Anteros
9 Encrencado
Notas iniciais
vocês são muito bons pra mim *w*
mas na boa u.u somando o número de leitores com o número de reviews por capítulo, da até vontade de chorar...
Então, onegaai! Leitores fantasmas, mande apenas um oi se quiserem! mas MANDEM UM REVIEWZINHO! não custa nadica mesmo!
Não se esqueçam u.u eu aceito até um Oie, ou um Oe, ou até um Oiii ~
Enfim, talvez alguns gostem do capítulo ^^ acho que ficou um pouco melhorzinho... hmmm
Aliás! vocês sabiam que o Matt na verdade tem cabelos castanhos e olhos azuis escuros? Hmmm... foi o que o tio Takeshi disse no How to Read '-' pARECE! carai
É isso, até lá embaixo ♥
Estava sendo extremamente nostálgico caminhar ali... Fazia muito tempo que eu não via essa avenida à noite, assim, iluminada pelas luzes dos carros e das lojas... Parece muito com a noite em que conheci Mello... A noite em que me perdi e encontrei Sill... Muito, muito nostálgico.
Misa agora andava na minha frente, adiantando-se pra olhar as lojas e continuar me acompanhando. Sabe, apesar de ser uma boa garota... Tenho muita curiosidade de saber quem ela é.
– Ei Matt, olha só! Colocaram um relógio enorme naquele prédio! – Apontou para um dos edifícios... E não é que tinham mesmo... Caramba.
– N-nossa! É grande mesmo! – Olhei diretamente para ele... Marcava agora 22hrs12min...
Sinceramente, acredito que há essa hora Mello esteja vagando por ai, não sei nem mesmo porque estou indo para onde estou... Mas... Eu sinto que devo ir, por algum motivo...
Todos sabem como é? Aquela necessidade de fazer algo, mesmo que não faça sentido algum! E pensando bem... SEMPRE QUE SEGUI ESSA INTUIÇÃO MALDITA ACABEI ME FODENDO! Quase/meio que literalmente.
Ah... Mello... Como seria ótimo ter você agora na minha frente. Talvez eu te desse um delicado murro no meio da face.
– E-ei Matt... – Percebi que Misa havia parado justamente em minha frente, com um olhar curioso e preocupado. – O que foi? Você está meio... Estranho. – Talvez tenha percebido meu imbecil sorriso.
– Não é nada não. – Contornei-a e continuei a caminhar, sem dar muita atenção a garota.
– S-sabe... – Apressou-se e veio me acompanhar, andando ao meu lado novamente. – Como ela é? –
– Ela quem? –
– M-Mel. –
– Porque a pergunta? –
– Porque... Ah! Apenas me diga. –
– Hmmm... É uma boa menina... Gentil, educada, atenciosa... – Com certeza tudo que Mello não é.
– E... Fisicamente? – PRA QUE ELA QUER SABER?
– Ah... Magra, loura... De cabelos curtos e... – Matt! Puta que vos pariu! Está descrevendo o Mello de verdade!
– Nossa... Não parece muito atraente. – Quê?! É sim! Muito atraente... Hmmm.
Mas se fosse uma garota de verdade... Realmente não seria.
Apenas gargalhei baixo... Não pelo fato de estar descrevendo o chocólatra como se fosse uma menina, mas sim porque não estou entendendo mais se estou falando da Mel ou do Mello, ou se descrevo um garoto ou uma garota... Estou confuso.
– Se por uma hipótese um dia você encontrá-la, saberá do que estou falando. – Claro que sim... – Então mudará sua opinião quanto... –
– MAIL JEEVAS! – Uma voz grossa e terrível... Uma voz que eu conhecia e queria desconhecer... A voz de uma pessoa que eu queria ver e ao mesmo tempo, queria que estivesse na Lua!
Virei de costas... Era meu professor de química.
Era um cara gente boa, eu até sinto a falta dele, mas é um filho da puta. Estava dentro de um carro vermelho, que passou embalado pela rua atrás de nós.
Apenas dei de ombros e continuei seguindo por aquela extensa calçada. Misa voltou a agarrar meu braço, devido ao grande fluxo de pessoas caminhando contra nós, com medo de acabar se perdendo, até que atravessamos uma avenida enorme, que ligava outras três importantes vias da cidade. Uma que levava ao aquário, outra para o aeroporto e a outra, para a ‘prisão a curto prazo’.
E seguimos por essa, que tinha bem menos gente e movimento, mas ainda sim o suficiente pra ser chamada de avenida de cidade grande.
Misa, mesmo agora, continuava pendurada no meu braço, então...
– Mail Jeevas. – Oh não... Seria mais um professor?
Virei de costas junto a garota do meu lado. Visei bem aquele ser...
– Hmmm... – Grunhi. ‘Aquilo’ poderia mesmo ser Mello?
PORRA LOIRO!
– M-Mell... – Eu estava em choque. Claro, eu estava feliz em vê-lo em liberdade, do jeito que imaginei que estaria, mas eu não estava NEM UM POUCO contente com ele me encarando com aqueles olhos assassinos, de braços dados a uma garota visivelmente bela, e LOIRA.
– Mel? – Misa o fitou de cima a baixo com a cabeça levemente arqueada para o lado. – Não é tão atraente. Como pensei. — Dessa vez falou baixo, permitindo que só eu ouvisse.
Estranhamente a garota ao meu lado não se deu o trabalho de soltar meu braço... Isso é suspeito. Extremamente suspeito.
– Matt... – Mello disse grosso, irritado, endemoniado, etc etc...
SÓ QUE EU NÃO SABIA O QUE FAZER! Estava estático.
– Solta porra. – Ele disse novamente, dessa vez direcionando-se a Misa, que sentindo o ódio na voz do garoto, tratou de obedecer, se desvencilhando lentamente do meu braço.
– M-MEL! Oh, você por aqui – E por mais que eu quisesse muito saber por que ele estava cheirando tão mão e incrivelmente sujo, eu o abracei, falando baixo em seu ouvido. – Não é o que está pensando idiota... Eu explico depois... Agora apenas finja ser uma garota. –
Ele me olhou perplexo, boquiaberto. Como se perguntasse ‘’Acha MESMO que sou tão trouxa assim?’’
Mas ele não tinha alternativa... Não sabia meus motivos. E se esse loiro tem alguma qualidade é a de não agir antes de ter um bom motivo para aquilo.
Então apenas seguiu minha exigência. Mas eu já podia ter certeza de que não faria isso de graça... Cedo ou tarde, estarei muito encrencado.
Trocamos algumas palavras sorridentes, como duas pessoas normais... E claro, Misa estava convicta de que aquilo ali era uma garota... E ainda meio espantada com a estética do meu chocólatra, optamos por ir embora.
– Mas Matt... E seu amigo que foi preso? Não vamos resgatá-lo? – Porra... Uma desculpa, preciso de uma desculpa! UMA BEM DESLAVADISSIMA!
– É que... Bem... – E Mello, percebendo que a minha intenção e a da garota era ir retirá-lo da prisão, parecia ter entendido, e resolveu me dar uma pequena força.
Mas uma bem pequena... Ele ainda teria sua vingança.
– Desculpa Matt... – Ele estranhamente conseguia fazer uma voz um pouco mais afeminada... Não tanto, mas já dava pra tapear. – Eu consegui tirar seu amigo... Precisava apenas pagar algumas multas e então a fiança. – OBRIGADO MINO!
– N-nossa... Mas o policial lá disse que não tinha co... –
– Que coisa boa Mel! – Cortei Misa, pra não ter que dar nem mais uma explicação. – Vamos embora então, ele está de boa! –
– Mas... Ele pode precisar de alguma coisa Matt, vamos lá! – Ela agarrou meu outro braço, pois um deles já estava sendo segurado firmemente pela Mel, que esperadamente rosnou.
– Pulta. – Falou baixo... Calma, calma Mello... – Ele está bem! – Então o loiro me puxou com força, como se eu fosse o cabo da guerra...
– Não... Matt... Vem... Ele precisa... Precisa de ajuda... Vocês são muito próximos... – Ela me puxava com muito esforço. Coitada...
NÃO! COITADO DE MIM!!
– Parem! Vão rasgar o ruivo! – Então pararam, já quando várias pessoas nos encaravam com olhares curiosos, dando risadinhas pela imagem ridícula de mim e dos outros dois indivíduos. – Muito obrigado! – Me alinhei, já com os braços doendo. – Misa... Vamos fazer o seguinte, vou ligar para ele e saber se está tudo bem! –
Ok
Saquei o celular e disquei o número do Near, que poucos segundos depois atendeu.
– ‘’Alô? – Ouvi a voz desanimada.
– Você está bem não é? AAh sim, pagaram sua fiança não foi? Entendo... H-Hmm? O que? Está em casa? NOSSA! JÁ?... Fazendo o que? Esquentando uma marmita? Que bom, ah, era ruim a de lá? Imagino, imagino... Bom... Se divirta! –
– ‘’O que...?! – Então o Matt desligou o celular.
– Ele está bem. – E Misa acreditou... E Mello ficou pasmo pela minha atitude ridícula.
– Ok, podemos ir para casa agora? – O loiro perguntou...
– Sim, vamos. – Me despedi da loira com um sorriso e um tapinha no ombro, seguido de um ‘obrigado por tudo’.
– Matt! Misa... Misa pode ir também? – QUÊ?! – Não tenho para onde ir... – Terminou com uma voz um pouco abatida.
Não preciso dizer que Mello rosnou, rosnou como um cachorro que foi pego na rua, fugiu, e agora está com ciúmes do dono que acabou de encontrá-lo.
– T-tudo bem... Vamos com a gente, está ficando tarde mesmo não é? – Sorri. O que eu diria? Não? NÃO! Ela me acompanhou até agora! Tenho que retribuir esse favor.
Mas claro... Eu ainda estou encrencado. Não é Mel?
Notas finais
Bom, vou fazer mais um pedido u.u recomendações! SIIM! mas claro, se quiserem..
aw, eu sei q vocês querem... *apanha*
okaa oka xD
Bom, muuuito obrigada a todos os leitores! aos fantasmas, mandem um oi ao menos u.u hehehe por favor!
Agora vou lá! tenho que avisar a Mail-chan que postei o capítulo xD hauhauhsauhs
até breve!
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