Apaixonada Por Um Idiota Pervertido

19 Capítulo 19 - Um pequeno presente feio e fofo.


Notas iniciais
Hey! Tudo bom? Gente, me desculpem a demora, mas desde que voltei da minha viagem eu tenho começado a trabalhar e ficou muito difícil escrever, mas aqui está mais um capítulo! Boa leitura!

– Você gosta dela.

É incrivel como apenas três palavras parecem fazer suas maiores dúvidas surgirem. As dúvidas que você queria esquecer e trancou em uma caixa, cuja a chave foi jogada em um rio de esquecimento.

– Cara, foi só uma brincadeira. Por um momento eu acreditei que eu tinha falado uma verdade. — disse Rian, interrompendo meu silêncio. Admito que foi um alívio ouvir essas palavras.

– Ah... eu gosto dela, como irmã é claro. — disse, tentando esconder meu susto repentino.

– Mas, é sério: me ajude. A sua irmã parece ser do tipo difícil, se é que você me entende.

– Até demais. — sussurrei. Espero que ele não tenha ouvido.

Conversamos mais um tempo sobre o poder que as garotas difíceis possuem sobre nós, garotos indefesos e, no fim, acabei concordando em descobrir coisas que a Angel gosta para ele poder conquistá-la, o que posso dizer que foi a maior mentira da minha vida.

O sinal de fim das aulas bateu e todos saímos da sala apressados para nos livrarmos do pior lugar do mundo, exceto a Angel.

– Por que continua sentada? — perguntei.

– Preciso resolver uma coisa primeiro. Pode ir para casa, vou depois. — disse calma, sem me olhar nos olhos. Acho que estava envergonhada depois do ocorrido no corredor.

– Vou ficar aqui com você. — disse decidido a não deixar o amor da minha vida sozinha.

– Não quero você aqui. — disse Angel e saiu.

Eu não consigo entender essa garota. Em um momento ela me beija e no outro me trata que nem cachorro. O que eu não sabia era que cachorros tinham tudo a ver com a nossa situação.

Como sou muito orgulhoso, não podia deixar que a Angel decidisse se eu ia ou não para casa e, então, acabei ficando. Segui ela até o lado de fora do colégio. Parecia que ela não queria que ninguém descobrisse o que estava fazendo, como se fosse muito comprometedor e realmente era comprometedor. Angel estava sentada e um canto escondido perto dos lixos. Não, essa não é a parte comprometedora. Ela estava alimentando um filhote de cachorrinho. Ele era muito feio para ser sincero.

– Não acredito que você me trocou por esse cachorrinho magrelo e feio. — disse, assustando-a pelo o que me pareceu.

– Eu falei para ir pra casa! — gritou ela, mas acabou tampando sua boca com as próprias mãos, lembrando-se que não podia ser descoberta.

– Como descobriu ele? — perguntei.

– Depois do ocorrido no corredor eu vim correndo até aqui e encontrei ele. Parecia estar com fome e abandonado, então o alimentei.

– Nossa! Não sabia que gostava de cachorros.

– Você não sabe muita coisa sobre mim. — disse, levantando-se e saindo do local.

– Vai deixar ele aqui?

– Sim. Amanhã eu venho e trago mais comida.

– Me desculpe, mas não vou deixar você abandoná-lo pela segunda vez. — disse e fui em direção do pequeno abandonado e o peguei.

– O que está fazendo?

– Levando ele pra casa. Não é óbvio?

– Sim, mas seus pais...

– Eles adoram cachorros e, além disso, precisamos de algo animador porque depois da sua chegada só tenho ficado estressado. — não podia parar de reparar no largo sorriso da Angel, mesmo tendo feito reclamações sobre ela.

– Eu te amo, Brad! — gritou e me abraçou de felicidade, imagino.

– Eu também te amo. — disse e, então...

Notas finais
E então? Não sei se gostaram da ideia do cachorrinho que na verdade foi da Mari Cabral, uma leitora linda, obrigada mesmo pela dica. Comentem o que acharam! Beijoss