Viciado

- Você não está comendo muito disso aí, não? — Lupo perguntou para o parceiro, enquanto Bernard abria outro pacote de balas.

- O quê? As balas? Não, cara, eu tô bem.

- Não, não está. Você precisa de ajuda.

- Lupes, quando eu precisar de ajuda, SE eu precisar de ajuda para controlar o meu consumo dessas belezinhas aqui, você será o primeiro a saber.

- Disse como um verdadeiro viciado.

- São apenas balas, Lupes, eu não posso estar viciado em... glicose.

- Claro que você está viciado, cara. olha ao seu redor, há quanto tempo nós estamos dentro desse carro? duas horas? Olhe ao redor.

Havia sete pacotes de balas sobre o painel do carro.

- É... talvez você tenha razão. Eu estou viciado.

- Falei.

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666

Mike estava com os pés em cima da mesa, os olhos fechados e suas mãos faziam um movimento que Connie entendeu como se fossem uma guitarra imaginária, e ela percebeu que ele estava usando fones de ouvido. Quando a música acabou, ele abriu os olhos e ficou vermelho quando seus olhos encontraram os olhos de Connie, que estava sorrindo.

- O quê? — Ele perguntou.

- O quê, o quê?

- Você parada aí olhando para mim.

- O que você estava ouvindo?

- Number Of The Beast.

- Iron Maiden?

- Hell, yeah... Me ajuda a ver o ponto de vista do criminoso.

- Eu achei que você tentava ver o ponto de vista da defesa.

- Iron Maiden, Connie. Ajuda a ver os dois pontos de vista.

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Deprimido

- Ida, você viu o Jack? — Mike perguntou.

- Ele ainda não chegou, Dr. Cutter. Posso ajudar em alguma coisa?

- Não, não, eu só... precisava falar com ele.

- Mike, o Jack não vai estar muito bem hoje. Seja o que for, se você puder adiar, melhor. — Connie disse ao se aproximar deles.

- Porquê?

- Aniversário de morte da Claire, Dr. Cutter.

- Kincaid?

- Sim.

- Caramba! Eu era assistente dela e nunca soube que eles...

- Essa era a ideia na época, Dr. Cutter.

- Ano passado foi num domingo. Por isso que você não viu como ele fica deprimido. — Connie disse, lembrando que havia falado com Jack por telefone sobre isso no ano anterior.

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Sorvete

Alex entra no quarto com um pote de sorvete nas mãos e Olivia sorri.

- O que é isso? Lá fora está congelando.

- Eu sei Liv, mas você é mais quente que o inferno, isso ajuda, não?

- Então você está dizendo que eu pareço o diabo?

- Não amor. Eu estou dizendo que você é um pedaço de mau caminho, gostosa demais e que me faz tremer toda vez que lembro dos seus braços me abraçando.

- Eu deveria estar lisonjeada, Doutora? — Liv tentou não ficar vermelha com as palavras de Alex.

- Sim, devia, por que eu vou cobrir você com sorvete.

- Porquê?

- Por que você é meu docinho. — Liv sorriu e Alex a beijou.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!