Apaixonada pelo Mafioso
23 Entre os dedos
Notas iniciais
Povs Bella...
Eu não acredito que estava a ponto de ceder ao senhor Cullen... mal saí pra me despedir de minha mãe e ele já estava falando sobre suas amantes no telefone. Fiquei arrasada, triste, mas me recusaria a chorar agora. Sem dúvida tomei a melhor decisão ao ir embora e pedir demissão. Pelo menos mamãe e Ângela nunca vão precisar saber de nada. Deus... Já devia prever que um homem rico, sexy e poderoso como ele só pensa em encher sua cama e nada mais... Porém, quando me beijou e me tocou antes... Tudo fingimento, tudo mentira.
Mas, lógico que a "tonta" aqui iria acreditar em suas palavras. Nunca namorei de fato, ou fui pra cama com um cara... E com certeza o meu chefe sabe perfeitamente o que dizer pra me deixar apaixonada... E excitada. Maldito seja! A pior coisa que fiz foi aceitar esse emprego. Mas, minha mãe precisava tanto, é tão doente. Qualquer filha no meu lugar teria feito o mesmo. Como poderia imaginar que meu chefe seria o italiano mais sexy e charmoso de toda a Chicago? impossivel.
Lamento tanto por Alice. Torço pra que ela encontre logo outra babá. Talvez quando voltar pra receber meus pagamentos, ainda possa vê — la... Sim! Porque agora só volto pra pedir demissão, e nada mais. Só em meus sonhos imaginaria que uma menina "sem graça" feito eu, poderia conquistá — lo. Preciso acordar desse "sonho azul" que só existe na minha cabeça. Preciso seguir em frente e a primeira coisa que vou fazer ao sair desse hospital é tentar arranjar um novo emprego.
Porém, pra minha surpresa na saída, encontrei Emmett, que era segurança do senhor Cullen, e foi meu segurança também. Ele se aproximou:
– Olá, Bella! Aonde vai?
– Desculpe, isso não é mais da sua conta, a partir de hoje, não trabalho mais pro seu patrão.
Ele sorriu polidamente, como se ignorasse o que eu disse.
– Engraçado. Senhor Cullen, não me informou sobre isso.
– Porém, estou te informando agora. Poderia dizer pra ele que passo na mansão em alguns dias pra... Receber meu pagamento?
Ele cruzou seus enormes braços em seu peito largo, franzino o cenho.
– Talvez devesse dizer você mesma, não acha?
Com certeza eu deveria, mas não iria conseguir sem demostrar meus sentimentos por ele... E faria um papel ridículo, pois ele é um homem que só quer sexo e nada mais.
– Tem razão... Mas, sinto que não posso fazer isso agora.
Deus... Estava a beira das lágrimas, muito ruim. E dessa vez quando tentei ir embora, ele segurou em meu braço.
– O que é isso, Emmett? O que pensa que está fazendo? Me solta!
– Acredite! Realmente não sou pago pra ser "a porra" de uma babá de ninguém, ao contrário de você. Mas, o meu chefe pediu pra te manter aqui. Ele está vindo e eu apenas cumpro ordens.
Aquilo me irritou de vez.
– Pouco me importa se segue ordens. Eu quero que me solte, agora!
Mas, ele só fez isso quando o senhor Cullen, chegou. Estava realmente disposta a manter minha decisão de pedir demissão e ir embora. Todavia, quando declarou que me tocou com a língua na boate, e me deu o vibrador... Tudo mudou de figura... Podia realmente parecer uma loucura, mas voltei a acreditar que seu interesse por mim pudesse ser real. E quando entrei em sua limusine, ele me beijou e me acariciou, me deixando completamente louca de desejo... Tanto que quando chegamos em um enorme, e bem decorado apartamento, não via a hora de ser inteiramente sua, e perguntei sem fôlego:
– Pensei... Que me levaria de volta pra casa.
– Só queria que na nossa primeira vez... Estivéssemos completamente sozinhos, principessa. (princesa) Gostou disso?
Mal sabia ele que essa seria a minha primeira vez em tudo.
– Sim... Muito.
Enrubesci quando ele me deu um olhar sensual, e começou a tirar seu paletó, em seguida, os sapatos. Ele me puxou pros seus braços me dando um beijo molhado. Em seguida me carregou e enrolei as pernas em volta de sua cintura e deixei escapar um gritinho de excitação, quando entrou no primeiro quarto que viu, me jogando em uma enorme cama. Tirou sua camisa revelando um peito largo e atlético... Deus! Ele era tão bonito e perfeito que meu coração disparou no peito.
Ainda não conseguia acreditar que iria realmente perder a virgindade com o homem que habita meus sonhos eróticos há meses... E que poderia ter qualquer uma... Céus! Isso era uma loucura por tantos motivos, porém, nada me faria recuar agora. Ele me lançou um olhar tão escuro e sensual que me fez encharcar ainda mais a calcinha.
– Devo confessare il mio fiore... (devo confessar minha flor) Que adoro chupar uma bucetinha e a sua vou chupar gostoso... ma voi, (mas e você) Hum? Gosta de chupar também, gosta? Já teve um pau em sua boca antes ou vai fugir de novo?
Ele perguntou com malícia ao abaixar suas calças e segurar sua enorme e rosada ereção. Engoli em seco, ficando rubra, sentindo meu corpo incendiar.
– Vieni qui arriva... (vem cá vem) Preciso da sua boquinha aqui... Não sabe a quanto tempo sonho com isso.
Eu nunca fiz isso... E apesar de minha inexperiência resolvi tentar. Não, não vou bancar a covarde de antes. Faço por ele e por mim também, pois o desejava com loucura.
Então me levantei a cama me ajoelhando aos seus pés. E timidamente envolvi minha mão em seu pênis rijo. Sua textura era tão firme e ao mesmo tempo quente e suave que me fascinou e me excitou ainda mais. Edward gemeu alto, e falou:
– Poi cazzo... (ai caralho) Me coloque em sua boca, angelo. (anjo) Estou a ponto de gozar entre seus dedos.
Povs Emmett...
Assim que padrino me despensou e o vi partir em sua limusine com a Bella isso realmente me preoucupou. Era óbvio que estavam envolvidos. Só vou torcer pra isso não dar a "merda" que estou imaginando. Ou pode "respingar" em todos nós. Porém, "merda" maior mesmo, eu encontrei quando voltei pra mansão. Pois o corpo da ex — amante de "Dom Cullen" estava estirado no chão, com uma bala em seus "malditos miolos."
– Pode me explicar o que ouve aqui, Jasper?
– Irina estava fora de controle, não dizia coisa com coisa. Apenas que queria ver Dom Cullen. Eu o avisei sobre ela, mas ele disse que não poderia vir agora. E de repente "essa vadia louca" puxou uma arma de sua roupa e se matou.
Quem olhasse a cena diria isso mesmo. Ela estava caída com a arma ao seu lado. Porém, se sabia muito pouco sobre Jasper, e fiquei muito "puto" e desconfiado. Então o empurrei com força contra a parede, o prendi pelo pescoço e falei friamente:
– É bom que esse "caralho", seja mesmo verdade, Jasper.
– Me solta, Porra! Como ousa desconfiar de mim? Sou o homem em que o padrino mais confia.
– Será que ele está mesmo certo em confiar em você... Ou não passa de um grande "filho da puta" mentiroso?
Continua...
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