Aos 16

26 Capítulo XXV - Calcanhar de Aquiles


Notas iniciais
oiiiiiii.... Estou super feliz hj... Finalmente estou de férias hehehehehehehheeheheheh Isso é motivo de comemoração... Então postarei dois capítulos hoje. Era para eu ter postado ontem, mas meu note ficou dando problema. Obg a todas que comentaram ♥ ♥ ♥ Boa leitura!!!

– Castigo? – perguntei novamente ainda não acreditando nas palavras da minha mãe. Tudo bem que eu havia pisado na bola, não tinha ligado para avisar que dormiria na casa de uma amiga, (essa parte ela não precisa saber a verdade), que meu celular queimou, mas eu não merecia o castigo. – Mas mãe... – chorei.

– Nem mãe nem nada, onde você estava com a cabeça Lise? Eu acreditei em você e você quebrou minha confiança.

– Mas duas semanas é muito.

– Pensasse nisso quando quebrou o celular e resolveu dormir fora de casa.

Suspirei derrotada, com D. Angélica não tinha acordo. Então o melhor que pude fazer foi deitar e torcer para que essas duas semanas passem bem rápido.

***

Monique estava me esperando na entrada do colégio, me despedi da minha mãe e me aproximei dela, mas sua cara não era das melhores.

– O que houve? – perguntei lhe dando uma abraço. Devido ao meu castigo eu estava sem internet e sem telefone por duas semanas. Então não fazia a menor ideia do que estava rolando. Obrigada Ian. Só que não.

– Você não acompanhou o site esse fim de semana?

– Não. Minha mãe me colocou de castigo por eu ter dormido fora de casa e ter quebrado o celular. – comecei me encaminhando para as escadas do SM.

– Por isso te liguei e não funcionou. — falou pensativa.

– Desculpa. – dei de ombros.

– Tudo bem. Mas vou logo avisando que hoje o dia não será nada fácil.

– O que eu perdi? — a encarei.

– Além das suas fotos na cama de Ian? – levantou a sobrancelha interrogativa.

Corei.

– Dessas eu já sei. O próprio me mostrou.

– Vocês dois estão... juntos? – perguntou cautelosa.

– NÃO! – praticamente gritei.

– Desculpa, só estava curiosa.

– Tudo bem.

Entramos no longo corredor e todos começaram a me olhar torto. Principalmente as meninas. Ótimo! Não dei a mínima atenção e segui até o meu armário.

Me aproximei do meu armário e o que eu vi, me envergonhou e me irritou ao mesmo tempo. Havia uma foto minha colada na porta, eu estava deitada na cama de Ian, o mesmo me abraçava carinhosamente e escrito de vermelho em letras garrafais tinha uma palavra: PUTA. Monique tirou a foto das minhas mãos e a olhou.

– Aí meu Deus! — exclamou.

Eu sabia que teria repercussão, mas não sabia que iriam me humilhar desse jeito. A principio eu quis chorar, correr para o banheiro e me esconder, mas eu não ia dar esse gostinho a eles de me ver para baixo, engoli o choro e olhei para a foto novamente.

Isso não vai ficar assim.

Avistei Cassandra no final do corredor com um sorriso satisfeito nos lábios. Desgraçada, mas ela vai me pagar. Em seguida, meu olhar caiu em cima de um moreno que vinha na minha direção. Sorri. Eu conheço seu calcanhar de Aquiles Cassandra, meu subconsciente zombou. O interceptei. Ele me olhou curioso, mas não dei tempo dele pensar, na realidade nem eu pensei no que estava fazendo, o agarrei pela nuca e o beijei.

O beijo não se demorou, logo Ian me segurou pelos ombros com um olhar intrigado, olhei por cima de seus ombros e vi Cassandra sendo segurada por Lili, ele estava a ponto de explodir.

– Pensei que não queria jogar. – sua voz tirou minha atenção e o encarei.

– Isso foi antes. – respondi olhando por cima de seus ombros novamente, ele se virou e seguiu meu olhar, depois se virou para mim e sorriu.

– Você sabe que a partir daqui não tem mais volta não é?

Confirmei.

– Ótimo! — sorriu. — Então agora é a minha vez.

Não tinha entendido até ele me agarrar pela cintura e me prensar no armário mais próximo, me beijando selvagemente. Eu estava ficando sem ar, mas ao mesmo tempo estava tão bom que eu não queria parar. Meus sentidos podiam captar as pessoas nos observando, murmurando e até soltando exclamações de surpresa, mas eu não me abalei, continuei naquela dança sensual, até o momento em que Ian foi arrancado bruscamente de mim, quase me levando junto ao chão.

Notas finais
Isso não vai prestar... Até mais...