Another Man With A Lion Tattoo
10 Roland
Notas iniciais
— Já chegamos? — Roland fez pergunta que toda criança faz quando está indo para algum lugar.
— Quase — Respondeu Regina. Ela precisava conversar e resolveu ir visitar Tinkerbell, já que a fada era a única pessoa que sabia sobre a história das tatuagens de leão, além de Robin, é claro.
A rainha dirigiu por mais dez minutos até chegar no seu destino — Essa não é sua casa — O menino falou.
— Não, mas é a casa de uma amiga e nos vamos visita-la. Tudo bem?
— Sim.
Regina saiu do carro e ajudou Roland a fazer o mesmo, os dois foram andando a até a porta, mas antes mesmo de eles tocaram a campainha, Tinker abriu porta — Olá! — A fada cumprimentou animada.
— Oi fadinha! — Roland respondeu abraçando Tinker.
— Olá — Respondeu Regina — Como você sabia...?
— Ouvi o barulho dos carro e olhei pela janela. Entrem — A loira deu passagem e os dois entraram — A que devo a honrar de sua visita?
As duas riram — Eu vim ver como você estava e também para te contar algo.
— Eu estou bem, pelo menos melhor do que ontem e o que você quer me contar?
— Bem... — Regina olhou para Roland, não podia falar com ele ali — Querido por que não vai assistir televisão enquanto eu converso com a Tinker na cozinha?
— Tá bom — O menino pegou o controle e ligou a TV, coisa que surpreendeu as duas mulheres.
— Quem te ensinou a mexer na televisão? — Tinker perguntou.
— O Henry — O menino respondeu olhando para televisão.
As duas foram para a cozinha, e Tinkerbell não pode deixar de perceber o sorriso de Regina — O que aconteceu? Por que esse sorriso?
— Eu beijei o Robert ontem — As palavras saíram da boca da morena automaticamente — E ele me beijou hoje.
— Regina, isso é incrível! Você está seguindo em frente, e dessa vez com sua verdadeira alma gêmea.
— É e não é. Robin viu tudo e depois foi falar comigo no meu escritório!
— Você ainda ama ele?
— Claro que sim! Eu só queria que nada disso tivesse acontecido, Marian podia nunca ter voltado e Robert nunca aparecido em Storybrooke!
— Eu entendo, mas pense, isso tudo aconteceu porque você e Robin não podem ficar juntos. Robert é sua alma gêmea.
— Eu sei, mas eu não quero saber de nenhum deles agora. Eu preciso encontrar um jeito de derrotar essa tal Ingrid.
— Eu só não entendi porque ela me congelou.
— Como e quando isso aconteceu?
— Não me lembro muito bem, mas eu estava indo para o Granny's quando vi ela escondida em um beco, depois só me lembro de acordar num dos quartos da pensão.
— Ela disse que te congelar foi apenas o começo da sua vingança contra mim.
— O que você fez para ela?
A rainha contou sua "história" com Ingrid.
— Acho que isso é motivo suficiente para ela tentar te matar.
Regina olhou para a loira com aquela expressão de: vou te transformar em animal e te esmagar, mas depois começou a rir e a fada também.
Elas passaram a tarde toda conversando sobre assuntos aleatórios e antes da noite chegar a rainha foi para casa.
Chegando na mansão Regina teve a idéia de fazer uma torta de maçã com a "ajuda" de Roland e depois os dois devoraram a delícia vendo filmes até o pequeno cair no sono.
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— Titia Regina! Acorda!
A rainha abriu os olhos sem entender muito o que estava acontecendo — Henry?
— Não! Sou eu, Roland — Ele respondeu rindo — Não lembra que você me deixou dormir na sua cama?
— O Henry sempre me acordava assim — Falou mais para si mesma, lembrando do seu menino quando tinha a idade de Roland — Mas ele me chamava de mamãe.
— Posso te chamar de mamãe?
— Acho que sua mãe não iria gostar.
— Por que minha mãe não gosta de você?
— Eu não disse isso, mas você não precisa se preocupar, é coisa de adulto.
— Mas o papai e o tio Robert gostam de você — Falou o menino inocentemente.
— Como sabe disso?
— A titia sempre beijava o papai e o tio Robert me perguntou se eu gostava de você, ai eu disse que sim e ele disse que também gostava.
Regina ficou curiosa, queria saber mais do que aquele homem havia perguntado, mas não era certo ficar perturbando o menino — Vamos deixar isso para lá e tomar café, o que você quer comer?
— Sorvete de chocolate! — O pequeno começou a pular na cama.
— Não, tem que ser algo que alimente. Que tal panquecas com cobertura de chocolate?
— Sim!
Os dois desceram para a cozinha, a prefeita foi preparar o café enquanto o menino esperava nem um pouco paciente.
— O que você quer fazer depois do café?
— Ver TV!
— Acho melhor fazermos outra coisa. O dia está lindo, podemos ir no parque, o que acha?
— Por que você pergunta o que eu quero e não gosta da minha resposta?
Regina sorriu com a esperteza do garoto — Não é que eu não gosto, mas você quer tomar sorvete de café da manhã e assistir tv em vez de aproveitar o dia brincando lá fora. E isso não é saudável, entendeu?
— Não.
— Um dia você vai. Agora vamos comer.
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