Another Holy War
1 Capítulo 1
Notas iniciais
- Kakashi - agora vou indo! Já ne! o/
-Ao leste de Megdra, cidade principal do continente de Englimen e dos Noviços a uma pequena floresta onde está acontecendo uma grande batalha para decidir quem fica com o melhor reconhecimento entre os lutadores, mas parece que isso já está no fim.
-Uma mulher e um garoto com apenas oito anos observam a luta aflita, — o pequeno garoto olhando com uma expressão de tristeza sabendo que o seu pai não estava tendo sucesso em sua luta. –Brando! – A sua amada grita por seu nome.
Brando – não faça nada Alice! – O lutador todo machucado se levanta fraco, como se estivesse com um peso em suas costas.
-Já estou terminando! – olha para a família e dá um sorriso, se virando para o adversário que está a uma distancia considerável e observa que a pessoa a sua frente não está com o rosário. – como pode Bhreim? – abandonou a religião e vendeu a sua alma para ficar amaldiçoado?
Bhreim- Hahahahaha! – o lutador que aparenta não ter sofrido nenhum dano, não dá a mínima para as palavras de Brando, — desista Brando você já está no fim — olha confiante, — fala o homem de cabelos loiros, olhos azuis, sempre com uma expressão de confiança, usando um casaco, camisa branca com um desenho de fogo na ponta da camisa, uma faixa preta na cintura, sua calça era negra por completo, e usava botas de couro meio alaranjado. Em seu punho ele usava uma luva branca com um desenho de um lobo de cor cinza.
Brando – ainda não demonstrei toda a minha habilidade – lutador com cabelos curtos castanho, pele morena, usava um Traje semelhante a o adversário, só que usavam uma luva preta e não cobria os dedos, em volta do punho direito Brando usava um Rosário, o Lutador se puncionava para usar um de seus ataques. – fazendo gestos com as mãos como se estivesse orando, em instantes ele fecha os olhos e aperta o divino Rosário em sua mão, — uma aura branca cria-se ao seu redor, em instantes esferas brilhantes meio que transparente aparece em volta do lutador, abrindo os olhos deixando a pernas abertas e punhos fechados, Brando da um grito dizendo o nome da técnica.
Brando – Zen¹! — sorrindo para o seu adversário.
Brando – Bhreim é aqui que você cai. – Bhreim, com uma expressão de que não está nem um pouco impressionado com a técnica, caminha despreocupado em direção a Brando.
Brando — demonstrarei a minha ultima técnica. – escutam-se gemidos, como se estivesse sentindo grandes dores por todo corpo, As esferas que estavam ao seu redor começam entrar em seu corpo, aos pouco o seu corpo vai mudando de cor, adquirindo um tom avermelhado e emitindo raios, sua expressão agora é de fúria².
Bhreim – Hum? – olha surpreso. – creio que isso seja a ultima técnica dos Campeões, vamos ver do que ela é capaz, — Bhreim corre em direção a Brando com um sorriso estampado como se fosse o melhor dia de sua vida. – Brando corre em direção a Bhreim, com sua técnica, o garoto tenta correr em direção à batalha, mas é em vão sua mãe o segura com força, — fique aqui Carlos! — Carlos olha para a mãe e fala.
Carlos — Temos que fazer alguma coisa! — Carlos fica em pânico e consegue se livrar dos braços de sua mãe e corre em direção à luta.
Brando olha em para o seu filho e da um sorriso.
Em seu pensamento – “fique forte muito forte meu garoto!”.
Bhreim observa Brando e sorrir.
Em seu pensamento – “Se despedindo?” – da um largo sorriso.
Com o choque dos lutadores acontece uma explosão, Carlos é jogado para longe, enquanto as conseqüências só podem ser percebidas depois de um tempo, quando a poeira começar a baixar.
Alice corre em direção a seu filho olhando para o local da explosão preocupada. Carlos olha assustado para a sua mãe e em seguida olha para o campo de batalha, o pequeno garoto se levanta e ao mesmo tempo corre para a poeira que ainda envolve o local, quanto mais ele chegava perto mais a poeira cessava, Alice só observa o seu filho correndo, até que ele para e percebe que algo estava errado.
A poeira que envolvia o campo desaparece por completo e Carlos espreitava um homem se levantando, ele percebe que é Bhreim.
Carlos olha para o seu pai caído a sua frente, fica de joelhos e abraça o campeão derrotado sem vida, Carlos chora rios de lagrimas e olha para Bhreim que estava de costa, e nota que o ele sofreu poucos danos.
Bhreim vira o rosto para o garoto. Não mim culpe garoto, pois é assim o mundo onde você vive!
Carlos observa as luvas de Bhreim e percebe que não é só na luva que ele carrega o símbolo do lobo, mas também nas costas.
Bhreim – Se quer enfrentar-me fique forte, muito forte! Pois não terei piedade!
Carlos só tem a chorar diante a força do inimigo que sai andando tranqüilamente como se nada tivesse acontecido.
Alice chega e abraça o corpo do amado e pegando o rosário em sua mão, puxando o garoto. – “Tome, lhe dou isso meu filho, lembre-se isso pertenceu a seu pai que morreu em uma batalha honrosa.”
Carlos com os olhos vermelhos olha para o presente de sua mãe, único presente que seu pai deixou.
Carlos – Eu juro mamãe, eu ficarei muito, muito mais forte que o meu pai!
A mãe e o filho se abraçam.
-Doze anos depois do acontecimento de Brando-
- Deserto de Enfremin –
Deserto de Enfremin, muitos mistérios são escondidos por causa dos ventos que carregam as areias para cima, fazendo cortinas de areias, qualquer viajante se perde com facilidade, nesse momento dois viajantes estão caminhando.
Carlos Olha para a bússola – Ao sul, nós estamos quase lá, ele falou que depois de uma pedra em forma de chifre, mais um pouco e chegaremos até o local das tumbas de ouro – Carlos é agora um lutador, usando o mesmo traje que o seu pai Brando, com vinte anos e ainda usando o rosário que seu pai lhe deu.
Grey — Carlos eu espero que você esteja certo de que há alguém que saiba nos levar ao lugar certo, e será que ela está lá?– Fala Grey, cabelo curto e escuro, sua aparência é de firmeza; ele é um templário, Guerreiro divino, usa uma armadura prateada, e em sua vestimenta branca á desenhos vermelhos gravados em forma de cruz, ele está equipado com uma longa espada e um escudo que também tem uma cruz cravada no meio dele. — olha para Carlos desconfiado.
Carlos – Eu tenho certeza!- O velho da taverna nunca me enganou, espero que ela não tenha saído de lá; — observa com dificuldade o lugar e percebe que um pouco a frente a uma grande pedra em forma de chifre, que tem cerca de 6 metros.
Carlos – Eu pensei que era um pouco menor.
Grey – Isso foi um Exagero da natureza.
Carlos – Com certeza, vamos seguir em frente. – um tempo depois os dois aventureiros encontram o lugar desejado, um grande templo.
Templo das Tumbas de ouro
Na frente do templo, tudo está destruído, o tempo acabou com o lugar ou foram batalhas?
Perguntou-se Grey olhando para os pilares caídos na entrada.
Os jovens guerreiros caminham observando o lugar destruído, e logo em frente Carlos percebe que tem uma pessoa a sua espera, mal consegue perceber a sua forma; até que chegando mais perto ele reconhece.
Carlos – O que você está fazendo aqui?
Grey – Quem é ela? – olhando para Carlos.
Carlos – Uma amiga. – sorri.
??? – Oi, e é assim que você me recebe quando me encontra? – olhando chateada.
Carlos olhava para a garota que tinha cerda de 1,70 de altura, a garota passava as mãos no rosto tirando os seus longos cabelos, que atrapalhava sua vista, seus olhos eram escuros como os seus cabelos, sempre com um olhar alegre, ela usava um vestido curto e solto nas pontas, e suas bordas eram rasgadas, usando coturno longo; e suas proteções eram apenas ombreiras, luvas que chegavam até o cotovelo e também usava um protetor em seu busto, em sua mão estava um grande arco prateado com duas pedras verdes no seu centro; era quase do seu tamanho.
Carlos – Você não devia está na cidade de Hangedess, protegendo as pessoas da grande guerra?
??? – Os inimigos pediram uma trégua, mas eu não estou aqui por isso; estou aqui para te avisar que “Ela” está de olho em você.
Grey olha sem entender a conversa.
Carlos – Não estou dando a mínima para ela. – caminhando para entrada do templo.
??? – Carlos qualquer dia eles vão atrás de você, e nada restará... – olhando para o chão com uma cara triste.
Carlos olha para trás. – Obrigado pelo aviso Thai, agora vou indo; nós nos encontraremos por ai. – Carlos sorri e caminha em direção a o templo, Grey corre até o lugar.
Thai – Tudo bem, elas estão lá à espera de vocês. – A jovem solta os seus cabelos para trás e guarda o seu arco em suas costas e vai para o caminho oposto ao dos aventureiros.
Entrando no grande templo, os dois visitantes caminham para um grande salão, o lugar estava tão escuro que não havia tocha que desse jeito.
Grey – Não vejo nada, Carlos o que me diz?
Carlos – Não se preocupe. – O lutador fecha os olhos e levanta a sua mão, nesse momento cria-se uma pequena bola brilhante na palma de sua mão.
Grey – agora está tudo resolvido – sorrindo.
No fim do túnel, eles observam que á algo a espera, tudo clareando no fim do túnel, eles percebem que são duas garotas, uma delas estava sentada no degrau de uma escada que os levariam até a próxima sala e a outra estava em pé apoiada em sua espada, que estava cravada no chão.
??? – Estava na hora, pensei que vocês não viriam. – Fala a garota que estava sentada, uma mulher de cabelos longos, castanhos e lisos e suas pontas tingidas com um roxo claro; usando um manto vermelho que chegava até as pernas; atrás do manto havia um símbolo redondo de cor dourada e a sua borda é coberta de pelos pretos, por dentro do traje ela usava uma camisa preta feita de látex com zíper deixado aberto, usava também uma saia preta do mesmo material e da mesma cor que a camisa, na borda da saia havia uma espécie de cinto que ficava presa às longas botas de couro pretas. Ela usava uma pequena bolsa que combinava com a sua roupa preta; e em sua mão esquerda ela segura um pequeno caderno de anotações.
Carlos – Desculpe Kami, tivemos um imprevisto.
??? – Então vamos indo? – Fala uma Templária de cabelos lisos e vermelhos da cor de sangue, que se destacavam devido a sua pele branca como a neve. Seus olhos eram castanhos, ela usa uma armadura semelhante à de Grey, só que de cor vermelha, combinando com os seus cabelos. A moça carrega uma espada media e também um escudo.
Carlos – Oi Lenneth, quero apresentar a você o meu amigo Grey, como pode ver ele também é um templário.
Grey – Oi! – dá um sorriso.
A alquimista se levanta e sobe alguns degraus. – Chega de Apresentações vamos logo, temos que encontrar essa pedra antes que eles cheguem.
Resto –vamos – Os quatro guerreiros continuam sua aventura, entrando em uma grande sala quadrada e amarelada com desenhos egípcios nas paredes e estatuas nos cantos. Junto as estatuas havia tochas iluminando o lugar, no centro da sala havia um altar de Chacal Anúbis, ele tinha cerca de 4 metros de altura.
Kami caminha em direção a escultura, ela observa atentamente as escritas abaixo, todos a observavam, lendo em voz alta a língua que já foi extinta milhares de anos.
Lenneth – As escrituras indicam onde está a pedra?
Kami – Sim, e também dizem que ela está muito bem protegida por um feitiço. Vamos andando.
Carlos – Espero que esteja perto. – Observando as gravuras ao redor da sala.
Os quatro viajantes saem da sala seguindo por mais uma escadaria, que os levaria para o subterrâneo do templo, sendo guiados pela jovem alquimista. Ao alcançarem o fim da escadaria, eles adentraram em mais uma sala, parecida com a anterior, a diferença era que nessa sala haviam diversas armadilhas escondidas e um vasto corredor misterioso.
Kami – Cuidado, um passo em falso e estamos todos mortos.
Carlos imediatamente olha para o chão e vê pisos coloridos. Não sabia o que significava, mas tinha certeza de que boa coisa não era.
Grey – Hum...Esse piso colorido significa alguma coisa garota de cabelo roxo?
Kami – Eu tenho nome sabia! E sim, com certeza esse piso colorido é uma armadilha.
Lenneth – Como não temos tempo pra isso, vamos andando.
Lenneth caminha irracionalmente pelo piso colorido, ativando flechas em sua direção.
Carlos – Cuidado Lenneth!
Lenneth – Hã? Algo errado Carlos?
As setas atingem Lenneth, mas não surtem efeito por causa de sua armadura. E continua caminhando calmamente como se nada tivesse acontecido, ativando mais uma armadilha. Dessa vez uma pedra enorme começa a rolar em direção aos aventureiros.
Grey – Corre pessoal! Por aquele corredor, rápido!
Kami – Nem precisa falar! – corre com medo na frente de todos.
E todos fogem corredor adentro, sem nem mesmo saber o que há no fim dele. Depois de muito fugir dentro daquele corredor que parecia não ter fim, Carlos perde a paciência:
Carlos – Aaah! — porque estou fugindo de uma pedra gigante?! Afastem-se – fala o rapaz, em uma postura de luta.
Kami – Idiota! O que quer fazer?!
Carlos espera a pedra se aproximar dele até o último segundo, e desfere um soco tremendamente forte que estraçalha em pedaços a pedra gigante.
Grey – Porque você não fez isso logo no começo, lutador maldito?!
Carlos – Foi mal. – fala o jovem sorrindo.
Kami – Bem, vamos continuar.
Seguindo enfrente todos percebem que tem chegado à entrada da próxima sala, — Há algo escrito aqui na parede, — fala Lenneth olhando para a parede da entrada. Nesse instante chega Kami ao seu lado e olha atenta.
Kami – Essas escritas são bem mais antigas, tenho pouco conhecimento sobre elas. – Kami olha para dentro da sala e sente vê algo se mexendo. – A alguém chegou mais cedo.
Grey – Então vamos em frente, – Grey Toma a iniciativa segurando o cabo da espada, se preparando para qualquer tipo de ataque. E adentram na sala idêntica as outras, e todos o seguem, Todos observam dois homens, um sentando encostado na parede e outro em pé, perto de um altar, nesse altar de pedra está uma espécie de baú de ouro coberto por pedras vermelhas e verdes.
Kami observa e reconhece o homem que está sentado com um chapéu de palha cobrindo o seu rosto; ele era um samurai, a sua vestimenta de cima era um kimono de cor azul, e tinha símbolo branco no lado direito da roupa, a sua calça tinha longas bocas (era chamada de hakama)e era preta; usava também uma sandália feita da palha, a sua arma era apenas uma katana que estava encostada na parede. O samurai levanta, descobre o rosto e olha diretamente para Kami.
Samurai – Yo Kami-chan, faz um bom tempo que não a vejo. – O Misterioso homem da um largo sorriso.
Kami fica paralisada diante do homem.
Continua no próximo capitulo.
Notas finais
Notas
1 - Quando um Campeão concentra toda a sua energia invocando dez esferas ao redor do corpo.
2 - Depois do estagio Zen, o Campeão concentra todo a sua energia juntando todas as esferas em um só ponto de seu corpo, em instante que toda a energia é combinada em seu corpo, o lutador ganha o dobro do seu poder, mas isso dura alguns minutos.
3 – Objetivos, também serve para alcançar um nível a mais da classe.
Kakashi – é esse é o começo de uma longa história... Eh eu acho que vai ser uma longa história, se eu conseguir desenrolar o que tem na minha mente... Espero que goste do inicio, por que ainda tem muito pela frente muita gente.
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