Ao Acaso

13 Capítulo 12


Notas iniciais
Oie!Estou de volta!!!
Hoje o cap tá bom! Tem o Johnny e o Aya, tem o Josh e o Alec e ainda tem Ben e a Sarah tramando.
Então aproveitem.
Agradecimentos a minha beta Pkena!
Boa Leitura.


Enquanto o sol nascia do lado de fora anunciando a chegada da manhã, Johnny e Aya saldavam o novo dia entregues nos braços um do outro.

Ajoelhado sobre a imensa e bagunçada cama de casal, com o rosto de frente para a imensa janela do quarto Aya podia ver o belo por do sol, porém ele não estava nem aí para tal espetáculo da natureza, pois tudo que conseguia era gemer, sua mente totalmente tomada de imagens sensuais enquanto sentia o corpo moreno e molhado de suor grudado as suas costas e o membro dentro do seu corpo investindo em si com calma, mas de forma firme e ritmada, fazendo com que o belo por do sol ficasse em segundo plano mediante o espetáculo que era ser profundamente possuído por aquele homem.


– Aya... — Gemeu Johnny, a voz rouca depois de tantos gritos e gemidos durante a noite de luxúria dos dois. — Quero gozar dentro de você. — Rosnou o moreno aumentando o ritmo das estocadas.


– Hummm... – Um gemido foi a repostas de Aya que revirou os vermelhos olhos ao sentir uma estocada particularmente profunda que atingiu a sua glândula de prazer e o fez estremecer e chegar ao auge novamente, talvez o décimo da noite, ou do dia, ele já não mais sabia, tinha perdido a capacidade de raciocinar a muito tempo assim como tinha perdido a conta de quantas vezes eles tinham gozado, tinha parado de contar na oitava vez. Retesando seu corpo ainda tomado por espasmos, ele finalmente se permitiu relaxar, e por fim deixou-se cair na cama, exausto sentindo o corpo maior caindo em cima do seu encaixado em suas costas o rosto moreno encostando-se ao seu, buscando a sua boca para um beijo sensual antes do Sakurai virar-se e sair de cima de si e foi só então que ele também percebeu que o outro também gozara. Dando um sorriso Aya se virou na cama para encarar o parceiro sorridente e, foi quando sentiu algo escorrendo por suas pernas.


– Mas o que você... — Espantou-se o garoto, o sorriso desaparecendo enquanto ficava branco. — Mas o que é isso? Você ejaculou... Dentro de mim? — Ele perguntou, se sentando rápido na cama, enquanto passava as mãos sobre o liquido brando que escorria abundante por entre suas coxas.



– Eu falei que iria. — Ralhou Johnny, também se sentando, confuso com a mudança de expressão no rosto no garoto, fazendo menção de abraçá-lo, mas sendo repelido pelo rapaz de olhos rubi que se levantou da cama um pouco bambo, catando suas roupas pelo chão e as vestindo com pressa, mesmo que estivesse um pouco enojado pelo estado do seu corpo, coberto de suor e fluidos ele tinha que sair dali. — Qual o problema Aya?


Aya permaneceu em silêncio enquanto caçava sua blusa pelo quarto, se criticando ao não perceber que Johnny não tinha colocado camisinha. Como ele pode se distrair assim, nunca havia cometido tal erro. Finalmente ele achou a camisa debaixo da cama se perguntando como a mesma tinha ido parar ali, mas logo descartando o pensamento, o fato mais importante era como tinha permitido ser possuído sem proteção, porém por mais que se perguntasse ele sabia bem a resposta, o problema era o homem sentado naquela cama, o problema era Johnny Sakurai e o poder que ele tinha de deixá-lo fora do ar, desligado de tudo ao não ser o prazer que ambos sentiam, juntos.


– Aya, eu perguntei qual o problema. — Falou Johnny se levantando, entrando na frente do rapaz já vestido e perdido em pensamentos o agarrando pelos ombros com força.


– O problema... – Começou o menor a falar, travando quando viu mais uma vez o belo corpo nu a sua frente, sentindo uma pontada de desejo e se odiando por isso. — O Problema, foi eu ter permitido, não foi eu não ter percebido que você, que nós estávamos desprotegidos.


– Ah... Foi isso. – Suspirou Johnny, voltando ao seu bom humor habitual. — Qual o problema? Eu não tinha mais preservativo, fora que foi ótimo, melhor ainda do que fazer com camisinha.


– Você escutou o que acabou de dizer? – Gritou Aya, odiando o fato de o moreno estar tão relaxado, desvencilhando-se dos braços que o seguravam, antes que sucumbisse e fosse atraído para eles. — Tem idéia da real situação? E se eu tivesse alguma doença? E se você tiver? Pior... Eu sou um, Tal Neo Johnny tenho certeza que você percebeu, e se eu engravidasse? – ainda aos berros completou Aya, sentindo seu corpo tremulo. Ele não tinha qualquer tipo de doença e duvidava que o outro tivesse, o que o aterrorizava mesmo era uma gravidez acidental.


– Desculpe, eu esqueci Aya, esqueci. — Lamentou-se Johnny um pouco assustado com a reação do rapaz. — Mas se acontecer, aconteceu.


– Não! Nunca diga isso. Você sabe o que é ser um pai solteiro? Pior, você sabe como é ser um Tal Neo com um filho para criar sozinho nessa cidade? Não, claro que não sabe.


– Você não entendeu. Se acontecer você não estará sozinho Aya, eu...


– Você o que? Iria assumir um filho bastardo com um prostituto? — Riu Aya sem humor algum. — É melhor eu ir embora.


Johnny permaneceu quieto dando a chance para Aya se afastar, mas não porque estava pensando nas palavras do menor ou não assumiria um filho de Aya, mas sim porque estava imaginando como seria um filho dele e do rapaz, quando se deu conta o menor já estava quase na porta.


– Espera... Não terminamos de conversar Aya, nós transamos sem camisinha e se...


– Não... Eu me protejo com as pílulas que o governo nos dá, o que nem sempre é garantido, mas tenho certeza que... — Aya estremeceu novamente sem ter coragem de encarar o outro. Ele sabia que as pílulas criadas para os Tal Neo que eram bem parecidas com anticoncepcionais e evitavam gravidez indesejadas não eram tão eficientes como o governo garantia, porém ele não tinha condições de comprar algo com uma qualidade melhor como os Tal Neo ricos tinham — Que o pior não tenha acontecido.


– O pior... — Resmungou Johnny, mas chateado com aquelas palavras do que gostaria. Então para Aya ter um filho com ele seria tão ruim assim? — Eu vou pegar o seu pagamento, espera só mais um pouco. – completou o moreno, indo até o closet do seu quarto, pegando a quantia que tinha prometido ao rapaz lentamente em uma tentativa de ganhar tempo para pensar no que falaria para Aya, não queria afastá-lo ainda mais, porém quando voltou ao quarto o outro já não estava mais lá.


– Droga! — Rosnou o moreno pensando em sair correndo atrás do rapaz, mas notando desanimado que ainda estava despido. O mais rapidamente que pode pegou sua calça do chão e colocou indo atrás de Aya, afinal a conversa dos dois ainda não tinha terminado. Além de ele dever dinheiro ao menor, tinha o fato da irresponsabilidade e esquecimento dele ter consequências e independente do que Aya fazia para viver Johnny sabia que se o rapaz tivesse engravidado ele estaria lá para apoiá-lo.



***********



Alec acordou, sentindo-se péssimo. Estava um pouco enjoado e a cabeça latejava fato que o fez apertar fortemente os olhos, imaginando o que sentiria ao abri-los. Dando um curto e baixo suspiro ele se preparou para dor e abriu os orbes vermelhos, sentindo seu mundo girar, demorando um pouco a focalizar a vista jurando nunca mais beber na vida.

A primeira coisa que o loiro viu foi à cortina de renda meio aberta da janela do quarto que dava vista para o sol que nascia no céu azul clarinho. Focalizando ele tentou pensar onde estava dando um curto sorriso ao se lembrar de que estava no hotel e enfim relaxando, para no minuto seguinte retesar-se todo ao sentir uma respiração quente em seu pescoço e só então reparando no leve peso que prendia sua cintura, o braço de Joshua.

Movendo-se lentamente para não acordar o moreno ele virou-se, ficando cara a cara com o rosto sereno e adormecido do moreno, sentindo a quente respiração dele agora sobre o seu rosto.


– Tão... Perto. — Murmurou o rapaz, tocando delicadamente o rosto de Joshua. — Tão bonito.


Com um ofego ele desceu os olhos sobre o corpo do moreno, sorrindo ao perceber que o outro tinha dormido totalmente vestido, logo voltando automaticamente os olhos para o rosto adormecido.


Ah! Como que eu amo esse rosto. Como eu o amo. — Alec arregalou os olhos com os pensamentos, finalmente se dando conta ao mesmo tempo em que se desesperava sobre os seus sentimentos. Apavorado ele desvencilhou-se do braço possessivo sobre sua cintura ao mesmo tempo em que se levantava e numa atitude covarde saiu do quarto, pegando o primeiro taxi que encontrou voltando para a mansão. Quando chegou a mansão ele entrou correndo, subindo e indo para o seu quarto o mais depressa possível, rezando para não encontrar ninguém no caminho e quase chorando de frustração quando se chocou contra o corpo de alguém no corredor quase indo ao chão, mas sendo seguro por braços fortes.


– Oe! Calminha aí... Alec? — Falou Johnny que segurava o corpo pequeno nos braços, um pouco surpreso. — Vocês já voltaram? Eu pensei que iam passar o final de semana no hotel.


Alec não conseguiu olhar nos olhos do moreno e muito menos falar e tremulo se livrou de Johnny e continuou seu percurso até o quarto, entrando e batendo a porta.


Johnny que pretendia ir atrás de Aya, olhou do corredor para o quarto do cunhando e dando um curto suspiro seguiu Alec.


– Me espere Aya, voltaremos a nos encontrar em breve. — Falo Johnny convicto adentrando o quarto do cunhado.


Aya que cruzava as grandes portas da casa quando o taxi de Alec adentrou o local se surpreendeu ao ver o rapaz que saiu de dentro do veiculo que nem uma bala e passou por si sem notá-lo. Claro que ele sabia quem era aquele lindo Tal Neo, o futuro marido do irmão de Johnny. Ele o viu ontem na festa e mesmo que brevemente foi o suficiente para perceber quão bonito, fino e sofisticado o loiro era digno de fazer parte daquela família ao contrário dele. Aquele homem sim era alguém que Jo escolheria não ele.

Sorrindo amargo com aquela realidade ele correu o mais rapidamente que pode para longe daquela casa e da vida de Johnny Sakurai jurando nunca mais encontrá-lo, para o bem do seu coração que ele sabia já estar apaixonado.



Alec no quarto encarava o seu guarda roupas, tinha decidido ir embora, acabar com aquela farsa de uma vez, porém ao abrir o mesmo que se deu conta que nada daquilo era realmente seu, tinha sido Joshua que tinha comprado tudo, desde a roupa que vestia ao celular no seu bolso.


– Droga... — Murmurou Alec, enquanto encarava sem realmente ver as roupas dentro do guarda roupa, sentindo seu rosto ser molhado pelas lagrimas, levando um susto quando sentiu tocarem seu ombro.


– O que ele fez? — Sussurrou Johnny o mais delicadamente possível, querendo matar o irmão mais velho ao ver o rosto bonito coberto por lagrimas.


– Nada. — disse Alec em um soluço. — ele não fez nada.


– Então qual o problema?


– Eu o amo Johnny. Eu o amo tanto.


Incrivelmente Alec sentiu um grande alivio em pronunciar as palavras que só agora percebeu estarem entaladas em sua garganta.


Johnny sorriu, sentindo-se feliz por seu irmão ser tão amado, mas não entendendo qual o problema ali.


– Se você o ama qual o problema? Vocês vão casar-se em breve Alec, você vai casar-se com o homem que ama então porque está sofrendo?


Eu vou casar com o homem que amo, mas ele não me ama. — Alec sentiu vontade de gritar mais não o fez, enquanto lembrava-se da conversa na noite passada. O que mais doía era lembrar-se de Joshua dizendo que queria o seu corpo ao mesmo tempo em que se dava conta que fugir não ia dar em nada.


– O problema é a mulher de ontem? – Perguntou Johnny fazendo Aya erguer o rosto.


Alec balançou a cabeça. Enquanto envergonhado secava o rosto molhado.


– Aquela era uma ex-amante dele insatisfeita. O estranho é só uma ter aparecido uma. — Falou Alec rindo um pouco, lembrando-se que na conversa que eles haviam tido ontem o moreno disse que tinha cinco amantes, mas jurou que havia terminado com todas assim que conheceu Alec.


– Então eu repito. Qual o problema? – Falou Johnny.


– Ele me contou sobre Raquel e sobre a promessa que fez.


– Ah! Estava na hora dele falar sobre aquela mulher, mas essa história é passado Alec. No momento que ele decidiu casar de novo ele deixou aquela promessa tola de não amar novamente para trás. Ela ama você.


– Eu queria ter essa certeza. — Choramingou Alec, porém se lembrando de que Joshua mencionou querer que o casamento deles fosse real, o fato lhe dando grande esperança e novamente o fazendo lamentar ter fugido antes de conversar com Joshua.


Johnny ficou aliviado ao ver o cunhado mais calmo e num gesto instintivo abraçou o loiro, nenhum dos dois se importando pelo fato do Sakurai mais novo estar apenas de calça, ao mesmo tempo Johnny se perguntava onde Joshua estaria no momento.

Enfiando a mão no bolso ele tirou o celular pretendendo ligar para o irmão quando a porta do quarto foi aberta. Johnny ergueu os olhos deparando-se com o rosto surpreso do irmão, surpresa que rapidamente se transformou em ira.

O mais novo ao ver a cara do irmão rapidamente levantou as mãos em um gesto de paz, se afastando um pouco tremulo do loiro que também olhava de olhos arregalados para Joshua.


– Estou saindo. — Falou Johnny com medo de o irmão partir para cima dele a qualquer momento. — Tenha calma ele já está nervoso demais. — Falou Johnny em um ato de coragem ao passar por seu irmão, recebendo um olhar que o fez se arrepiar inteiro.


No corredor Johnny suspirou aliviado antes de sair correndo pelo corredor, estava na hora da caçada e o seu alvo era um lindo Tal Neo fujão.


Joshua apertou os punhos com força no intuito de se acalmar. Obrigou-se a engolir a fúria ao ver o rosto fragilizado de Alec, que evitava o seu olhar abaixando o rosto. Se já tinha sido ruim acordar sem o loiro ao seu lado e depois descobrir que tinha ido embora do hotel, pior foi ter encontrado seu noivo abraçado ao seu irmão mais novo e seminu dentro de um quarto.


– Alec... — Falou o moreno com a voz rouca, uma tentativa de se conter. — Porque fugiu daquele jeito? – Ele perguntou quando na verdade queria perguntar por que Johnny estava lá ao invés dele.


– Porque eu quis. Você não é meu dono, não preciso de sua permissão para sair. – Falou Alec impertinente, não queria que o moreno soubesse que ele tinha fugido por que teve medo ao descobrir que o amava, ainda não estava na hora de dizer o que sentia pelo moreno, ele sequer sabia se a hora de dizer chegaria. Com olhos desafiantes, Alec ergueu o rosto percebendo tarde demais que desafiar Joshua naquele momento não era a melhor opção.


– Não sou seu... – Murmurou Joshua irado. – Dono... Humm? – O moreno sorriu e furioso com passos largos em um instante estava em frente a Alec, o erguendo e carregando como um saco de batatas até a cama. Deixando seu ciúme controlá-lo.


– Joshua! – Gritou Alec quando foi jogado na cama, porém apesar da atitude agressiva ele não estava com medo.


– Vou te mostrar a quem você pertence Alec, e eu juro que da próxima vez que eu ver você perto do meu irmão eu vou matá-lo ouviu bem? – Falou o moreno possessivo, olhando nos olhos do outro, se livrando da camisa rapidamente.


– Perece até que você está com ciúmes? – Falou o loiro, ofegando ao ver o peito nu, moreno e tonificado do outro, levantando os olhos para o rosto do maior, vendo os olhos azuis brilhar em um misto de ira, posse e desejo.



Joshua não respondeu, era bem obvio para qualquer um que ele estava enlouquecido de ciúmes e se Alec não entendia ele mostraria para ele, agora.


Alec queria respostas, mas quando o moreno se juntou a ele na cama, deitando seu corpo pesado por cima do seu ele não lutou, poderia ter suas repostas depois afinal já tinha tomado sua decisão, faria aquele homem seu, o deixaria tão louco por si que Joshua nunca iria querer deixá-lo, nunca.



*************



Ben vestia rapidamente sua calça e camisa, não se preocupando em botar a gravata. Pegando seu celular dentro do bolso ele o religou e automaticamente o aparelho começou a apitar indicando mensagens e chamadas perdidas e ele nem precisou olhar para saber de quem eram, mas mesmo assim ele o fez, notando aborrecido que seu telefone estava abarrotado de mensagens de voz, texto e chamadas perdidas de um único número.


– Allan...


– Seu irmão é mesmo nervozinho não é? — Falou uma voz de mulher, soando manhosa, fazendo Ben estremecer e olhar para trás vendo o corpo voluptuoso e nu de Sarah espalhado por entre os lençóis de seda rosa, os lindos cachos de cabelo vermelho bagunçados, espalhados pela cama, os olhos verdes brilhando marotamente fazendo o moreno sentir uma fisgada de desejo.


– Você não tem idéia. — Murmurou o Homem virando-se e evitando a tentação, tudo que ele menos precisava era outra rodada de sexo com aquele demônio ruivo e terminado de abotoar a camisa ele pegou seu paletó pronto para partir. Não iria dividir seus problemas com Allan com aquela mulher, podia ter dividido a cama com ela, mas nunca passaria daquilo.


– Oh! Tão frio! Não ganho nem um beijo de despedida? — Ralhou a mulher falsamente.


– Você quer um beijo de despedida? Que seja então. — Falou Ben no mesmo tom, enquanto voltava até a cama e se ajoelhava na mesma, tomando os lábios da mulher em um beijo intenso.


– Delicioso. – Murmurou Sarah quando as bocas arfantes se separaram, circulando o pescoço do moreno com os braços e o impedindo de se afastar, lambendo os lábios carnudos do outro. — Você não...


A mulher não terminou de falar, pois no mesmo momento o telefone do moreno começou a tocar.


– É melhor eu ir. — Falou o moreno interrompendo a ligação sabendo que muito em breve o aparelho voltaria a tocar.


– Tudo Bem, mas sinceramente eu gostaria de repetir a noite de ontem.


– Olha Sarah...


– Hahahahah... È brincadeira, brincadeira. Ben, você sabe que quem eu quero é o Joshua, não precisa se preocupar. Vamos dizer que noite passada foi apenas para aliviar a nossa frustração. – Disse Sarah seria, enquanto se cobria com o lençol rosa como para dar ênfase ao que falava. — Espero que você não tenha se esquecido do que combinamos noite passada, seria muito ruim se você se apaixonasse por mim e mudasse de idéia sobre o nosso acordo.


– Não se preocupe, não vou, em nenhuma das duas coisas. — Falou Ben, e se mais nenhuma palavra ou olhar saiu do quarto e do apartamento de Sarah.


– Oh! Tão cruel! — Gargalhou a mulher ruiva. – Mas é exatamente disso que preciso para acabar com as chances desse casamento acontecer.


Ben, que saia pela porta da sala ainda ouviu a gargalhada da mulher, porém não se importou. Seguindo pelo corredor ele foi até o elevador e quando entrou no mesmo seu telefone novamente começou a tocar. Cansado daquela perseguição ele resolveu atender.



– Fala Allan.


– Como assim fala? Onde você passou a noite? — Gritou o ruivo histérico.


Ben se lembrou da mulher ruiva nua e espalhada pela cama e sorriu se perguntando qual seria a reação do irmão se ele dissesse que havia passado a noite fazendo amor e tramando com a bela mulher da qual o irmão falou para ele nunca mais se encontrar.


– Por aí... – Ele finalmente respondeu, dando de ombros.


– Como assim por aí? – Allan gritou.


– Você não é minha esposa Allan, não tente controlar minha vida.


– Ben... – Choramingou o ruivo.


– Estou indo para casa. – Suspirou o moreno. — Não vá para faculdade, temos que conversar. — completou Ben sério, desligando o celular não dando oportunidade para o irmão responder, contudo ele sabia que quando chegasse a casa o ruivo estaria lá obedientemente esperando e ele enfim daria o segundo e maior passo para retomar o controle de sua vida.



**************



Ei! Venho aproveitar para fazer propaganda.
Ai gente... não precisa me vaiar e... que isso! Da onde veio essa pedra?! Er... Falando sério agora!
Eu a Raven volturi resolvemos transformar as fics sobre os Tal Neo em uma série.


A primeira foi “Em Conflito”, a segunda “Ao acaso” e agora temos a terceira “A aposta” e ainda terá mais uma que ainda não tem nome.


Então quem quiser dar uma olhada em a Aposta fique a vontade.


https://www.fanfiction.com.br/historia/218604/A_Aposta



Segundo vou indicar uma fic Mpreg( ai amo Mpreg! Vocês sabem né?) super fofa da minha Diva Doolk. A fic é Mara gente! Palavra da Mitsu.



https://www.fanfiction.com.br/historia/181342/O_Contrato



Notas finais
Uhu! Qerem lemon do Joshua e do Alec no proximo cap? huahsuhaus
Bjusss gente!!!
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