo. Quando vou desvira-la para pendurar, alguma coisa cai aos meus pés.
Pendurei a jaqueta e peguei o pequeno pedaço de papel dobrado do chão. Tinha o meu nome escrito com uma letra feia, deitei na cama, abri o papel e comecei a ler. Era um bilhete do Jaeger. Assim que comecei a ler meu coração desparou.
Professor Levi
Obrigado pela jaqueta, não sei se você se lembra mas essa era a jaqueta que você usava no dia em que nos conhecemos.
Eu fiquei muito feliz em saber que você está pensando no que eu te disse, realmente muito feliz. Eu não sei por que, mas eu penso em você toda hora, quero poder te ver logo, estou tão desesperado esperando sua resposta que mal consigo dormir, isso é tão confuso, eu nunca me senti assim antes, isso está acontecendo com você também?
O Armin disse que isso pode ser paixão, eu não sei, não entendo de sentimentos, mas eu sei que gosto de você, pelo menos um pouco. AAAAHHH ISSO É TÃO ESTRANHO!!
Desculpa se estou sendo egoista, mas acho que você deveria dar uma chance a nós. Não tem como negar que ambos temos tesão pelo outro, mesmo que seja só isso, eu quero estar com você, ou pelo menos te ter apenas mais uma vez.
Estou esperando sua resposta
Eren Jaeger
Ps: eu não falei da gente para o Armin
Ps 2: você estava muito gostoso de toalha hoje de manhã
O que? Meu coração estava acelerado e minhas mãos suando muito. Ele gosta de mim? Ele acabou de se declarar para mim? Como assim? E por que meu coração está tão acelerado? Fechei os olhos respirando fundo, coloquei a carta em cima do meu rosto e tentei me acalmar.
Ler aquilo me deixou feliz, mas ao mesmo tempo mais confuso ainda. Um menino estava apaixonado por mim, eu queria ele, ele me queria, por que eu tinha que complicar tudo? Resolvi que não iria mais pensar naquilo, na próxima vez que o encontrasse conversaria com ele e decidiria a minha resposta.
Mesmo decido, não consegui dormir direito, fiquei criando vários cenários de como poderia ser a nossa conversa na minha mente, mas todos terminavam em pegação.
*-*-*-*-*-*
Passei o dia lendo o material que o diretor tinha me dado, ainda não tinha escolhido o novo livro, droga, minha vontade era de tacar os livros na cabeça dele. Não precisavamos de livros novos.
Quando a noite chegou novamente, não consegui pregar os olhos, eu precisava ter aquela conversa com ele logo.
Como não conseguia dormir resolvi dar uma volta no campus. A noite estava linda, o céu estava todo estrelado. Enfiei a mão no bolso e tirei um cigarro, eu não tinha o hábito de fumar, mas todo aquele estress por causa do Eren tinha me dado vontade. Ainda não estava certo do que fazer, se eu ia aceitar ou não, eu queria ele e não tinha dúvidas quanto a isso, mas ao mesmo tempo tinha medo e vergonha por ele ser um homem, tudo ia dependar da nossa conversa.
Andei em direção à piscina, era o melhor lugar do campus para ver as estrelas. Não havia uma semana que eu o conhecia, mas o meu desejo de pussui-lo era grande, e o que ele escreveu naquela carta só aumentou isso. Droga!
Subi na arquibancada olhando para o céu, estava tão perfeito que não conseguia parar de observa-lo. Um cenário perfeito para uma cena romantica. Me sentei no lugar de sempre, ainda com o cigarro em mãos.
Foi quando eu percebi que não estava sozinho.
Na outra ponta da arquibancada havia uma pessoa deitada, será outro professor? Os alunos não tem permissão para andar no campus a essa hora, então provavelmente não era um. Não resisti à curiosidade e fui ver quem era.
Me aproximei da pessoa até que finalmente pude ve-lo. Era o Eren, digo, o Jaeger.
Na mesma hora meu coração acelerou. Eu tinha dito que conversaria com ele quando nos encontrassemos de novo, mas eu não estava pronto para aquilo. Pensei em sair dalí antes que ele me notasse, mas juntei coragem e fui falar com ele.
— Eren! — chamei, mas ele não se mexeu. Será que estava dormindo? — Eren?
Ele finalmente abriu os olhos, me fitando surpreso.
— Professor Levi? — ele disse se sentando — O que você está fazendo aqui?
— Eu... costumo vir aqui para olhar as estrelas. — falei, me desviando do motivo de ter ido alí. Foco, Levi, antes de que você perca a coragem. — Eu vi você aqui e... decidi te dar a minha resposta. — ele pareceu surpreso ao ouvir isso.
— E o que você decidiu? — ele me fitou sério, provavelmente se preparando pscicologicamente caso minha resposta fosse negativa.
— Bem, tanto você quanto a hanji ficaram dizendo que eu tenho que fazer o que eu tenho vontade e eu tenho vontade de te pegar, que quero estar com você.
— Então isso é um sim?
Ignorei o que ele disse e continuei
— Mas eu não me sentiria a vontade em estar com um cara, é estranho e tudo isso é novo para mim.
— A gente já se pegou outas vezes, não tem porque ficar nervoso com isso.
— Eu sei, mas sei lá, acho que seria diferente agora, já que você gosta de mim e eu... — não consegui terminar a frase
— Por que você parou?
— Esquece. E também, você tem metade da minha idade. Eu posso ser preso se alguem descobrir.
— Eu gosto de você, eu quero te tocar e quero que você me toque também, isso não é errado, ou é?
— Segundo a lei é errado sim, até que você complete dezoito anos.
— Mas ninguém precisa saber, podemos ser discretos. Quanto mais perigoso melhor. — ele disse com um olhar sexy
— Sim, quanto mais perigoso melhor. — disse lhe lançando um sorriso de canto. — Você tem razão, podemos ser discretos. Mas tem outro problema, eu não curto esse negocio de sexo casual.
— Por que você coloca tantos obstaculos assim, será que é tão dificl você dizer que sim logo? Eu sei que você quer.
— Eu sou assim mesmo.
— Tanto faz, se você não gosta de sexo casual, então como você faz para começar a namorar?
— Por que namoros deve começar com sexo? Eu gosto de conhecer a pessoa primeiro, e só faço sexo depois de começar a namorar.
— Eu não imaginei que você fosse um cara romantico. — aquele comentário me deixou vermelho. — Mas, Levi, não é só porque o relacionamento começou em sexo que quer dizer que vai ser ruim ou que não vai dar certo. Pode até ser melhor do que você imagina.
— Eu não me sinto a vontade fazendo sexo com alguém que eu mal conheço. — falei um pouco irritado
— Você parecia muito a vontade quando nós fizemos. — ele estava tirando uma com a minha cara?
— Eu estava bebado! — aquilo estava me estressando.
— O que eu quero dizer, é que a gente já se pegou e obviamente queremos isso de novo, não tem pra que ficar com essa de "não somos namorados não podemos nos pegar", aproveita a vida. Quem sabe a gente não vire namorados um dia. — meu coração acelerou com aquele comentário. — Mas você nunca vai saber se não tentar. Você pode até deixar o amor da sua vida escapar se continuar pensando desse jeito.
— Talvez você tenha razão.
— E também, eu gosto de você, Levi, a única coisa que falta para isso dar certo é você querer ficar comigo e talvez você comece a gostar de mim também. Eu não sou só um delinquente pervertido como você pensa. — ele riu do próprio comentário. Não pude deixar de sorrir.
— E-eu já gosto de você. — falei sem emoção, com a voz baixa, morrendo de vergonha. — Eu penso em você toda hora e quero muito estar com você, mas só fui perceber isso depois de ler a sua carta. — ele se levantou e se aproximou de mim, fazendo meu coração acelerar ainda mais.
— E então? — ele me fitou, esperando uma resposta.
Eu queria dizer, mas as palavras não saiam, por que eu estava tão nervoso com aquilo? Respirei fundo e consegui me acalmar.
— Eu quero você. — falei meio que num sussurro.
Ele chegou seu rosto perto do meu ouvido
— Posso te beijar? — aquela voz sexy dele me deixou arrepiado
Só consegui assentir com a cabeça.
Ele colocou suas mãos no meu rosto e encostou sua boca na minha. Começamos um beijo lento e apaixonado, mas logo começou a ficar mais desesperado, como se quisessemos compensar por esses dias que ficamos sem nos tocar. Sua mão percorria meu corpo enquanto eu lhe dava leves puxadas nos cabelo, ele apertou minha bunda, me apertando ainda mais contra ele.
— Espera! — falei lhe empurrando
— O que foi? — ele me olhou sem entender nada.
— Estamos na piscina, alguem pode nos ver. — ele deu um sorriso.
— Nossa, que susto. Pensei que você tinha mudado de idéia.
— Eu resolvi fazer o que tenho vontade e eu estou com vontade de foder você, com muita vontade mesmo, nunca que eu mudaria de idéia. Só acho melhor irmos para o meu quarto.
— Tudo bem. — ele disse se aproximando. — Mas vamos dar um jeito nisso aqui primeiro. — ele começou a masasgear o meu pau, já duro, por cima da roupa.
Com um movimento ele fez com que eu me sentasse no chão e abriu minhas pernas. Ainda massageando o meu membro, ele me beijou novamente. Sinto ele abrindo minha calça e logo meu pau está para fora, sendo massageado.
Ele desceu lentamente, levando seu rosto até meu pau enquanto o apertava suavemente. Não pude conter e soltei um gemido fraco, quando ele começou a lambe-lo antes de coloca-lo na boca.
— Humm....! — um choque percorreu minha espinha, me fazendo perder o folego.
Cobri minha boca com uma das mãos na tentativa de não gemer muito alto. Eu podia ouvir os sons dele me chupando, o que me deixava mais excitado. Eu realmente não quero que ele pare o que está fazendo.
Ele lambia de cima em baixo, com ele todo em sua boca, movendo seus lábios com maestria. Eu agarrei em seus cabelos e isso fez com que ele olhasse para mim.
— Tá gostoso? — ele me perguntou com um sorriso sexy, assenti ofegante, empurrando sua cabeça para que ele continuasse.
Ele enfiou meu pau fundo na sua boca, mas logo se concentrou apenas na ponta, enquanto suas mãos trabalhavam na parte de baixo.
— Ah... hmm! — meu prazer aumentava a medida que ele ia mais rápido e eu não conseguia mais me controlar. — Eren... ha... eu vou...!
Ele apenas me olhou em silencio, movendo sua boca e sua mão ainda mais rápido.
— Eren...ugha! — puxei seus cabelos. — Ah...ah....!
Gozei em sua boca. Quando ele levantou a cabeça, pude ver uma linha de um liquido branco entre meu pau e seus lábios. Ele engoliu tudo e logo depois lambeu o resto do meu membro.
De repente ele se aproxima do meu rosto.
— Esper...! — ele me deu um beijo quente e eu pude sentir um gosto meu amargo na sua boca, meu gozo.
Ficamos deitados na arquibancada durante alguns minutos, nos beijando enquanto eu recuperava minhas forças.
Podia sentir sua ereção na minha barriga, mas não estava em condições de fazer alguma coisa naquela hora, ele teria que esperar um pouco.
— Eu estava com tanta vontade de fazer isso com você. — ele disse perto do meu ouvido. — Mas isso ainda não é o suficiente.
— Vamos para o meu quarto! — eu disse fechando a minha calça.
Nos levantamos e descemos da arquibancada, estava decidido a ir até o fim com aquilo, não tinha mais tantas dúvidas, só queria senti-lo, e eu aproveitaria ao máximo enquanto durasse.
Fomos andando lentamente, em silêncio, ainda observando as estrelas. De repente ele pega na minha mão. Olho para ele um pouco envergonhado com aquilo, ele me lança um sorriso fofo e logo volta a fitar o céu, continuo o observando, ele era realmente lindo. Seguimos de mãos dadas o resto do caminho.
Assim que chegamos, ele fechou a porta atrás de si e eu o empurrei na parede, eu queria muito aquilo e não iria me segurar.
— Tire a roupa! — falei autoritário. Ele me lançou um sorriso sem vergonha e logo o fez.
Fiquei olhando aquele corpo, imaginando tudo o que eu poderia fazer com ele, pouco me fodendo para o fato de ele ser homem.
Aproximei meu rosto do dele e comecei a dar pequenas mordidas nos seus lábios, logo passando para a orelha e então pescoço, percebi que seu membro já estava duro, ele ficou assim só com isso? Voltei a beijar sua boca, ele não resistiu e agarrou meus cabelos, me beijando ainda mais forte, chupando a minha lingua com vontade.
Virei ele de costas para mim, com as mão apoiadas na parede e comecei a massagear seu membro.
— Ah...ah! — ele gemeu quase que na mesma hora em que o toquei.
Continuei fazendo movimentos ao mesmo tempo em que beijava seu pescoço; ele se contorcia e arfava com aquilo.
Abri minha calça e tirei meu pau meio duro para fora, começando a movimenta-lo também.
— Me... fode. — ele disse, encostando a cabeça na parede e abrindo um pouco as pernas.
Comecei a roçar minha ereção na sua entrada, só para provocar. Sem aviso, tirei minha mão do seu membro e lhe enfiei dois dedos.
— Mn... ah....hmm! — eles entraram com facilidade, já que já estavam molhados com o pré gozo do Eren.
Continuamos daquele jeito, ele rebolando nos meus dedos enquanto eu massageava meu membro e ele o dele. Mas meu corpo queria mais, eu queria fode-lo com força.
Com um movimento brusco, tirei meus dedos de dentro dele e o virei, lhe dando um beijo feroz, com direito a muitas mordidas.
Enquanto nos beijavamos, lhe guiei até a cama, onde o empurrei, logo me deitando em cima dele, voltando a beija-lo. Nossas ereções roçavam uma na outra, me deixando ainda mais excitado. Me levantei e peguei uma camisinha numa gaveta, enquanto a colocava, fiquei admirando o menino na minha cama; ele estava suando, com a respiração pesada, me olhava com desejo com aqueles grandes olhos verdes, ele estava com as pernas abertas, e se masturbava lentamente.
Deitei em cima dele novamente, dando beijos e mordidas por todo o seu corpo, fazendo com que ele se arrepiasse, logo comecei a lhe penetrar.
— Haaa.... fu.. aah! — ele se contorcia de prazer a medida que eu movimentava.
— Ainda não acredito que estou fazendo isso com você. — ele me lançou um sorriso
— Levi... eu não aguento mais! — ele disse enquanto movimentava seu membro. — Ah...aaaaah! — ele gozou, despejando seu liquido em seu próprio corpo.
Uma sensação incrivel de prazer percorria meu corpo a medida que eu me movimentava mais rápido, eu já estava no meu limite. Não demorou muito para eu gozar também.
*-*-*-*-*-*-*
Tomei um banho e logo depois o Eren fez o mesmo, acabei cochilando enquanto ele não saia, mas fui acordado com um selinho.
— Desculpa por te acordar. — ele disse com um sorriso fofo. — eu queria te dar um beijo antes de sair.
— Sair para onde? — me levantei, ficando sentado
— Para o meu quarto. — ele disse como se fosse obvio. — para onde mais eu iria?
— Você não vai a lugar nenhum. — disse puxando ele para a cama. — Vai dormir comigo.
Sem relutar, ele simplesmente tirou os sapatos e se deitou ao meu lado.
— Obrigado por ter me dado uma chance, Levi. Isso me deixou realmente feliz.
— Isso me deixou muito feliz também. — me aproximei do seu rosto e lhe dei um selinho. — Boa noite, Eren.
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