Ano 505.922

26 A linha entre ternura e indulgência


Notas iniciais
Olááá! Palavra de hoje, aloés: plantas ou extrato de plantas, com ação tônica, purificante. Boa leitura!

Aqueles dois sorriam, aliviados.

Levantei-me, cauteloso.

Por um momento, os olhares cheios de ternura quase confortaram-me.

Mas... Era apenas indulgência.

“Disseram que faltou à aula de aloés por sentir-se mal,”, mattre aproximou-se, "Era mentira, certo?"

“Hã?”

Ela franziu o cenho, “Diga. Por que planejava fugir?”.

Senti a garganta travar. Alternando entre ela e meu irmão, notei que Dinmi encarava freneticamente meu abdômen.

Ele sabia.

Finalmente seus olhos chegaram aos meus.

“Não...!”, apavorado, supliquei-lhe silenciosamente.

“O que estão escondendo?”, a mulher endureceu a voz.

“Desculpe.”, Dinmi pediu, vindo até mim, agarrou-me o pulso, “Elmimi tem algo para contar-nos.”

Notas finais
Um capítulo meio de transição. Bem, acho que alguém motivo por ternura tentaria entender e levar em conta os sentimentos da outra pessoa. Já alguém motivado por indulgência, ou pena, já tem uma ideia formada e considera o outro incapaz de agir sozinho. Algo assim rs. La la la, o que será que vem pela frente? Ou melhor, pelo final? Até o próximo! ^3^ Kisus~~