Annabeth

4 Capítulo 4 Dêmonios Amigos >>


Notas iniciais
Olá... >> Ei, me desculpem, certo? Eu não tenho como explicar a minha falta de consideração para com os leitores de '' Annabeth'', eu simplesmente fiquei sem idéia, gente. Me deu um branco, eu não sabia como continuar essa fic, me desculpem. ^^
Esse capítulo tá meio chatinho, mas foi o que minha mente criou.
kkk Bem, eu tenho que agradecer a minha linda leitora, isabella T. ^^ s2s2s2s2 Você é muito legal, obrigada pela recomendação. *-*
Esse capítulo é pra vc. s2s2s2s2 kkk
E ei, quem quiser recomendar essa fanfic, fique avontade, viu? kkkk
Boa leitura, garotas. >> s2

Narrado em terceira pessoa:


– Espere aqui, vou avisar que você chegou — falou Safira, em frente a porta da sala do Mestre — E nem ouse mexer em nada — levantou um dedo e semicerrou os olhos, em forma de aviso.


Damien bufou, dando de ombros.

Claro que não mexeria em nada, não era burro para roubar nada do Dêmonio mais poderoso depois de Lúcifer. Pelo menos era essa a fama que o tão poderoso ''Mestre'' tinha entre as criaturas da noite. Essa e outras, bem piores, que temia Damien, descobrir ser merecida, essa noite.

Só esperava que seu castigo não envolvesse decepamento, tortura era até aceitável, mas preferia uma morte rápida e indolor.

Riu sem humor. Que tolice! Até parece que ele teria direito a escolher como morreria. Suspirou.

Então, sorriu apenas, e assentiu com a cabeça para Succubus a sua frente. Safira lhe lançou um último olhar malicioso, se virou e, com as mãos na maçaneta, abriu a porta, entrando na sala.

Damien revirou os olhos e se encostou na parede da pequena — porém luxuosa — sala de espera.

Parecia a espécie de lugar onde um condenado por roubo ao maior mafioso da cidade esperaria sua sentença.

Tudo bem, essa comparação foi bem idiota, pelo menos se você levar em conta a situação do pobre Dêmonio ( esperando um jugamento de outro Dêmonio poderoso, no estilho máfia russa) mesmo assim, o lugar parecia se encaixar perfeitamente á um filme de mafiosos ou ganguisters.

Nas paredes opostas a que estava enconstado, havia quadros com símbolos demoníacos e nazistas por cima das pintura obscuras.

Em cima da mesa, onde Safira como secretária costuma sentar- se, há miniaturas de anjos de asas negras e todos as símbolos de signos e cartas de Tarô. Damien sorriu. Bem, pelo menos não há uma biblia em cima da mesa. Nem um crusifxo. Ele pensou, divertido. Não corria o risco de ser exorcisado. Riu.

Se desencostou da parede e ficou andando impaciente pela pequena sala.

As mãos nos bolsos da calça jeans, o ziper da jaqueta de couro completamente aberto, deixando á vista a camisa de cor cinza tão justa que era capaz de desenhar seu abdome sarado e peito firme. Estava nervoso. E era lindo demais para morrer, ele pensou convencido, e sorriu para si mesmo.

Esperava realmente que o Mestre penssase o mesmo.

Afinal, porque desperdiçar uma beleza tão genuína como a dele?

E o seu poder também não conta? O Mestre despediçaria seu potencial apenas porque Damien aprontou um ''pouquinho'' com os humanos? Merda, não sabia.

Damien não estava na mente do Mestre para saber a resposta.

– Damien, seu filho da puta! — alguém disse, por suas costas.

Damien se virou para ver quem era, mas ele já sabia que o único Dêmonio que lhe xingava e mesmo assim continuava vivo, era seu ''amigo'', Jason.

E estava certo, o Dêmonio das Sombras estava sorrindo de orelha á orelha. Uma coisa inédita vindo de Jason.

Damien sorriu e o olhou.

Ele vestia uma calça jeans, tênis Nicks, e o típico e conhecido, casaco preto com capus, que cobria boa parte de seu rosto de bad boy. Não havia mudado nada, Damien pensou.

– Jason. É bom ve-lo também. — disse Damien, sorrindo.

– Por onde você andou, seu maldito filho de uma prostituta?!

– Se você continuar falando tão bem da minha mãe, eu vou ter que retribuir com os meus punhos, amigo. — Damien não estava falando sério, por isso, sorriu.

– Certo, desculpe. — disse Jason — É que não o vejo a quase um ano. Por onde andou todo esse tempo? — perguntou ele.

Claro, um ano e alguns meses Damien andou fugindo do Closmos. Ele não esperava que ninguém — além do Closmos -realmente sentisse sua falta, mas, ali estava Jason, feliz em ve-lo novamente.

Jason tinha apenas 17 anos, era apenas um garoto tolo.

Damien o conheceu quando tinha 15 anos e estava ainda na fase de descobrir seus poderes. Damien foi praticamente seu Tutor graças as ordens de Samuel, o Tenente da Closmos e irmão do Mestre.

Damien o odiava, — não por te-lo posto como tutor de Jason — mas por todas as várias humilhações que já sofrera quando entrou para a Clomos e teve que ser o ''aprendiz'' de Samuel.

Foi por não aquentar mais Samuel, que Damien foi embora.

Ele não seria mais humilhado...

– Procurando um pouco de diversão por aí, apenas. — respondeu Damien.- Nada de mais.

– Certo,acredito em você. — disse Jason, mas Damien sabia que Jason não acreditava nele.

– Que seja. — Damien deu de ombros, sem se importar. — Não lhe devo satisfações.

Jason riu.

– Tudo bem, esquentadinho. Apenas me diga o que está fazendo aqui.

– Não que seja da sua conta, mas, estou com problemas com o Mestre.

– Então era verdade os boatos. — Jason balançou a cabeça.

– Que boatos? — perguntou Damien.

– Que você estava fugindo. — disse Jason.

– Acredite no que quiser, Jason. Não dou a mínima. — Damien se irritou.

– Damien, se quer bancar o cara ''frio'' pra cima de mim, não vai funcionar. Eu te conheço. Estamos juntos. Me conte em que se meteu.

Damien suspirou. Contaria apenas a metade da verdade.

– Eu precisava de energia, Jason.

– Matou humanos de novo.

Damien assentiu.

– E agora o ''Mestre'' quer sua cabeça.

– Ele me mandou em uma missão. Se eu matasse outros humanos, ele talvez me desse uma chance.

– Pensei que ele lhe proibiu de matar qualquer humano.

– Eu também pensei. Mas acho que tem haver com os negócios.

– Cara, e acha mesmo que ele vai te perdoar por fugir dele por todo esse tempo?

– Não sei...

– Pode entrar agora, Damien. O Mestre quer ve-lo. — falou Safira, segurando a porta para Damien.

– Boa sorte, Damien. — disse Jason, tocando o ombro do Dêmonio do Fogo.

(....)

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POV Annabeth:

Eu ainda posso sentir. A dor. Não fisicamente, é claro. Mas estou ferida. Na alma. Nunca pensei que sentiria tanta falta de uma família. Da minha família. Minha casa. Minha vida. E as vezes ouso acreditar que tudo ficará bem. Tudo voltará a ser como era antes.

Haverá flores, lírios no jardim. Eu estarei em meu quarto aouvindo as músicas da Evanescensce, escrevendo em meu surrado caderno de 132 duas paginas, a maioria marcadas com rabiscos, e com o garrancho que é a minha letra.

Mikaela, minha mãe, estará na cozinha fazendo a tão famosa ( mas nada comestíivel) sopa para o dia de Ação de Graças.

Todos os anos nos participamos do concurso de melhor sopa de ervilha milharada com canela da vizinhança.

Mamãe se esforçava muito, passava o dia na cozinha e papai sempre se irritava, por não poder provar de suas tortas e doces deliciosos.

Pelo menos nisso ela era boa na cozinha. Doces, e eu sempre tinha direito a um pedaço antes dela embrulhar as tortas.

Todos os anos desde que eu tinha 5 anos, mamãe fazia isso.

Nós juntos fazíamos. E embora mamãe nunca tenha ganhado o prêmio e título pela melhor sopa de ervilha, no final do dia nós estavamos sentados na sala da nossa casa, comendo feito loucos e vomitando tudo duas horas depois.

E no dia seguinte o senhor Maicon, meu pai, tinha que acordar cedo pois seu chefe não ficou satisfeito com seu relatório sobre o quanto-nós-vendemos-no-natal-e-em-datas-comemorativas.

Então meus pais se despediam com um apaixonado beijo que sempre me fazia querer virar o rosto com vontade de vomitar.

Sim, éramos a melhor família do mundo. Eu era tão feliz. Como tudo pode ter se transformado em pesadelo tão rápido? Tão diante dos meus olhos?

Nada muda. Tudo será eterno, Annabeth. Você conseguirá aquela vaga no melhor colégio de Londres. Tudo bem, você terá que deixar Cornwet, deixar seus pais, mas tudo ficará bem, no final das contas.Você precisa crescer, Annabeth. Dizia uma voz em minha cabeça.

Não. Acho que nada disso acontecerá. Eu não quero mais deixar Cornwet. Não quero crescer. Apenas quero meus pais aqui, comigo.

Quero estar no meu quarto, quero ter que acordar as 06 : 00 da manhã para ir ao colégio, quero o conforto dos braços amorosos do meu pai. Quero minha vida de volta...

Notas finais
Ei, o Pov Annabeth continua no próximo capítulo.
E então? Gostaram? Digam ^^ Sei que não mereço pela demora, mas puxa, deixe um rivew, vai *-*
Beijos...