Another Beginning
6 Capítulo 6
Notas iniciais
A porta abriu-se de chofre. E apareceu uma bruxa alta de cabelos negros e vestes verde-esmeralda. Tinha o rosto muito severo e meu primeiro pensamento foi que era uma pessoa a quem não se devia aborrecer.
_Alunos do primeiro ano, Prof.ª Minerva Mcgonagall_ Informou Hagrid.
_Obrigada, Hagrid.Eu cuido deles daqui em diante.
Ela escancarou a porta. O saguão era tão grande que teria cabido a minha casa inteira dentro. As paredes de pedra estavam iluminadas com archotes flamejantes como os de Gringots, o teto era alto demais para ver, e uma imponente escada de mármore em frente levava aos andares superiores.
Nós acompanhamos a Prof.ª Minerva pelo piso de lajotas de pedra. Ouvi o murmúrio de centenas de vozes que vinham de uma porta à direita – o resto da escola já devia estar reunido. Mas a Prof.ª Minerva nos levou a uma sala vazia ao lado do saguão. Os outros se agruparam la dentro, um pouco mais apertados que o devido, olhando nervosos, para os lados.
_Bem-vindos a Hogwarts_ Disse a Prof.ª Minerva. _ O banquete de abertura do ano letivo vai começar daqui a pouco, mas antes de se sentarem as mesas, vocês serão selecionados por casas. A seleção é uma cerimônia muito importante porque, enquanto estiverem aqui, sua casa será uma espécie de família em Hogwarts. Vocês assistirão as classes com o restante dos alunos de sua casa, dormirão no dormitório da casa e passarão o tempo livre na sala comunal.
As quatro casas se chamam Gryffindor, Hufflepuff, Ravenclaw e Slytherin. Cada casa tem sua historia honrosa e cada uma produziu bruxas e bruxos extraordinários. Enquanto estiverem em Hogwarts os seus acertos renderão pontos para sua casa, enquanto os erros a farão perder. No fim do ano, a casa com maior numero de pontos receberá a taça das casas, uma grande honra.Espero que cada um de vocês seja motivo de orgulho para a casa que vier a pertencer.
A cerimônia de seleção vai ser realizada dentro de alguns minutos na presença de toda a escola. Sugiro que se arrumem o melhor que puderem enquanto esperam._ O olhar dela demorou por um instante na capa de Neville que estava afivelada abaixo da orelha esquerda e no nariz sujo de um ruivo sardento.
_voltarei quando estivermos prontos para receber vocês._disse a prof. Minerva. _Por favor, aguardem em silencio.
E se retirou da sala.Fui até Neville que estava tremendo, apavorado, e arrumei sua capa e cabelo enquanto o tranqüilizava, já havia sido informada por Griphook e como ocorria a seleção, mas não deixei que as outras crianças ouvissem, era divertido ver eles se retorcendo de nervosismo.
Logo depois varias pessoas atrás de nós gritaram.Olhei em volta e as pessoas a minha volta ofegaram.Uns vinte fantasmas passaram pela parede dos fundos. Brancos-perola e ligeiramente transparentes, eles deslizaram pela sala conversando entre si, mal vendo os alunos do primeiro ano. O que lembrava um fradinho gorducho ia dizendo: Perdoar e esquecer, eu diria, vamos dar a ele uma segunda chance...
_Meu caro Frei, já não demos a Pirraça todas as chances que ele merecia? Ele mancha nossa reputação e, você sabe, ele nem ao menos é um fantasma. Nossa, o que essa garotada esta fazendo aqui?
Um fantasma, que usava uma gola de rufos engomados e meiões, de repente reparou em nós. Ninguém respondeu.
_Alunos Novos!_ Disse o Frei Gorducho, sorrindo para nós. _ Estão esperando para ser selecionados, imagino?
Alguns garotos confirmaram com a cabeça, mudos.
_Espero ver vocês em Hufflepuff!_ falou o Frei. _A minha casa antiga, sabe?
_Vamos andando agora._ disse uma voz enérgica. _A cerimônia de seleção vai começar._A prof. Minerva voltara. Um a um os fantasmas saíram voando pela parede oposta._Agora façam fila e me sigam.
Professora Minerva nos guiou pelas grandes portas de madeira para um salão cheio de estudantes.Eu jamais imaginei um lugar tão diferente e esplendido.Era iluminado por milhares de velas que flutuavam no ar sobre quatro mesas compridas, onde os demais estudantes já se encontravam sentados. As mesas estavam postas com pratos e taças douradas. No outro extremo do salão havia mais uma mesa comprida em que se estavam os professores. A profa. Minerva levou-nos até ali, de modo que nós paramos enfileirados diante dos outros, tendo os professores as nossas costas.
As centenas de rostos que nos contemplavam pareciam lanternas fracas à luz tremula das velas. Misturados aqui e ali aos estudantes, os fantasmas brilhavam como prata envolta em névoa. Olhei para cima e vi um teto aveludado e negro salpicado de estrelas. Ouvi uma garota cochichar:
_É enfeitiçado para parecer o céu lá fora, li em “Hogwarts, Uma História.”
Eu também lembrava dessa parte do livro, mas não deixava de ser impressionante ver ao vivo.
Baixei depressa os olhos quando a profa. Minerva silenciosamente colocou um banquinho de quatro pernas diante de nós. Em cima do mesmo ela pos um chapéu pontudo de bruxo. O chapéu era remendado, esfiapado e sujíssimo. Por alguns segundos fez-se um silencio total. Então o chapéu mexeu. Um rasgo junto a aba se abriu como uma boca – e o chapéu começou a cantar:
Ah, vocês podem me achar pouco atraente,
Mas não me julguem só pela aparência
Engulo a mim mesmo se puderem encontrar
Um chapéu mais inteligente do que o papai aqui.
Podem guardar seus chapéus-coco bem pretos,
Suas cartolas altas de cetim brilhoso
Porque sou o chapéu seletor de hogwats
E dou de dez a zero em qualquer outro chapéu.
Não há nada escondido em sua cabeça
Que o chapéu seletor não consiga ver,
Por isso é só me porem na cabeça que vou dizer
Em que casa de Hogwarts deverão ficar.
Quem sabe sua morada é Gryffindor,
Casa onde habitam os corações indômitos.
Ousadia, sague-frio e nabreza
Destacam os alunos de Gryffindor dos demais;
Quem sabe é em Hufflepuff que você vai morar,
Onde seu moradores são justos e leais
Pacientes, sinceros e sem medo da dor;
Ou será a velha e sabia Ravenclaw,
A casa dos que têm a mente sempre alerta,
Onde os homensde grande espírito e saber
Sempre encontraram companheiros seus iguais;
Ou quem sabe Slytherin será sua casa
E ali fará seus verdadeiros amigos,
Homens de astúcia que usam quaisquer meios
Para atingir os fins que antes colimaram.
Vamos me experimentem! Não devem temer!
Nem se trapalhar! Estarão em boas mãos!
(Mesmo que chapéus não tenham mãos)
Porque sou único, sou um chapéu pensador!
O salão inteiro prorrompeu em aplausos quando o chapéu acabou de cantar. Ele fez uma reverencia para cada uma das quatro mesas e em seguida ficou muito quieto outra vez.
A profa. Minerva então se adiantou segurando um longo rolo de pergaminho.
_Quando eu chamar seus nomes, vocês porão o chapéu e se sentarão no banquinho para a seleção. Abbott, Hanna!_ ela falou. Não prestei atenção onde os outros foram classificados e quase não prestava atenção em quem estava sendo chamado.
_Benedetti, Christ!_ Ela me chamou, tirando-me de minhas reflexões.
Dei um passo a frente e sentei no banquinho. O chapéu foi posto na minha cabeça, tapando meus olhos. Senti a aura dele me cercando e um cutucão em minha mente, como um zumbido estranho.
_Interessante...Muito interessante...Imensa sede de conhecimento, Rowena seria feliz de poder obter-lhe em sua casa, bravura e ousadia infindáveis, você faria a casa de Godric orgulhosa, lealdade e paciência impecáveis, Helga gostaria de ter-lhe conhecido e astúcia e ambição alem do comum, você se daria bem na casa de Salazar...Onde coloca-la....?_ Ouvi uma voz profunda em minha cabeça.
_Onde eu possa ser eu mesma com meus amigos, mas não deixe chances para ataques e onde eu possa estudar sem ser questionada._ Respondo mentalmente, não havia necessidade de anunciar para todo o salão.
_Ótimo, então melhor ser...Slytherin!_ A ultima palavra foi gritada para o salão. Houve um pequeno momento de silencio, enquanto me dirigia para a mesa abaixo das tapeçarias verde e pratas. Fui cordialmente aceita a mesa, mas eu podia ver e sentir o desgosto dos mais velhos.
Continuei a assistir a seleção com o rosto impassível. Draco foi classificado em Slytherin menos de um segundo depois que o chapéu tocou em sua cabeça. Ele sentou-se ao meu lado, mas não se virou para mim. Ergui a sobrancelha para isso, mas ignorei-o de volta. Faltava pouca gente para chamarem Harry.
Moon..., Nott..., Parkinson..., depois duas gêmeas, Patil e Patil..., depois Perks, Sarah... e Então, finalmente...
_Potter, Harry!_ Mcgonagall chamou. Os sussurros explodiram pelo salão nem um segundo depois.
“Onde?” “eu não sabia que ele estaria vindo!”
Harry deu um passo a frente parecendo despreocupado. Quando ele sentou, estendi minha aura para ele e o chapéu, querendo ouvir a conversa.
_Como curioso..Bem-vinda de volta Srta. Benedetti, suas mentes parecem não lutar quando se conectam..._ O chapéu comentou.
_Suas mentes e personalidades são excepcionalmente parecidas e há o desejo de manter a amizade há tanto tempo cultivada... Vocês serão grandes, juntos ou separados, mas nunca contra o outro. Digam-me, vocês querem se manter juntos ou devo separá-los?
_Juntos... _Pensamos em uníssono, fazendo nossas auras pulsarem.
_Então que seja...Slytherin!_Novamente gritou para o salão._ Venham visitar, esse velho chapéu precisa de um pouco de conversa de vez em quando..._ Quando voltei a mim o salão encarava Harry e choque, fiz um sinal chamando sua atenção, ele veio até o meu lado, sentou-se e sorriu para mim.
Quando o choque se dissipou a seleção continuou.
Agora nós víamos bem a mesa principal. Na extremidade mais longe se sentava Rubeos Hagrid, cujo olhar encontrou o meu um pouco indeciso, mas eu sorri gentilmente para ele, o fazendo sorrir de volta e me dar um sinal de aprovação. E ali, no centro da mesa principal, em um trono dourado, encontrava-se Albus Dumbledore. Reconheci imediatamente pela figurinha que tirara no sapo de chocolate comprado no trem. Os cabelos prateados de Dumbledore eram a única coisa no salão inteiro que brilhava tanto quanto os fantasmas.
E agora só faltavam três pessoas para serem selecionadas. Lisa Turpin virou uma Ravenclaw, depois foi Ronald Weasley para Gryffindor e por ultimo Blaise Zabini veio para Slytherin.
Dumbledore levantou-se e deu um show de loucura, agradável antes do banquete, logo meu prato estava cheio de um pouco de cada coisa que apareceu por cima da mesa.Estava tudo uma delicia.
_Isto esta com uma cara ótima _ disse o fantasma de gola de rufos, que tinha pairado pela mesa de Gryffindor até alguns momentos antes, observando tristemente.
Olhei por um momento para ele e depois para Harry.
_Você gostaria?_ Perguntei educada apontando um rosbife.
_Não como há quase quatrocentos anos, não preciso, mas sito falta do gosto._Ele explicou.Sorri compreensiva e peguei minha varinha do coldre. Murmurei um encanto que me lembrava de discutir com Griphook, apontando a varinha para o rosbife.e para os talheres.
_À vontade... _Apontei para os talheres, o fantasma hesitou, achando que era uma brincadeira para fazê-lo passar vergonha, mas logo tentou pegar os talheres, se surpreendendo que pudesse tocá-los e manter-los, olhou em expectativa para o rosbife e sorri quando ele atacou a carne.Ele soltou um gemido contente quando o gosto da carne tocou sua língua.
_Como você conseguiu?_Ele perguntou.
_SE-GRE-DO _Soletrei, com um dedo na frente da boca.
_Acho que não me apresentei...Cavaleiro Nicholas de Mimsy-Porpington as suas ordens. Fantasma residente de Gryffindor.
_Sir. Nicholas, é um prazer, meu nome é Christ Benedetti, mas pode me chamar de Chris._Sorri fazendo uma pequena vênia.
Eu passei o resto da refeição conversando baixinho com Harry, discutíamos em Gobleedegook sobre as aulas e o que estaríamos lendo nos próximos dias.
Percebi que estávamos sendo observados, assim olhei para a mesa principal onde um homem sombrio de pele pálida e nariz aduncado nos encarava com curiosidade inequívoca, sorri simpática para ele e tinha certeza de que tinha visto as maçãs de seu rosto rosarem. Harry olhou para ele também e sorrindo acenou discretamente. Sua expressão endureceu por um segundo, antes de relaxar quando examinou Harry melhor. Harry mantinha o cabelo comprido e possuía algumas mechas vermelhas-sangue que adicionei ao ver as fotos de sua mãe, os olhos verdes brilhavam, desobstruídos dos óculos, e a cicatriz estava tapada pela franja espessa.
Finalmente, as sobremesas desapareceram, e o professor Dumbledore ficou de pé mais uma vez. O salão silenciou.
_Hum...só mais umas palavrinhas agora que já comemos e bebemos. Tenho alguns avisos de inicio de ano letivo para vocês.
Os alunos do primeiro ano devem observar que é proibido andar na floresta da propriedade. E alguns dos nossos estudantes mais antigos fariam bem em lembrar dessa proibição._ Os olhos cintilantes de Dumbledore faiscaram na direção dos gêmeos ruivos de Gryffindor.
_ O Sr. Filch, o zelador, me pediu para lembrar a todos que não devem fazer mágicas no corredor durante os intervalos das aulas.
Os testes de quadribol serão realizados na segunda semana de aulas. Quem estiver interessado em entrar para o time de sua casa devera procurar madame Hooch. E, por ultimo, é preciso avisar que, este ano, o corredor do terceiro andar do lado direito está proibido a todos que não quiserem ter uma morte muito dolorosa._ alguns poucos alunos riram, mas não me atrevi a fazer o mesmo.
_E agora, antes de irmos para a cama, vamos cantar o hino da escola!_ exclamou Dumbledore. Reparei que os sorrisos dos outros professores tinham amarelado.
Dumbledore fez um pequeno aceno com a varinha como se estivesse tentando espantar uma mosca na ponta e surgiu no ar uma longa fita dourada, que esvoaçou para o alto das mesas e se enroscou como uma serpente formando palavras.
_ Cada um escolha sua musica preferida _ convidou Dumbledore, olhei para Harry e sorri marota para ele, ele retribuiu o sorriso logo que o viu. _ e lá vamos nós!
E a escola entoou em altos brados:
Hogwarts, Hogwarts, Hoggy Warty Hogwarts,
Nos ensine algo por favor,
Quer sejamos velhos e calvos
Quer moços de pernas raladas,
Temos cabeças precisadas
De idéias interessantes
Pois estão ocas e cheias de ar,
Moscas mortas e fios de cotão.
Nos ensine o que vale a pena
Faça lembrar o que já esquecemos
Faça o melhor, faremos o resto,
Estudaremos ate o cérebro se desmanchar.
Todos terminaram a musica em tempos diferentes. E por fim só restaram eu, Harry e um par de gêmeos ruivos de Gryffindor cantando sozinhos, ao som de uma lenta marcha fúnebre.
Dumbledore regeu os últimos versos com sua varinha e, quando terminamos, foi um dos que aplaudiram mais alto.
_Ah, a musica _ disse secando os olhos. _ Uma mágica que transcende todas as que fazemos aqui! E agoa hora de dormir. Andando!
Seguimos o Monitor, Marcus Flint, até as masmorras, eu e Harry íamos comentando partes diferenciais do caminho, um modo de não nos perdermos, paramos em uma parede que possuía uma gravura de cobra perto de uma das tochas.
_Nossa senha muda a cada mês, não se esqueçam. _ Flint explicou. _ Polissuco. _A parede se abriu assim como a entrada para o Beco Diagonal, revelando uma sala ampla, verde e prata sendo as cores dominantes. Sofás de couro preto se espalhavam pelo recinto e três poltronas estavam posicionadas em frente a lareira, onde o fogo crepitava.
Logo o professor sombrio que nos encarara no jantar entrou por uma porta lateral, provavelmente de seu escritório.
_Bem-vindos primeiros anos..._ Eu podia dizer pelo seu tom que ele estava em modo oratória. _ Slytherins são conhecidos, principalmente, por serem astutos e ambiciosos, por isso se forem amaldiçoar alguém tenham certeza de que não poderão ser incriminados. E a direção desta escola é muito tendenciosa, então estamos por nós mesmos, não quero brigas fora desta sala comunal. _ Eu e Harry estávamos anotando, com o pergaminho que separamos para essa situação, tudo que ele falava. Ele varreu os olhos por sobre os alunos e fixou o olhar sobre nós, surpreso pelos pergaminhos e penas, mas um pequeno sorriso foi visível. Ignorei o olhar estranho que Draco me mandou e sorri para o professor.
_Os quartos do primeiro ano são no primeiro corredor a direita, dois alunos por quarto. Sr.Potter e Srta. Benedetti sigam-me por favor. _ Ele chamou.
Seguimos ele ate seu escritório. Onde sentamos, a seu pedido, em frente a mesa.
_ Vocês parecem se conhecer bem... Existe algo que gostariam de perguntar?
_Qual seu nome?_ Harry perguntou.
_ Severus Snape, Professor Snape durante as aulas. _ Meus olhos se arregalaram, os de Harry também.
_O mais jovem mestre de poções do Século...._Exclamamos em êxtase. Mas algo piscou em minha mente.
_Você foi testemunha do testamento dos pais de Harry e um dos escolhidos como guardião legal... _Ele arregala os olhos, antes de parecer envergonhado.
_Não tem problema, Severus... Quase não vivi com os Dursley, passei minha infância com Christ._ Harry sorriu para o professor de uma maneira que me lembrou de uma das fotos que vimos de sua mãe. Severus pareceu se perder naquele sorriso.
_Srta. Benedetti, você me lembra alguém, mas não posso apontar com certeza.
_Meu pai é o que vocês chamam de Trouxa, mas os goblins chamaram minha mãe de Cassiopéia Black.
_Oh...então vocês é prima de Black. _ O nojo e rancor foi bastante forte na pronuncia do sobrenome.
_Podemos compartilhar o quarto?_ Harry perguntou.
_Não recomendo um garoto e uma garota dividirem um quarto, mas não é proibido, desde que ambos estabeleçam limites de convivência. Pois não poderão trocar de parceiro até o ano que vem. _ Comentou, eu sorri para ele. _ E Harry... Você se parece muito com sua mãe, ela teria ficado orgulhosa de quem você é hoje. _ Harry sorri calorosamente por esse comentário, sendo retribuído pelo professor. Fomos procurar nosso quarto e o único que sobrou foi o do fundo do corredor, não nos importamos.
Arrumamos nossas coisas, roupas no armário, livros do ano letivo na estante, pergaminhos e penas na mesa e itens de higiene no banheiro. Tirei minha roupa e deitei na cama perto da porta do corredor. Harry fez o mesmo e deitou na cama perto do banheiro.
_Boa Noite, Harry. _ Falei, logo caindo no sono.
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