Anna's Life
7 First Adventure
A semana correu bem, eles não se encontravam depois da aula por opção dela. Eles iriam para a praia no fim de semana prologando que ia juntar segunda e terça. Junto com os amigos do skate, por milagre divino os pais de Anna deixaram, e também por muita insistência de Nicole e Taxa. Sexta feira estavam as três garotas, depois da escola se arrumando na casa da Taxa, o irmão dela os levaria na mini van que possuía. Os meninos, Luigi, careca, choquito e Jerry os encontraram lá com mochilas. Já estavam todos prontos, então partiram.
Três horas depois eles chegaram. Era quatro horas da tarde e o sol ainda estava alto.
-Ok Anna e Taxa, bora por biquíni e ir pra praia!
-Certo!
Elas estavam no quarto, Nicole colocava um biquíni minúsculo preto, Taxa um minúsculo branca e Anna pegou vestiu um vermelho tamanho normal, seus seios não eram muito grandes então o biquíni caia perfeitamente no corpo de boneca, vestiu um short jeans e Nicole e Taxa pararam na hora.
-menina! Você parece um defunto! Olha a brancura dessas coxas!
-Eu não costumo pegar sol, e quando faço isso passo muito protetor, como estou fazendo agora.
-Não tenta nem pegar uma cor?
-A minha cor quando pego sol é vermelho pimenta!
As três riram e saíram do quarto e os meninos já estavam lá, sem camisa, suando que nem uns porcos no calor do verão, apena Michael usava uma sunguinha verde limão. Anna ficou com o rosto corado quando viu que Luigi olhou diretamente pra barriga dela, era a primeira vez que ele viu o corpo dela seminu! Anna sabia que não tinha um corpo feio, seus seios eram médios, sua barriga reta sem gordurinhas saliente, o bumbum também era médio, mas comparada as meninas ao seu lado, ela tinha corpo de criança. Uma negra arrasadora e uma loira bronzeada e malhada. Anna parou na frente do espelho que ficava na sala, ao lado do sofá em que Luigi estava, esperando por ela. Anna prendeu a franja pra trás, e passou protetor solar no rosto. Virou para Luigi e ofereceu pra ele. Eram os únicos ali ainda, como a casa ficava beira mar os outro já haviam corrido para a praia. Luigi puxou Anna pelo braço e a fez sentar no seu colo.
Se beijaram por alguns minutos como sempre faziam, sem mais relações carnais, mas o rapaz não se conteve por muito tempo a tentação de ter a pele dela livre. Acariciou as costas inteiras dela e depositou suas mão na cintura da mesma, Anna levemente roçou os dedos pelo peito dele. Eles se separaram e se olharam por alguns segundos, até ela ficar vermelha e levantar apressada.
-Ah... Hm... Quer protetor?
-Não passo isso, é grudento.
-Mas você vai se queimar, e vai doer se eu te abraçar.
-Então você quer que eu passe pra poder me abraçar depois?
-Também. Ah, e você pode passar nas minhas costas?
-Só se você passar em mim.
Ela enrubesceu e olhou pra ele confusa.
-Vem aqui Anna, senta do meu lado.
Ela obedeceu, ela a fez colocar um pouco de protetor na própria mão dela e levou a mão dela até seu abdômen, que era bem definido por sinal. Anna ficou elétrica porém não mexia a mão, Luigi a guiou por todo o abdômen subindo para o peito, colocou mais protetor na mão dela e a fez acaricia-lo, o pescoço, os braços, e ela apenas olhava pra ele com cara de assustada e os olhos arregalados.
-Vai Anna, participa da brincadeira.
-Eu...
Nicole invade a sala e dá uma risada maliciosa quando vê a cena. Anna rapidamente solta sua mão da dele
-Vira Luigi!
Ele obedeceu ao tom autoritário dela e sentiu suas costas sendo tocadas pelas mãos delicadas dela.
-Pronto, sua vez.
Ela virou de costas pra ele e ele fez o mesmo que ela. Anna levantou e foi para a praia
Já estava começando a escurecer e Ann voltou para a casa para tomar banho. Quando saiu imediatamente Nicole entrou e ela encontrou Taxa com cara de brava.
-O que foi Taxa?
-Só tem dois banheiros, um você estava usando e o outro o Luigi acabou de sair e o Jerry entrou, a Nicole foi mais rápida que eu.
-Ah, me desculpe por demorar tanto, não sabia que já iam entrar.
-Sem problemas princesa. Fique o tempo que quiser.
Anna sorriu e foi pentear os cabelos na varanda da casa, para evitar que fios seus caíssem e sujassem o chão. O sol estava se pondo e ela aspirou o ar da praia, era bom, muito bom. Voltou para dentro da casa e viu Nicole saindo do banheiro e Taxa entrando apressada, Luigi e Jerry já estavam limpos sentados no sofá, Nicole sentou ao lado de Jerry com o cabelo enrolado na toalha, o irmão de Taxa estava com a namorada na casa ao lado, dentro do mesmo terreno. Tipo uma casa para o caseiro. Careca passou por Anna e entrou lá também, faltava o choquito e Michael. Os dois ainda estavam na praia. Quando taxa saiu do banheiro os chamou para tomar banho.
Estavam todos, finalmente, todos os oito reunidos na sala, então Taxa começou a falar num tom bem sério.
-Gente, temos um problema, não tem quarto pra todo mundo, só quatro. Vamos ter que fazer duplas. E eu já meio que separei, vou falar gente. A Anna e o Luigi por que esses são namorados, eu e a Nicole por que somos as meninas que sobram, o choquito e o careca por que os dois roncam e o Michael e o Jerry, todo mundo de acordo.
-Não! –Anna gritou o mais rápido que pode. Depois tapou a boca com as mãos e olhou pra baixo envergonhada com seu grito de desespero.
-Por que você não quer dormir com o seu namorado sua estranha? –Nicole a encarava com uma sobrancelha arqueada.
-Eu.... Não somos tão íntimos assim.... Eu acho.
-Não tem opção Anna.
Lentamente Anna se deu por vencida, ela estava sentada na cadeira de balanço.
-E o mais importante gente, quem vai cozinhar?
Silencio absoluto.
-As mulheres tem que cozinhar! –Michael falou num tom machista.
-Eu e a Taxa sabemos cozinhar, mas é chato! Topa Anna?
-Eu... Não sou boa cozinheira. Definitivamente.
-Parabéns Luigi, você ganhou o prêmio de namorada mais estranha e menos feminina do mundo.
-Nicole! Não fala assim de mim!
-Então Taxa, vamos fazer qualquer coisa pra esse povo jantar.
-Lets Go!
Depois de um tempo elas estavam arrumando a mesa e Anna estava ajudando. Elas haviam feito sanduiches e sucos, uma pouco bem simples. E todos avançaram. Anna foi a primeira a sair da mesa, levou seu prato para a cozinha e o lavou. Aproveitou que o banheiro estava livre e foi escovar os dentes. Quando saiu já não tinha ninguém na mesa, passou na frente da cozinha e a pia estava lotada de louça suja. Suspirou e foi lavar.
Quando terminou surge Luigi.
-Por que não quer dormir comigo Anna?
-Você é homem. Sei lá, não somos tão íntimos...
-Relaxa, não vou fazer nada com você... Nada que você não queira...
Ele deu um beijo nela e eles voltaram para a sala, o pessoal estava lá conversando.
Anna foi até sua “mala” e levou para o quarto onde iria dormir, era uma cama de casal, travesseiros brancos e um edredom azul marinho. Ela abriu a “mala” em cima da cama e olhou para o seu pijama incrivelmente infantil, era um short rosa claro e uma regata com um coelho bebe gigante. Ela enrolou a regata e pegou uma regata branca, usaria o short, mas a blusa não. Vestiu o short rosa e a camiseta. Colocou a “mala” dentro do armário de madeira branco que havia em frente a cama, mas antes pegou um livro e o óculos, eram apenas 20 horas, ela se jogou de barriga pra baixo na cama e começou a ler, balançando os pés.
Fazia algum tempo que estava lá, envolvida na leitura, havia dado boa noite para os outros. Eram 21:30 quando Luigi entrou no quarto com a mochila dele em mãos.
-Achei que estava dormindo.
-Eu gosto de ler antes de dormir.
Ela sentou na cama, fechou o livro, tirou o óculos e os posicionou no criado mudo. Olhou de volta pra ele e pra sua surpresa e indignação ele estava tirando a roupa ali, bem na frente dela!
-Luigi!
-O que foi Anna?
-Não pode ir tirando a roupa assim, na minha frente! Vai, se veste logo!
-Eu durmo assim Anna.
Ela emudeceu, encarando ele, que começou a rir.
-Sério mesmo?
-Anna, não precisa ter vergonha de mim.
-Mas eu tenho, com certeza!
Ele levantou, acendeu o abajur do outro criado mudo e levantou.
-Vai continuar lendo?
-Não.
Luigi apagou a luz e andou até a cama, Anna levantou também, do outro lado, eles puxaram o edredom e deitaram, ela de costas pra ele morrendo de vergonha. Ele não apagou a luz, por debaixo do cobertor ele encostou nela e a fez se arrepiar. Encostou a boca no ouvido dela.
-Vira pra mim Anna...
Ela hesitou um pouco mas obedeceu. Ficaram se olhando por alguns segundos até ele a puxar para si e a beijar intensamente, estavam no meio da cama, e então, ainda durante o beijo e deitou por cima dela, não jogou seu peso, só estava encostando todo o seu corpo no dela. Anna arregalou os olhos e ele sorriu, estava se apoiando com o cotovelo ao lado do corpo dela. Luigi sabia que ela iria fugir se ele não fizesse algo. Começou então, lentamente a beijar o pescoço dela, e Anna se arrepiou inteira. Com a mão livre Luigi acariciava ela. Lentamente encaixou seu corpo entre as pernas de Anna, que só percebeu o que ele estava fazendo quando ele já havia feito.
-Luigi...
Ele encostou sua testa na dela com os olhos fechados e se ajoelhou lentamente, porém ainda debruçado sobre ela. Luigi abriu os olhos e a encarou fixamente por algum tempo antes de voltar a beija-la, agora ele podia circular as mãos por todo o corpo dela. Ele optou pelas pernas, quanto mais a apertava mais intensificava o beijo. Anna laçou o pescoço dele com os braços e não fez nenhuma objeção quanto as caricias. Ele encostou seu membro já rígido no dela e Anna gemeu, um pouco pela surpresa, e um pouco pela sensação que ele estava proporcionando a ela. As mãos dele subiram lentamente das coxas para barriga e subiram por de baixo da blusa até os seios que não eram protegidos por sutiã. Ele encaixou suas mãos e a acariciou, apertando delicadamente. Ele roçava seu membro na entrada dela com muito desejo. Mas então, alguém bate na porta e os tira de seu devaneio.
-Anna! Luigi! Sei que estão “dormindo” –ela enfatizou bem a palavra- mas precisamos conversar! AGORA! Venham de pijama mesmo.
Anna estava ofegante e confusa. Luigi ainda estava entre suas pernas a olhando de um jeito muito sensual, ele lambeu os lábios e passou o dedo pelo membro dela, a mesma se arrepiou e avermelhou, se levantou rapidamente.
-Ah Anna... –Ele levantou também e vestiu a calça. Os dois saíram juntos do quarto e Nicole estava lá com um sorriso sacana, mas se assustou quando viu a cara de pavor da amiga.
-Que isso Anna! Nunca viu um pinto na sua vida?!
-Nicole!
-Ah, eu mereço. Bom, venham, achamos uma coisa muito estranha no porão.
-Porão?!
Eles foram até o último quarto e lá havia uma passagem para o porão, eles entraram, e lá estavam os outros, em volta de alguma coisa. Anna se enfiou para ver o que era e eles acharam um crânio, não sabiam se era verdadeiro, e em baixo dele um livro de couro marrom.
-O que vocês estavam procurando aqui em baixo?!
-Algo assim, pra ser emocionante!
-Michael pegou o livro e o abriu e disse que é um diário. Deve ser o diário desse morto aqui, vamos ler lá em cima.
Eles subiram. E começaram a ler, era o diário de uma jovem que morava lá, naquele porão e que era espancada pelo pai. Ela lançava maldiçoes e tudo mais.
-Ah, sério Nicole? Você nos interrompeu por causa disso? –Luigi soltou uma risada.
-Achei importante, essa casa é mal assombrada!
-Para de falar besteiras, vocês todos, essa bobice não existe.
-Anna, Você tem que se aventurar mais, amanhã vamos todos investigar mais o porão!
-E tranquem bem ele agora, com esse diário ai lá em baixo! –Taxa parecia a mais assustada com aquela história toda.
Luigi pegou a mão de Anna e a levou de volta pro quarto ao fundo as risadas do resto os invadiam. Ele trancou a porta e tirou a calça. Foi rápido em direção a Anna que se assustou e deu um pulo para o outro lado da cama.
-O que está fazendo Luigi?
-Vamos terminar o que começamos.
-Acho melhor não. Pode ter algum espirito nos observando!
Ele arqueou a sobrancelha, pareceu mais tranquilo, sentou na cama e a chamou para perto de si, Anna foi, e ele a puxou de novo pro seu colo.
-Tudo bem, mas não negue, você estava adorando...
Ela enrubesceu violentamente. E sentiu a mão dele passeando novamente pelo seu corpo.
-Luigi. Não conhecia esse seu lado.
-Você precisa conhecer melhor esse meu lado, com certeza. –dito isso ele apertou a coxa dela de novo.
-Vai com calma! Nos conhecemos a suas semanas só.
-Eu sei.
Ela levantou e foi para o outro lado da cama se deitou dessa vez de frente para ele. O olhando. Luigi sorriu e pareceu mais tranquilo, talvez ainda um pouco inquieto, afagou seu próprio membro, quase como um consolo e se deitou ao lado de Anna. Apagou a luz e os dois dormiram, abraçados.
Anna acordou no outro dia com os raios de sol que invadiam o quarto pela janela. Olhou para Luigi que ainda a abraçava e ainda dormia tranquilamente. Ela começou a tentar tirar o braço pesado dele de cima dela sem acorda-lo, e pareceu ter conseguido. Anna levantou se espreguiçou e abriu o armário, pegou o segundo biquíni que havia trago, pois o outro estava no varal, provavelmente ainda molhado. Esse era verde bandeira e tinha um laço rosa na parte de cima. Ela virou de costas para Luigi, que apesar de estar dormindo ela ainda sentia vergonha e tirou a blusa, e nesse exato momento ele acordou.
-Hm... Então a moça não ia me acordar?
Ela pegou seu biquíni o mais rápido que conseguiu e tentou vestir, mas Luigi se jogou sobre a cama e agarrou o biquíni da mão dela rindo. Anna se abraçou vermelha de vergonha e foi abraçada por Luigi. Suas peles se tocaram e ela se sentiu num paraíso, como se o seu corpo estivesse se desmanchando.
-Encaixam perfeitamente nas minhas mãos Anna...
Ela acordou do devaneio, se levantou se soltando do abraço, com o braço esquerdo cobria seus seios e com o direito tentava pegar o biquíni de Luigi.
-Me dá Luigi!
-Por que deveria?
-Para de ser criança! – ela começou a rir junto com ela, apesar de nervosa e envergonhada.
-Não quero que tenha vergonha de mim. – ele enfiou a peça dentro da própria cueca box. E Anna arregalou os olhos. Pega agora.
-Você está me desafiando?
Ele assentiu sorridente, ou ela enfiaria a mão ali, ou teria de usar as duas mãos. Os dois métodos seriam prazerosos para ele. Anna se ajoelhou na frente dele, em cima da cama, pensou por alguns segundos estava colocando a mão dentro da box quando Luigi segurou seu outro braço e o puxou para cima. O solhos dele brilharam com a imagem a sua frente. E o rosto de Anna ficou mais vermelho que nunca, ela enfiou a mão dentro da box pegou o biquíni e se cobriu de novo.
-Trapaceiro...
-Ah Anna, não quero que tenha vergonha de mim, tem ideia de como é perfeita?
-Tenho ideia de como você é pervertido!
Ela levantou e colocou o biquíni, pegou a parte de baixo e se dirigiu para a porta, mas estava trancada e a chave não estava lá.
-Ah, você quer se trocar longe de mim Anna?
-Ah não! Luigi! Eu vou me enfiar dentro do armário!
-Não vou te olhar, eu juro!
Ele sentou na cama e virou para a parede, Anna hesitou um pouco mas tirou o short e a calcinha e vestiu a parte de baixo.
-Pronto. Agora devolve a chave.
-Não sei onde está, não fui eu que tirei da porta.
-Para de mentir.
-Não é mentira pode me revistar. – Ele levantou e tirou a box na frente dela que arregalou os olhos novamente, mas então ele vestiu de novo e bocejou. Que cara é essa Anna? Achei que tinha pegado a chave pra brincar comigo.
-é obvio que não né! Mas você trancou ela ontem de noite. Se eu não peguei, nem você... Não tem mais ninguém aqui no quarto Luigi.
Dito isso o armário balança como se algo tivesse caído dentro dele e Anna solta o grito mais alto que seus pulmões aguentavam, se afastou do armário o máximo que pode. Alguem bate na porta e ela grita de novo.
-Anna! É a Nicole, está tudo bem? Abre a porta Anna!
-A chave sumiu Nicole! Tem algum bicho no guarda roupa!
Luigi levanta e anda lentamente até o guarda roupa que balança de novo e Ana grita de novo.
-Luigi sai de perto disso! Pode ser.... Não sei um bicho grande!
-Pode ser um ladrão Anna.
-Outro motivo pra você ficar longe!
Ele pegou o abajur ao lado de cama e abriu o armário de uma só vez e de lá de dentro caiu um corpo, como um defunto. E Anna se esgoelou de tanto gritar, a chave estava no pescoço do corpo. Luigi engole seco e aproxima a mão, mas o maldito cadáver se mexe.
-AH!!! Alguem abre essa maldita porta! Nicole! Socorro!
Os meninos começam a arrombar a porta, Luigi pulou no exato momento em que o treco se mexeu e ficou paralisado ao lado de Anna que não parava de gritar, então, o corpo estava em pé, andando lentamente em direção a eles. Luigi estava paralisado com o abajur na mão. Anna pegou o abajur e jogou na cabeça do corpo que parou de andar e depois de alguns segundos pareceu dar um rugido de raiva.
-Nicole!!
Os meninos derrubam a porta em cima do corpo e Anna corre pra cima da porta pra que o defunto não se mexa, começa a pular e xingar de todos os nomes que vinham a sua cabeça. Ofegante ela parou ainda em pé sobre aquela aberração. Olhou para os outros que estavam boquiabertos. E então ele se mexeu novamente. E todos gritaram. Anna pareceu irritada, extremamente irritada.
-Chega! Alguem segura esse pedaço de carne podre que sem cabeça ele não se mexe!
Os meninos subiram na porta e Anna saiu rumo a cozinha. Voltou com um facão de carne e Todo mundo arregalou os olhos.
-Saiam de cima. –Ninguém ousou desobedecer a maníaca do facão.
Como esperado ele se mexeu. Anna respirou fundo, seus músculos ficavam tensos com cada estralo que ouvia. A respiração de todos era falhada, Anna trancou a respiração e levantou o facão sobre a cabeça pronta para desferir o primeiro golpe. Quando o zumbi mor falou. Exatamente, ele falou.
-Espere...
-E ainda fala?! Michael! Me arranja uma corda!
-Sim, senhora! Mas sozinho eu não vou não...
O zumbi levantou lentamente, era o dobro do tamanha de Anna, porém ela estava com o facão na mão disposta a usá-lo. Michael voltou com a corda.
-Uma cadeira alguém!
Taxa saiu correndo e voltou com a cadeira.
-Ok, senhor... Zumbi que invadiu meu quarto enquanto eu estava pelada! De que buraco você saiu?!
-Do porão...
Os olhares foram direcionados a choquito e careca que descobriram o maldito porão.
-E o que você quer? Sente-se!
O zumbi obedeceu a ordem da nanica e sentou na cadeira.
-Não quero machucar vocês...
-Careca. Amarra ele com força! Então o que você quer? Sabe, não existe uma cidade onde zumbis possam viver em paz. –Anna era extremamente irônico, estava nervosa e assustada, Como ninguém ia tomar a frente da situação ela tomou. Careca amarrava o zumbi com tanto nojo e hesitação.
-Preciso que me libertem dessa casa.
-Beleza, alguém arranja um fósforo.
-Não assim. Vocês precisam ler o diário.
-Você está morto. Sério, isso fede. –Nicole começou a se sentir mais vontade com a situação e Luigi também que encostou nos ombros de Anna e sentiu a tenção muscular neles.
-Alguém pega o maldito diário. E rápido. Vai desembucha quem é você, eu não gosto de charadas quando interajo com um zumbi. É inapropriado, talvez.
-Eu sou o marido da dona do diário. Lá diz que eu morri devido a uma doença. Mas é mentira e vocês precisam reescreve-lo.
-Ah, fala sério, só isso?
-O que você quer Taxa? Uma aventura Mística?!
-Seria legal!
Os meninos chegam com o diário e abrem na última página.
-Essa droga está em francês. Quem aqui sabe ler ou escrever francês?
Silencio total. Nicole sai e volta alguns minutos de pois com o not book aberto.
-Fala, ai, Google tradutor na área!
Eles acham a parte errada e usam a maravilha tecnológica que é a internet.
-Pronto, agora eu queimo você? Sério, estou morrendo de vontade de fazer isso.
-Não, agora eu volto pro meu tumulo, no porão.
O zumbi levanta se soltando das cordas que nem amarradas estavam e desce para o porão levando o diário junto.
-Eu não fico nem um dia a mais nesse lugar.
-Nem eu!
Ai o povo começa a arrumar suas coisas e se vestir para irem bora, o irmão de Taxa não entende nada, mas concorda em leva-los para casa.
De volta as aulas.
-Anna você foi incrível na praia, como conseguiu ter tanta coragem?
-Bom, Luigi, se fosse um zumbi canibal de verdade, se eu não fizesse algo você deixaria nos sermos devorados.
-Eu fiquei apavorado... Minha heroína.
Anna gargalha. Eles estavam voltando pra casa, era quarta feira e a história ainda era algo surreal, não contaram pra ninguém a história. Por que obviamente, oito adolescentes juntos na praia é igual a drogas e alucinações. Mas poxa, até que sobrou bastante
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