Eu nesse quarto escuro, só o que passa em minha cabeça é a memoria é a minha frustração olhando a caixinha com os brincos e eu pensando que era uma anel, me sobe uma raiva maior que na hora do ocorrido e as lagrimas invade meu rosto, até que pego no sono .

No dia seguinte já é dia e eu me forço a levantar e ir ao banheiro lava meu rosto, abaixo meu rosto para lava-lo e olho para o espelho e meus olhos estão inchados e borrados pois não avia tirado a maquiagem, tiro a minha roupa para tomar um banho. com a agua caindo em minha cabeça eu penso ( que essa agua lave todas as minhas preocupações) saio do banheiro e vou me vestir para o trabalho, pego o meu carro e vou para o hospital central, sou uma das melhores residentes de pediatria do HOSPITAL CENTRAL do rio de janeiro.

Hoje o dia está cheio de um plantão de 48 horas meu corpo pede cama e ao sair do hospital lá está o carro do homem que eu pensava que iria ser meu marido parado na esquina da casa da juju ( porque o carro dele esta á, será que ele tem um amigo no mesmo prédio dela???)eu pego meu telefone ligo pra ele e da telefone desligado, então resolvo ligar pra ela e o dela também da desligado, pensou eu ( cara que quiche se eles dois estiverem juntos, que merda seria ...)

" não, não isso é coisa da minha cabeça, eles nem se gostão!"

não sei o que deu em mim que atravessei a rua e andei na direção daquele apartamento, subi as escadas e parei em frente da porta do do apartamento dela( cara o que eu tô fazendo), coloquei a senha da porta abri e ouvi umas risadas vindo do quarto(não acredito!), quando abri a porta meu coração saltou fora do meu corpo e as lagrimas do meu rosto.

(Jeme Arthur-train wreck)

Juju em cima do homem que eu chamava de meu.

eu: " Que merda é essa??, tá se sacanagem!, que AMIGA em!, Kaik você é uma grande montanha de bosta!"

virei minhas costa e bati a porta do quarto, não tinha nem força para chorar , não pensei e mais nada e só sai o mais rápido que eu consegui peguei um taxi e fui pra casa, ao chegar acabei me lembrando que esqueci o carro no estacionamento do hospital. Minha cabeça doía e eu eu não parava de pensar na sena até que o barulho de alguém batendo na porta tirou os pensamentos de minha cabeça, e eu olhei para a direção da porta e estava a minha mãe me olhando.

mãe: " que conversa?"

eu:" não mãe"

Ela sentou ao meu lado, eu deitei em seu colo e comecei a chorar e chorar, parecia que não ia parar ou ia encher um grande buraco até virar um rio.

Os dias seguintes foram uma tortura

todos os dias o babaca do kaik aparecia em casa com flores e eu já esfreguei na cara dele, joguei fora, bati com elas na cabeça dele, taquei pela janela etc...

Notas finais
não sabia o que ne esperava pela frente
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.