Ano Novo no Santuário
1 Ano Novo no Santuário
Notas iniciais
Inté mais
Depois do Natal na mansão Kido, a virada do ano seria no salão do Grande Mestre. E Shion já havia deixado bem claro que não era permitido animais que ciscam e nem suínos. Cada um dos guerreiros de Athena, levariam um prato para a grande ceia de Ano Novo. Outros levariam as bebidas.
No salão, havia uma grande mesa, onde a ceia seria servida. Todos corriam contra o tempo, pois faltavam poucos dias para a festa.
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Um dia antes da festa, os dourados se dividem nas terefas. Milo juntou alguns cavaleiros e foram comprar as bebidas no centro de Atenas e Saga cuidava da comida com os outros.
Todos estão presentes no Santuário e ajudando pois agora corriam contra tempo. Falta muito pouco para o ano novo!
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E finalmente chegou o grande dia! Com poucas horas para o novo ano, todos corriam ainda mais contra o relógio. Até mesmo Shaka estava empenhado em ajudar.
Num canto do salão, Kiki ajudava seu mestre com os talheres e pratos, tendo o máximo de cuidado para não quebrar nada. Eis que surge o discípulo de Dohko o chamando para brincar do lado de fora do local. O menor olhou para o mestre que ouviu o pedido do ruivinho e sorriu. Mu deu a permissão para ele ir. Ambos saíram correndo para o lado de fora. Genbu trouxe umas bolinhas de gude e queria alguém para brincar. Então lembrou do pequeno lemuriano.
Com tudo pronto às 17 horas da tarde, ele voltaram para suas casas para se arrumarem. Permaneceu no salão apenas aqueles que estavam mais longe, como Mu, Aldebaran, Saga e mais alguns.
Assim que deu oito da noite, todos estavam presentes. É claro que os casais foram para locais mais afastados para poderem namorarem um pouco. Apenas Saga, seu irmão gêmeo, Aiolos e Aiolia ficaram mais soltos para se desafiarem numa partida de truco. Casal contra casal. Apenas suas duplas foram seus irmãos. Mas batalha eram dos casais. Eles faziam sinais diferentes para seus parceiros e Saga tinha certeza que ganhariam o jogo. Porém seu querido irmãozinho desceu o ZAP quando gritou truco. E assim acabou aquela rodada, começando uma nova.
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Camus viu seu amigo sair do salão. Milo estava muito bonito. Ele usava uma calça preta, sapato preto uma camiseta vermelha e um blazer negro. Já o próprio Camus usava calça e sapatos pretos com uma camiseta branca, que era pouca coisa colada ao seu corpo. De todos ali, ele era o único que não conseguiu prender o escorpião num aquário.
Ele decidiu seguir o amigo, notando que o escorpiano olhava alguns fogos de artifícios colorindo o céu noturno.
— Bonito, não?
— O que?
— O céu com esses rojões.
— Ah sim... Bonito!
— Quem diria... Já estamos no Ano Novo. Quais são os seus planos Camus?
— Talvez visitar meu país. Há anos eu não volto para a França.
— Mais alguma coisa?
— Ah sim! Mas isso depende!
— Depende? Depende de que?
— Depende de você!
— De mim? Mas porque?
— Milo... — O francês aproximou do grego e tocou seu rosto gentilmente. — Je t'aime Milo!
Antes que o grego fizesse alguma coisa, Camus agiu e beijou o amigo e sua grande paixão antiga, mas jamais esquecida. Milo não ficou atrás e agarrou Camus pela cintura, onde mãos atrevidas se enfiavam por dentro da camiseta.
— Hmm M-Milo aqui não... A c-ceia...
— Temos algumas horas até lá. E sua casa é mais perto que a minha. Não vão dar por nossa falta por uma hora ou duas!
— Você é um tarado!
— Pode-se dizer que sim!
Camus balançou a cabeça e sorriu. Ele acabou puxando o guardião da oitava casa, descendo as escadas até a casa de aquário. Para eles, o ano novo começou!
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Algum tempo depois, todos se reuniram na grande mesa. Faltava pouco tempo para a virada do ano e só agora todos deram falta de aquário e escorpião ali. Kanon acabou soltando alguma piada e arrancou risadas de todos. Poucos segundos depois, Camus entrou no salão do lado de Milo. Ambos de cabelos recém lavados.
Mais algumas piadas foram feitas e acabou deixando o casal corado. Kanon gargalhava com as mãos no estômago que doía de tanto que ele ria.
Após esse episódio, todos se sentaram à mesa. A ceia foi servida e a conversa rolava solta. Assim que a comilança acabou, todos saíram do templo e ficaram olhando o céu e número que fogos ia aumentando. Conforme se aproximava da meia noite, mais e mais rojões eram soltos.
Eis que o céu se enche fogos tanto das balsas no mar quanto no centro de Atenas. Todos ali se abraçaram desejando um bom ano novo para todos. Os casais deram as mãos ou simplesmente se beijaram sob o céu repleto de cores. Dohko chamou a atenção de Mu paras seus pupilos e o ariano deu risada.
Ao longe, Genbu parou de jogar as bolinhas e deu um beijinho na face do Kiki. O menino olhou o chinês que lhe sorria e acabou sorrindo também. Ambos continuaram o jogo que foi interrompido diversas vezes.
Ao final dos fogos, todos ficaram por mais um tempo. Ou beliscando o tinha ficado da ceia ou então bebendo. Aos poucos, o salão foi ficando vazio ficando apenas Dohko, Shion e Genbu que já estava mais dormindo que qualquer outra coisa. Dohko o segurou nos braços o levando para um dos diversos quartos do templo de Shion.
Assim que deixaram o menino em um quarto e o casal seguiu para o quarto do Grande Mestre. A noite de ano novo iria acabar em baixos dos lençóis entre gemidos e juras de amor. O que deveria estar acontecendo com todos eles no primeiro dia do ano novo...
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