Apaixonada pelo Mafioso

2 Mi ha svegliato


Notas iniciais
#primeiro Cap!! Apresento o Padrino Dom Cullen, pra vcs!!! Espero que gostem!! Boa leitura!!

Povs Edward...

Chicago, Illinois.
Quarta — feira, 7: 40 da manhã.

– Oh... mais! Ai caralho! que delícia.
Segurava Heidi por trás, a fudendo de pé contra a parede. Ela era uma das muitas amantes que eu tinha.
– Adoro comer esse rabo apertado... Sai? (sabia)
– Ai... Gostoso! Vai! Me fode mais duro!
A morte de meu pai foi um duro golpe pra mim... E assumir o lugar dele como o número um na máfia, também não está sendo nada fácil. Mas, tento fazer o melhor que posso. E sempre gosto de aproveitar meus momentos de folga trepando gostoso.
Puxei o seu cabelo levemente a jogando sobre a mesa do meu escritório. E voltei a meter, agora na buceta. Eu gostava de sexo duro, quente, sem compromisso. Tinha muitas vadias que faziam de tudo pra dormir com um homem como eu. Então, casamento nunca será pra mim.
– Ai... Vai seu pauzudo! Acaba comigo.
Oh sim... Era um homem grande, e elas pareciam gostar disso.
– Merda! Io ... verrò. (puta que pariu! Eu vou... vou gozar)
E assim que tirei meu pau da sua buceta, Heidi ficou de joelhos, arrancou a camisinha e engoliu minha porra. Ela adorava fazer isso. E gostava também! Ciò che l'uomo non piace? (qual homem não gostava)
Em seguida fechei o ziper da calça e Heidi ajeitou seu vestido. Não tiramos se quer a roupa. Foi apenas uma "rapidinha matinal." Ela pegou sua bolsa e a abriu tirando um pequeno envelope branco de dentro e já sabia o que era. E disse num tom mordaz.
– O que faz com isso em meu escritório?
Ela apenas sorriu de forma maliciosa.
– Adoro dar uma cheirada depois do sexo. Vai me julgar? Logo você que tem o maior cartel de drogas da cidade.
O tapa que lhe dei foi tão grande que ela caiu com um baque surdo no chão.
– Cagna, stupido! (sua vadia, burra) Eu vendo, não uso. E não gosto que usem isso perto de mim. Você sabe disso, não sabe? Acha que é uma boa idéia me desafiar?
Ela se encolheu de medo e esfregou o rosto.
– Eu... Sinto muito... Eu...
Me agachei perto dela e apertei seu maxilar com força.
– Eu ainda sou o filho de meu pai. Ele cortou a língua de muitos e por bem menos. Gostaria de perder sua bela língua?
Ela sacudiu a cabeça pros lados freneticamente.
– Brava ragazza. (boa garota)
Me levantei, e fui sentar atrás da mesa do meu amplo escritório.
– Sabe que não gosto de viciados. Já não consegue ficar sem usar, não é?
Ela ficou visivelmente nervosa.
– Não, padrino... Eu...
"Padrino" -- padrinho era o termo como eles deveriam se dirigir a mim, o chefe da máfia italiana.
– Zitto! Si cagna. (cala a boca, sua puta) Ouça bem! Você tem três dias pra sair da cidade. Três! Não quero ver essa sua cara de "piranha viciada" nunca mais.
– Não, Por favor... vou parar, vou sim. Eu juro!
– Alzare! (levante — se)
Assim que ela levantou caminhei em sua direção e apertei seu pescoço. Heidi começou a se debater e quando vi que já estava quase sem fôlego, a soltei. Ela se curvou tossindo, puxando o fôlego e seus olhos lacrimejaram.
– Da próxima vez não vou parar. O que me diz?
– Será... Como quiser, padrino.
Sua voz estava rouca devido ao sufocamento.
– Ora vai! (agora vá)
Havia aprendido muitas coisas com meu pai. Que pra governar a máfia nunca se pode fraquejar. E todo elo fraco... Deve ser cortado. Um viciado sempre podia falar o que não devia... ou então se juntar a máfia rival, como os Black, por exemplo. Por isso peguei o telefone celular, e fiz uma ligação. Jasper atendeu, ele era um dos melhores sob o meu comando.
– Pode falar, padrino.
– Heidi pensa que vai sair da cidade. E ainda acha que não é uma maldita viciada. O que acha? Ela trepa bem, mais como ela existem muitas, não concorda?
Jasper entendeu exatamente o meu sarcasmo.
– Faço agora mesmo, Dom Cullen?
– Sim. Quero uma morte limpa, Capite? (entendeu)
"Morte limpa" queria dizer na verdade matar apenas usando as mãos. Meus homens eram muito bem treinados com armas e sem elas. Inclusive eu, é claro!
– Sim, padrino. Fique tranquilo.
Assim que terminei a conversa, resolvi ir até o quarto de minha pequena irmã, Alice. Ela tinha apenas oito meses. Fruto de um caso passageiro que meu pai teve antes de morrer. Precisava pensar no seu futuro e de como a protegeria a partir de agora.
Tentei lhe arrumar inúmeras babás, mulheres da máfia, é obvio! Porém, ela chora e estranha todas elas. E comecei a pensar que talvez alguém de fora poderia ser bom... Quem garante que todos que estão do meu lado são realmente capazes de cuidar dela? Ou são confiáveis o bastante? Porém, alguém de fora da máfia seria perigoso demais... Então me ocorreu uma idéia e chamei minha secretaria, Rose. Ela era casada com um dos meus homens, o Emmett.
– Quero contratar uma babá de fora pra cuidar de Alice.
– Tem certeza, padrino? Seria perigoso, não acha?
E disparei num tom frio.
– Si sta discutendo i miei ordini? (está discutindo minhas ordens)
– Não, claro que não, Dom Cullen.
– Ótimo! Procure uma moça jovem, que goste de crianças e que seja confiável e inocente o bastante pra não notar o que se passa a sua volta. E ofereça muito dinheiro, é claro.
Uma moça jovem e que precisa de dinheiro... Nunca vai reparar em nada que a cerque. Só espero que meu plano dê certo. Pois, não pretendo repetir os erros do passado. Dois dias depois muitas candidatas vieram achando que eu não passava de um rico empresário Italiano.
Ninguém de fora deveria desconfiar da verdade. A maioria das moças eram ambiciosas, oferecidas, mentirosas. Já estava perdendo as esperanças quando por volta das cinco da tarde a última candidata apareceu. A recebi na sala como fiz com as outras. E meu coração deu um salto ao vê — la.
Era uma moça pequena, com cabelos longos, um corpo cheio de curvas, a boca era rosada, os olhos... eram como chocolate derretido, doces, brilhantes. Ela usava um vestido floral até as coxas e um casaquinho. E tinha pernas longas e torneadas. Ela respirou fundo e ajeitou os cabelos. Me levantei do sofá onde estava e fui comprimentá — la com um aperto de mão. Seus dedos eram delicados e sua pele estava fria.
– Olá, senhor Cullen. É uma prazer conhecê- lo. Sou Isabella Swan, mas, todos me chamam de Bella. Vim pra entrevista e trouxe meu currículo.
Notei que carregava uma pequena pasta e apesar de aparentar pouca idade, tinha um ar sério e responsável. Ela estava nervosa e mordeu os lábios. Soltei sua mão com relutância, e não entendi porque queria continuar lhe tocando.
– Il piacere è mio, signorina. (o prazer é meu, senhorita)
Nos encaramos... Seu perfume suave e doce me assaltou. Dio ... sembrava un angelo. (deus... Ela parecia um anjo) Mas, era preciso bem mais do que aparência pra cuidar de minha pequena, Alice. E eu sou muito exigente quanto a isso. Amo minha irmã de todo coração e comeria o fígado no jantar de qualquer um que tentasse lhe fazer mal. A máfia italiana é uma família... E defendemos os nossos.
– Sente — se, per favore. (por favor)
Ela se sentou numa poltrona de frente pra mim. E quando cruzou as pernas fiquei hipnotizado. E não me lembro de ter reparado tanto em uma mulher antes.
E não pude deixar de pensar que tipo de calcinha usava ou que posição preferia no sexo... Será que gostava de ser chupada? Deus! Será que perdi o juízo, também? Preciso me concentrar . A única razão pra essa menina estar aqui é pra ser entrevistada. E ela não pode se quer imaginar quem sou realmente ou só teria um caminho a tomar.
E de repente a visão de seu belo corpo cravejado de balas não foi nada atraente pra mim.Tenho que ser imparcial como fui com todas as outras, e não posso me deixar levar pelo enorme desejo que essa doçura... Mi ha svegliato (me despertou)

Continua...

Notas finais
Oi gente!! Gostaram do primeiro Cap?! Esse mafioso ainda vai matar a gente! Hum... Sexy, durão, temido. Uau!!! Morri! Kkkkkkk!!! Confiram também o sheik délice!!!! https://fanfiction.com.br/historia/141781/Encanto_Arabe/ Beijocas!!!