Aos Seus Encantos

39 Minha Grifinória.


Notas iniciais
Olá, gente! Quanto tempo, né? Acho que eu perdi a noção do tempo.
Amei os comentários, e fiquei mega feliz em saber que vocês não desistiram de ler Aos Seus Encantos.
Esse capítulo vai ser dedicado a Milla sua maravilhosa recomendação, eu amei muito.
Gente, tá chegando ao fim :(. Acho que vai ter só mais dois capítulos. Leiam as notas finais, tá? Tenho umas perguntinhas lá!
Boa Leitura!

P.D.V. Braider

O dia já havia amanhecido há algumas horas e ainda não conseguia ao menos fechar os olhos para dormir, precisava ter a certeza de que quando ela a acordasse não iria embora. Permaneceria ao meu lado em qualquer circunstância.

Babi dormia em minha cama, embrulhada e amontoada por um monte de cobertas, Silas iria pagar por tudo, principalmente com o que havia feito por ela. Ninguém mexe com o que é dos Malfoy.

Engraçado como viemos parar aqui, quem diria que eu ficaria com uma Black? Acho que ninguém. Seus cabelos castanhos agora estavam totalmente lisos e ela dormia calmamente na cama, com a respiração calma.

-Babi. – Sussurrei em seu ouvido e pude vê-la se mexer, um sorriso já se formava em meus lábios. – Snow, tá na hora de levantar.

-Não. – Sua mão tentou me empurrar e ela virou o corpo para o meu lado.

- Nada disso, vamos.

Esperei ela acordar, mas parecia que estava realmente ainda dormindo. Do nada Babi levantou com tudo, ficando sentada na cama e me assustando. Ela colocou a mão em seu colo e me olhou assustada, enquanto encarava tudo corada.

-Braider?! – Gritou ela enquanto olhava para mim e descia da cama. – O que eu to fazendo no seu quarto?! O que aconteceu?!

Olhei para ela e comecei a rir, eu estava sem camisa e ela apenas com seu pijama preto com o símbolo da Sonserina estampado nele. Olhei para ela malicioso e resolvi me divertir.

-O que acha que aconteceu, senhorita Black? – Perguntei enquanto segurava em sua cintura e a puxava para mim. – Você é ótima.

- Não! Isso não aconteceu, eu não lembro... – Babi colocou a mão na testa enquanto tentava lembrar, mas a minha crise de riso me denunciou. – Canalha! Eu vou te matar!

- Vai ficar sem o amor de sua vida? – Perguntei enquanto segurava os braços de Babi. – Ficou tão linda corada.

- Idiota.

Babi passou por mim furiosa e eu sorri, corri atrás dela e a puxei. Coloquei a mão em sua nuca e selei nossos lábios. Comecei a andar para trás enquanto explorava a sua boca e deitava na cama, puxando-a para mim.

Deitei em cima dela e comecei a passar a mão em seu corpo, fazendo-a se encolher. Seu doce era voraz, mas não deixaria Babi comandar. Apertei sua cintura e pude vê-la arfar enquanto correspondia o beijo.

Do nada sinto sua mão entrando em minha blusa, mas ela me empurrou e me jogou para fora da cama.

-Hoje, vamos dar adeus para o Silas. – Falou ela enquanto arrumava seu pijama e abria a porta do quarto. – Vamos, temos que falar com a Rose e o Scorpius. Anda Braider?

- Você vai me deixar nessa situação? – Perguntei estressado e ela mandou um beijo e saiu pela porta. – Volte aqui senhorita Malfoy!

- Ei, senhorita Black. – Falou ela aparecendo na porta. – Black para sempre.

- Malfoy! Daqui a alguns dias será, Malfoy. – Falei para ela enquanto a seguia pelo corredor.

- Braider Black Malfoy. – Falou ela sorrindo. – Nem vem, meu sobrenome predomina.

- Bárbara Malfoy. – Sussurrei e ela me olhou questionadora, escondendo um sorriso. – Fica perfeito.

- Cala a boca. – Falou ela me empurrando.

- Sempre doce.

P.D.V. Scorpius.

Acordei com a Rose olhando para mim com uma expressão séria em seu rosto, o que eu havia feito? Ah, sim, eu não havia falado o porquê da aposta ontem à noite... Por isso eu dormi no chão, isso mesmo.

Rose já usava seu uniforme da Grifinória, como se a gente fosse voltar para Hogwarts, mas era a única roupa que tinha aqui em casa dela. Seu cabelo ruivo estava preso em um coque todo bagunçado, ela ficava tão linda com raiva.

-Tira essa cobra daqui agora, Malfoy. – Ih, chamou de Malfoy.

- Nef, sai. – Sussurrei para ela e tentei prestar mais atenção em Rose.

- Termina de falar o que você começou ontem, Malfoy. – Falou ela enquanto se levantava da cama e parava em minha frente. – Fala, agora.

- Amor, não era nada. – Ela me lançou um olhar raivoso. – Tá, eu falo. Sabe aquela professora que faz a gente ficar “vendo” o nosso futuro naquelas bolas e xicaras?

-Sei, o que ela tem haver com isso? – Perguntou ela para mim e eu me aproximei um pouco dela.

- Bom, eu só fiz a aposta com você porque ela disse que eu ganharia. – Sussurrei em seu ouvido e segurei sua cintura possessivamente. – E porque ela disse que nessa aposta conheceria a razão da minha vida.

- O quê? – Sussurrou para mim toda perdida.

- Eu te amo, minha ruiva. – Sussurrei novamente.

Acariciei seu rosto e pude perceber que ela já estava toda desarmada, sorri com isso. Rocei nossos lábios e ela fechou os olhos. Assim que ia beija-la a porta se abre com tudo.

Braider estava ali nos encarando sorrindo.

-Eu vou te matar, seu palhaço!- Falei o olhando com raiva. – Não sabe bater não?!

- Ui, se eu tivesse batido teria atrapalhado de qualquer jeito o beijo. – Falou ele rindo e abraçando a minha Rose. – Que pijama, hein?

- Braider! – Gritou Babi e deu um tapa em seu braço, o fazendo soltar a Rose.

- Na. Sua. Cara. – Falei rindo dele e puxando a Rose para mim de volta. – Na. Sua. Cara.

- E então, conseguiu? – Perguntou Rose. – Achou mesmo o livro?

- Sim. – Respondeu Babi enquanto parava ao lado do meu irmão. – E os ingredientes não são fáceis, Rose. A sua mãe já decifrou todos eles, teremos que encontrar todos eles até hoje de noite.

- Vai dar tempo. – Falou o Braider enquanto tentava a acalmar. – Tenho certeza que a minha Pequena ainda vai ter uma de suas “visões”.

- Minha Pequena, Braider. Minha. – Corrige-o e ele me olhou torto. – A sua é essa louca ai que diz ser minha prima.

- Cala a boca, Scorpius. – Falou ela pra mim. – Esses são os ingredientes pra poção,Rose.

- Uma prova de amor.

A varinha de quem não amou.

Uma lágrima de esperança.

Um fio das Trevas.

Aquilo que destruiu uma família.

Uma gota da chave.

A pedra mais profunda.

Grito de desespero.

Uma gota de vida da chave.

-Isso é impossível de achar. – Falei para ela desesperadas. – Não tem nada com sentido ai.

- Achei a mesma coisa. – Sussurrou Braider para mim. – Acho que elas estão loucas, prefiro a guerra.

- Sei onde encontra-los, vamos precisar de todos. – Falou Rose para Babi, tirando a gente da conversa.

- Eu sei, Rose. Vamos, Braider. – Falou ela e Braider levantou rapidamente. – Vamos avisar os outros, preparem-se.

Eles saíram e Rose olhou para mim sorrindo. Ela correu em minha direção e se jogou em meu braço, fazendo nos dois cair na cama. Seu cabelo ruivo soltou e pude ver aquele brilho que mais amava em seus olhos.

Segurei sua cintura e a coloquei debaixo de mim enquanto selava nossos lábios. Suas mãos foram para os meus cabelos enquanto eu segurava-a delicadamente contra a cama. Seu beijo era doce e carinhoso, explorava toda a sua boca. Esse seria um de nossos beijos que ficaram em nossa memória.

-Feche os olhos. – Sussurrei para ela e ela assim fez.

Aparatei enquanto a segurava, abri meus olhos e encontrei o lugar que eu queria. Estávamos em Paris novamente. Dentro do quarto dava para ver aquela Torre que Rose tanto a adorava. Sua respiração estava ofegante e ela olhou para mim surpresa.

-Paris? – Perguntou ela para mim sorrindo. – Eu não acredito, Scorp!

- Eu te amo. – Sussurrei para ela enquanto colava nossas testas. – Eu te amo.

- Também te amo. – Ela parou por uns segundos e olhou para mim corada. – Eu acho que estou pronta, Scorpius.

- O quê? – Perguntei para ela surpreso. – Não.

- Eu sei que estou Scorpius. – Sussurrou ela enquanto segurava meu rosto. – Quero que seja o meu primeiro.

Peguei em sua cintura e a deitei lentamente na cama enquanto olhava em seus olhos. Ela estava com a respiração acelerada e me olhava com vergonha. Acariciei seu rosto e pude vê-la fechar os olhos.

Trilhei uma trilha imaginária de beijos em seu pescoço e Rose arfou, subi meus beijos para seu rosto enquanto apertava sua fina cintura. Cheguei a seus lábios e os beijei com vontade. Essa poderia ser a nossa última chance de ficar juntos, mas ela havia prometido.

-Rose? – Chamei-a e ela abriu seus olhos. – Só quero que se lembre do que você me prometeu, tá?

- Eu nunca deixarei você ir. – Sussurrou para mim. – Mas eu prometi.

- Você tem certeza que quer isso agora? – Perguntei sorrindo para ela e ela assentiu.

- Te amo.

Beijei-a novamente e eu tenho certeza que essa será o melhor momento de minha vida, eu a faria uma mulher. Beijei-a voraz, como eu amava em essa grifinória.

-Minha grifinória. – Sussurrei em seu ouvido e pude ouvir a sua risada gostosa.

Notas finais
Olá novamente, queridos...Isso ficou horrível, kkkkk. Tá, primeiro a Rose NÃO vai ficar grávida, tá? Tipo, não vai mesmo.
Ah, como vocês acham que eles vão encontrar esse ingredientes, hein? Uu, comentem. Bom, o que aconteceu com o Nyah? Ele tá meio doido...
Bom, gente, porfavorzinho, mandem só uma recomendação?? Hein? A fic tá chegando no final!
Bom, espero que tenha gostado e estarei esperando os comentários de vocês, tá?
Beijos e até o próximo!