Apaixonada pelo Mafioso
13 Intimidando
Notas iniciais
Povs Bella...
Ai deus... Eu não acredito que faria isso, mas estava disposta a usar o vibrador. Não é possível que o senhor Cullen falou sério quando disse pra eu usar, porém, ele tinha um sorriso discreto do lábios como se soubesse quem mandou o presente. Não... não acredito que ele saiba. Lógico que não, se vi algum interesse de sua parte só posso ter imaginado, sem dúvida. Nunca que um homem poderoso e sexy como ele me veria como mulher, afinal não sou nada, apenas a babá de sua irmã.
Talvez tenha sido a Ângela quem mandou o brinquedo erótico, ela adora fazer brincadeiras comigo, entretanto, ela também é virgem, acho que teria vergonha de fazer algo assim. Depois do que houve comigo na boate e todo o prazer que senti, a curiosidade pra usar o vibrador foi maior e decidi manter esse segredo comigo e não contar pra ninguém.
Então tarde da noite fui pra cama, tirei a roupa de baixo e coloquei a "borboleta'' entre as minhas pernas. A sensação era maravilhosa, única, e gozei sem demora. Todavia, nada se compara ao prazer que senti na boca daquele estranho... Deus! O homem sabia exatamente como me estimular e me fazer enlouquecer. Eu deveria esquecer o que houve naquele lugar, pois a maneira como me comportei foi errada, mas não consigo.
Ainda tinha o corpo relaxado depois de gozar quando ouvi um barulho na porta como se alguém tivesse entrado no quarto. Me sentei na cama rapidamente e acendi as luzes. Tudo normal. Só eu e Alice que dormia placidamente no berço estavam ali. Franzi o cenho indo até a porta, a abri e olhei pros dois lados do corredor que permanecia vazio e silencioso. Acho que estou realmente ouvindo e vendo coisas, como no dia que imaginei que alguém tinha gritado na casa.
Voltei pra cama e decidi dormir. No dia seguinte bem cedo levei Alice até o jardim da casa, a empurrava em seu carrinho de bebê entre as flores perfumadas. E quando percebi que o senhor cullen vinha na minha direção corei sentindo o coração disparar. Ele parou em nossa frente. Usava uma roupa trivial calça jeans e camisa de botões, até sem seus ternos de grife ele continuava lindo e sexy. Eu tenho que deixar de lado esse desejo absurdo que sinto por ele, não posso perder esse emprego.
– Buongiorno! (bom dia) Como estão?
Ele sorriu, e se abaixou em frente o carro de Alice, pegou a mãozinha da irmã e deu um beijo.
– Estamos bem, senhor Cullen.
Então ele me olhou com seus olhos verdes e penetrantes e fiquei nervosa, mordendo os lábios.
– Animada pra sua folga, cara mia. ( minha querida)
Fiquei surpresa por seu subido interesse.
– Não muito, devo confessar que adoro Alice. Mas, é bom descansar um pouco.
– Pretende sair com seus... amigos? Immagino. (eu imagino)
Como meu patrão, minha vida pessoal não era de sua conta. Mas, adorava sua companhia, adorava conversar com ele, não devia, porém gostava demais dele. Nunca em minha vida conheci um homem assim... Sexy, seguro, bonito e com um grande coração ou não se preoucuparia tanto com sua irmã.
– Sim, eu pretendo.
Ângela me convidou pra ir a um café, quer me apresentar um amigo seu, não estava a fim de conhecer ninguém, entretando, resolvi aceitar. Precisava tirar o meu chefe italiano da cabeça, antes que ficasse ainda mais envolvida por ele.
– Vou lhe oferecer meu motorista e segurança.
– Não, não é necessário.
– Ha fatto un ottimo lavoro. (tem feito um ótimo trabalho) faço questão.
Sua oferta era muito generosa, porém, não pretendia abusar.
– Senhor Cullen, já me paga tão bem, não acha que é um pouco demais?
– No, non lo è. (não, não é) É um prazer.
Seu tom estava tão baixo como se sussurrasse e um arrepio quente correu pela minha pele. Seu olhar se prendeu em meus lábios. E juntei o brinquedo que Alice tinha jogado pra disfarçar o meu nervosismo. Por que as vezes tenho a nítida sensação que ele está interessado em mim? Ele pegou o celular fazendo uma ligação, e em seguida um homem alto e forte apareceu.
– Esse é Emmett, meu segurança e agora será seu também. Sou um homem poderoso, só quero ter certeza que está segura.
O homem apesar de grande e forte abriu um sorriso cortês, resolvi ceder pois o senhor Cullen não tinha a intenção de desistir.
– Bom... Está bem, então.
Alice sorriu e bateu palmas como se concordasse também. No dia seguinte encontrei Ângela no café como combinamos. E assim que sentamos na mesa ela perguntou com espanto:
– Que "carrão" é esse que te trouxe aqui, e o fortão que entrou com você, quem é?
Ela se referia a Emmett que se sentou duas mesas atrás de nós pra que tivéssemos privacidade.
– É coisa do meu chefe, ele acha que preciso de segurança por ser um homem poderoso. Aliás, a casa dele é praticamente uma fortaleza.
– E como ele é?
– Como assim?
– Você sabe... Bonito, velho... jovem.
Com certeza eu não deveria falar que ele era o deus da beleza e sexy como o inferno, ou minha amiga perceberia meu interesse, então... tentei disfarçar.
– É um homem educado, tem mais de trinta, simpático, e é italiano também.
Ela pareceu decepcionada.
– Só isso?
– O que mais quer? Ele é meu chefe, só isso.
Ela deu um sorriso.
– É que pareceu nervosa quando falou dele, tá até corada.
– Não diz absurdos, Ângela. E o tal garoto que vai me apresentar, vai chegar ou não?
Ela continuou sorrindo, mas disse:
– Ele acabou de chegar.
Então um rapaz moreno, e bonito entrou no café, e veio em nossa direção. Emmett levantou também e se colocou do meu lado como se tentasse intimidar o convidado de Ângela.
Povs Jane...
Sim... eu estava cansada do meu salário de professora, cansada de ter que economizar, por isso procurei a máfia. Sei que existiam poucas mulheres ali. Dom Cullen não recrutada mulheres pra trabalhar em campo. E como sabia lutar e atirar procurei os The Black. E já estava a vários dias passando por treinamentos exaustivos. Agora diante de um galpão escuro acho que enfrentaria a pior prova de todas.
– Então acha mesmo que pode ser uma de nós... É o que veremos.
Jacob Black repetiu com frieza. Sim... Ele era cruel, implacável, porém era quente e não podia negar. Três homens armados com facas fizeram um círculo em volta de mim, e o Black anunciou.
– Se derrubar esses três lhe darei uma chance nos "The Black."
– E se eu perder?
Ele abriu um sorriso maldoso.
– Eles farão o que quiserem com você.
Puta que pariu! Engoli em seco e escondi o frio de medo que correu pela espinha ao olhar os três homens enormes e cruéis na minha frente. Separei os pés e os braços me preparando pra lutar com as mãos nuas, pois não tive direito a uma arma e falei num tom de desafio:
– Venham me pegar, então.
Continua...
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