Anjos E Demônios

11 Capítulo X


Notas iniciais
SIM, EU ESTOU VIVA!

Milagres acontecem e eu não morri, pois é.

Okey gente linda do meu coração, eu dou todo o direito do mundo se quiserem me matar, esquartejar, jogar no ácido e afins. Eu realmente mereço.

DOIS MESES. DOIS MALDITOS MESES SEM POSTAR.

Peço imensas desculpas por isso, xuxus. Não era minha intenção, mas ano de vestibular, cirurgia, recuperação mais difícil do que o esperado, ENEM, UFPR, meus pais se separando e bloqueios de criatividade foram os principais motivos para essa demora tão grande.

Eu nem sei como agradecer os meus leitores lindos que não deixaram de comentar, favoritar, acompanhar essa fanfic e me mandar msg perguntando se eu tinha desistido dela. VOCÊS SÃO INCRÍVEIS ♥

Esclarecendo uma coisinha: eu nunca vou abandonar AD. Nem que eu demore mais do que demorei dessa vez (porque, se tudo der certo, ano vem tô na faculdade, AMÉM) eu não vou desistir dela.

Mas, para alegria geral da nação (e minha principalmente), acho que a partir de agora as coisas vão ficar mais fáceis! E eu vou ter mais tempo de escrever e postar, bem bonitinho.

Agradecendo de todo³ coração à Novata_Love, Sakura Mandey, Kenshin Himura D Ketchum, Katrinna, shun-205, Laaáaa, Yuki Kirkland, Nikabecher, Mistsukis2, Rachie, Nenyh, Thatalo, HinaSama, walq, Helscy, Kuro Heart, DebbyS, Lyah-Chan, Biia, Nai Souza, LisaChan, Carol Kushina, Lisz Walker, CarolLenna, tezz e SaraaL e a todos aqueles que favoritaram e recomendaram essa história. Eu não vou deixar tudo isso ser em vão, tá?♥♥♥♥♥♥

Aleyna-chan diva e linda que eu amo (♥) betou o capítulo e pediu desculpas se tiver algum errinho X3

Lembram que eu tinha falado que ia tentar fazer um hentai?

Então, aproveitem o primeiro hentai da fanfic :3

Espero que gostem *~*

Boa leitura!

Capítulo X



Seu interior estava uma mistura confusa de sentimentos.


Mas sem dúvida, o que se sobressaía em meio ao receio, saudade, nervosismo e apreensão era a ansiedade.

Ele esperava vê-la. Ele deseja ver a figura marcante de Erza à sua frente.

Mesmo que tivesse a chance dela resolver ter trazido alguns amigos consigo para matá-lo.

Mesmo que ela poderia pensar que ele estava armando uma emboscada para matá-la.

Mesmo com todas as alternativas para a situação que se encontrava, Jellal ainda queria ver Erza.

Ele estava na única sala separada daquele grande galpão praticamente abandonado, em um dos bairros mais afastados da cidade. Algo como se ali fosse o antigo escritório do lugar.

Um vidro fino lhe dava visão para toda a área coberta, com algumas coisas velhas jogadas aleatoriamente.

Ele pode ver perfeitamente quando a porta corrediça rangeu alto e se abriu um pouco, uma figura alta entrando em seguida no galpão.

O Anjo sentiu os músculos endureceram automaticamente, a adrenalina sendo liberada em seu organismo.

Ele sabia que era a ruiva apenas por conseguir ver a silhueta curvilínea da pessoa, além dos longos fios vermelhos de seu cabelo. Ninguém além dele conhecia o formato exato das curvas de Erza, mas ainda assim ele não saiu da parte separada do galpão.

Ela parecia sozinha e ele não conseguia sentir mais nenhuma outra presença por perto e suspirou levemente aliviado quando a Demônio parou a uma certa distância, no meio do salão.

Eles não haviam conversado sobre nada disso, mas sabiam que deveriam se mover com cautela. Ainda eram inimigos.

Ainda eram seres de diferenças cruciais.

Ainda não confiam totalmente um no outro.

O azulado conteve o pequeno sorriso que ameaçava sair quando começou a ir na direção de Erza, o corpo parecendo ainda mais nervoso devido ao fato de realmente (ou finalmente?) estarem sozinho.

Tinha os olhos fixos nos dela, que retribuía com toda a intensidade.

Parou a pouco mais de dois metros da mulher, deixando-a notar que ele também estava sozinho.

Ela sorriu docemente, parecendo aliviada do mesmo jeito que ele ficara momentos atrás.

– Desculpe te esperar lá dentro. — O Anjo falou, ainda preso nos olhos castanho avermelhados da Demônio. Ele definitivamente não gostava dessa desconfiança que deveria sentir pela ruiva.

Ela revirou os olhos e andou até ele, passando as mãos por seu pescoço até a nuca apertando o cabelo azul entre os dedos com certa força.

– Eu ficaria desconfiada se não o fizesse.

As mãos dele já conheciam o caminho até a cintura dela, puxando-a e pressionando o corpo feminino contra o seu.

Em segundos as bocas já estavam coladas e as línguas entrelaçadas, a batalha pela dominância finalmente havia começado.

As mãos grandes do Anjo fizeram o caminho até o quadril de Erza, puxando a saia azul do colégio pra cima, sentindo a textura da pele e da calcinha de renda.

E o Anjo e a Demônio sentiram que finalmente iriam aliviar o aperto estranho que tinham no peito.

–x-

Wendy definitivamente não era uma pessoa sedentária.

Se sentia extremamente bem fazendo qualquer tipo de atividade física.

Correr, jogar algum esporte, nadar, qualquer coisa que a fizesse usar os músculos.

Mas tinha que admitir que tinha uma preferência relativamente grande quando o assunto era ser líder de torcida. Tudo bem, não era tão intenso quanto a azulada gostaria, mas a junção dos passos de dança, as coreografias em cadeia de todo o grupo, o esforço coletivo para os saltos e os gritos de guerra era algo que simplesmente a fascinava.

Sem falar nas roupas fofas e os pompons que usavam.

Sorriu e acenou um “tchau” para as outras integrantes do grupo, que não pareciam tão cansadas como ela. Internamente, pensou que tinha o lado bom de ter uma condição física mais resistente, mesmo que tivesse que fingir que estava sem fôlego às vezes.

Passou a alça da bolsa com suas roupas e pertences pelo ombro, mas continuou com a garrafa de água em uma das mãos; afinal sede era uma coisa que ela tinha naturalmente, como todo mundo.

Parou em frente do bebedouro, abrindo a garrafa e começando a enchê-la com água gelada.

À sua volta, conseguia ouvir o alvoroço dos outros grupos praticando suas devidas atividades. Haviam duas bolas de basquete quicando dentro do ginásio e Wendy sabia que era mania do treinador ficar 'brincando' com uma bola enquanto assistia ao jogo de seus alunos. Ouvia os respingos da gotas de água quando o time de natação entrava na piscina e os passos rápidos dos humanos no campo de atletismo.

Olhou para o lado, vendo e ouvindo um garoto de cabelos roxos bem escuros e olhos escuros se aproximar, com a respiração ainda apressada. Ele passava as duas mãos pelos cabelos, que insistentemente teimavam em ficar colados em seu rosto suado.

Pelo shorts azul marinho e camiseta branca, Wendy sabia que ele era do time de futebol do colégio, e a toalha branca pendurada em seu pescoço e o coração levemente apressado mostravam como o treino dele também havia acabado recentemente.

Eles trocaram sorrisos singelos, como se fosse um cumprimento, quando se encararam, e a azulada voltou sua atenção para a garrafa quase cheia de água. Sentia suas bochechas vermelhas com o sorriso lindo que aquele garoto havia lhe dado, mas tentou parecer normal.

O garoto parou à alguns passos de si, esperando sua vez para tomar água. Distraidamente olhou a garota, notando o par de pompons, um azul e outro branco, pendurados em sua bolsa. Sorriu levemente, entendendo que a saia branca com uma listra azul e a regata azul escura deveria ser o uniforme de treino daquela líder de torcida.

Estranhamente, o azul de suas roupas combinavam com os cabelos azuis, presos em um rabo de cavalo alto, as pontas dos mesmos passando da cintura pequena. Os olhos castanhos tinham um brilho bonito que misturava a inocência de criança com a curiosidade de adolescente.

E foi por causa desses olhos que Romeo Conbolt decidiu conversar com ela.

– Acha que temos chances no próximo jogo? — Perguntou, deduzindo que ela sabia que se o time perdesse o próximo jogo, estariam fora do campeonato nacional.

Wendy ergueu os olhos para o garoto.

Não conseguiu deixar de sorrir ao olhar pra ele, mesmo sentindo o coração bater mais rápido do que deveria.

– Claro que sim! — Disse confiante — Nossos jogadores são bons, nosso técnico é bom e eu e as garotas vamos estar lá para dar apoio a todo mundo! — A azulada abriu o sorriso.

Romeo sorriu para a garota. Ele era uns 10 centímetros mais alto que ela, e uma parte dele achou isso fofo.

Bom, para ser sincero, ela era inteiramente fofa. Daquele tipo de fofura de abraçar e não soltar mais.

Ainda sorrindo para ela, o moreno estendeu a mão para a mesma.

– Romeo Conbolt, atacante do lado direito.

Ela sorriu, pegando a mão dele.

– Wendy Marvell, ponta esquerda na formação.

Os dois adolescentes riram com suas 'funções' e por fim soltaram as mãos.

– Te vejo no jogo, Wendy?

A dragão abriu o sorriso, animada.

– Óbvio!

– Se eu fizer um gol também vou ganhar um sorriso desses?

Romeo queria morder a língua assim que se tocara do que acabara de falar. Ele tinha acabado de conhecê-la e já tinha essa ânsia por elogiá-la?

Em resposta, Wendy ficou tão corada que até suas orelhas chegaram a ficar tingidas. Sentia a garrafa de água escorregar de suas mãos por causa do suor ali presente.

Mas para a surpresa de ambos, ela mordeu o lábio inferior antes de lhe responder.

– Claro que vai, Romeo-san. — Os olhos dela faiscaram em sua direção, querendo ver sua reação, mesmo que ainda com vergonha.

Nunca antes na vida o moreno sentira tanta vontade de abraçar algo como queria abraçar a azulada naquele instante.

Ao invés de passar os braços em volta dela e a puxá-la contra si bem apertado como gostaria, apenas abriu mais o sorriso e deu um passo em sua direção.

O coração de Wendy acelerou e o encarou, curiosa.

– Vou cobrar seu sorriso, Wendy-chan. — Olhou nos olhos dela, vendo aquele mesmo brilho belo e diferente, que lhe deu coragem para se aproximar mais um passo — Até o jogo. — Romeo falou em um tom mais baixo, mas ainda sorrindo da mesma maneira que antes.

Os lábios dele se apertaram contra a pele macia e avermelhada da bochecha dela, um calor gostoso nasceu em seus peitos.

Assim que o atacante se afastava da garota de longos cabelos azuis, pensou consigo mesmo. Sim, ele definitivamente deveria fazer mais do que um gol no próximo jogo.

–x-

– Erza, porque você é sempre tão – uhn – aprresada? — O Anjo gemeu, se deixando ser empurrado para o chão da sala, mal notando o que acontecia ao seu redor. Ela apenas abrira o zíper de sua calça durante o beijo e puxara algo para fora de sua boxer. Os dois ainda tinham todas as roupas nos devidos lugares.

Uma das mãos da ruiva estava apertada firmemente contra seu membro, fazendo movimentos rápidos de vai e vem. Como diabos ele conseguiria pensar em algo que não fossem as ondas de prazer intenso que sentia?

Impossível.

Erza empurrou com a outra mão o peito musculoso dele, ainda coberto pela camisa branca do uniforme, adorando ver como ele se deixava levar por seus toques.

Bem no fundo ela achava engraçado como ele era dócil à seus toques. O Anjo estava agora deitado no chão, com a Demônio sentada sobre suas coxas e abaixando a cabeça.

– Eu apenas não vejo motivo para irmos devagar com as coisas, Jellal. — Respondeu, falando o nome dele com o rosto extremamente próximo de seu membro, o fazendo gemer em antecipação.

Sabendo que ele ainda a olhava, Erza diminuiu os movimentos com a mão, fazendo agora uma massagem lenta, enquanto olhava minuciosamente o pênis completamente ereto de Jellal.

Deixou a língua vermelha dar pequenas lambidas na cabeça do membro, sentindo-o estremecer e chamar seu nome. Desejo puro corria em suas veias.

Ela se permitiu sorrir com a expressão mista de prazer intenso e súplica que o azulado tinha no rosto, os olhos escuros embebidos de luxúria.

Também se permitiu pensar que era sortuda quando abocanhou o membro dele o máximo que podia de uma vez, parte ainda ficando para fora da boca quente e molhada.

– Erza... — Instintivamente as mãos dele mergulharam no cabelo vermelho vivo da Demônio, incentivando-a a continuar os movimentos ritmados que apenas o faziam gemer mais. A língua dela ainda se movia sob a parte inferior de sua ereção enquanto sugava a mesma com vontade.

O corpo do azulado estava tenso, quente e tremia com os arrepios que percorriam sua coluna. As mãos de Erza entraram por baixo de sua camisa, as unhas arranhando a pele de seu abdômen e peitoral, fazendo os arrepios acontecerem mais constantemente.

O Anjo gemia e suspirava, não se lembrando de mais nada além da boca de Erza se movendo rapidamente sobre si. Movimentos rápidos demais para o tempo que eles passaram separados.

– Ugh, Erza...- Ele balbuciou, tentando manter a mente pelo menos um pouco lúcida. — E-eu — Outro gemido alto interrompeu sua fala. A Demônio havia aumentando a velocidade de sua boca, a língua passando pela pele sensível de seu membro.

Olhou nos olhos dela, tentando fazê-la entender o que não tinha mais condições de falar.

Não, o Anjo não podia ler mentes.

Mas conseguiu entender perfeitamente o que ela quis dizer quando o encarou, a luxúria explícita presente nos orbes castanho avermelhados, chupando ávidamente seu pênis.

Goze.”

Não havia como Jellal impedir a imensa onda de prazer que arrebentou dentro de si. Por puro instinto, usou as mãos que ainda estavam embrenhadas nos longos fios ruivos para forçar o membro ainda mais pra dentro da boca da Demônio, fazendo com que seu esperma fluísse diretamente para a garganta profunda de Erza.

A ruiva nem ao menos tentou se afastar, apenas continuou sugando o máximo que podia aquela porção de carne que continuava incrivelmente duro, mesmo depois de gozar fortemente.

Ela soltou a boca do membro do Anjo encantada com a forma que ele ainda apontava orgulhoso para cima. O corpo do azulado mal se movia depois do orgasmo. Céus, ele não conseguia imaginar como conseguira passar tanto tempo sem sentir essa sensação.

Do jeito que estava, Jellal nem notou quando a ruiva ficou de quatro sobre si, antes de abaixar os quadris exatamente em cima de sua ereção, o fazendo gemer com o contato contra a calcinha úmida dela.

–Erza. — Ele gemeu, abrindo os olhos, a mente ainda enevoada pelo prazer que sentira momentos atrás. As mãos rápidas dela se moveram sobre seu peito, tirando a gravata e a jogando para o lado, para depois descerem abrindo os botões da camisa branca. Assim que pode, tateou os músculos torneados dele, arranhando as costelas e o peitoral quando os tocou. Subiu para os ombros largos, empurrando rudemente o tecido para trás, querendo ver mais da pele do homem deitado embaixo de si.

– Erza, pare de ser tão apressada. — Jellal reclamou, tentando fazer com que ela parasse por um segundo. Tentou começar a desabotoar a camisa dela, mas a ruiva estapeou sua mão, o fazendo olhá-la meio incrédulo. Não, obviamente que aquilo não doera. Mas o que diabos ela estava pensando? Fazer sexo sem nem deixá-lo ver seus seios?

–Sabe, você não deveria ter me feito engolir o seu amigo aqui. — Rebolou com força contra seu membro, o fazendo gemer alto. Mesmo ainda usando a calcinha preta de renda, o Anjo conseguia sentir a umidade dela vazar pelo tecido a ponto de tocar sua pele. — Não deveria mesmo.

A ruiva olhou nos olhos dele, o sentimento de luxúria pairando entre o casal.

Mas não era a apressada Erza que tinha um pitada de desespero nos olhos escuros. Ela sorria maliciosa quando notava o quanto ele precisava dela.

A ruiva continuava os movimentos com os quadris, provocando-o enquanto tentava segurar o próprio desejo.

– Erza...- Ela o ouviu gemer novamente, dessa vez baixinho, soando quase como uma súplica. Sabendo que isso era o mais próximo de um pedido que conseguiria, moveu uma das mãos que antes delineavam os músculos do abdômen do Anjo e simplesmente puxou a calcinha pro lado, deixando-se ser penetrada pelo membro ansioso dele.

Desta vez, não conseguiu evitar um gemido profundo ao sentir Jellal esticando-a por dentro, preenchendo-a daquela maneira única.

Teoricamente, Anjos tem as temperaturas corporais mais baixas até mesmo quando comparados com humanos. Mas naquele momento, Erza duvida que o azulado pudesse ser qualquer coisa que chegasse remotamente perto de algo que significava 'frio'.

A Demônio sorriu em meio ao êxtase que sentia, e começou a mover os quadris lentamente para cima e para baixo.

Sentiu as mãos grandes do homem tocarem suas pernas, apertando as coxas grossas endurecidas de tantos treinamentos. Eles gemiam em conjunto cada vez que o membro do Anjo se enterrava na ruiva.

Ironias à parte, Jellal sentia-se no céu. A parceira, como sempre, era apertada, molhada, e tão quente que ele sentia-se ferver.

O Anjo aplicou mais força nas coxas dela, num pedido universal de que fosse mais rápido.

Erza o olhou meio irritada, e firmou as mãos no peitoral dele. Desse jeito, conseguiu estabilidade pra se mover mais lentamente do que antes, mas remexendo os quadris em círculos a cada estocada.

Ele jogou a cabeça para trás, chamando seu nome, as ondas de prazer ficando mais intensas a cada rebolada, sabendo que se ela continuasse assim chegaria mais rápido ao ápice.

De algum modo, o Anjo conseguiu notar quando a ruiva riu maliciosamente em cima de si. E algumas palavras foram ouvidas entre arquejos dela e gemidos dele.

– É realmente incrível...- Uma pausa nos movimentos, o contato não estando tão profundo quanto Jellal gostaria — Como você é fácil de ser domado, Anjo.

Ele abriu a boca para retrucar, mas tudo que saiu de suas cordas vocais foi outro gemido rouco, quando a Demônio deixou o corpo descer, o membro dele voltando ao calor do corpo feminino.

Devido ao próprio desejo, Erza não conseguia conduzir as coisas de maneira tão lenta quanto gostaria, mas tinha um autocontrole admirável. Principalmente quanto o assunto era provocar Jellal.

– S-se todos os Anjos são assim dóceis... — Ela mordeu o lábio, ao tentar impedir que seus gemidos saírem. — Acho que não vamos ter problema em dominar o Céu.

Os olhos escuros dos dois se encontraram e o clima pesou.

O instinto nato de Erza acordou assustado em meio ao prazer com a sensação de perigo súbita que a cercara.

Temendo ter caído em uma armadilha, esticou sua alma o máximo que podia, buscando outros seres em volta do galpão onde estava.

E parecendo que apenas para surpreendê-la mais ainda, não havia absolutamente nada além dela e do Anjo ali presente.

Quando sua mente se recuperou do susto que levara, notou que as mãos grandes e fortes de Jellal se aproveitaram do seu momento de distração.

Erza prendeu a respiração quando se viu sendo virada rapidamente, o corpo se chocando contra o piso frio enquanto mãos poderosas seguravam seus braços para trás, impedindo-a de se mover.

Sentiu o corpo de Jellal se aproximar do seu, fazendo com que seu instinto gritasse ainda mais alto.

E a ruiva entendeu que a fonte de toda a sensação de perigo que sentia, era o Anjo de cabelos azuis que segundos atrás estava embaixo de si.

Acima da mulher, Jellal a encarava com um brilho bem diferente nos olhos costumeiramente gentis.

– Acho que vou ter que te lembrar que eu não sou assim tão dócil, Erza. — A voz rouca e máscula estava carregada de luxúria, mas também de irritação.

Não, o Anjo não gostou nada de ser chamado de fraco.

Segurou os pulsos dela com apenas uma das mãos, deixando a outra sentir a curva da cintura até a barriga, subindo e acompanhando os botões perolados da sua blusa.

– Mas antes eu quero te ver.

Fechando os dedos em volta do tecido branco, puxou-o bruscamente, o som de tecido se rasgando e botões caindo no chão misturado com a respiração entrecortada da ruiva.

– A-ah...

Jellal puxou os restos da camisa da Demônio para o lado, sem se importar no que ela usaria depois que houvessem terminado.

Ergueu-se, puxando-a consigo, e os dois acabaram de joelhos sobre o chão frio. Desceu a mão direita, contornando a bainha da saia azul escura e colocando dois dedos dentro da mesma.

– Quero te ver por inteiro.
Novamente usou a força para rasgar o tecido e jogá-lo longe do corpo da ruiva.

Erza suspirou, a sensação de perigo ainda vívida em sua mente. Uma parte dela sentia que deveria se soltar e sair dali o mais rápido possível, mas flashes de memórias dela e do azulado lutando a relembraram do que ele era capaz de fazer.

Mas por outro lado, seu corpo ainda estava pulsando pela luxúria e de desejo por um contato maior com o Anjo. E surpresa a invadiu quando notou que ser tratada de maneira tão bruta por Jellal fazia apenas mais desejo nascer em si, de uma forma praticamente incontrolável.

Porém, acima disso tudo, conseguiu notar que o sentimento de medo era deliciosamente excitante.

E a combinação do medo, da força máscula, da luxúria e da inferioridade súbita que Jellal a fizera sentir possivelmente essa era a sua linha de ruptura. O seu limite.

Temia perder o controle de si mesma com essa sobrecarga de sensações, mais intensas e poderosas do que o usual entre eles.

Diante disso, forçou os pulsos contra a mão grande do Anjo que os segurava contra a base de suas costas, querendo se soltar.

Jellal apenas riu debochado com a tentativa da ruiva, e manteve a força sobre ela.

A Demônio arquejou quando sentiu que Jellal se levantava e a puxava para cima, ainda segurando fortemente seus pulsos em suas costas, forçando-a a ficar de pé de maneira rude.

Ele aproximou a boca da orelha da ruiva, mordendo o lóbulo e lambendo a pele sensível repetidas vezes, a fazendo gemer mais alto.

A mão grande e ligeiramente mais fria do azulado subiu para seu busto, o contraste de suas temperaturas tornando tudo mais intenso para a ruiva.

Jellal sorriu presunçoso ao ver a pele dela arrepiada, satisfeito que ainda conseguisse causar tantas reações. Contornou delicadamente o desenho do sutiã preto que a Demônio usava, antes de puxar e arrancar a peça do corpo dela.

Apertou o seio direito, sentindo-o inchar e ficar firme por entre seus dedos, enquanto ela gemia.

– J-Jellal...

– Você realmente queria apenas transar daquele jeito e ir embora, ruiva? — Perguntou, aplicando mais força na mão, sabendo que a pele alva dela ficaria marcada. Erza tentou novamente soltar as mãos do aperto em suas costas e em resposta o Anjo a apertou com força e o gemido que saiu de sua garganta dessa vez era de dor.

– N-não...

Jellal grunhiu irritado com a tentativa dela de sair de suas mãos e estranhamente excitado com o sussurro que ela soltara. Usou a mão direita para beliscar o mamilo arrebitado da Demônio e puxá-lo rudemente para cima.

Ela se contorceu de prazer, tentando conter os gemidos de prazer que ameaçavam sair.

– Teimosa... — O Anjo sibilou contra seu ouvido, e empurrando o corpo curvilíneo da ruiva contra a parede com uma quantidade relativa de força.

Erza sentiu o ar fugir de seus pulmões e o corpo todo arrepiar-se pelo contato súbito com a parede fria.

Ofegante, ela tremeu com a sensação de fragilidade que estava sentindo.

– M-me solte... — Pediu, antes de que o azulado movesse mais as mãos por seu corpo e fizesse ter dificuldades no raciocínio que em situações normais era extremamente rápido.

Mas aquela não era uma situação normal.

E a ruiva se sentia afundar mais ainda nessa situação quando olhou por cima do ombro e seus olhos se encontraram com os de Jellal.

O sorriso malicioso e predatório dele fez uma outra descarga de adrenalina ser despejada em sua corrente sanguínea.

Aquele Anjo conhecia todas as expressões dela. Todas, inclusive aquelas que tentava esconder. E sabia que boa parte dela não queria ser solta.

Aproximando o corpo do dela, prensando-a totalmente entre a parede fria e sua pele, o que dificultou a respiração da ruiva.

Não mesmo.– Jellal sussurrou contra seu ouvido, forçando a pélvis contra seu quadril, lembrando a ruiva do que estavam fazendo minutos antes.

– J-jellal — Erza gemeu, um pedido misto para ele parar e para ele não parar.

O azulado não conteve um riso debochado e extremamente satisfeito ao ver como ela estava agindo.

Usando a mão que não estava segurando os pulsos da Demônio, ele tocou lentamente o formato arredondado de seu quadril, parcialmente coberto pelo tecido fino da calcinha. Puxou delicadamente o elástico e o soltou, que fez um som estalado ao bater na pele da ruiva.

Com um pouco de força, rasgou a última peça de roupa que impedia a ruiva de ficar completamente nua perante os olhos famintos do Anjo.

– N-não...

Jellal mantinha um sorriso de canto nos lábios o tempo todo, enquanto massageava as nádegas firmes da mulher, separando-as e deixando um dedo correr pelos lábios quentes da intimidade dela. A ruiva tentou segurar um gemido mas não conseguiu.

– Tão ansiosa assim, Erza? — Provocou, mordiscando as costas, nuca, pescoço e orelha, deixando que o membro roçasse levemente contra ela.

Erza mordeu o lábio, se negando a responder o Anjo.

O azulado sorriu com a teimosia dela, pegando um punhado de fios vermelho sangue que caíam nas costas da Demônio e os puxou para trás.

A ruiva ofegou com o ato brusco, sentindo os músculos das costas e do pescoço se esticarem para atender ao desejo dele.

– J-jellal.

– Vou lembrá-la do quão dócil eu posso ser, Erza. — Apenas sua voz rouca fez o baixo ventre dela se contrair, pouco antes de receber a estocada forte que fizera todo o membro do Anjo entrar em si.

O casal gemeu alto com a sensação.

Saboreando o calor que lhe cercava, Jellal começou com movimentos rápidos e precisos, não soltando as mãos dos pulsos e do cabelo da ruiva. Tirava praticamente todo o membro de dentro dela, deixando apenas a ponta para depois mergulhar novamente dentro do calor feminino de Erza.

A Demônio tinha os olhos fechados e a boca entreaberta, o prazer fluindo do lugar onde eles se encontravam para o resto do corpo como se fossem descargas elétricas. Sua pele coçava por maior contato, especialmente por querer tocar Jellal.

Já o azulado sentia um orgulho másculo estranho preencher boa parte de si. Talvez não fosse de sua natureza ou personalidade agir desse jeito, mas ver Erza tão desprendida da armadura que ela própria se impunha era uma satisfação inigualável.

Querendo ver mais expressões desconhecidas da ruiva, Jellal estocou com mais força, atingindo um ponto sensível dentro dela, o que fez a Demônio choramingar alto de prazer, o nome dele saindo entre sussurros entrecortados pela respiração apressada.

– J-jel...lal – Erza arqueou as costas em sua direção, a sensação da parede fria contra seu corpo quente causando arrepios — N-não t-tão... Aaah... Fo-forte!

Puxando o cabelo dela para o lado, fazendo a Demônio inclinar a cabeça para a esquerda, o azulado mordeu com força o pescoço alvo, deixando uma marca roxa ali.

Jellal movimentou-se com mais força e velocidade, sentindo como Erza se apertava ao seu redor, fazendo-o grunhir com o prazer.

– P-pare! S-se você continuar c-com tanta fo-força eu vou... V-vou quebrar! — A ruiva estava sem fôlego, se contorcendo sob as mãos do Anjo. Sentia o calor começar a se concentrar em seu ventre e ela mordeu os lábios tentando conter os gemidos.

– N-não... — O azulado aumentou a velocidade do movimentos, sabendo que apenas mais um pouco e os dois gozariam. Soltou a mão que segurava os longos fios vermelhos, usando os dedos para tocar o clitóris da mulher, fazendo círculos rápidos sobre a pele sensível. Erza chamava o nome do azulado, extasiada.

O calor no baixo ventre aumentou, a pele suava frio, e o atrito entre os corpos do casal apenas aumentava.

O prazer atingiu o ponto máximo e transbordou, fazendo com que a ruiva jogasse o corpo para trás, se apoiando no peito do Anjo, gemendo e suspirando de maneira incontrolável.

Jellal estocou mais uma vez até o fundo do corpo dela e gozou, gemendo o nome dela com a boca colada em seu ouvido.

Ainda com a sensação letárgica do orgasmo, o Anjo finalmente soltou os pulsos da ruiva, passando as mãos carinhosamente na cintura dela, enquanto beijava de maneira delicada o ombro que tinha a marca de seus dentes.

Erza suspirou, ainda mole da descarga de sensações que sentira. Mal notou quando Jellal saiu de dentro de si e a virou, abraçando-a calmamente.

O Anjo sorria levemente. Estar com a ruiva lhe passava uma sensação tão gostosa de aconchego, que poderia passar dias assim com ela que não se importaria.

Quando Erza recuperou um pouco mais o fôlego, olhou para os próprios pulsos, vendo como eles estavam avermelhados.

Ela nunca havia agido assim antes. Era uma surpresa para ambos a forma com que reagira perante à dominação bruta de Jellal.

– Você parece estar muito bem pra quem dizia que iria quebrar, Erza.

Jellal apenas abriu mais o sorriso enquanto ela o fuzilava com os olhos, impedindo-a de retrucar quando selou seus lábios em um beijo.

–x-

Uma pilha considerável de livros estava ao redor deles, e inúmeras folhas de papel e rascunhos rabiscados também contribuíam para a 'decoração'.

Natsu olhava com certo tédio as linhas do livro à sua frente, tentando desesperadamente se concentrar como a loira ao seu lado.

Lucy movia os olhos rapidamente sobre os diversos papéis, anotando tópicos e conferindo informações para o trabalho de literatura.

O Demônio se sentiu frustrado. Ela conseguia assim tão fácil esquecer que ele estava ali?

Estavam sozinhos, na casa dela, sem absolutamente ninguém para atrapalhar ou uma pessoa que ao menos soubessem que estavam ali; juntos.

E ele suspirou pela décima vez em cinco minutos.

Era quase impossível pro rosado conseguir se concentrar nas pilhas de papéis e livros e resumos que lotavam a mesa de jantar de mogno na casa de Lucy.

Não com ela ali, a menos de um metro de si, sentada na ponta da mesa retangular e ele na lateral da mesma.

Não com o brilho de animação que os orbes castanho refletiam, a loira completamente absorta no trabalho de literatura que estavam fazendo.

Depois da pequena cena na entrada da casa, nada mais havia acontecido, além dela lhe mostrar a biblioteca e pedir ajuda para carregar os livros para a sala de jantar.

Desde quase uma hora e meia atrás, nem a Anja nem o Demônio falaram nada. O som suave das folhas sendo viradas e do papel sendo arranhado pela ponta da caneta era soberano ali.

Apesar de que a audição de Natsu conseguia ouvir o 'tic-tac' dos relógios presentes na casa, o que apenas o deixava mais nervoso.

E então, a garota suspirou pela primeira vez, esticando os braços para frente, alogando os músculos dos mesmos e as articulações das mãos.

Os olhos escuros do Demônio apenas puderam acompanhar com desejo o movimento do corpo curvilíneo dela, quando os braços se esticaram para o teto e o busto ganhou destaque.

Ele engoliu em seco, travando as mãos e até mesmo os joelhos para não fazer nada.

– Acho que está na hora de uma pausa, não, Dragneel-san? — Lucy sorriu, o bom humor por mexer com livros vívidos em sua aura, o amarelo brilhando como seus olhos.

– Seria bom, Lucy. — cruzou os braços na nuca, pensando que ela ainda não o chamara pelo primeiro nome.

– Eu vou pegar um lanche. — A loira se levantou e abriu uma porta adjacente, cantarolando baixinho enquanto parecia pegar um pacote de bolacha e encher dois copos de suco de laranja.

Natsu apenas a olhava, quase incrédulo com a maneira calma que ela estava agindo. Nem mesmo demônios ficavam assim perto dele. Como essa simples humana conseguia expressar tamanha expressão de serenidade?

Lucy definitivamente era estranha ao seus olhos.

Ela voltou para a copa, trazendo uma bandeja com os copos e as bolachas dentro de uma vasilha. Natsu a ajudou a tirar os papéis e livros do caminho e a loira colocou a bandeja sobre a mesa.

Cada um pegou um copo de suco e Lucy começou a comer as bolachas de chocolate distraidamente.

– Livros são mesmo incríveis não é? — Perguntou ela, mais para si mesma do que para ele, perdida em pensamentos e nem olhando para o Demônio. — Qual seu livro preferido, Dragneel-san?

O rosado ergueu a sobrancelha com a pergunta dela.

– Não sei. Não tenho costume de ler.

Os olhos dela se voltaram para ele.

– Mesmo? Eu gosto bastante dos clássicos, principalmente os românticos, como Shakespeare, Jane Austen...

“Porque isso é tão a cara dela?” Natsu se perguntou, os olhos esverdeados nunca deixando o rosto de Lucy, que continuava animada.

– ...E Romeo e Julieta é definitivamente lindo e inspirador.

O Demônio revirou os olhos.

– Lucy, não diga que essa história é um romance decente.

A loira o encarou, confusa.

– Como não? Tudo bem que é um amor trágico mas-

– Eles morrem. — Natsu falou firme, levemente irritado. — E o amor deles termina ali. Não tem como chamar isso de amor. Muito menos de uma história de amor linda e que deve ser exaltada como é.

Lucy ficou em silêncio, encarando o Demônio, surpresa.

O rosado se sentia estranho. Não era apenas a presença de Lucy ou o assunto anormal. Tinha algo estranho dentro de si. Algo que ele não sentia vir à tona por muitas décadas, até mesmo séculos.

Definitivamente era estranho seu lado humano voltar a dar sinais de vida depois de tanto tempo.

Mesmo sendo um Dragão e ter vivido no Inferno praticamente toda a sua vida, Natsu ainda tinha um lado humano.

Afinal, alguma coisa teria que ter sido deixada como lembrança pela mãe que ele nem sabia o nome.

Quando era novo era fácil distinguir essa parte de si, mas depois de tantas torturas, missões, planos, treinos e lutas, o instinto dracônico e o lado demoníaco que ele adquirira por ter sido criado no Inferno, sobrepujavam o Natsu humano, que quase havia se apagado

Parte dele se mostrava no instinto protetor que o rosado tinha com Happy, e normalmente apenas isso era suficiente para manter esse lado 'vivo'.

Mas porque isso resolvera vir à tona agora?

E foi tudo tão repentino que Natsu nem notara quando começara a falar essas coisas estranhas para Lucy.

A loira e sua capacidade de desconcentrar Natsu definitivamente eram perigosas.

O Dragão estava quase se socando quando a voz doce da Anja chegou a seus ouvidos.

– Falando desse jeito... Faz todo o sentido do mundo. — Ela abriu um sorriso para ele, mesmo que tivesse surpresa que aquele bad boy estivesse falando algo coerente sobre amor. — Afinal, não existe barreira para esse tipo de sentimento, não?

O rosado suspirou, desviando os olhos dela.

– Provavelmente.

Lucy suspirou, procurando algo em um dos livros.

– Tem uma citação que eu acabei de ler que me fez lembrar o que você falou. — Ela abriu o livro, folheando-o até parar em determinada página. — Posso citá-la pra você?

Natsu deu de ombros, querendo ignorar a necessidade que sentia de estar mais perto da loira.

Lucy sorriu e respirou fundo, se preparando para ler. Nesse instante, os olhos verdes do rosado se fixaram na linda loira que estava sentada ao seu lado.


O maior risco da vida, e mais perigoso é amar.


Pois morrer é acabar, e amor não tem saída.

E por mais difícil que seja, ainda que seja amado; vive qualquer amador.

Que fará o desamado, sendo desesperado desse favor?”


Uma pausa confortável se formou na sala.


– Afinal, amor é o tipo de sentimentos que não tem limites. Nenhum tipo de limite. — Ela falou, devolvendo o olhar intenso dele, mesmo que levemente corada.

O coração de Natsu pulou no peito, e todo o seu ser vibrou com o que ela falara.

Suas auras estavam estranhamente calmas em volta dos dois, que que estivessem perto o suficiente de se tocarem.

Os olhos verdes do garoto encaravam tão profundamente os castanhos que ele podia ver claramente que Lucy realmente acreditava nisso.

E em algum momento enquanto estava preso nos olhos da loira, Natsu também acreditou.


Notas finais
E aí, gente linda, o que acharam?*---*

Eu tenho um pedido SUPER importante pra fazer pra vocês. Esse foi o meu segundo hentai à ser escrito. Então, eu preciso de críticas. Me digam o ficou bom, o que não ficou, se ficou rápido, se ficou 'escroto', se eu tenho que me jogar da ponte e morrer. Esse não é o único hentai de AD então eu PRECISO saber no que tenho que melhorar. Okey?:3

Enfim, Romeo aparecendo na fanfic!

E um momentinho NaLu kawaii pra vocês :3 Nããão, o beijo ainda não aconteceu XD Por sinal, aquela citação que a Lucy falou, é uma parte da peça O velho da horta, de Gil Vicente, e uma das minhas definições preferidas do amor. Eu modifiquei ela um pouquinho porque português arcaico é diferente, mas tem ela original no meu perfil :3

Desculpem mesmo pela demora >.

Qualquer erro, dúvida, crítica, elogio, reclamações, tédio, fome, frio, solidão, e ideias, por favor, comentem! :3

Ja Ne~♥