Notas iniciais
Oi! Aqui está mais um capitulo da fic!!! Até que foi rápido, né? Boa leitura!

Passar doze horas dentro de um avião é horrível! Tudo o que eu mais queria era chegar em minha nova casa, Graças a Deus e aos Srs. Barberini a casa já estava mobiliada, os pais de Hanna como já tinham vindo ao Brasil antes e odiavam hotéis alugaram uma casa em um conjunto habitacional, quando Hanna mencionou que iria alugar um apartamento eles disseram que iriam comprar a casa. Hanna fez questão de eu morasse com ela e é claro que aceitei. Hanna só estava aqui por causa de mim e agora mais do que nunca tínhamos que ser inseparáveis.

Depois de fazer o Check-in, vomitar um pouco e comprar chocolates pedimos um táxi. Dou graças a Deus por aprender português quando tinha dez anos. Essa língua é difícil...

Durante o longo trajeto, fiquei observando a cidade, era tudo impressionante. Os prédios, parques, a movimentação, São Paulo era maravilhosa. Passamos pela Avenida Paulista e apesar de estar exausta (ao contrário de Hanna que estava com a cabeça para fora da janela) estava fascinada. Iria amar o Brasil!

– Por que a gente não comprou um apartamento aqui Hanna? — Disse a minha melhor amiga, que estava em êxtase.

– Morumbi é bem melhor do que isto garotas. — Interrompeu o motorista falando português, ele estava olhando o papel que Hanna tinha lhe dado com o endereço.

– Espero que sim! — Hanna respondeu olhando para todos os lugares. Tinha inveja do seu Português impecavel. Hanna sabia o dobro de línguas que eu sabia falar. E eu falava nove tipos.

Hanna e o motorista foram conversando sobre a cidade a viagem inteira e sim, Morumbi era impressionante. As casas enfileiradas perfeitamente, o verde das arvores acrescentando a linda paisagem do local e o ar era muito mais leve do que o da Avenida Paulista.

Em frente ao conjunto residencial, Hanna foi falar com o porteiro sobre a chave da casa nova que o corretor tinha deixado na portaria. O porteiro sorriu, não era tão novo, aparentava ter uns 25 anos (cinco anos mais velho que eu e Hanna), ele mostrava interessado em minha amiga, arriscou até um flerte "Agora com você morando aqui vou trabalhar mais feliz." Seu nome era Rafael e Hanna estava adorando os cinco minutos de atenção.

O condomínio era particular, o que eu achei bem interessante. Era como um bairro dentro de outro, era organizado e a maioria das pessoas eram idosos. idosos com certeza com muito dinheiro.

Quando finalmente encontramos nossa casa eu já estava exausta. A casa era linda, o conjunto era lindo, a cidade era linda. Tudo o que eu queria era dormir. Meu quarto era o da frente e o de Hanna o do fundo, já tínhamos decidido quando Joseph, o pai de Hanna nos mostrou as fotos. O quarto era a minha cara, três paredes eram cinza e a parede atrás da cama era preta. Fiquei apaixonada. Os móveis eram todos marfim e a vista era para a área de lazer do condomínio.

Era tudo fantástico, mas tudo o que eu queria era pular naquela aconchegante cama e dormir até amanhã.

HANNA POV

Eu ainda não acredito que meus pais me deixaram vir para o Brasil. Estou tão animada que acho que nem vou conseguir dormir está noite em meu maravilhoso quarto. Precisava fazer compras! Comprar roupas, materiais, comprar cookies... Preciso passar na portaria para ver Rafael, ele é meio velho, tem 27 anos, mas droga! Eu já tenho 20 e estou livre. No Brasil!

Annie entrou na sala parecendo um zumbi. Essa menina que cansa rápido...

– O que você está fazendo? — Annie me perguntou indo para a cozinha.

– Eu? Fazendo planos!

– pulando no meio da sala? — Ela tinha voltado com um copo de aguá na mão e suas sobrancelhas estavam levantadas.

Ok, eu estava pulando e nem tinha percebido.

– É que eu estou tão animada Annie! Não vejo a hora de ir no Shopping e andar pelas ruas...

– Ok, ok! Estou cansada e minha cabeça está estourando. — Ela me interrompeu.

– Você pós viagem é muito chata! — Cruzei os braços fazendo biquinho.

– Olha Han, — Annie era a unica pessoa que ousava me chamar de Han. — Eu sou eternamente grata por você ter vindo para o Brasil comigo. Só uma irmã faria isso...

– Mas é o que eu sou! — Interrompi.

– Eu sei... — continuou. — Nunca vou esquecer o que você fez para mim amiga. Eu te amo, te amo como uma irmã e eu sei muito bem que você está feliz por causa daquele... Rafael. — Droga! — E é claro que vocês podem ser felizes mas aqui não é nossa cidade Hanna. Você sabe que os meninos brasileiros não tem a melhor fama do mundo...

– Eu sei, mas quem disse que eu quero algo sério? — Dei uma piscadela a Annie. — Querida, estou aqui para estudar e acompanhar minha melhor amiga. Eu também te amo e fico demasiadamente comovida com isso. — Corri para Annie e lhe dei um beijo estalado na bochecha.

– Ual! — Ela me deu um abraço. — Você venho para estudar, ein? — Ela disse sarcasticamente. Ambas seguramos a risada.

– Sim. Estudar. Agora vamos dormir que amanhã será um longo dia! Boa noite garota do preto! — Arrastei Annie para seu quarto e corri para o meu.

– Boa noite garota cor-de-rosa!

Notas finais
E ai? De quem vocês gostam mais? Da Hanna ou da Annie? Ambas são fofas eu sei. *-* Enfim, comentem povão! Estou escrevendo três fics e um comentário para dar um up no animo seria ótimo... Bjokas!