Anteros
17 Boa Garota
Notas iniciais
ok... Vamos a fic u.u
Desculpem novamente a demora... Eu acabei deixando tudo para última hora, tanto que eu comecei esse capítulo há 1 da tarde de hoje e terminei agora 4 ta darde xD eu sou uma preguiçosa maldita y.y
e nem respondi as reviews... irei respondê-las!!
mas tudo bem. Acho que vão gostar u.u ou não... mas antes de tudo, um aviso. Temos um Pov Misa aqui xD hahah
Desfruuutem ^^
Bom dia Misa! Acordamos! Estamos bem e quentinhas nessa cama grande e macia. Debaixo desses cobertores grossos e cheirosos... Não, não tão cheirosos, eles fedem cigarro e têm um odor bem leve de álcool.
Bem leve? Na verdade é bem forte, como se tivessem derrubado uma garrafa de cachaça nele. Estamos bêbada só de dormirmos enroladas nele não é mesmo Misa?
Sim... Abri meus olhos, olhei para o lado, lá estava tia Lana dormindo de boca aberta com uma touca na cabeça. Uma de suas pernas estava em cima da minha barriga me impedindo de respirar normalmente. Talvez por isso eu tenha acordado. Eu a empurrei para o lado e me levantei.
Preciso de um banho.
Lana me disse que qualquer coisa que eu precisasse era só pedir, mas em questão as roupas, me permitiu abrir seu armário e pegar qualquer uma que me servisse. Tia Lana é tão boazinha!
Não sei o porquê do Matt ter tanto medo dela.
Vesti um blusão azul e um short qualquer e desci para a cozinha. Como uma boa menina irei fazer um ótimo café da manhã para Lana! Ela ficará muito feliz se eu o levar na cama!
E fiz... Café com leite bem quente e com bastante açúcar, um pão com doce de leite e um copinho caso ela queira beber daquela garrafa de vinho que ela dorme abraçada.
Levei e tentei acordá-la... Até que consegui, mas ela me encarou com olhos sanguinários, daqueles que você não quer ver quando acorda alguém, mas sua expressão mudou para melhor quando mostrei o café da manhã que eu trazia. E abriu um largo e dócil sorriso. Daqueles que as pessoas dão quando recebem café na cama.
Misa é uma boa garota!
Claro que ela é como um cão, não é bom que fiquemos perto quando está comendo. Então desci para a cozinha. Lavei algumas louças que já estavam criando crosta de tanta sujeita. Varri o chão SÓ da cozinha. A sujeira que saiu debaixo dos armários e do meio do cômodo conseguiu encher uma sacola inteira...
Arrumei o sofá que tinha desde o controle remoto da TV, som, DVD, ventilador de teto, luz do ambiente e outro controle que não sei do que era até encontrar restos de macarronada nos cantos do móvel... Tal que até os ratos que deviam viver nos buracos da parede se negavam a comer.
Bati o tapete de centro na porta e espirrei por talvez quatro vezes seguidas de tanta poeira... Enfim... Eu arrumei aquela casa. E mesmo assim não adiantava muito, pois o que precisava ali era uma reforma!
Poucas horas depois Mello desceu as escadas com uma cara até... Feliz. Eu espero que ele não me derrube no chão e não tente bater minha cabeça no chão, pelo menos não NESSE chão. Acho que meu crânio não merece.
- Bom dia Mel!! – Me olhou com o mesmo olhar sanguinário da tia. – É... Bom dia Mello!! –
- Tá. – Esse foi seu bom dia, até que foi bem simpático!!!
- Quer que eu te faça um café? Vai ficar gostoso! –
- Não. –
- Vamos Mello, sem ressentimentos! Eu farei um bem quentinho. – Me olhou seriamente. Não sei o que aquela expressão quer dizer, mas tudo bem, vou manter meu sorriso.
- Não. –
- Tudo bem, Misa faz! – E fiz... E Mello tomou. Ele parecia ter gostado bastante, tanto que quando saiu da cozinha bagunçou meus cabelos.
Mello está de bem com Misa! Que bom!!
Só o vi saindo pela porta e indo para o seu carro... Talvez ele vá trabalhar mas, e Matt? Que eu saiba eles trabalham juntos...
- Mello! Me espera seu animal! – E como eu previ, Matt desceu as escadas tropeçando os degraus, instintivamente lhe alcancei um pão com doce de leite no caminho. – Obrigado! – E saiu desembestado em ziguezague pela porta correndo para o carro.
Mello só ria da cara dele.
Eles formam um casal estranho demais.
E logo em seguida desceu Lana bebendo de sua garrafa de vinho no gargalo, de nada serviu o copo que levei... Ela ria, não um riso chapado, mas sim como se risse de alguém... Tenho um pouco de pena do Matt... Pelo grau de maldade no riso, ela deve ter feito algo com ele, algo que ele vai descobrir mais tarde.
Pobrezinho.
- Misa... Depois pegue as coisas do café no meu quarto.
- Sim! – Respondi animada. Eu ficava feliz em ajudar a tia e vê-la ‘alegre’ por isso.
- E que bom que arrumou as coisas... Hoje receberemos visita. –
- Quem? – Perguntei curiosa. Lana não faz muito o tipo de gente que gosta de visitas.
- Um amigo meu chamado Near. Daqui a pouco ele está chegando, já liguei para o garoto. –
- Seu amigo é um garoto? – Com o ‘garoto’ que ela disse, me da a impressão de uma criança.
- Sim, um garotinho de 17 anos, qual o problema? – O-oh sim...
- Lana... Você por um acaso... – Não sei se ela entendeu a intenção na minha voz.
- Toma vergonha garota. – Deu um tapa no meu traseiro. – Crianças não fazem meu tipo. – E ela por acaso tem um tipo?
- Tudo bem... – E assim continuei com meus afazeres. Tirei o ‘pó’ dos móveis da sala e limpei o fogão. Fui fazendo essas coisinhas até que a campainha soou e uma criatura abraçada a uma garrafa de vinho correu para a porta e pulou encima do convidado.
Seja quem for. Deve ter algo fraturado.
- Misa venha cá! – Me chamou. Quando cheguei à porta levei um susto. O garoto era branco, branco, tinha cabelos brancos e pele branca, aura branca, roupa branca, sapatos brancos. Deve ser o amigo albino a qual Matt me contou também.
Que gracinha. Ele parece de mentirinha.
- Bom dia Near! – E como eu já sabia seu nome, apenas cumprimentei alegremente, com um forte aperto de mão e um beijo no rosto.
- B-bom dia. – Ficou meio envergonhado. Não deve estar acostumado com essas apresentações calorosas.
Ele entrou e se sentou no sofá com a tia Lana. Ficaram conversando assuntos aleatórios enquanto eu continuava minhas tarefas.
- Ei Misa, venha cá. – E fui. – Quero que vá até a locadora pra mim e alugue uns cinco filmes da área proibida pra menores. Você já deve ser de maior, não terá problema. – Me entregou algum dinheiro que devia servir.
- P-pra que você iria querer esses filmes? –
- Gosto de assistir sozinha. – Disse séria. – Agora vá, segue por essa rua e depois vire a esquerda na última esquina, você vai chegar lá. Boa sorte. – Ditou direitinho...
Ela não sente vergonha dizendo uma coisa dessas?
Mas eu fui mesmo assim... Seria sim constrangedor uma garota alugar cinco pornôs, mas o que eu não faço pra alegrar tia Lana? Ela é tão boazinha!
Segui exatamente pelo caminho que me ditou e quando me dei conta já estava lá. Fui procurando o local, meio envergonhada, e encontrei... Fechei os olhos e peguei alguns filmes aleatoriamente. Na sorte. E ainda com os olhos meio fechados fui rapidamente para o caixa, e infelizmente no caminho trombei com um rapaz, deixando todos os filmes com aquelas capas indecentes caírem no chão.
O cara me olhou com os olhos arregalados, olhou para os filmes, então pra mim de novo, até decidir me ajudar a levantar, já que eu havia sido ricocheteada!
- D-desculpa! – Ajuntei tudo e me levantei completamente vermelha.
- Tudo bem. – Olhando bem, ele parece não ter se importado tanto com a situação, e vendo a minha, tomou os filmes da minha mão junto ao dinheiro que eu tinha nas mãos e os pagou para mim. Parecia bem mais comum se um homem fizesse isso invés de uma garota. – Aqui. – Em e entregou já fora da locadora.
- O-obrigada... – Era um japonês, meio alto em questão a minha altura. Cabelos castanhos curtos, muito bonito.
- Me chamo Raito. – Entendeu minha necessidade de dizer seu nome juntamente ao agradecimento.
- Obrigada Raito... -
Notas finais
Querem saber o PORQUE DESSA PORRA TODA?
eu também O.O na boa... eu não sei o que está acontecendo!!
Então vamos mandar reviews lindiiiiissimas que só vocês sabem escrever *-*
leitores fantasmas, caso não se manifestarem eu farei uma macumba que só poderão ler aqueles que mandam comentários u.u
ha!
olha que eu sei!
Obrigada por ler!! Kijoooos ♥
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