Another Day in Paradise

11 My Favorite Paradise


Notas iniciais
A inspiração desse cap foi a música " You Get What You Give" do New Radicals. (Amooo). Boa Leitura ! ;D

Praia (Mesmo dia – 12:30 da manhã)

–Que saudade que estava daqui! – Gritou Jake ao sair do carro, apontando para os objetos que falava. – Saudades da cantina, do mar, da areia, do sol, das meninas de biquíni... Aí! — Gemeu de dor ao receber um cascudo de Lady.

–Faz tempo que não venho aqui. – Disse Marceline, saindo do carro com Jujuba.

Finn resolveu convidá-las também para aproveitar o dia perfeito, ainda bem que o carro de Jake era grande. Marshall se direcionou para a parte traseira do carro, pegando o guarda-sol e sua prancha de surf.

O loiro saiu do carro e pegou as cadeiras de praia, Marceline, Jujuba e Lady pegaram suas bolsas e uma bola de praia, Jake pegou alguns tapetes que eram as únicas coisas que faltavam. Logo, caminharam em direção a praia.

O local estava somente um pouco cheio, daria para aproveitar bem. Jake achou um canto no meio entre o mar e as barracas de alimentação e lá colocou as peças na areia, Finn abriu as cadeiras e botou ao redor enquanto Marshall abria o grande guarda-sol. Quando acabaram, todos olharam o trabalho terminado: Perfeito.

–naneun seon seukeulin-eul bonaelgeoya . – Disse Lady Íris, pegando seu protetor solar e se sentando no tapete.

–Antes de irem para o mar, não querem almoçar primeiro? – Perguntou Jake, com sua barriga roncando.

–Eu vou junto. – Falou Finn, estava com fome também. – A gente trás os pratos para todo mundo também.

–Vou pegar uma mesa emprestada da cantina. – Disse Marshall.

–Vou junto com você. – Relatou Marceline.

–Eu sei muito bem que vocês meninas ainda não estão de biquíni, e sim usando roupas de praia como a gente, mas mesmo assim não quero que você vá lá com esse shortinho pequeno que você tá usando. – Murmurou o vampiro protetor.

–Já tenho namorada. – Disse Marceline, deixando o Marshall Lee e o Jake calados.

–Tudo bem, vamos logo. – Falou o moreno, indo para a cantina junto com a irmã.

Jake esperou para que fossem bem longe, então caminhou para o lugar também.

–A sua amiga tem namorada? – Perguntou Jake.

–É. — Respondeu Finn, um pouco incomodado se Jake as aceitaria. – Ela namora a Jujuba, a outra menina de rosa.

–Ah sim. – Raciocinou Jake com os olhos brilhando. – Você tem amigos legais...

–Jake!

O cão riu, porém foi interrompido pela sua barriga que roncou poderosamente.

–Bem, o que você vai querer levar para o povo comer?

O loiro expirou relaxado, não haveria mesmo problemas com Jake em relação a esse assunto. Então sorrindo, respondeu:

–Que tal peixe e camarão?

–Adoro comer esses petiscos também, observando o mar é a melhor coisa. – Jake sorriu ainda com os olhos brilhantes.

Assim que fizeram o pedido, caminharam de volta para o grupo, Marshall e Marceline haviam conseguido a mesa, então Finn e Jake colocaram os pratos cheio de petiscos ali. Onde a turma começou a pegar.

–Que bom! – Elogiou Jujuba, nunca havia comido camarão.

–Não é? – Jake perguntou, com as bochechas cheias. – Eu e meu parça sempre vamos para cá e pedimos isso aí pra comer.

–Fica ainda melhor na praia. – Marceline comentou, colocando um pedaço de peixe em um potinho de ketchup que vinha junto.

–Exatamente. – Concordou Jake.

–naneun dong-uihabnida. – Concordou Lady Íris.

Enquanto os quatro batiam papo sobre os frutos do mar, Finn e Marshall Lee estavam quietos, um sentava do lado do outro, apenas comendo.

–Então... — Disse Finn, tentando pensar em algum assunto. – Está bom?

–Sim. — Respondeu Marshall, bocejando. – Só estou com um pouco de sono.

Finn corou de leve.

–Dá próxima vez vê se não ficamos até tão tarde. – Murmurou Finn, olhando para o mar, tentando evitar contato visual.

–Humm... Então vai ter uma próxima vez? – Perguntou Marshall, sorrindo enquanto olhava maliciosamente para Finn.

O loiro ficou vermelho.

–Calado.

Quando todos terminaram de comer, Finn e Jake devolveram os pratos para a cantina e voltaram para o guarda-sol.

–Bateu um soninho... – Murmurou Jake, se afundando na cadeira. – Vou tirar um cochilo, povo.

–naneun haebyeon eul jeulgil su issseubnida , ​​geuwa hamkke yeogi iss-eulgeoya . –Disse Lady, se sentando perto de seu amado.

–Ela disse que vai ficar com Jake e para aproveitarmos a praia. – Traduziu Marshall, se levantando da cadeira. – Então, vamos lá?

–Vamos! – Disse Marceline, retirando a roupa, mostrando seu biquíni preto, combinava perfeitamente com seus cabelos e sua tonalidade de pele. O seu corpo chamou um pouco de atenção dos rapazes que estavam em volta.

Jujuba também retirou sua roupa de praia, mostrando seu biquíni rosa. Finn sorriu de canto, típico de Jujuba.

Porém, ao ver Marshall Lee que ficou um pouco desconfortável, afinal, o moreno estava com uma sunga preta também, igual ao da irmã, mostrando seu corpo perfeitamente esculpido. Finn olhou para o lado, odiava ficar tão nervoso quando via o corpo do vampiro.

–E você Finn? – Perguntou Marshall. – Vamos!

O loiro engoliu saliva, com medo. Esperava que seu plano tivesse dado certo, assim que retirou sua camiseta e olhou para seu corpo: Nenhuma marca.

As sobrancelhas do vampiro se uniram, olhava confuso para Finn enquanto tirava as calças. Cadê as suas marcas que fizera nele na noite anterior?

Finn sorria de felicidade, seu plano havia mesmo dado certo. Após terminar de dobrar e colocar junto com a roupa do pessoal, caminhou em direção aos seus amigos.

–Que tal uma pequena aventura?! – Finn perguntou animado.

–Aventura? – Jujuba perguntou. – Como? Aqui é uma praia.

–Eu e Jake sempre frequentamos essa praia, um dia a gente caminhou naquela direção. – O loiro apontou para a lateral da praia, onde havia uma floresta tropical. – E a gente achou um monte de espécies diferentes e até montamos uma casa. Sem falar que tem nosso maior tesouro.

–Que tesouro? – Marceline perguntou curiosa.

–Vocês querem ir lá ver? – Finn perguntou, com os olhos brilhantes.

–Agora você nos deixou curiosos, né! – Jujuba gritou sorridente. – Vamos!

Depois de uma longa caminhada pela areia, finalmente chegaram em frente à mata. Para conseguirem entrar nela, precisariam passar por um pequeno riacho que unia um rio dentro da floresta com o mar.

– A água é um pouco fria. – Advertiu Finn, entrando no lugar, a água batia até os joelhos. – Mas não tem nenhum caranguejo, então é de boa.

– Para mim não é gelado. – Marceline relatou ao entrar.

–É porque você é uma vampira, lembra? – Jujuba respondeu, estremecendo quando sua pele tocou na água.

Não demorou muito para atravessarem, afinal o riacho era pequeno. Quando pisaram na outra terra, observaram que havia enormes pedras em volta.

–Agora começa a aventura! – Finn falou animado. – A gente vai ter que subir em algumas para poder encontrar a trilha para dentro da mata. – O loiro subiu em uma, pulando na direção das outras. – Vamos!

Jujuba foi a única que teve um pouco de dificuldade, mas Marceline a ajudou a pular de uma pedra a outra. Marshall Lee seguia o pequeno na frente, o loiro estava atento, pois a trilha era muito bem escondida no meio das árvores.

–Aqui! – Finn gritou, descendo a pedra.

–Ui! – Jujuba gritou ao escorregar de cima da pedra, mas por sorte caiu nos braços de Marceline.

–O que você seria sem mim? – A morena perguntou, Finn observou que ela tinha o mesmo olhar carinhoso de Marshall.

A rosada corou.

–Obrigada. – Disse, saindo do colo.

–Bem, a parte da trilha não é tão ruim porque eu e meu irmão construímos uma ponte nela, assim a gente não precisa ficar olhando pelo chão para ver se pisa em algum graveto ou cobra.

–Cobra? – Jujuba perguntou um pouco nervosa.

–Não se preocupe! – Finn riu. – Não tem perigo com a ponte.

Todos começaram a caminhar dentro da construção, aproveitando para olhar também ao redor: A mata era realmente encantadora, entre as folhas das árvores, alguns raios de luz atravessavam. O lugar era mágico, dava para perceber que nenhum outro ser fora ali para estragar tudo.

– Que bonito. – Marceline elogiou.

–Concordo. – Respondeu o irmão.

O loiro começou a andar de costas, mostrando para os amigos o local.

–Perto dali que tem o rio que forma o riacho. – Apontou para a esquerda. – E um dia eu e Jake já vimos pequenos macacos entre aquelas árvores.

–F-Finn... – Jujuba falou, seus olhos demonstravam pavor, parando no lugar em que estava. – Aqui tem aranhas também?

–Aranhas? – O loiro ficou confuso, observando todos pararem também, olhando atrás de si. – Tem, aqui é uma mata...

–Finn, para de andar. – Marshall mandou, pegando um tronco de uma árvore próxima e a arrancando.

O loiro olhou para trás e viu uma enorme aranha de cinquenta centímetros de altura e quarenta centímetros de largura. Ela havia construído uma teia maior ainda no meio da trilha.

–Caramba. – Finn murmurou.

–O que a gente faz agora? – Marshall perguntou. – Tenta espantar ela?

–É o melhor. – Finn falou. – Ela pode machucar alguém.

O moreno deu outro tronco grosso que havia conseguido para o loiro, os dois estavam em posição de ataque.

–AAAAAAH!!! – Os dois gritaram, indo em direção ao monstro.

O aracnídeo guinchou e pulou na ponte, correndo em direção aos dois com suas presas.

–Ai caramba! – Marshall gritou, vendo que a aranha tinha truques na manga.

Porém, o loiro não demonstrou medo e nem sentia, já estava acostumado com essas coisas quando construiu a ponte com o irmão. E com todas as suas forças, bateu no bicho de lado, como se fosse uma bola de beisebol.

O bicho saiu voando em direção ao céu.

–Homeround! – Finn gritou.

Todos riram, afinal o loiro falou o nome de uma tacada de beisebol em que a bola vai para longe.

–Agora é só limpar aqui. – Marshall falou, desmontando a teia.

Todos ouviram a Jujuba expirar fundo, estava mais tranquila agora.

Após alguns minutos de caminhada, Marceline começou a ouvir barulho de ondas.

–A gente esta chegando perto de algum mar?

– Vocês vão ver. – Finn falou. – Estamos chegando perto da casa que eu falei para vocês, eu e Jake construímos com bambu.

Quando a trilha chegou ao seu final, chegaram também ao fim da mata. Lá fora havia uma praia vazia, e muito mais bonita do que a outra: O mar era azul, havia coqueiros e bananeiras ao redor, Jujuba até avistou pé de abacaxi carregado. No meio desta, havia uma casinha de bambu. Ao chegarem perto, viram uma placa dizendo: Finn e Jake.

–Faz muito tempo que a gente a construiu. – Finn relatou, empurrando a portinha de bambu.

Ao entrarem lá dentro, viram cadeiras de bambu, uma mesinha do mesmo material e várias pranchas.

–Uou! – Marshall correu em direção as pranchas, admirava esse esporte. – Que loco! Tem um monte aqui!

–Eu e Jake aprendemos a surfar na raça aqui. – Finn disse sorrindo com as lembranças. – Mas foi realmente divertido.

O pequeno abriu as janelas de bambu, fazendo com que entrasse a luz do sol.

–O que a gente tá esperando?! – Marshall perguntou sorrindo, pegando uma prancha. – Vamos surfar!

As meninas pegaram pranchas também, todos correndo em direção ao mar.

–Esperem! – Finn gritou rindo, correndo atrás deles.

As ondas estavam perfeitas, não eram enorme igual a gente vê em programa de televisão, estava em uma altura razoável, ótima para sentir o vento em seus cabelos e pegar velocidade.

Teve uma vez em que Marshall e Finn pegaram a mesma onda e dava para entrar de baixo da onda, entrar no tubo. Finn olhou para a onda em cima de si e caindo do seu lado, um sorriso largo estampava seu rosto.

–Essa é a melhor parte, né? – Marshall perguntou vendo a reação do pequeno.

–Muito! – Finn gritou, colocando a mão na água que caia do seu lado.

Quando saíram do tudo, os dois subiram a onda e pularam da prancha, fazendo bomba na água.

Depois de se divertirem na água, todos caminharam em direção ás frutas: Fizeram um prato em que havia abacaxi, pedaços de banana, coco, melancia e outras frutas que conseguiram encontraram, fizeram a parte marrom do coco como o prato, colocando as frutas dentro.

O loiro pegou as cadeiras de bambu e colocou lá fora, fez uma linha reta que dava para observar o mar.

–Aqui é realmente incrível Finn! – Marceline gritou, saboreando um pedaço de melancia.

O loiro sorriu.

–Não é? Eu e Jake chamamos aqui de Paradise.

–Paraíso? – Jujuba traduziu. – Verdade, combina.

–A gente encontrou aqui quando éramos pequenos. – Finn comentou. – Desde então se tornou nosso tesouro.

–Por falar! Aqui que é o tesouro que você estava falando? – Jujuba perguntou.

–Verdade! – Exclamaram Marceline e Marshall, relembrando do comentário de Finn.

–Não. – Finn falou, deixando todos boquiabertos. – Querem ir lá ver?

–Só se for agora! – Marceline exclamou ansiosa.

Caminharam entre as árvores de coqueiro, esta trilha era mais tranquila: Havia areia, pássaros e definitivamente nada de aranha. O loiro parou quando a sua frente havia um monte de folhas de samambaia, escondendo o outro lado.

–Estão prontos? – Finn perguntou.

–O que tem aí? – Jujuba perguntou, ouvindo novamente um barulho de água, mas desta vez ela tinha certeza que não era de onda.

–Tcharam! – Finn gritou, abrindo espaço entre as folhas.

–Uou! – Todos exclamaram.

Era uma cachoeira, uma das cachoeiras mais belas que já haviam visto. Flores coloridas, diversas e tropicais se espalhavam ao redor da água. Havia um gramado atrás destas, onde podiam se sentar ou deitar. A água era transparente e a cachoeira era várias cachoeiras pequenas, que a construíam.

–Aqui é nosso parque aquático. – Finn relatou. – Querem tentar?

–Parque aquático? – Jujuba perguntou, achando estranho. – Vocês não se machucam nelas?

–Não... – Finn disse rindo. – Aqui não tem pedras muitas pedras, só água. Eu e meu irmão já fizemos disso aí um escorregador várias vezes.

–Sério?! – Marceline perguntou com os olhos brilhando. – Eu quero tentar!

Finn os dirigiu a atrás da cachoeira, onde havia escadas de pedra que ele mesmo havia construído há alguns anos atrás, ao subir, se encontravam no topo da cachoeira.

–É só sentar e escorregar. – Finn comentou, sentando-se. – Dá para a gente ir todos juntos, tem espaço.

Assim que todos se sentaram, o loiro contou:

–Um dois e TRÊS!!!

Todos se empurraram, escorregando entre as cachoeiras. Era realmente emocionante, você saia de uma e caia na outra, eles não se arranhavam ou cortavam, pois a terra que tinha em baixo era fofa.

–UOOOOUUU!!! – Marshall gritava, colocando os braços para cima.

Finn só ouvia as risadas de seus amigos, ele mesmo ria. Aquilo nunca perdia a graça.

O caminho pelo qual passavam as vezes tinham curvas, ou levavam você para um ponto alto e depois você caia. Assim que entraram na última cachoeira, finalmente caíram na água lá em baixo. Todos se levantaram, rindo.

–Que louco! – Marceline exclamava.

–De novo! – Jujuba gritou, já subindo no gramado.

O loiro correu atrás delas, mas foi interrompido quando alguém segurou seu pulso por trás.

–Oi, Marshall?

–Finn, só por curiosidade. – O moreno sussurrou no ouvido do pequeno. – Cadê as marcas que te fiz ontem?

O loiro corou levemente, se afastando do moreno.

–Eu tenho um pó para esconder hematomas, a água não consegue tirar, só um produto que tenho em casa.

–E por que você tem isso? – Marshall perguntou com um sorriso de canto.

–N-Não comprei por causa do que você faz em mim! – O loiro gaguejou nervoso. – É que na outra escola eu era do time de futebol e vivia me batendo, então para eu não mudar minha cor de pele para roxo eu comprei esse produto.

O moreno riu alto, uma risada gostosa.

–Tudo bem, tudo bem. – Disse fazendo carinho entre os cabelos do pequeno. – Eu entendo.

Logo, depositou um pequeno selinho nos lábios do loiro, mantendo contato visual.

–Obrigado por trazer a gente aqui, me sinto importante ao você me mostrar seu tesouro.

O loiro corou, colocando as costas da mão na boca, virando a cabeça para o lado.

–De nada.

E lá se foi a tarde, rindo e se divertindo com os amigos.

Casa de Finn (Mesmo dia – 22:00 da noite)

Jake soube exatamente onde todos estavam quando se aproximava das sete da noite, infelizmente chamaram todos para irem embora.

Após devolverem todos as suas devidas casas, Finn, Jake e Lady Iris voltaram para sua casa. O loiro tinha acabado de tomar banho, encontrava-se no seu quarto com uma toalha presa em sua cintura e outra enxugando seus cabelos loiros. Caminhando até o guarda-roupa ,avistou seu pijama favorito e assim o colocou.

Finn se jogou na cama, estava cansado. Fora dormir umas seis da manhã na noite anterior... E por culpa de quem?!

O pequeno corou com a lembrança e rapidamente a ignorou, fechando os olhos para dormir um pouco.

Jake e Lady Íris estavam assistindo um filme lá em baixo, Finn fechou a porta e assim o silêncio estava confortante.

O loiro sorriu, relembrando do quanto se divertiram. Havia conhecido eles a poucas semanas, mas sabia que estes seriam para sempre. Amava todos os seus amigos.

E que venham mais dias divertidos!

Notas finais
É claro que nem todas as paisagens são iguais as das histórias. Mas aqui vão algumas imagens do que eu me baseei para: -Praia Paradise http://papeldeparede.fotosdahora.com.br/papel_upload//0000000001786.jpg -Cachoeira http://wallpaper.ultradownloads.com.br/53407_Papel-de-Parede-Cachoeira_1600x1200.jpg Se quiserem ouvir a música que eu passei nas notas, é essa: https://www.youtube.com/watch?v=kvBT9EgmQGk Bem, é isso! Bjus e que as férias venham com tudo !!!