Notas iniciais
Pessoal, primeiro capítulo, foi apenas sobre dois personagens, só pra matar a curiosidade mesmo >


Fúrias. Por definição são criaturas enviadas do submundo para simplesmente "atazanar" os semideuses, onde muitos à definem como mulheres com o rosto desfigurado e corpo semelhante à um morcego. Na visão popular descrita como personagens fictícios e irreais, que apenas habitam o mundo irreal, mas na minha opinião, são seres que vivem em um mundo invisível à olhos humanos.

– Malditas. — Alesksander resmungou, enquanto passava a mão em punho pelo canto de sua boca, limpando o filete de sangue que insistia em escorrer ali.

Desembainhou a espada, e a segurou firmemente em mãos. A mulher-morcego partiu para cima do rapaz, que fez um movimento vertical e atingiu a região do ombro e em seguida, fez outro movimento na horizontal cortando a criatura ao meio, que se desfez rapidamente e se transformou em pó.

– O QUE DIABOS É ESSA COISA QUE VOCÊ ACABOU DE MATAR? EU VOU TE DENUNCIAR PRO IBAMA POR MALTRATO À ANIMAIS! — gritava a moça de cabelos cor-chocolate, que encarava desesperadamente Aleksander, que guardava a arma utilizada para matar o ser.

– Cale a boca, pirralha! — resmungou o homem, irritado se aproximando da garota.

– F-FICA LONGE DE MIM, SEU ASSASSINO! — a morena dava passos largos para trás, e com as mãos estendidas para frente em um gesto de fazê-lo parar de continuar à chegar perto de si.

Ele revirou os olhos quando a mesma bateu as costas no muro, e pulou de susto, dando um grito estridente. O moço, já próximo da garota, segurou o braço dela e começou à praticamente a "arrastar".

– M-ME SOLTA SEU... SUA COISA! SEU... -

– DÁ PARA CALAR A PORRA DA BOCA? SUA VOZ ESTÁ ME IRRITANDO, GAROTA! — ele se estressou, parando de andar e segurando mais firmemente o braço dela.

Ela calou-se rapidamente, e virou o rosto emburrada. — Eu quero saber o que está acontecendo, caralho. Você mata um morcego gigante com uma espada que parece aquele do Star Wars, só que sem ser brilhante. — redimiu-se, parando de escândalo. — Me explica, o que é que ta pegando, e o que aconteceu ali à trás a poucos minutos.

Eles voltaram a andar, ele ainda à arrastando.

– Aquilo era uma desgraça que habita a Terra e, eu só a livrei de mais uma aberração. Aquilo não foi a primeira e nem será a última que tentará lhe matar. -disse Aleksander entediado.- E existem coisas muito piores que aquela fúria.

A garota arqueia a sobrancelha e faz uma expressão confusa. — Fúria?

– Você entenderá no Acampamento, lá as pessoas poderão lhe explicar melhor do que eu.

– Acampamento?

– Como você é chata, garota! Eu já disse que sua voz é irritante, não pode ficar calada?

Ela suspira derrotada e diz: — A propósito, meu nome é Violet. Violet Collins.

– Fica calada!

Notas finais
E aí, gostaram? >
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.